O segredo do crescimento está na gestão de pessoas

Há seis anos, eu não hesitei em fundar uma companhia que fosse diferente no estilo de gestão. Com uma grande ideia e pessoas próximas que apoiaram e acreditaram que poderia dar tudo certo, fundamos uma empresa de tecnologia com a gestão voltada ao bem estar e satisfação dos colaboradores.

Na época, esse estilo de gestão, muito bem difundido em companhias norte-americanas, era algo bem inicial no Brasil. Eu sempre me perguntei o porquê de algo que funcionava tão bem em outros países não ter o mesmo incentivo no mercado brasileiro. Sempre quis saber qual a grande dificuldade por aqui. Depois de um tempo pesquisando e analisando fatos sobre o assunto, notei que um dos empecilhos era a própria cultura corporativa do brasileiro.

No Brasil, as companhias partem do pré-suposto que os funcionários são meros empregados, que são pagos mensalmente e possuem a obrigação de trabalharem bem e felizes, com o pouco que é oferecido. Já nos Estados Unidos, as empresas, principalmente as mais novas (criadas na última década) já nascem com um espírito de união e comprometimento diferentes. O capital humano é muito mais valorizado do que no Brasil. As pessoas são estimuladas a serem criativas, comprometidas e a se sentirem bem no ambiente do trabalho. Os empregadores sabem que essas são as verdadeiras características que um colaborador precisa ter ressaltadas e que, com certeza, fazem toda a diferença no dia a dia de trabalho.

Se analisarmos as empresas de internet do Vale do Silício enxergamos alguns pontos em comum: são companhias novas, fundadas há poucos anos, com o perfil de colaboradores jovens (uma média de idade de 25 a 30 anos), que apresentaram um crescimento acelerado e contínuo e uma gestão voltada ao bem-estar dos funcionários. Estas companhias apresentam características que vão desde horários flexíveis até ambiente físico que estimula o lazer e a descontração.

Há diversos exemplos de empresas bem sucedidas que apostaram nesse tipo de gestão. Nos EUA, podemos citar como exemplos o Google e a SalesForce. No Brasil, a Locaweb foi uma das primeiras a apresentar práticas diferenciadas e a se destacar no mercado pela atuação e na gestão.

Essas foram uma das minhas inspirações no início de carreira, quando queria ser presidente de uma companhia diferente. Hoje, após seis anos de fundação da Acesso Digital figuramos o segundo lugar no ranking das melhores empresas para se trabalhar de TI e Telecom do Brasil, perdendo apenas pela “musa” inspiradora Google.

Minha história e a trajetória da Acesso Digital é um exemplo de que não é preciso ter grandes investimentos para diferenciar no mercado e propor benefícios de qualidade de vida para os colaboradores. A minha aposta para o crescimento da companhia sempre foi e será o valor do capital humano. Pessoas estimuladas, motivadas e impactadas são os maiores diferenciais que uma empresa pode contar, além de garantir o crescimento em um mercado cada vez mais competitivo. As pessoas são o verdadeiro motor da companhia. Se as pessoas crescem, a empresa crescerá consequentemente.

Fonte: Administradores

Como estruturar os serviços de atendimento ao consumidor na era das redes sociais?

Até a bem pouco tempo, o modelo de atendimento era muito simples, com algumas pequenas variações. Os serviços de atendimento ao consumidor eram organizados dentro da área de marketing, na divisão de relacionamento, na subdivisão de atendimento ao consumidor, na sub-subdivisão responsável por fornecedores de serviços de atendimento. É claro, que muitos desses fornecedores terceirizam seus serviços para outras empresas, que no final das contas são as responsáveis pelo atendimento ao consumidor através de seus atendentes.

Consumidores insatisfeitos reclamam para os atendentes que retornam as queixas ao longo de toda a cadeia até ao departamento de marketing. Todos nós somos consumidores e sabemos qual é o resultado desse processo: nada acontece. As queixas raramente são atendidas. Durante todo o período que elas ficaram restritas à relação entre os envolvidos nesse processo, nada evoluiu.

