Gestão da Mudança – como transformar adversidades em oportunidades e gerar valor novo nos projetos

O uso da competência Gerenciamento de Projetos é cada vez mais comum nas organizações. Muitas empresas incorporaram esta disciplina gerencial como forma de inovar seus negócios, processos, produtos e modelos de Liderança. Apesar de ser notório o avanço das ferramentas técnicas, tais como cronogramas e orçamentos, grande parte dos projetos ainda termina com atraso e custando mais do que o orçamento inicial. De acordo com pesquisa do Stevens Institute, 85% dos projetos não cumprem o prazo, 70% superam o custo esperado, sendo que taxas de 200 a 300% não são incomuns.

Resta então uma pergunta: como podem os projetos ainda apresentarem tantas falhas dada a existência de tantas ferramentas técnicas e gerencias? A pergunta já traz em si a resposta: todos sabemos que projetos são feitos por pessoas e para pessoas, então é de se esperar que os fatores humanos sejam a principal alavanca, ou ofensor, na gestão de um projeto. Segundo pesquisa de Benchmarking do Project Management Institute Brasil, a principal causa de problemas em projetos é a falta de comunicação, atingindo 76% dos projetos analisados. Dada a importância do fator humano (ou soft) é importante que ele seja tão bem gerenciado quanto o aspecto técnico (ou hard) nos projetos.

A fim de equilibrar fatores hard e soft na Gestão de Projetos, a Gestão de Mudanças se revela como sendo a competência (conhecimentos, atitudes, ferramentas e práticas) para alcançar e superar os objetivos dos projetos, transformando adversidades em oportunidades. Dentre estas práticas de “gestão com equilíbrio” destacam-se: o mapeamento das pessoas afetadas pela mudança (stakeholders), a identificação e preparação do líder apoiador mais adequado para engajar estes stakeholders, além das ações de comunicação, treinamento e alinhamento constantes em todas as fases do projeto.

Uma dica para começar a incorporar esta competência no dia a dia dos seus projetos é reconhecer a mudança como um processo, entendendo que a implementação da mesma é apenas a parte final da transição. Antes dela, existem duas fases fundamentais: o reconhecimento da necessidade da mudança e o diagnóstico da mesma. Esta análise se dá em relação a aspectos como pessoas envolvidas, grau de resistência das mesmas, velocidade necessária de evolução, dentre outros quesitos. Assim como um avião precisa de combustível (força positiva) e vento contra (força negativa) para decolar, é somente neste equilíbrio de forças que as mudanças organizacionais em um projeto serão sustentadas. Outra recomendação é avaliar se as forças positivas sobrepõem as forças negativas.

Os resultados do investimento em ações de Gestão de Mudança são notórios. Segundo a consultoria britânica Changefirst, para cada R$ 1 investido há um retorno médio de R$ 6,50. A pesquisa Best Practices in Change Management revelou que 95% dos projetos pesquisados afirmam ter atingido ou excedido os objetivos quando realizaram uma gestão da mudança bem estruturada, contra 16% de sucesso em projetos sem este cuidado. E você, gostaria de obter mais informações sobre o conceito ou ainda está resistindo ao mesmo? Entre em contato, minha missão é apoiar pessoas e organizações a transformar sonhos em realidade.

André Luiz Dametto é professor do MBA de Gestão Estratégica de Pessoas da Escola de Engenharia da UFRJ, coach executivo e Sócio-Diretor da ALD Consultoria.

Fonte: Administradores

Ikea cria catálogo com realidade aumentada

Uma pergunta comum no momento de comprar móveis por catálogo, internet, ou até mesmo na loja, é: “Como será que vai ficar lá em casa?”. E, mesmo que a pessoa pense muito, às vezes não é possível escolher o sofá, mesa, ou escrivaninha ideal.

Para ajudar os clientes a escolherem melhor e terem a possibilidade de visualizar os móveis que escolheram para suas salas, cozinhas e quartos, Ikea desenvolveu um catálogo com tecnologia de realidade aumentada por meio dos smartphones.
Os usuários devem escanear as páginas indicadas para “projetar” os móveis dentro dos diferentes espaços da casa para determinar como eles ficariam ali.

Para habilitar essa função, é necessário instalar uma aplicação móvel que se conecta ao catálogo e permite a sincronização com o smartphone ou tablete. O aplicativo está disponível em Android e iOS e corresponde ao catálogo 2014 de Ikea.

Fonte: Promoview

Rock e cachê de R$ 300 mil na Air Band da Trident

Em 2011, o patrocínio de Trident ao Rock in Rio surpreendeu: os resultados foram muito positivos, as ativações durante o evento foram um sucesso e mais de 200 celebridades circularam pela área VIP da marca no festival.

Este ano, a marca aposta novamente no sucesso do maior festival de música do mundo. Entre as ações voltadas para a edição 2013, estão o lançamento de Trident Vibe Mint e a ação de marketing promocional Trident Air Band, que dará ao consumidor a sensação de ser uma estrela do rock.
Seguindo a ideia do “Restart-se”, posicionamento lançado recentemente pela marca, as ativações para o evento propõem a renovação do entusiasmo para que as pessoas consigam fazer coisas extraordinárias.

O que é uma Air Band?

Traduzindo, a “banda de ar” é aquela que faz performances musicais, com instrumentos que simplesmente não existem. Os movimentos são iguais aos de um artista tocando uma guitarra, uma bateria ou um baixo, mas os instrumentos são imaginários e a música que acompanha a apresentação é gravada.

