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Revista dá iPad mini a quem acertar Leão em Cannes

A revista Campaign, da Índia, propôs um desafio aos seus leitores: o que é mais dificil, ganhar um Leão em Cannes pelo seu trabalho ou ganhar por adivinhar quem serão os vencedores?

Ciente das inúmeras “predictions” oficiais do mercado, a magazine decidiu recompensar os palpiteiros não-oficiais que acertarem os GP’s ou Gold Lions com um iPad Mini de 32GB.
Para participar, a regra é simples: adivinhar até três trabalhos que ganharão Gold Lions e um Grand Prix para cada categoria. Cada acerto para Gold vale dez pontos, e para o GP, vale 30. No final, quem tiver maior pontuação ou, se houver empate, mais pontos e o maior número de respostas corretas ganha a competição.

As inscrições são feitas por e-mail e apenas uma por participante é permitida. Para dificultar um pouquinho mais, o prazo para os palpites serem enviados é dia 16/06, o primeiro dia do Festival, quando apenas os shortlists de Promo, PR, Direct e Integrated terão sido divulgados.

Fonte: Promoview

Como fazer SEO

Posicionar seu site e seus produtos nas primeiras colocações de um site de buscas não pode ser mais visto como um bicho de sete cabeças. O Search Enginee Optimization (SEO) é responsável por essa exposição. Com indexação, prioridade, otimização de conteúdo e geração de popularidade, são feitas melhorias na forma com que os sites foram desenvolvidos, no conteúdo deles e na quantidade de links que apontam para os mesmos, gerando assim uma melhor qualificação. Para fazer com que esse conhecimento estratégico não seja mais segredo para ninguém, relaciono abaixo oito dicas para que os sites ganhem mais chances de aparecer entre as melhores posições nos buscadores:

1. Pesquise e escolha em quais palavras-chave você vai focar levando em conta os recursos que tem à disposição e a competitividade das palavras.

2. Ao escolher suas palavras-chave, não foque apenas nas palavras-chave genéricas como "notebook", procure ter um mix com termos mais específicos, que serão menos competitivos e convertem melhor.

3. Não meça somente posicionamento nos resultados de busca. Procure mensurar o sucesso do seu SEO medindo o incremento nas metas do seu site, sejam elas quais forem, como, por exemplo, vendas, geração de leads ou downloads. SEO é marketing e não "otimização de posicionamento de palavra-chave" – portanto, deve ser mensurado da mesma maneira que outros canais.

4. Otimize os títulos e a descrição de suas páginas. Inclua suas palavras-chave e fique atento para o limite de caracteres de cada meta tag (70 para títulos e 156 para descrições).

5. Tenha alguém responsável pela produção e distribuição do conteúdo do seu site. Se precisar, contrate um redator para escrever conteúdo único e informativo sobre seus produtos e serviços.

6. Invista em SMM. Ter uma presença bem estabelecida nos canais sociais como, por exemplo, Facebook, Twitter e Google Plus são importantes também para o seu SEO.

7. Torne seu conteúdo fácil de ser compartilhado usando botões sociais do Facebook, Twitter, LinkedIn, Google Plus e outros que achar interessante.

8. Caso seu site seja um e-commerce, a dica mais importante é a seguinte: cuidado na escolha de sua plataforma. Pesquise bem, procure por cases e questione a plataforma quanto aos itens referentes a SEO, e sobre o quanto a plataforma é amigável as ferramentas de busca.

Fonte: ClienteSA

Inovar na oferta de experiências

Com tanta opção, incentivar a fidelidade do consumidor e nutrir experiências de compras será essencial para os varejistas em 2013. "Nesse ano, inovar as formas pelas quais se constroem a fidelidade à marca em um ambiente cada vez mais multicanal será fundamental, bem como assegurar que as plataformas que oferecemos são confiáveis. Como indústria, precisamos refinar a experiência on-line de compras e envolver os consumidores com campanhas e ofertas mais personalizadas para continuar a construção da confiança dos consumidores nos dispositivos móveis", comentou Alessandro Gil, CMO da Rakuten Brasil. A varejista on-line Rakuten considera que seis tendências principais irão impulsionar o crescimento do e-commerce em 2013.

