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Por que empreender? Armadilhas nas justificativas mais populares

“Tenho uma ideia genial”; “Cansei de trabalhar para os outros”; “Tenho o sócio certo”, “Todo mundo está empreendendo” ou “Estou com um dinheiro para abrir o negócio”. Diversas são as justificativas, poucos são os estudos e planejamento. Esse contexto gera o conhecido resultado de que 1 em cada 3 empresas fecham nos dois primeiros anos de funcionamento.

Feliz é aquele que conhece sua motivação e consegue ser impulsionado por ela, mas aquele que conhece as armadilhas da sua motivação é inteligente e propenso ao sucesso.

1. “Tive uma ideia genial e ninguém pensou nisso ainda!” – Tem certeza? Com base em que dados você sabe que ninguém pensou/tentou antes? A ideia é genial apenas para você ou mais alguém acredita nisso? É essencial que você seja apaixonado para vender sua ideia, mas realista o suficiente para analisa-la imparcialmente. Caso não consiga ser imparcial (o que é extremamente natural), convide alguém para avaliar. Não generalize seus gostos e experiências, afinal o mercado não funciona conforme seus parâmetros. Pesquise, mostre a sua ideia a alguém, desenvolva-a. Caso contrário, o potencial de negócio será razoavelmente reduzido.

2. “Tenho o sócio certo” – Cursar ou se formar numa profissão não significa, necessariamente, capacitação. Seja imparcial para avaliar seu sócio e a si mesmo no que tange as competências para tocar o negócio. Além disso, é essencial que se tenha o mínimo de afinidade e experiência com a área desejada. Se você é engenheiro e seu sócio é matemático, pondere algumas vezes antes de decidir abrir uma empresa voltada a recursos humanos.

A propósito, ter dinheiro não é competência de gestão. Se a pessoa que investe na sua ideia não sabe do que se trata, provavelmente irá te cobrar muito e fazer pouco. Pense bem nisso!

3. “Cansei de trabalhar para os outros” – Se essa é sua única motivação, desista. Funcionário trabalha (ou pensa que trabalha) para seu chefe. Dono de empresa trabalha para o governo, para os clientes, para os funcionários, entre outros grupos de interesse (stakeholders). Para mais, recomendo o artigo “Por que só algumas empresas conseguem sobreviver e crescer?”, do autor Orlando Norio.

4. “Todo mundo está empreendendo” – Sim, muita gente está empreendendo. Com nossos 17,5% da população compondo a Taxa de Empreendedores em Estado Inicial, temos o mais alto índice de empreendedorismo do G20 (fonte – GEM 2010). Mas, como o objetivo deste artigo é apresentar os riscos, qual a taxa de mortalidade dessas empresas? Mais precisamente, qual a taxa de mortalidade da sua região, do seu setor e da atividade do seu futuro empreendimento? É necessário saber (ou pelo menos ter ideia, no caso de criação de produtos/mercados) quais as condições do mercado em que está se entrando antes de qualquer investimento de tempo, dinheiro e suor.

5. “Estou com dinheiro para abrir um negócio” – Quais as taxas e outras formas de investimento que este montante pode ser aplicado? Antes de realizar qualquer aplicação de capital, seja num negócio ou em um fundo de investimento, calcule e entenda o custo de oportunidade. Ou seja, é necessário saber a rentabilidade, taxa interna de retorno (TIR) e tempo de retorno do investimento (payback) e comparar com outras modalidades de investimento.

Além disso, é necessário saber se esse capital é suficiente para abrir e sustentar o negócio no curto prazo. São diversos os casos em que o empreendedor calcula o dinheiro exato para abrir o negócio e termina quebrando por não possuir capital de giro para segurar a operação em meses iniciais.

Por fim, creio que a lição principal seja: PLANEJE E ESTUDE. Planejamento e informação nunca são demais. Estude, converse, revise, se informe, calcule e seja imparcial. Aproveite para fazer isso tudo antes de realizar o investimento. Se perceber que esqueceu algum detalhe importante após o investimento feito, o prejuízo é muito maior.

"Quanto mais suor derramado em treinamento, menos sangue será derramado em batalha."
Dale Carnagie

O objetivo do artigo não é desestimular o empreendedorismo; é conscientizar. Se você tem uma ideia e plano sólidos, esse artigo vai ser um checklist ou lembrete de alguns fatores que você deve ponderar (se já não o fez). Se não estão tão sólidos, prepare-se para investir tempo e suor em planejamento.