A Ação de Marketing Promocional

Os consumidores poderão ter a experiência de um astro do rock. O vencedor do grande prêmio ganhará um cachê de R$ 300 mil em um certificado de ouro e poderá ir ao Rock in Rio com três amigos.

A premiação contempla também a hospedagem do grupo ganhador no Copacabana Palace, um jantar de gala e o traslado até a cidade do rock de helicóptero. O vencedor e seus amigos também vão curtir o Espaço Trident, onde receberão tratamento VIP.

Para participar da ação, que vai até 27/08, o consumidor deve escolher o dia do festival que gostaria de acompanhar e cadastrar o código da embalagem de produtos Trident diretamente na fan page da marca ou por mensagem de celular. Assim, receberá dois códigos: um para concorrer ao sorteio do grande prêmio e outro para concorrer às centenas de ingressos, sorteados a cada semana.

Fonte: Promoview

Poupar ou economizar?

Muitas pessoas acreditam que economizar e poupar sejam a mesma coisa, essencialmente, porém, são ações distintas. Entender a diferença entre esses conceitos é essencial para a eficiente administração dos recursos disponíveis, seja na empresa ou, até mesmo, no dia a dia.

Poupar é acumular recursos com um objetivo específico, como trocar de carro, fazer uma viagem, ampliar as instalações ou, no caso de micro empresas e empresas de pequeno porte, programar os pagamentos de férias e 13º salário dos funcionários. Os recursos poupados podem vir de diversas fontes, como venda de um imóvel, alugueis ou um grande contrato assinado, economia realizada no período, entre outras.

Economizar é diminuir o consumo, cortar custos ou reduzir despesas; no dia a dia é o que ocorre ao comprar lotes maiores visando melhores preços, trocar lâmpadas incandescentes por fluorescentes ou reestruturar a organização. Quando se faz economia, são disponibilizados recursos que serão utilizados de outra forma, que não necessariamente fazer uma poupança.

Entender essa diferença é essencial para quebrar aquela ideia de que é preciso economizar para iniciar uma poupança, o ideal seria separar os recursos a serem poupados no momento de seu recebimento, porém o fluxo de caixa das empresas nem sempre permite essa imobilização de imediato. Nesses casos é interessante que os gestores busquem melhorias visando a redução de custos e, consequentemente, disponibilizando recursos a serem poupados.

Quando falo em melhorias, compreenda que TUDO dentro da organização está sujeito a elas. Não necessariamente ao mesmo tempo (o normal é que ao melhorar uma etapa do processo surjam novas ideias para melhorar as demais), podem ocorrer melhorias nas instalações, no treinamento, na prevenção de perdas, etc. O importante é que sejam estudadas de forma consistente e, nesse momento, a ajuda de uma consultoria (como a oferecida pelo SEBRAE para as micro e pequenas empresas) e a participação de todos os envolvidos no processo podem trazer resultados surpreendentes em um tempo, relativamente, curto.

Fonte: Administradores

Comunicação gerando produtividade e inovação

Toda empresa que deseja se manter no mercado precisa inovar constantemente, seja nos processos internos, seja nos seus produtos (serviços) e comunicação com o mercado. Para tanto, entendo que qualquer inovação só acontece quando existe contribuição das pessoas envolvidas no negócio, sejam elas colaboradores, parceiros ou fornecedores. Estabelecer um canal de comunicação efetivo com essas pessoas é um fator determinante para aumentar a produtividade e gerar inovação.

Independente do porte da empresa, uma boa comunicação interna é extremamente necessária e, ao contrário do que se pensa, estabelecer essa comunicação é um grande desafio inclusive para micro e pequenas empresas. A estratégia é tornar essa comunicação parte da cultura organizacional, inserindo essa consciência em todos os níveis hierárquicos de forma que a sua prática seja um hábito e um valor para todos.

Uma empresa que se comunica gera alto nível de satisfação profissional entre os seus colaboradores que, por consequência, se desenvolvem mais e melhor, individualmente e coletivamente, aumentando a produtividade do negócio como um todo. Informar o que você espera de um colaborador e o que ele tem que fazer não é o que chamo de comunicação. Ela vai além, este profissional precisa saber de que forma contribui com o seu trabalho.

A boa comunicação é aquela que facilita a resolução de problemas e conflitos que naturalmente acontecem em qualquer empresa. Mas é comum vermos setores interdependentes que não fazem ideia de qual é a rotina e necessidade de cada área envolvida, assim jamais será possível resolver alguma questão com agilidade. Esse é apenas um exemplo, poderia citar inúmeros outros. Acontece que a falta de comunicação gera um desperdício e retrabalho que pode ser crucial para a sobrevivência de um negócio.

Minhas experiências profissionais e empreendedoras mostraram-me um fato: somente quem está à frente de determinada operação sabe exatamente o que se passa. Empreendedores, saiam do conforto de suas cadeiras e verifiquem de perto o que acontece em suas empresas! Entendam que hierarquia serve apenas para determinar responsabilidades. Permita que qualquer colaborador, em menor ou maior grau, chegue até você com sugestões e informações, isso vai gerar um ambiente enriquecedor e colaborativo, onde muitas soluções e inovações podem ser reveladas.

Fonte: Administradores