1. Trazendo um toque pessoal à fidelidade

Algumas coisas no varejo não mudam; o segredo para o sucesso ainda é envolver os clientes para fazer com que voltem para a sua loja e a recomendem a amigos. Canais sociais trouxeram aos varejistas a possibilidade de conversar com seus fãs e alcançar amigos de fãs também. Porém, em se tratando de ROI a partir da fidelidade em 2013, engajamento será a palavra da moda, ao invés de número de fãs. Em última análise, não é o número de fãs que faz a diferença, mas o quanto eles interagem.

2. Curadoria de lojas

Obter uma segunda opinião antes de realizar uma compra não é nenhuma novidade, mas agora ao invés de levar seu amigo ao shopping, você pode levar toda a sua rede social com você. Serviços como Pinterest estão rapidamente se tornando populares ferramentas de mídias sociais, permitindo aos usuários organizar seus itens favoritos em coleções temáticas que possam compartilhar com os amigos. Isso não somente impulsiona a expressão pessoal em compras, como também possibilita que outros compradores usem essas coleções para informar suas próprias decisões de compra. Os varejistas devem tomar nota disso.

3. Mudando a forma como pagamos

As opções de formas de pagamento que os varejistas podem oferecer aos consumidores parecem estar em constante evolução e, muitas vezes, podem ser o "tudo ou nada" em uma decisão de compra. Juntamente com o crescimento das operações móveis, o Near Field Communication ou NFC (que possibilita o pagamento apenas com a proximidade de dois dispositivos eletrônicos compatíveis), e os métodos de pagamento sem contato, podem mudar radicalmente a maneira como as pessoas pagam suas compras. Serviços como o PayPal e iTunes (da Apple) já começaram a centralizar pagamentos no celular, mas o próximo passo será serviços como o Square e Payleven, este último já disponível no Brasil, que oferecem aos vendedores a possibilidade de receber pagamentos com cartão por meio do seu smartphone e um simples dispositivo plug-in. Essa liberdade para aceitar pagamentos online ou na loja será de valor inestimável para os comerciantes de todos os tamanhos nos próximos anos.

4. A ascensão do varejista especialista

Seja em uma loja física ou online, nos últimos anos pôde ser percebida uma tendência do consumidor em preferir varejistas especializados, que muitas vezes podem oferecer um serviço mais informativo e pessoal. Cada vez mais, o consumidor deverá afastar-se das grandes cadeias de varejo, indo em busca dos varejistas especializados que atendem a uma área ou gama específica de produtos, seja moda, jóias, ou equipamento de fotografia, por exemplo.

5. Aumento do uso de vídeo

Uma das razões de vídeos frequentemente não serem incorporados em sites de comércio eletrônico no passado, era porque deixavam o site significativamente mais lento, e isso ainda é uma preocupação para muitos. No entanto, conforme as velocidades de internet ficam mais rápidas em todo o mundo, os varejistas deixarão de ser restringidos por taxas de banda larga e terão a liberdade de usar um conteúdo de mídia cada vez mais rico. Esperamos resenhas em vídeo e de unboxing virtual (que é a apresentação em vídeo, feita pelo consumidor, de um produto saindo da caixa, mostrando todo o conteúdo dentro dela e com comentários), tornem-se mais comuns em sites de varejo em 2013.

6. Maior integração móvel

A maioria dos varejistas estão chegando a um acordo sobre a necessidade de uma solução para smartphone ou tablet, seja através de um website móvel otimizado ou aplicativo dedicado. No entanto, dispositivos móveis podem oferecer muito mais do que isso. No próximo ano, esperamos ver uma maior integração nas lojas, através do uso de aplicativos, QR codes e experiências de realidade aumentada.

Fonte: ClienteSA

10 péssimos conselhos sobre mídias sociais

Muitas pessoas se auto-intitulam como experts em social media, mas às vezes baseado em pouca ou nenhuma experiência na área. Fica difícil saber em quem acreditar e, para isso, listamos alguns conselhos de amigos da onça:

1-“Mídia social é o novo SEO”
Ter perfil em redes sociais não anula as estratégias de SEO. Ambas as ações de marketing funcionam melhor juntas e devem coexistir para melhorar o rankeamento e levar mais pessoas à sua página.

2-“Use hashtags populares, pois ajuda na divulgação”
Hoje em dia hashtags são usadas mais para fazer um comentário e não para buscar algo. Ex: #omelhordomundo

3-“Quanto mais você publica, melhor”
A quantidade de posts é o que menos tem valor. O conteúdo é sempre o rei em qualquer ambiente virtual.