Fonte: Administradores

As cinco etapas para sua empresa ter uma presença forte na internet e nas redes sociais

As manifestações organizadas a partir das redes sociais, a febre de celebridades que surgem a partir do Youtube, o aumento de consumidores online, a facilidade de acesso à informação, o surgimento de novas profissões são aspectos que surgiram a partir da internet interativa e das redes sociais. Entretanto com o surgimento da Web 2.0 e, consequentemente, o fato de as pessoas estarem cada vez mais conectadas, muitas empresas ainda não possuem presença na rede e se possuem, não fazem da forma correta, tendo uma presença pequena e até irrelevante. Mas com toda essa crescente integração do mundo off-line com o online, como posso fazer com que meu negócio tenha uma forte presença na rede em meio a tantos? Como posso usar a internet e as redes sociais para alavancar meus negócios?

Existem várias respostas para essas perguntas, mas todas estão inseridas em um conceito chave: Planejamento de Marketing Digital. Você poderia estar esperando outra resposta, mas a verdade é que para ter uma forte marca nas redes, o empresário precisa de um forte, claro e coerente planejamento digital. Mas como faço esse planejamento? Para responder essa pergunta, estabelecemos cinco etapas para se desenvolver um planejamento correto e eficaz de marketing digital para sua empresa:
•1- Trace objetivos e metas: Não adianta planejar algo que você não sabe onde irá chegar e nem tem parâmetro para se fundamentar e comparar. Trace objetivos. Defina quanto de alcance, de número de curtidas, de compartilhamentos, de conversão, CPC, CPM, seguidores você quer para seu site, fan page, ou twitter. Todo negócio precisa de um parâmetro e uma base comparação. Ou seja, é fundamental definir metas e objetivos.
•2- Defina seu público-alvo: Todo negócio tem seu público-alvo. Crianças preferem brinquedos, jovens preferem vídeo games, adultos, preferem filmes e assim cada grupo de pessoas determinadas pelo o local geográfico, sexo, idade, estilos de personalidades preferem coisas relacionadas ao seu gosto e estilo. Ou seja, cada negócio, cada ramo de atividade tem seu público-alvo. E não é diferente na internet. Cada internauta, cada cliente, cada usuário possui seu gosto próprio. Cabe ao empresário definir que grupo de pessoas mais se alinha ao que a empresa oferece.
•3- Defina seu conteúdo: Depois de elaborado o perfil do público-alvo é necessário definir o conteúdo. O conteúdo deve se destinar ao público definido na etapa anterior. Não adianta você falar sobre música se sua empresa vende produtos esportivos. Você tem que está alinhado com o que sua empresa vende e, principalmente, com os interesses dos seus clientes.
•4- Estabeleça e aperfeiçoe seus canais de comunicação: Defina as redes sociais em que estará presente. Defina se você vai estar no facebook, twitter, blog, etc. Recomendo que use no máximo duas redes para iniciar. Escolha a que tem mais identidade com seu negócio e com seus clientes. Registre sua conta nessas redes com nomes fáceis para o cliente lembrar, coloque avatares atrativos e preencha as descrições e informações corretamente. Veicule o contato de sua empresa nessas contas.
•5- Planeje e alimente: Finalizado a quarta etapa está na hora de colocar a mão na massa. A quinta e última etapa você irá planejar e alimentar suas redes. Você deve gerir seu conteúdo. Crie uma planilha com as postagens futuras, em qual data, em que horário e quem de sua empresa irá se responsabilizar. É importante fazer esse controle de postagens para seus canais de comunicação, não ser inconsistente e ter sempre material interessante a distribuir.

Terminadas todas as etapas do planejamento cabe ao empresário agora monitorar. O monitoramento não é bem uma etapa do planejamento, mas ele é essencial para o constante aperfeiçoamento do mesmo. É a partir dele que o empresário vai saber se está ou não dando certo o que planejou.

No monitoramento, você irá analisar suas postagens até agora, acompanhar as interações e observar o que está bom e o que está ruim. Observe o que obteve sucesso (veja dia, hora e assunto dos posts) e procure persistir no acerto. Olhe para o que teve insucesso e procure ver em que errou. Lembre que tudo é tentativa. É a partir do monitoramento que irá se observar o que está dando certo e o que precisa melhorar.

