{"id":3526,"date":"2020-11-10T11:20:45","date_gmt":"2020-11-10T11:20:45","guid":{"rendered":"https:\/\/www.brindice.com.br\/blog\/o-marketing-morreu-afirma-kevin-roberts\/"},"modified":"2020-11-10T11:20:45","modified_gmt":"2020-11-10T11:20:45","slug":"o-marketing-morreu-afirma-kevin-roberts","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.brindice.com.br\/blog\/o-marketing-morreu-afirma-kevin-roberts\/","title":{"rendered":"O Marketing morreu, afirma Kevin Roberts"},"content":{"rendered":"<p>Autor do best-seller Lovemarks prop\u00f5e um Departamento de Movimento que engaje as pessoas<\/p>\n<p>O Marketing como conhecemos est\u00e1 morto. Pelo menos \u00e9 o que afirma Kevin Roberts, CEO Global da ag\u00eancia de publicidade Saatchi&#038;Saatchi. O autor do best-seller Lovemarks, no entanto, reconhece que o Marketing de Massa ainda sobrevive. O problema \u00e9 que ele vive em um ambiente que n\u00e3o existe mais. \u00c9 o que Roberts chama de \u201cVuca\u201d, um mundo vol\u00e1til, incerto, complexo e amb\u00edguo. E vai al\u00e9m: n\u00e3o \u00e9 um mundo para estrat\u00e9gias tradicionais. O publicit\u00e1rio prop\u00f5e ainda a retirada da miss\u00e3o e da vis\u00e3o da parede das empresas. No lugar, elas precisam ter um sonho que engaje as pessoas.<\/p>\n<p>Nem tudo isso chega a ser t\u00e3o subversivo para Kevin Roberts. Afinal, quando foi CEO da Pepsi no Canad\u00e1, ele simplesmente metralhou \u2013 literalmente \u2013 uma vending machine da Coca-Cola ao final de uma conven\u00e7\u00e3o de vendas onde o foco era a concorr\u00eancia com a marca mais valiosa do mundo. Agora, o publicit\u00e1rio inspira os profissionais de Marketing a sa\u00edrem de seus escrit\u00f3rios, deixarem de ver e-mails, de ler pesquisas e passarem a conhecer os sentimentos de seus consumidores para transformar suas marcas em \u201cLovemarks\u201d, ou marcas amadas.<\/p>\n<p>Para isso, o Departamento de Marketing deve se transformar em um o Departamento de Movimento. Um movimento para a marca. \u201cTem que fazer com que as pessoas se mexam pelo racioc\u00ednio emocional\u201d, afirma Kevin Roberts, durante semin\u00e1rio realizado pela HSM, ontem, em S\u00e3o Paulo. \u201cO que importa \u00e9 como as pessoas se sentem. \u00c9 o sentimento que move as pessoas\u201d, aponta.<\/p>\n<p>Emo\u00e7\u00e3o = A\u00e7\u00e3o = Envolvimento<br \/>\nA empresa que focar no sentimento do consumidor poder\u00e1 ter vantagem. \u201cOs seus concorrentes est\u00e3o pensando com a cabe\u00e7a. Siga a intui\u00e7\u00e3o. Pense e ou\u00e7a com o cora\u00e7\u00e3o\u201d, recomenda. \u201cO Marketing n\u00e3o \u00e9 mais movido por m\u00eddia, de um para muitos, mas de muitos para muitos. Distra\u00e7\u00e3o n\u00e3o funciona mais. As pessoas querem intera\u00e7\u00e3o\u201d, salienta. Mas como colocar a marca no cora\u00e7\u00e3o do consumidor?<\/p>\n<p>A Ikea respondeu colocando sof\u00e1s no metr\u00f4 na Europa e a Netflix fez o que Roberts chama de surpreender com o \u00f3bvio: ao inv\u00e9s do cliente ir buscar o filme na locadora, a locadora entrega em sua casa. \u201cPerdemos muito tempo fazendo coisas burocr\u00e1ticas e n\u00e3o assumimos riscos. O or\u00e7amento n\u00e3o deixa voc\u00ea al\u00e7ar novos voos porque est\u00e1 preso aos n\u00fameros do ano passado\u201d, ressalta.<\/p>\n<p>Consequ\u00eancia do Marketing, as marcas tamb\u00e9m est\u00e3o mortas na opini\u00e3o de Roberts. \u201cAs marcas est\u00e3o mortas porque se comoditizaram. Elas morreram porque fazem as mesmas coisas\u201d, explica. \u201cAbram m\u00e3o de controlar a marca. Uma lovemark n\u00e3o \u00e9 da empresa. \u00c9 do consumidor\u201d. A mudan\u00e7a tamb\u00e9m deve acontecer na mensura\u00e7\u00e3o dos resultados. Neste caso, sai de cena o Retorno sobre o Investimento e entra o Retorno sobre o Envolvimento dos Consumidores.<\/p>\n<p>Uma lovemark cria lealdade para al\u00e9m da raz\u00e3o. \u201cVoc\u00ea pode substituir o seu iPod por qualquer outro MP3, mas n\u00e3o quer, quer? Olhe para a embalagem de seu produto e se pergunte se ele \u00e9 irresist\u00edvel. O consumidor quer novas solu\u00e7\u00f5es e inova\u00e7\u00f5es. E isso n\u00e3o se torna real por meio de estat\u00edstica, mas por loucos que acreditam nas marcas ao ponto de tatu\u00e1-las em seu corpo\u201d, assegura o publicit\u00e1rio.<\/p>\n<p>Por isso, a empresa e a marca devem ter uma inspira\u00e7\u00e3o. \u201cAs pessoas n\u00e3o querem metas, elas querem trabalhar por um sonho, algo que as mova. Voc\u00ea n\u00e3o vai vencer o concorrente fazendo o Marketing tradicional. \u00c9 preciso ter ideias loucas. Temos que ter uma cultura que inspire a transforma\u00e7\u00e3o. N\u00e3o h\u00e1 limites para o que voc\u00ea pode fazer\u201d, aponta Kevin Roberts.<\/p>\n<p>Por Bruno Mello<\/p>\n<p>Fonte: Mundo do Marketing<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Autor do best-seller Lovemarks prop\u00f5e um Departamento de Movimento que engaje as pessoas O Marketing como conhecemos est\u00e1 morto. Pelo menos \u00e9 o que afirma Kevin Roberts, CEO Global da ag\u00eancia de publicidade Saatchi&#038;Saatchi. 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