Bullet prepara evento de lançamento do Jaguar F-Type

Luxo, adrenalina e muita emoção, é o que os jornalistas e convidados vão experimentar no evento de lançamento do Jaguar F-Type, mais novo esportivo e dois lugares da Jaguar.

O evento será promovido pela Bullet Eventos, do Grupo Talkability, na Fazenda Capuava, Interior de São Paulo, no próximos dias 23 e 24/08.

Durante os dois dias de evento, cerca de 150 convidados poderão acelerar o Jaguar F-TYPE nas desafiadoras curvas do circuito construído na Fazenda Capuava e conferir, na prática, um dos mais belos e esportivos veículos da indústria automobilística mundial.

A proposta da Bullet Eventos é de mesclar o luxo e a tradição que norteiam a marca Jaguar, com a tecnologia e a esportividade que o F-TYPE proporciona.

Fonte: promoview

Planejamento Estratégico: Plano versus Ação

A lógica natural de todo processo é entrada, processamento e saída. E qual melhor ambiente do que as empresas para se encontrar processos? Como as empresas são dotadas de processos, pode-se entender que a própria empresa é um grande processo ou um processo contínuo. Para Morgan (1996) dentre várias metáforas apresentadas em seu livro “Imagens da Organização”, destaca-se queas organizações podem ser visualizadas como um sistema vivo, entre eles – moléculas, células, espécies e indivíduos.

Partindo desse pressuposto de que a organização é um sistema vivo ou um próprio ser vivo, entende-se que ela gera processos no decorrer de sua vida, necessitando de recursos e nutrientes para prover energia necessária para o seu crescimento e evolução. Desta forma, pode-se entender que o processo natural de vida de toda e qualquer empresa, assim como um ser vivo é o crescimento e evolução. Logo, nenhuma empresa tem a finalidade de estagnar-se.

Cabe ressaltar, que o crescimento apontado não é apenas em tamanho, mas também de sua maturidade e capacidade de perenidade na sociedade. Segundo Bulgacov et al., (2007) o campo da estratégia organizacional, dedica-se ao estudo dos processos que levam à mudança organizacional e à sustentabilidade organizacional em longo prazo.

Mediante ao contexto apresentado, qual a ferramenta ou processo adequado para a administração e controle dos recursos necessários para o crescimento e evolução da organização? Para tal, aponta-se o planejamento estratégico. De acordo com Lacombe (2005) “o planejamento estratégico refere-se ao planejamento sistêmico das metas de longo prazo e dos meios disponíveis para alcançá-las”. Neste sentido, nota-se que o planejamento auxilia na conversão dos objetivos em resultados na organização.

Mas se o planejamento estratégico apresenta-se como meio para o sucesso empresarial, porque algumas empresas que realizam o planejamento acabam por sucumbir? Meireles e Paixão (2003) acreditam que indubitavelmente a questão é de ordem estratégica. Neste sentido, destacam-se três possibilidades: (1) muitas organizações não entendem a importância do planejamento; (2) outras até realizam as análises pertinentes e desenham o planejamento, mas se esquecem do monitoramento e controle do que foi planejado; (3) e algumas outras simplesmente selecionam o que aplicar do planejamento de acordo com sua percepção.

A priori, destaca-se que “o processo de administração estratégica inicia quando uma empresa define sua missão. Missões definem tanto que a empresa aspira ser em longo prazo, e quanto que quer evitar neste ínterim” (BARNEY e HESTERLY, 2007). Sendo assim, iniciar um planejamento estratégico sem a definição dos princípios estratégicos é definir uma viagem sem destino. Rodrigues et al., (2009) corroboram com o tema e estendem o ensinamento de Barney e Hesterly (2007) ao inferirem que as estratégias de todas as áreas da organização partem da visão de futuro da empresa.

Após a definição dos princípios estratégicos, são realizadas as análises dos ambientes interno e externo da organização, que sustentam o processo de escolha dos objetivos a serem atingidos e, por conseguinte, as estratégias a serem aplicadas (RODRIGUES et al., 2009). Para Costa (2007), após a formulação das estratégias “são estabelecidas as condições e as formas de acompanhamento estratégico para garantir que ideias, metas e programas de ação passem para o plano das ideias, desejos e boas intenções para o de ações práticas e objetivas”.

Sendo assim, o processo apresenta-se de maneira simples, entretanto algumas distorções são encontradas em várias organizações, quando a pauta é a implantação do planejamento estratégico, levando tais organizações ao fracasso. Entre elas aponta-se: (1) Diagnóstico inexistente ou inadequado; (2) Falta de metodologia adequada e consensual; (3) Muita análise. Pouca síntese e nenhuma ação; (4) Falta de flexibilidade no processo; (5) Falta de vinculação dos investimentos com orçamento operacional; (6) Falta de comando para implementação; (COSTA, 2007).

