{"id":5831,"date":"2020-11-10T11:20:45","date_gmt":"2020-11-10T11:20:45","guid":{"rendered":"https:\/\/www.brindice.com.br\/blog\/neuromarketing-como-vamos-usar-isso\/"},"modified":"2020-11-10T11:20:45","modified_gmt":"2020-11-10T11:20:45","slug":"neuromarketing-como-vamos-usar-isso","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.brindice.com.br\/blog\/neuromarketing-como-vamos-usar-isso\/","title":{"rendered":"Neuromarketing: como vamos usar isso?"},"content":{"rendered":"<p>Como \u00e9 de conhecimento de todos que nos seguem aqui neste portal, estudo bastante esse tema e ele realmente me fascina, tenho escutado diversas opini\u00f5es sobre esse novo conceito do marketing e ele tem gerado discuss\u00f5es  muito interessantes para meus estudos.<\/p>\n<p>Esses estudos tem mostrado novas situa\u00e7\u00f5es que podemos aplicar no nosso dia a dia, uma informa\u00e7\u00e3o curiosa que um estudo da Universidade de Columbia (EUA) traz \u00e9 que tudo que os profissionais de marketing pensavam a respeito da mente humana, nem sempre est\u00e1 certo. O que as pesquisas de neuromarketing nos mostram \u00e9 que as marcas n\u00e3o provocam amor ou paix\u00e3o no consumidor que gosta dela, apenas a verifica\u00e7\u00e3o de significado, organiza\u00e7\u00e3o dos conceitos e lembran\u00e7a. Por\u00e9m as marcas, sim, provocam a repulsa cerebral. Obviamente esse estudo n\u00e3o foi feito com muitos consumidores e n\u00e3o pode ser levado como verdade absoluta, por\u00e9m j\u00e1 nos mostra que vamos ter muito para verificar nos nossos conceitos.<\/p>\n<p>Eu n\u00e3o acredito que o neuromarketing \u00e9 apenas a neuropesquisa, acredito que ele \u00e9 muito mais que um tipo de a\u00e7\u00e3o mercadol\u00f3gica e sim um novo conceito em marketing, que na minha opini\u00e3o vem junto com os conceitos do marketing 3.0 (colaborativo, cultural e espiritual). Mas tamb\u00e9m acredito que as a\u00e7\u00f5es de neuromarketing v\u00e3o demorar a ser adotadas por empresas, claro que sabemos de algumas que j\u00e1 usam desse tipo de a\u00e7\u00e3o, mas ainda \u00e9 muito caro e muito dif\u00edcil de ser implantado.<\/p>\n<p>At\u00e9 as grandes universidades n\u00e3o admitem fazer estudos voltados ao neuromarketing, por considerar esse tipo de estudo ainda muito \u201ccapitalista\u201d e preferem aplicar seus estudos ao comportamento de consumo, como neuroeconomia (falar de como o ser humano usa o seu dinheiro) que faz parecer mais \u00fatil, do que apenas focar em como vender.<\/p>\n<p>Tive acesso a alguns estudos baseados em neuromarketing e podemos ter em mente que nem todos s\u00e3o contra a \u00e9tica, apenas por colocar profissionais de marketing lado a lado com neurologistas e verificarem dentro do c\u00e9rebro o que pode causar conforto, vontade ou desejo imediato. Muitos desses estudos podem ajudar o ser humano, como descobrir o que provoca o desejo por alimentos que causam obesidade ou ainda o que causa o desejo para consumo de drogas e trabalhar o reverso. Hoje os neurocientistas j\u00e1 sabem como o cigarro vicia, qual o mecanismo da adi\u00e7\u00e3o, mas ainda n\u00e3o se sabe exatamente qual o efeito das propagandas que convencem as pessoas a comprarem.<\/p>\n<p>Conversando com profissionais de marketing o que quase todos me argumentam \u00e9 exatamente que n\u00e3o entendem como fazer o uso desse recurso (neurol\u00f3gico), creio que hoje o que podemos usar ainda s\u00e3o apenas as pesquisas associadas ao estudo e o marketing sensorial.<\/p>\n<p>O marketing sensorial, segundo Pedro Camargo, \u00e9 um conjunto de a\u00e7\u00f5es de comunica\u00e7\u00e3o n\u00e3o verbal, de baixo custo, que usa os 5 sentidos. Ai voc\u00eas me perguntam, como vamos atuar nos cinco sentidos se quando o cliente compra on line, ele n\u00e3o toca, nem sente o cheiro ou gosto de nada. Pode ver, ouvir, mas sentir\u2026 n\u00e3o d\u00e1! Eu creio que d\u00e1, mas d\u00e1 trabalho tamb\u00e9m.<\/p>\n<p>A\u00ed vem a uni\u00e3o do que chamamos de marketing 3.0 com as ferramentas do marketing neurol\u00f3gico (as pesquisas do comportamento neurol\u00f3gico + pesquisas do comportamento do consumidor interno + experi\u00eancia de compra).<\/p>\n<p>S\u00f3 n\u00f3s do com\u00e9rcio eletr\u00f4nico podemos transformar a experi\u00eancia de compra em uma experi\u00eancia mais que moment\u00e2nea, pois no nosso caso o cliente namora o produto, v\u00ea varias vezes, troca fotos, v\u00eddeos (cada vez mais), por fim compra e o final da experi\u00eancia sensorial vem na hora do recebimento, mais uma vez ele vive a experi\u00eancia de compra que n\u00e3o termina ao sair da loja. Isso claro, \u00e9 uma faca de dois gumes, mas conseguimos aumentar o tempo da experi\u00eancia  e est\u00e1 em nossas m\u00e3os fazer com que ela seja o mais positiva poss\u00edvel.<\/p>\n<p>Talvez no com\u00e9rcio eletr\u00f4nico vamos demorar muito para ter acesso ao c\u00e9rebro do nosso consumidor no final da experi\u00eancia conosco (quando ele abre a caixa e l\u00e1 est\u00e1 tudo que ele queria), mas o nosso SAC j\u00e1 sabe como funciona, e com esses dados conseguimos trazer a luz muitas coisas que as pesquisas ainda ir\u00e3o demorar para n\u00f3s dar com precis\u00e3o.<\/p>\n<p>Eu estou ansiosa para ver como vamos usar tudo isso, pois temos profissionais excelentes no mundo digital e vamos ter boas surpresas por ai.<\/p>\n<p>Boas Vendas.<\/p>\n<p>Fonte: Administradores<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Como \u00e9 de conhecimento de todos que nos seguem aqui neste portal, estudo bastante esse tema e ele realmente me fascina, tenho escutado diversas opini\u00f5es sobre esse novo conceito do marketing e ele tem gerado discuss\u00f5es muito interessantes para meus estudos. 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