Esse modelo já não funciona mais. Com a internet, os consumidores vão direto para as redes sociais para contar das suas experiências com as marcas. Quando estão satisfeitos, eles a indicam para outros. Quando não estão, eles reclamam. A diferença para o modelo tradicional é que agora milhares de internautas também podem ouvir.

Na era da internet, as empresas precisam repensar como organizar seu organograma empresarial. Os consumidores devem estar nas posições de destaque e não na sua parte mais baixa. Os profissionais de marketing, do diretor ao assistente júnior, têm a obrigação de passar alguns dias do mês ouvindo o que os consumidores falam sobre a empresa, quais são as maiores queixas e quais as sugestões de melhoria nos seus produtos e serviços. Mais ainda, eles precisam aprender a importância que o tempo exerce nesse novo cenário. A receita anterior de responder aos consumidores em 1, 2 ou 3 dias (sim eu sei, algumas empresas precisam de ainda mais tempo…) não funciona mais. Na era da internet, o marketing precisa ser implementado em tempo real. Os departamentos de atendimento aos consumidores nas organizações devem estar preparados com pessoal, ferramentas de monitoramento na internet e processos adequados para responder a esse novo cenário.

Fonte: Administradores

Mais 10 lições para empreender

Continuando meu artigo publicado aqui, reuni mais algumas dicas dadas por empreendedores bem sucedidos para quem vai está começando sua jornada empreendedora:

11) Pare para afiar o machado. A pausa é importante para darmos chance ao cérebro reorganizar-se para rever como as coisas estão sendo feitas. Quando estamos com um problema de difícil resolução, a concentração e foco podem ser prejudiciais à busca por uma solução mais adequada porque quanto mais imersos estivermos na situação menos possibilidades enxergamos. Precisamos sair do contexto do problema para permitir nossa mente fazer novas conexões. Procure se lembrar, as suas melhores ideias não surgiram no meio da noite, durante uma caminhada ou debaixo do chuveiro?

12) Toda diversidade é bem vinda. Ao montar uma equipe de trabalho, procure reunir pessoas diferentes, em termos de formação, linhas de raciocínio, origem cultural e étnica, características pessoais, crenças e valores. A diversidade é importante nos grupos porque aumenta as chances de discussão e debate em torno de um tema relevante. Quando todos num grupo são muito alinhados e pensam sempre do mesmo jeito, é provável que todos concordem com proposições e soluções com rapidez e unanimidade. Nem sempre são as melhores soluções. Equipes diversificadas dão margem a conflitos e eles são bem vindos porque suscitam a necessidade de se discutir com mais profundidade propostas e assegurar-se que pontos de vista distintos foram considerados.

13) Amplie seus limites. Abomine o ‘não consigo’ de seu vocabulário. Na maioria das vezes, nós mesmos impomos nossos limites. Nós podemos muito mais do que acreditamos, só não temos coragem de tentar. Muitos sequer conhecem seus próprios limites, quanto mais saber que podem ser superados. Você se surpreenderá com o que consegue fazer. Descubra até onde pode ir, e chegando lá, tente ir um passo a mais. Precisamos aprender a calar aquela vozinha que fica repetindo o tempo todo na nossa cabeça: ‘Você não vai conseguir!’

14) Não espere que as coisas caiam do céu. Os maiores empreendedores foram atrás de seus sonhos. Não se limitaram a esperar que a situação ficasse totalmente adequada, não esperaram até que tivessem todas as condições e recursos plenos e nem paralisaram diante das negativas e limitações. Se você espera que algo seja feito. Faça! Tenha iniciativa!