Depois de cumprida todas essas etapas e de se estar acompanhando o monitoramento, pode-se dizer que sua tem um planejamento forte e eficaz, e, consequentemente, sua presença na rede estará fortalecida. É a partir desse planejamento que você irá se orientar para ter uma presença marcante nas redes sociais e na internet como um todo. Procure seguir as etapas de seu planejamento sem esquecer no final de fazer o monitoramento. Se você estiver achando muito complexo, uma dica é elaborar um plano de ação, procurando definir a ação, o motivo, a instrução, onde, quando e o responsável. O plano de ação pode fazer com que você tenha uma visão geral do que está ocorrendo, assim como o ajuda a se programar. Procure sempre em atrair, converter, se relacionar e analisar o que está ocorrendo. Enfim, procure seguir essas dicas que já será um bom começo. Agora é só colocar a mão na massa. Bom planejamento!
Autor: João Vitor de Oliveira – Graduando em Administração pela Universidade Federal do Piauí, Diretor Financeiro da empresa júnior de administração Visconde de Mauá (UFPI), colaborador do blog Gestores do Futuro no Portal Acesse Piauí.

Fonte: Administradores

Quando você falou sobre e-mail marketing pela última vez?

Há quem diga que, todas as vezes que alguém comenta sobre e-mail marketing, está tentando ressuscitar uma prática ultrapassada. No entanto, devemos destacar que as campanhas de e-mail marketing não estão mortas; pelo contrário, estão bastante vivas quando aproveitadas da forma correta.

Segundo Nicole Delma, autoridade em e-mail e database marketing nos EUA, em sua palestra no Fórum E-Commerce Brasil 2013, 68% dos consumidores virtuais já realizaram negociações pela web motivados por um e-mail marketing recebido. Esse é um percentual que, simplesmente, não pode ser ignorado.

É bem verdade que muitos empreendimentos apostam em estratégicas infrutíferas ao enviar e-mails a seus consumidores e, por isso, não obtêm retornos satisfatórios. E, nesse caso, uma única dica é capaz de direcionar suas campanhas ao objetivo mais importante que é a aceitação do público: conheça seus consumidores! Isso mesmo; entenda quem compra de você!

Parece conversa ‘pra boi dormir’, mas como Nicole destacou, “’quando falamos de marketing, todos têm uma opinião diferente!”, ou seja, antes de fazer lançamentos, promoções, apresentações… antes de fazer marketing e vender, entenda seu público. Eles são os principais interessados em comprar e sua loja, os mais desejosos em vender. Que tal facilitar o processo?

Por isso, relembre a última vez que você falou sobre e-mail marketing e reveja sua postura diante desta ferramenta que, só está adormecida e sem futuro, para os ouvidos desatentos do mercado virtual, que não conseguem escutar o que está sendo dito pelos próprios alvos da ação, os clientes.

Pense bem e boa sorte!

Fonte: Administradores

Os processos e a liderança

Atuando com a gestão da qualidade, acostumamo-nos a trabalhar com o desenvolvimento e estruturação de processos, que irão garantir a confiabilidade na execução das tarefas, visto que possuem padrões, procedimentos, manuais claros, etapa por etapa, ação por ação, movimento por movimento, facilitando o trabalho da liderança. Com certeza, o desenvolvimento de padrões, criação de práticas de gestão adequadas, implementação sistemas de avaliação e controle das práticas de gestão contribuem (e muito!) para a melhoria da gestão de uma organização.

Muitas vezes, o que se torna difícil de compreender é que, por mais que os processos sejam bem estruturados, isto não exime a importância que as pessoas têm para o atingimento dos resultados desejados. Quando a organização elabora um planejamento estratégico, define metas difíceis de serem atingidas, cria projetos estratégicos para viabilizar o alcance dos objetivos, não são os procedimentos, padrões e manuais já existentes que colocarão o planejamento em prática, e sim a capacidade de criação, o conhecimento advindo do treinamento e capacitação, o nível de comprometimento adequado e a comunicação clara e estimulante da liderança sobre o que se espera do trabalho de cada equipe.

A influência humana continua sendo o principal fator crítico para o sucesso das organizações. E como os colaboradores são o espelho de seus líderes, é na liderança que se encontra o ponto mais difícil de ser trabalhado nos sistemas sociais. Conheci empresas nas quais o nível tático está mais interessado e envolvido com o sucesso da estratégia do que a própria diretoria executiva. E qual o resultado disso? Lentidão na mudança organizacional, desmotivação do nível tático, que está focado em desenvolver a organização, mas que é travado pela diretoria. Por sinal, a diretoria deveria ser a maior parte interessada disso tudo, afinal, toda a estratégia resulta nas metas dos indicadores financeiros do Balanced Scorecard.