Em geral, observa-se que entre os vários problemas detectados e oriundos do insucesso organizacional de ordem estratégica, é que o discurso difere da prática, isto é, analisar, planejar e projetar são etapas que geralmente as organizações conseguem cumprir, entretanto traçar as metas, objetivos e planos de ações, enfim, operacionalizar e converter o plano em ação, apresenta-se como obstáculo difícil a ser vencido.

O planejamento estratégico, dentre várias funções é a guia e parâmetro na jornada da organização rumo ao sucesso. Desta forma, enquanto os obstáculos operacionais não forem vencidos, em geral os planos insistirão em fracassar. Gestão estratégica não deve ser encarada como “modismo” e “tendêncionismo” das escolas norte-americanas de administração. O alinhamento entre o discurso e a prática é a chave do sucesso. Detectando uma grande lacuna entre a prática e o plano, por que não rever o plano? Por que não alinhar os conceitos da literatura e planejamento ao contexto local? Pense, reflita e aja, mas nunca pare!

Referências

BARNEY, J. B.; HESTERLY, W. S. Administração estratégica e vantagem competitiva. 3. ed. São Paulo: Pearson Hall, 2007. 326 p.

BULGACOV, S. SOUZA, Q. R., PROHMANN, J. I. P. COSER, C. BARANIUK, J. Administração estratégica: teoria e prática. São Paulo: Atlas, 2007.

COSTA, E. A. Gestão estratégica. Da empresa que temos para a empresa que queremos. 2. ed. São Paulo: Saraiva, 2007. 424p.

LACOMBE, F. J. M. Recursos humanos, Princípios e tendências. 1. ed. São Paulo: Saraiva, 2005. 420p.

MEIRELES, M. Paixão, M. R. Teorias da administração: clássicas e modernas. São Paulo: Futura,2003.

MORGAN, G. Imagens da Organização. 1 ed. São Paulo: Editora Atlas S.A., 1996. 389p.

RODRIGUES, M. R. A.TORRES M. C. S. FILHO J. M. LOBATO. D. M. Estratégia de empresas. 9. ed. Rio de Janeiro: FGV, 2009. 528p

Fonte: Administradores

Delegue para não morrer cedo

Há líderes que gostam de trabalhar exageradamente e, além disso, não confiam no trabalho de ninguém. Centralizam uma sobrecarga de atividades – sejam elas profissionais ou não -, e ainda levam para casa muitas dessas tarefas. Circula até em nosso meio o termo inglês “workaholic” que designa a pessoa viciada por trabalho.

Se esse for o seu caso, tenho uma palavra não muito animadora. Você está morrendo aos poucos! O estresse desse mundo materialista e altamente competitivo é, sem dúvidas, um inimigo oculto que vai imperceptivelmente minando a saúde física, emocional e relacional de muitos. O grave é que o comportamento em questão acelera as consequências.

E qual é a minha principal motivação ao expor este assunto? Quero animá-lo a uma mudança de atitude, corajosa e desafiadora, em busca de uma vida saudável e mais organizada. Comece se conscientizando de que essa mudança é necessária e encontre os melhores motivos para um novo recomeço.

Em agindo nessa perspectiva, você estará dando os primeiros passos para uma nova fase de sua vida. Mas as pessoas do seu convívio íntimo é que vão lhe agradecer. Acredite! Toda vez que fazemos das coisas as nossas prioridades, acabamos por descartar injustamente as pessoas, principalmente aquelas que estão mais próximas de nós. Tenho dito que, infelizmente, essa tem sido uma das falhas recorrentes da experiência humana.

Então, busco na Administração um recurso que vai ajuda-lo muito – a delegação de tarefas. Delegar, no caso, é o ato de transmitir poderes a outrem para executar determinadas tarefas sob nossa responsabilidade. Há toda uma metodologia para que isso se processe com eficácia, mas não é esse o meu foco no momento.

A ação de delegar indica que não estamos sozinhos no planeta Terra. Que não somos indivíduos cujas habilidades nos são exclusivas. Partilhar nossas tarefas e atribuições com outras pessoas, através da delegação, ajuda a nos libertarmos de uma postura individualista e exclusivista, cumprindo o que a Bíblia diz que devemos "carregar as cargas uns dos outros". É mergulhar no duplo entendimento de que precisamos das outras pessoas (e elas de nós) e de que não somos insubstituíveis.