15) Aprenda sempre. O auto-desenvolvimento está ao alcance de todos, em todos os momentos. Não ache que as pessoas só se desenvolvem em cursos e treinamentos. O empreendedor se desenvolve em qualquer lugar, em qualquer circunstância. Na leitura de livros, no bate-papo no almoço, nos comunicados internos, lendo revistas e jornais, conversando com profissionais experientes, no uso de tecnologias, conhecendo novos lugares. Aproveite todas as oportunidades para aprender mais sobre tudo.

16) Conheça o negócio da sua empresa. Não basta conhecer bem sua atividade. Um especialista técnico não é um empreendedor. É preciso conhecer bem seu setor de atuação, seu mercado, seu negócio. Não há necessidade de ser um especialista em tudo, mas um conhecimento generalista para ter uma ideia de todos os componentes da dinâmica que faz o seu negócio funcionar é fundamental e o mínimo para poder tomar decisões estratégicas.

17) Cometa erros. Todo erro ou falha é, para o empreendedor, uma chance para aprender. Muitos aprendizados só acontecem pela tentativa e experiência, não na teoria. Deixe-se levar pelo espírito da aventura. Assuma os riscos inerentes a este tipo de aprendizado. Um bom erro é aquele que o leva a conclusões sobre o que poderá ser feito diferente na próxima vez. Um mal erro é aquele em que não se tira nenhuma lição e é passível de ser cometido novamente.

18) Cuidado com a rotina. Não se acostume a fazer sempre as mesmas coisas como sempre foram feitas. Quando você se acostuma com as rotinas não consegue ver o que realmente importa, perde a eficácia, a visão crítica e não percebe que se pode chegar a resultados melhores quando questionamos as coisas como são feitas. Sempre tem um jeito melhor de se atingir os mesmos resultados.

19) Questione tudo, nada é sagrado. As maiores inovações vieram de quem teve a coragem de perguntar ‘porque isso nunca foi feito antes?’. O mundo muda, o contexto sob o qual certas coisas foram criadas e certos hábitos adquiridos mudam o tempo todo, fazendo com que novas possibilidades se abram e surjam os espaços para fazer diferente, trazendo inovações que abrem oportunidades de novos negócios.

20) Promova o auto-conhecimento. Descubra suas principais competências e suas fraquezas. Com este conhecimento você é capaz de explorar melhor suas virtudes e tirar melhor proveito delas para aproveitar oportunidades, assim como sabe também em que circunstâncias é recomendável ir com alguém que o complemente em seus pontos fracos. Quanto melhor você se conhece, menos riscos corre.

Fonte: Administradores.com

As 5 regras "de ouro" da boa comunicação

São Paulo – Qualquer profissional que queira que as coisas se concretizem no trabalho e nos negócios deve começar a se comunicar com as pessoas, sair do isolamento. Afinal, a comunicação não é luxo é uma necessidade, como diz Marcos Gross em seu livro “Dicas Práticas de Comunicação: Boas Ideias para os Relacionamentos e os Negócios” (Trevisan Editora).

“Líderes segregados nas suas torres de marfim podem desarticular equipes inteiras de trabalho quando não compartilham conhecimentos com grupos de outros níveis organizacionais”, escreve o autor.

O livro é na verdade um guia de consulta com 51 conselhos para quem está interessado em desenvolver esta competência cada vez mais valorizada no mercado de trabalho e fundamental para o sucesso na carreira. EXAME.com selecionou 5 dicas fundamentais que estão presentes no livro e que podem ser consideradas as "regras de ouro" da boa comunicação. Confira:

1 Atentar ao perfil de quem recebe a mensagem

A pessoa para a qual você está transmitindo a mensagem será capaz de compreende o que você diz? De acordo com Marcos Gross, atentar ao perfil do receptor da mensagem faz toda a diferença nesse caso. Parece óbvio? Mas nem todos estão atentos a isso.

Um dos exemplos que o autor usa é a clássica dificuldade dos profissionais de tecnologia em explicar detalhes técnicos de um projeto para quem não é da área de TI da empresa. “O problema não é a falta de inteligência ou incapacidade intelectual do leigo, mas a ausência de repertório dele naquele campo do conhecimento”, explica Gross.