4-“Programe todos os posts de uma só vez para poupar tempo”
Você pode até programar os posts, mas procure alternar os horários de acordo com o gerenciamento de retorno. Não canse seus fãs com as mesmas informações, ao mesmo tempo e em todos os lugares.

5-“Qualquer um pode realizar serviços de mídias”
Este serviço deve ser realizado por pessoas ou empresas especializadas e competentes para tal. Invista neste trabalho e não o entregue nas mãos de qualquer um.

6-“Não leve nada para o pessoal”
Você deve imprimir sua personalidade na mídia, por isso seja emocional e transmita seus valores, com bom senso é claro, nas redes.

7-“Responda a todos os comentários negativos”
Não ignore os comentários negativos, mas escolha sua batalha. Existem comentários que são feitos apenas para causar problemas ou se capitalizar em cima de sua resposta. Analise antes de dar o feedback.

8-“Se você cometeu um erro, delete o post para consertá-lo”
Na internet, não há erro que possa ser desfeito ou perdoado. Peça desculpas e pense bem antes de qualquer postagem.

9-“Ter muitos fãs/seguidores e engajamento é o que importa”
Eles são muito importantes, mas apenas uma peça no quebra-cabeça que leva o negócio ao sucesso. Dê prioridade aos clientes e ações de marketing mais diretas, já que, a princípio, é o que mantém seu negócio.

10-“Poste X vezes por dia”
Não existe um número de postagens ideal, e sim os momentos mais convenientes para publicar. Observe os retornos!

Fonte: Adnews

Marketing sustentável e o desafio de engajar os consumidores médios

Do ponto de vista do marketing e da sustentabilidade, há outro desafio, que é, inclusive, o ponto crucial para profissionais da área no longo prazo: como fazer com que a sustentabilidade chegue ao consumidor médio, aquele que tem um consumo padrão e é pouco suscetível a causas?

Hoje, quando atrelamos a sustentabilidade como o principal fator de compra de um produto, estamos “condenando” ela a alcançar não mais do que um nicho de mercado. Não existe (que eu saiba) pesquisa no Brasil direcionada a esse público (alô empresas, olhem o gap!), portanto não saberia dizer como isso se traduz em market share ou faturamento. No entanto, o perfil desse consumidor não difere muito do restante do mundo.

E quem seria, então, o consumidor de produtos sustentáveis? Basicamente é um consumidor que associa o conceito à saúde, tem renda mais alta que a média, é menos sensível a preço e está disposto a abrir mão de certos confortos e praticidades em prol da sustentabilidade. Alguém imagina o tamanho desse mercado no aqui?

Apesar do perfil entre os países não apresentar grandes disparidades, o que difere é o tamanho de cada mercado. E isso se deve, principalmente, ao nosso nível de engajamento. Independente da classe C brasileira já passar dos 50%, tem uma parte da outra fatia que poderia perfeitamente consumir produtos sustentáveis, mas não faz por não querer abrir mão de certos valores, digamos, insustentáveis. Conquistar esse consumidor é o desafio.

Mesmo sem um estudo dirigido, diria que o tamanho do mercado de produtos sustentáveis no Brasil não passa de 5%. Então, caros profissionais de marketing, vocês hão de convir que utilizar a sustentabilidade como O apelo para a marca não é eficaz. Ops, peraí… como assim uma pessoa que trabalha com sustentabilidade fala que a sustentabilidade não é argumento que venda de produtos?

Gente, sejamos realistas. O consumidor médio, aquele que dá faturamento e market share para as empresas, acha que sustentabilidade é complicada, cara e só a associa à questão ambiental. Falta educá-lo sobre o assunto. E mesmo depois de educado, ele não vai optar pela sustentabilidade em preterimento à qualidade, à funcionalidade e, ainda que possa se pagar, ao preço. É ingenuidade um profissional de marketing acreditar que a sustentabilidade se sustenta sozinha.

A sustentabilidade deve ser tratada como mais um dentre os tantos benefícios que um produto oferece. Ela serve como diferencial, não como argumento. Por isso a questão do ciclo de vida do produto se torna mais do que fundamental. E é principalmente por isso não tem como dissociar a sustentabilidade da área de inovação.

Aí, quando as empresas se atentarem de que a sustentabilidade é fator de integração entre os processos e eficiência operacional, o preço deixará de ser uma barreira. E aí, quando as empresas EDUCAREM o consumidor para o uso de produtos sustentáveis ou para o uso de forma sustentável, o ciclo de vida se fecha e a sustentabilidade é alcançada plenamente.

Fonte: Administradores.com