{"id":5595,"date":"2020-11-10T11:20:45","date_gmt":"2020-11-10T11:20:45","guid":{"rendered":"https:\/\/www.brindice.com.br\/blog\/lideranca-de-diferentes-geracoes\/"},"modified":"2020-11-10T11:20:45","modified_gmt":"2020-11-10T11:20:45","slug":"lideranca-de-diferentes-geracoes","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.brindice.com.br\/blog\/lideranca-de-diferentes-geracoes\/","title":{"rendered":"Lideran\u00e7a de diferentes gera\u00e7\u00f5es"},"content":{"rendered":"<p>O grande desafio dos l\u00edderes \u00e9 conseguir resultados e isso s\u00f3 se faz com pessoas, ou seja, por meio do relacionamento. Assim, podemos dizer que o foco em relacionamento \u00e9 t\u00e3o importante quanto o foco em resultados. Como, ent\u00e3o, construir relacionamentos produtivos com as diferentes pessoas que fazem parte da equipe? E, ainda, como construir relacionamentos saud\u00e1veis com pessoas de diferentes gera\u00e7\u00f5es?<\/p>\n<p>Discutir esse aspecto \u00e9 de tamanha relev\u00e2ncia, que nos impulsiona, em primeiro lugar, a trazer o entendimento do significado da constru\u00e7\u00e3o de relacionamento, ou seja, a capacidade de criar v\u00ednculos por meio do processo de comunica\u00e7\u00e3o, direcionado a um foco comum. Confian\u00e7a, abertura, empatia, flexibilidade, nutri\u00e7\u00e3o e sustenta\u00e7\u00e3o do relacionamento s\u00e3o algumas das v\u00e1rias compet\u00eancias requeridas.<\/p>\n<p>Ent\u00e3o, o primeiro ponto de questionamento est\u00e1 relacionado ao pr\u00f3prio l\u00edder, se apresenta, ou n\u00e3o, essas compet\u00eancias, independentemente da equipe que coordena. Desenvolv\u00ea-las \u00e9 o movimento inicial em dire\u00e7\u00e3o a um bom relacionamento. No entanto, para isso, tamb\u00e9m \u00e9 importante a observa\u00e7\u00e3o das diferen\u00e7as entre as pessoas, para que a constru\u00e7\u00e3o dos v\u00ednculos seja efetiva. Entre as v\u00e1rias que poder\u00edamos ressaltar, a diferen\u00e7a entre as gera\u00e7\u00f5es \u00e9 bastante instigadora e vale a pena uma breve investiga\u00e7\u00e3o. Hoje, o l\u00edder pode ser ou n\u00e3o da mesma gera\u00e7\u00e3o que seu colaborador. N\u00e3o existem regras.  A \u00fanica regra \u00e9 observar as oportunidades presentes nas diferen\u00e7as e transform\u00e1-las em aprendizado.<\/p>\n<p>Como exemplo, l\u00edderes da gera\u00e7\u00e3o baby boomer (1947 &#8211; 1965), quando coordenam profissionais da gera\u00e7\u00e3o y (nascidos ap\u00f3s 1978), t\u00eam o grande benef\u00edcio de aprender com esses profissionais a rapidez, as vantagens da tecnologia, a facilidade para assumir riscos, a vontade de fazer. Por outro lado, esses colaboradores, quando se reportam a l\u00edderes baby boomers aprendem a desenvolver mais profundidade, qualidade na fala e na postura, calma na an\u00e1lise e foco em resultados sustent\u00e1veis.<\/p>\n<p>L\u00edderes da gera\u00e7\u00e3o y aprendem muito com colaboradores baby boomers, com sua experi\u00eancia e conhecimento armazenados e ensinam, conduzindo-os mais rapidamente a novos patamares de desenvolvimento, desafiando o status quo e direcionando-os ao novo.<\/p>\n<p>Assim, tanto profissionais da gera\u00e7\u00e3o y, como x (1966-1977), ou baby boomers podem ganhar com a troca, com a integra\u00e7\u00e3o entre os diversos pontos de vista, desde que sejam alinhadas as expectativas e que as compet\u00eancias sejam muito bem identificadas e avaliadas para o resultado a ser alcan\u00e7ado.<\/p>\n<p>No entanto, sabemos que existem problemas nesses relacionamentos. Por que acontecem? Seria poss\u00edvel enumerar v\u00e1rios aspectos, no entanto, os mais comuns s\u00e3o:<\/p>\n<p>&#8211; rigidez do ponto de vista (s\u00f3 o que penso est\u00e1 certo);<\/p>\n<p>&#8211; desqualifica\u00e7\u00e3o do profissional pertencente \u00e0 outra gera\u00e7\u00e3o;<\/p>\n<p>&#8211; ritmos muito diferentes;<\/p>\n<p>&#8211; saudosismo;<\/p>\n<p>&#8211; dificuldade de escuta;<\/p>\n<p>&#8211; dificuldade com hierarquia e disciplina;<\/p>\n<p>&#8211; dificuldade em lidar com valores diferentes.<\/p>\n<p>Para lidar com essas dificuldades, precisamos:<\/p>\n<p>&#8211; mudar nosso modelo mental, a forma como percebemos o diferente. Ou seja, aceitar o diferente como complementar;<\/p>\n<p>&#8211; criar um modelo mental positivo da outra gera\u00e7\u00e3o;<\/p>\n<p>&#8211; escutar ativamente;<\/p>\n<p>&#8211; entender as diferen\u00e7as;<\/p>\n<p>&#8211; buscar pontos comuns;<\/p>\n<p>&#8211; construir objetivos em unicidade;<\/p>\n<p>&#8211; gerenciar as ansiedades dos que esperam respostas e crescimentos mais r\u00e1pidos;<\/p>\n<p>&#8211; valorizar a capacidade de realiza\u00e7\u00e3o de cada profissional;<\/p>\n<p>&#8211; receber e dar feedback;<\/p>\n<p>&#8211; criar v\u00ednculos efetivos de constru\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Resumindo, diferen\u00e7as de ra\u00e7a, sexo, religi\u00e3o ou gera\u00e7\u00e3o, sempre estar\u00e3o presentes nos relacionamentos, em especial entre l\u00edderes e liderados e o grande desafio, a sabedoria a ser gestada, \u00e9 o da constru\u00e7\u00e3o de relacionamentos saud\u00e1veis e produtivos, onde o positivo de cada um seja valorizado, complementando o todo, em um movimento de uni\u00e3o de for\u00e7as.<\/p>\n<p>F\u00e1tima Motta \u00e9 s\u00f3cia-diretora da F&#038;M Consultores.<\/p>\n<p>Fonte: ClienteSA<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O grande desafio dos l\u00edderes \u00e9 conseguir resultados e isso s\u00f3 se faz com pessoas, ou seja, por meio do relacionamento. 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