Há pouco menos de dois meses, um amigo próximo acordou cedo, foi à rua, cumprimentou algumas pessoas conhecidas e passou o dia em suas atividades de rotina. À noite, já em casa, conversou com sua esposa na sala e, em seguida, se dirigiu ao quarto para assistir TV. Ao sentar na cadeira, foi vítima de um enfarto fulminante que o levou ao seu fatídico e último suspiro. Sim, deixou saudades! Mas o que destaco com esse episódio é que muitas das tarefas exercidas por ele não deixaram de ser executadas após o seu óbito. Alguém assumiu o seu lugar!

Afirmo que haverá sempre alguém, em algum lugar, capaz de assimilar as nossas competências e a desenvolvê-las até melhor do que nós. A delegação é um dos instrumentos que nos ajuda a provar isso! O que falta em muitos é a coragem para delegar. São tomados, às vezes, por sentimentos de insegurança, manifestando um profundo medo de perder status, grau de importância ou o próprio emprego. Por isso, optam em fazer tudo sozinhos. E morrer silenciosa e prematuramente! Pelo esforço, tentam provar não sei o quê a elas mesmas, talvez por desconhecerem que o valor da pessoa humana se estrutura no que somos e não no que fazemos.

Estimulo-o, portanto, a delegar algumas ou muitas das suas tarefas diárias. Confie nas pessoas e invista nelas, capacitando-as com esmero. Imprima amor e um caráter irrepreensível em tudo o que faz. Forme novos e bons líderes, capazes de fazer o mesmo com seus liderados.

Você vai perceber que os resultados do seu trabalho irão se multiplicar. Sua credibilidade aumentará sem medidas. Você será reconhecido como um verdadeiro líder a ser imitado. Você conquistará muito mais amigos e admiradores. Terá mais tempo para si mesmo e para a família. E ainda: viverá bem melhor, se assim Deus o permitir!

Fonte: Administradores

“Dare to be Tender” da Milka testa os franceses

Para promover a ação Dare to be Tender (algo como “Desafio a Ser Gentil”) na França, Milka e a agência Buzzman estão com uma promo em que a companhia teve que mudar totalmente o processo de fabricação das barras de chocolate: todos os produtos terão um quadrado de chocolate a menos.

Os consumidores que comprarem a novidade que vem em uma embalagem promocional podem reivindicar o quadrado ou enviar para os entes queridos.
Para ambas as opções, eles podem entrar no site promocional e digitar o código que fica na embalagem do chocolate. Aqueles que quiserem mandar o quadrado do doce para alguém, têm que colocar o endereço de destino com uma mensagem de carinho. No vídeo, a ativação é descrita como “um produto que pode mudar a experiência do consumidor”.

A Mondelez Internacional está planejando começar a ação no dia 14/02/2014.

Fonte: Promoview

Novo filme mostra a história real de um empreendimento que contou com o apoio do BNDES

Está no ar, no hotsite Conte com o BNDES, o novo filme para web da campanha institucional do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). Este é o quarto de uma série de cinco filmes que mostram histórias reais de empreendimentos e projetos que foram realizados com apoio do financiamento do BNDES. A campanha é assinada pela nova/sb, agência comandada por Bob Vieira da Costa e Silvana Tinelli.

O novo filme mostra a história real de um empreendimento que contou com o apoio do BNDES e beneficia toda sua região. O ex-dono de uma pequena padaria descobriu uma fonte de água mineral em seu sítio, em Aquiraz, Ceará, e buscou financiamento do BNDES para viabilizar a exploração e criar uma pequena indústria. A mineradora emprega moradores locais e é responsável pela criação de outras empresas que fazem a distribuição da água produzida pela indústria. Este e os demais filmes da campanha estão no hotsite Conte com o BNDES [www.bndes.gov.br/contecombndes]. Entre eles, está o case da Biblioteca Brasiliana Guita e José Mindlin. O maior acervo de obras literárias nacionais e sobre o Brasil, recebeu apoio não-reembolsável de R$ 17,2 milhões do Fundo Cultural do BNDES. O novo espaço abriga a coleção acumulada ao longo de 80 anos pelo bibliófilo José Mindlin e sua esposa Guita. Qualquer usuário poderá pesquisar, consultar, descarregar, imprimir, copiar e distribuir o texto integral de artigos, imagens e outras informações.

A campanha institucional do BNDES – Banco Nacional do Desenvolvimento que está sendo veiculada desde junho, é composta por dois filmes para TV, cinco filmes para web (quatro deles já estão no ar), hotsite, banners de internet, anúncios de revista e spot para rádio. "Queríamos mostrar na campanha que o BNDES não é acessível apenas para grandes empresas, pequenos e médios empresários também podem se beneficiar com o financiamento do banco. Por isso escolhemos pequenos negócios na campanha, mostrando que também é possível para eles e muitos outros conseguirem o financiamento", explica Ricardo Furriel, VP de Criação da nova/sb.

Fonte: Cidade Marketing