Por isso ele sugere que o profissional preste atenção ao perfil sociocultural dos ouvintes, pensando em que palavras compõem o cotidiano deles e também em quais estímulos os deixariam motivados além das abordagens que possam ser as mais adequadas.
“O comunicador que desprezar esses passos, não estará dialogando, mas atuando em um verdadeiro monólogo”, escreve Gross.
2 Investir nas três esferas da comunicação
Gross registra que pesquisas de laboratório de psicologia da UCLA (Universidade da Califórnia) conduzidas pelo professor Albert Mehrabian indicam que a composição da comunicação humana face a face é a seguinte: 55% são mensagens não verbais, 38% acontecem pelo tom de voz e 7% são verbais.

Isso mesmo, ao dirigir a palavra a alguém, muitos profissionais estão concentrados apenas em “uma pequena fração da totalidade da comunicação”, explica o autor.

Por isso, preste atenção se a sua postura, o olhar, o aperto de mão, a roupa e o conjunto dos seus movimentos estão de acordo com a mensagem que você está transmitindo verbalmente, seja em uma entrevista de emprego, em uma reunião, em uma palestra.

“Explorar as três esferas da comunicação aumenta a possibilidade de sermos bem-sucedidos e compreendidos em nossas mensagens”, diz o autor.

3 Saber ouvir

Há uma percepção comum que leva as pessoas a considerarem que quanto mais elas falarem e expuserem suas ideias mais poder de influência vão obter com as pessoas. Gross desconstrói esse conceito.

“Durante uma conversa, quando você se silencia e escuta o outro de maneira focada, envia uma mensagem que é interpretada positivamente pelo receptor: ele me ouve, valoriza as minhas ideias, respeita e me considera como indivíduo”, diz o autor.

Ou seja, se o objetivo é aumentar o seu poder de influência e de interação com as pessoas fuja de monólogos, aposte no diálogo. “Falar muito, mas ouvir mais, muito mais”, sugere o autor.
4 Apostar na assertividade

Clareza, objetividade e sinceridade são as características de quem é assertivo. É ser uma pessoa transparente em intenções e colocações. Olhar no olho ao conversar, voltar-se à pessoa com quem fala (postura), palavras alinhadas à expressão facial e tom de voz firme, claro e moderado revelam este aspecto durante a comunicação.

Para Gross, são raros os profissionais com estas qualidades já que a capacidade de ser assertivo está sujeita a situações de poder no ambiente corporativo. Como ser sincero, quando tenho medo de sofrer retaliações por dizer o que penso?

Mas, pondera, engolir sapos faz mal à saúde. “Quando um colaborador não se permite expressar suas opiniões desenvolve gastrite, dores na coluna, alergias, hipertensão, estresse, entre outros problemas”, escreve.

5 Usar técnicas quando o objetivo é aumentar o impacto da mensagem

O impacto da mensagem junto ao receptor pode ser é uma questão de técnica. E, explica Gross, publicitários são talvez a categoria que mais se utilize destas ferramentas para atingir o objetivo que é “seduzir” o consumidor.

Por isso, o autor divide algumas das táticas usadas por eles e que também podem ser úteis aos profissionais de outras áreas. A primeira delas é criar mensagens que chamem a atenção. “Use textos, fotos, símbolos, cores, formas e imagens que despertem a atenção do receptor. Produza algo inédito que quebre o padrão e a rotina”, indica Gross.

Em seguida, estude o público que vai receber a mensagem e adeque a comunicação. “Foque a tribo com quem está se comunicando e alinhe sua mensagem”, diz Gross. Estimular os destinatários é o próximo passo, segundo ele e entender os motivos que o fariam mudar suas atitudes é o pulo do gato nesse momento. “Ofereça algo que lhe traga satisfação ou que possa resolver um problema que o aflige”, escreve Gross.