É nesse contexto que se insere as ações de desenvolvimento voltados para as lideranças. Quando a estratégia é montada somente pela alta diretoria, os líderes não enxergam a necessidade de aprendizado deles mesmos para o sucesso da organização, e isto acaba não entrando no Plano de Ação. É necessário destacar a importância do desenvolvimento da liderança para o sucesso da organização, apontando as consequências negativas de um líder que não é exemplo, não dá o norte a partir da estratégia. Para confirmar a importância disso, em estudo realizado com as organizações vencedoras do Prêmio Malcom Baldwich (Prêmio da Qualidade dos Estados Unidos), observou-se que as empresas vencedoras do Prêmio investem no mínimo 100 horas de treinamento/ano em capacitação de lideranças, além de atividades complementares como coaching e mentoring.

Fica, para reflexão, estas questões simples, mas talvez reveladoras:

1) Sua empresa se preocupa com o desenvolvimento dos líderes?

2) Os líderes se preocupam com o próprio desenvolvimento?

3) Qual é o papel dos líderes? Eles estão cumprindo este papel?

Se as respostas forem negativas, está na hora de implementar uma mudança…

Fonte: Administradores

Dicas simples de como lidar com o conflito intrapessoal e desenvolver a inteligência emocional

Uma pesquisa realizada nos Estados Unidos pela Kelton Research identificou o poder do sorriso no mundo corporativo. Kelton constatou que cerca de 58% das pessoas entrevistadas conquistaram uma vaga de emprego ao sorrir harmoniosamente e cerca de 53% adquiriram melhores remunerações. Fonte: Amorin.Maíra. "O Valor do Sorriso." Jornal O Globo. Caderno Boa Chance. 02/10/2011: 1.

Uma outra pesquisa, desta vez realizada no Brasil, com 46 mil profissionais, relata que o mundo corporativo estabelece uma prioridade na hora de contratar: Considerando 80% para as habilidades comportamentais e o restante para as habilidades técnicas. Fonte: Rubin. Débora. "A arte de se relacionar." Revista Isto É. 11/2012: 58.

Está claro que não há mais espaço para o mau humor no mundo corporativo. Porém, por mais comprovado que esteja a importância do sorriso, percebo que as pessoas ainda possuem muita dificuldade em desenvolver essa habilidade. Em nossos treinamentos, aplicamos alguns exercícios usando o sorriso é impressionante como as pessoas travam no início.

Portanto, o que é mais importante sabermos é que nosso estado de espírito é mutável, sendo possível autogerenciar nossas emoções ao desenvolvermos nossa inteligência emocional.

A Inteligência Emocional, tema bastante falado nos dias atuais, tem um pouco mais de um século de existência, desde a descoberta por Charles Darwin um cientista, médico, teólogo e geólogo, que estudou as expressões humanas e animais para identificar emoções externalizadas pela linguagem do corpo. Porém, esse tema se tornou mundialmente conhecido graças a Daniel Goleman que divulgou o assunto através de seu livro intitulado "Inteligência Emocional".

Mas afinal, o que é inteligência emocional? como adquirir? e usá-la?. A resposta que dou a essas perguntas é única apesar de um grande leque de possibilidades. Você vai descobrir quando mergulhar para dentro de si. O caminho é o auto-conhecimento.

Durante muitos anos atuei no ramo farmacêutico e na construção civil, ambos com um alto nível de pressão. Sempre fui uma profissional bastante comprometida, porém, não me conhecia e não sabia a forma mais harmônica de responder aos insultos no trabalho, o que somatizava ainda mais o meu nível de stress e problemas (conflito). Porém, através de um treinamento de imersão, coordenado por um mestre na área, que eu pude perceber onde estavam as pedras de meu caminho. Elas estavam dentro de mim mesma.

Foi então que me apaixonei pelo tema e resolvi cursar mestrado na área de Resolução de Conflito e Mediação, para me aprofundar neste universo. Descobri uma formas simples de como lidar com os conflitos intrapessoais e aprimorar a inteligência emocional que ajuda no relacionamento intrapessoal(dentro de você mesmo) e interpessoal (você com os outros).