Por fim, sugere, colha os frutos do seu investimento. “Em propaganda, significa conquistar o cliente a comprar determinado produto. Na empresa, pode significar vender um projeto ao gestor, aos investidores ou à sua própria equipe”, explica.

Fonte: Exame

4 passos para assumir riscos (sem ser irresponsável)

São Paulo – Sair da zona de conforto e assumir riscos. Este deve ser o lema de carreira dos profissionais que querem que o sucesso profissional bata a sua porta o quanto antes, de acordo com especialistas.

Mas, como fazer isso sem ser irresponsável a ponto de colocar tudo a perder em uma só tacada? EXAME.com foi investigar o que deve ser levado em conta na hora de apostar naquelas decisões de carreira consideradas arriscadas. Confira o passo a passo recomendado pelos especialistas consultados:

1 Verifique se haverá tempo hábil para você se desenvolver

Você está pronto para assumir o risco? “Muitas vezes, as pessoas assumem desafios mas não têm certeza de que estão qualificados para isso”, diz Alexandre Prates, master coach e sócio fundador do ICA (Instituto de Coaching Aplicado).

Para ele, o profissional nesta situação está na zona de incompetência, como ele classifica. “Quando é levado para esta zona de incompetência, o profissional tem duas opções: assume o risco e topa o desafio ou não assume e fica na dúvida se teria dado certo”, diz.
Ao assumir o risco, diz, assume também a responsabilidade por ele e deve considerar se haverá tempo hábil para ele se desenvolver.

“Tome o exemplo de um vendedor que recebe a proposta para ser gerente. Sem estar preparado, ele discute com o seu gestor um período de adaptação que torna o risco viável de ser assumido”, explica.

Se, no entanto, ele fosse promovido e não tivesse tempo para adquirir as competências necessárias, de acordo com Prates, assumir esta posição poderia ser uma atitude irresponsável, já que lhe faltam qualificações básicas de gestão.

“Muitas vezes, na ânsia de mostrar serviço, o profissional fala ‘deixa comigo’, gera expectativa mas não entrega”, lembra Prates ressaltando que é preciso ter coragem de prometer e a rigidez de caráter para cumprir.

2 Pense nos custos e benefícios

Diante de uma escolha arriscada, José Carlos Ignácio, sócio-fundador da JCI Acquistion e autor do livro “Todo relacionamento entre sócios pode ser melhorado” (Anadarco Editora), recomenda uma análise de custos e benefícios. Assim, será possível verificar se o caminho é rumo uma situação melhor do que a atual.

“A pessoa tem que se perguntar o que agrega este risco a ser assumido”, sugere Ignácio. Ele não considera que o risco tenha que ser proporcional ao ganho. “Na verdade você pode ter como minimizar o risco, não é loteria, é uma questão de planejamento”, diz.

3 Considere o dia a dia da execução

Há que se levar em conta a rotina de execução até atingir o resultado. “Não dá para pensar só no resultado”, diz Ignácio. A nova atividade ou projeto precisa ser viável e prazerosa. “O profissional precisa estar seguro no dia a dia, ou seja, acordar com satisfação de executar”, diz o especialista.

Ou seja, de que adianta assumir uma posição de gestão ou um novo projeto se você está inseguro e o expediente será um martírio diário?

4 Não abra mão das conquistas realizadas até agora

Aposte em atividades e projetos em que você possa aplicar conhecimentos adquiridos até agora. “Não se deve abrir mão das conquistas já realizadas”, diz ele. Ao partir para o novo, não deixe de lado a sua bagagem profissional porque ela é a sua preparação. “Quanto mais puder aplicar seus conhecimentos melhor”, diz Ignácio.

Alexandre Prates indica que a preparação antecipada é a dica de ouro para aumentar a sua capacidade de assumir riscos. “Quanto mais conhecimento se tem, mais preparado se está e isso gera segurança na hora de assumir riscos”, diz Prates.

Fonte: exame