Mas antes de falarmos deste processo, faz-se necessário entendermos onde o conflito começa:

Conforme a resolução de conflito da escola Community Boards and Alzate de 2000, todo o conflito é composto por um processo cíclico. Demonstro abaixo uma adaptação desta resolução:

1º. Bagagem mental: é composta por nossas crenças, valores, experiências, educação, meio social, etc. que formam nossa visão de mundo, nossa forma de ser;

2º. O problema (conflito): o conflito se dá a partir do momento em que nos deparamos com algo incompatível com nossas aspirações. Pode ser intrapessoal ou interpessoal (este artigo vai se concentrar no conflito intrapessoal).

Exemplifico abaixo o dilema de uma personagem fictícia de nome Carla:

"Quero estudar línguas na França ainda este ano (objetivo, aspirações), mas terei que ficar um ano longe do meu filho que tem apenas 1 ano de idade (o problema, a não conformidade)."

3º. Ação: a ação é o posicionamento que tomamos diante do conflito constatado que sempre imprime uma conseqüência. Exemplifico abaixo dando seqüência ao exemplo do item anterior:

"Decidi estudar línguas na França e deixar meu filho."

4º. Efeito: é o que coletamos quando tomamos uma ação diante do conflito. Vejamos a conseqüência da ação tomada por Carla:

"Quando retornei ao Brasil, meu filho não me conhecia e me rejeitava."

5º. Bagagem mental: o processo cíclico do conflito retorna ao passo inicial, somatizando a bagagem mental, ou seja, alimentando-a ainda mais o conflito.

Agora que entendemos como funciona o processo conflitivo fica mais fácil estabelecermos uma remodelagem de ações que tomamos diante do conflito.

Coloco abaixo, algumas dicas do processo que chamo de CHAS (Conhecimento, Habilidades, Atitudes e Supervisão), que contribui para a transformação da forma de como lidar com o conflito intrapessoal e desenvolver a inteligência emocional:

1- AUTO-CONHECIMENTO:

O primeiro passo para a mudança é a consciência de quem nós somos, como respondemos aos estímulos, qual é a nossa história, como agimos em determinada situação, onde queremos chegar e por aí vai. Alcançar o auto-conhecimento não é uma tarefa fácil, porém, através de mecanismos simples é possível fazer um mapeamento de nossas ações:

Faça uma auto-análise dos pontos fortes e pontos a melhorar;

Crie um diário contendo: o evento, ponto positivo, ponto negativo. Coloque o que aconteceu e como você reagiu, o lado positivo disso e o lado negativo. Lembre-se, sempre há um lado positivo, pense bem e coloque-o no diário;

Determine uma freqüência para avaliação;

Analise o diário e faça uma auto-crítica das ações adotadas no evento e verifiquese você reagiria de forma diferente;

2 – HABILIDADE PARA MUDAR:

Diante do mapeamento feito na fase anterior onde foi possível identificar algumas habilidades que você não possui e que precisa desenvolver (pontos a melhorar), podemos dizer que você já está consciente e sabe que precisa praticar os novos procedimentos para o enfrentamento do problema (conflito intrapessoal).

Teste os novos procedimentos;

Avalie o seu efeito;

Identifique pontos a melhorar;

3- ATITUDE:

Querer é poder, portanto tenha atitudes e pensamentos positivos, e:

Seja otimista;

Tenha determinação;

Boa disposição para mudar;

4 – SUPERVISÃO:

Fique de olho no que as pessoas pensam sobre você, elas podem sinalizar algum desvio (erros, ajustes) que você ainda não tinha se conscientizado;

Procure uma pessoa de confiança e conte sobre o seu plano de mudança que discutimos aqui. Ele pode supervisionar o seu comportamento e sinalizar outros desvios. Isso vai ajudá-lo na constante busca pelo auto-desenvolvimento;

Policie-se: isso significa prestar mais atenção em você mesmo para não cometer os mesmos desvios;

Essa é uma ferramenta lúdica e simples para aprendermos a lidar com os nossos próprio conflitos e começarmos a desenvolver a tão falada inteligência emocional, mas é importante destacar, que ela por si só é insuficiente dependendo do grau do problema.

É bastante imponente a necessidade da auto-consciência, participação de uma terceira pessoa e principalmente da VONTADE de encarar o processo de mudança diante do conflito intrapessoal.

Por fim, mais uma última dica, faça exercícios diários sorrindo durante pelo menos 5 minutos, depois de um tempo, transforme esse sorriso em uma gargalhada de 3 minutos. Faça isso diariamente e você verá a mudança de humor. O sorriso contagia e tem poder transformacional, gera prazer e alegria.

Por: Deise Machado – Grid Instituto Consultoria e Treinamento

Fonte: Administradores