Desde 1987 conectando marcas e fornecedores

Marketing: valor e resultado.

A contínua melhoria da eficácia das iniciativas de marketing está diretamente interligada a outras atividades direta ou indiretamente relacionadas, formando uma cadeia de ações e reações com resultados que irão ou não entregar os objetivos estratégicos de vendas e de criação de valor que uma empresa espera de suas incursões mercadológicas.
Na busca por resultados tangíveis e intangíveis, a atividade de marketing tem como algumas de suas atribuições: construir marcas, posicionar produtos e serviços, identificar prospects e mercados mais promissores, estabelecer canais de comunicação, relacionamento e vendas adequados a seus targets e clientes, fidelizar clientes, gerir o ciclo de vida do cliente, otimizar a distribuição dos produtos e, mais objetivamente, gerar incrementos de vendas e receitas com o menor investimento e no menor prazo possível.
Um dos maiores desafios enfrentados pelos profissionais da área se refere à capacidade de construir e justificar uma visão de gestão estratégica de marketing que traga simultaneamente modelos de relacionamento, de credibilidade e de geração de inteligência de marketing com dados, análises e métricas capazes de garantir tanto a busca pela visão de longo prazo da empresa, como a urgência de resultados do próximo quarter.
Tal pressão por resultados é justificada pelo interesse e responsabilidades de diversos atores, tais como o CEO, que deve entregar resultados, os investidores, que querem os melhores resultados no curto prazo e os analistas, que projetam o sucesso futuro da empresa com base em resultados passados, imediatos e da estratégia futura da empresa e suas possibilidades. Enfim, a construção de valor e de uma posição sustentável da empresa em seu ambiente competitivo precisa de tempo para dar frutos.
O Marketing, como atividade meio cujas atribuições estão muito mais focadas no planejamento, análise e no papel de influenciador de mercado para a construção de um posicionamento relevante e eficaz para as atividades fim da empresa, traz características de mensuração de resultados que são afetadas por variáveis indiretas à sua atividade. Qualidade dos produtos vendidos, eficácia dos serviços prestados, competência da força de vendas, eficiência logística, consistência dos processos de suporte ao cliente, relacionamento com fornecedores, disponibilidade de capital para investimentos, dentre outras, são variáveis cujo desempenho acaba por afetar a percepção de clientes, prospects e do mercado, geralmente acarretando um fator de depreciação nos possíveis resultados planejados pelo Marketing.
Não obstante, resultados incrementais decorrentes das ações de marketing podem e devem ser mensurados, mais facilmente em campanhas pontuais do que, por exemplo, em construção de um posicionamento corporativo; afinal, investimentos são realizados com objetivos definidos e com foco em resultados previstos não apenas qualitativamente, mas quantitativamente, com números.
Vale ressaltar que a mensuração dos resultados muitas vezes provém de um composto de ações, estratégias e canais para um determinado fim; porém, os resultados devem ser monitorados e comparados com bases históricas e análogas com a finalidade de se desenvolver análises relevantes.
A fim de destacarmos os aspectos mais tangíveis de resultados do marketing, podemos dizer que, via de regra, o que se espera é um aumento de receita decorrente de alguma ação ou estratégia de venda ou divulgação, que irá derivar de seus atuais clientes ou prospects (convertidos em clientes, consumidores).
Em case famoso recente, a Nissan, ao lançar a marca Sentra com uma campanha que envolveu TV, mídia impressa, marketing direto e internet, tinha como objetivo apresentar a nova plataforma e o novo posicionamento irreverente para o produto. Como resultado, a ação triplicou o número de visitas às revendas no Brasil e aumentou o contato com o público através do site e das ligações. Resultados suficientes? Tudo depende da estratégia da empresa, de seus objetivos e das métricas escolhidas para avaliar tal conjunto de iniciativas.
Para cada caso, deve-se ter em mente qual o objetivo desejado com a ação, se é de curto, médio ou longo prazo, se o resultado é para criação de valor intangível, se é promocional, de vendas, aumento de mindshare, posicionamento de mercado, etc… independente do caso, um fator não se discute mais: seja qual for a conta, o resultado tem que aparecer e tem que estar alinhado aos objetivos estratégicos da empresa.

Fonte: Administradores.com

Conhecimento a favor das vendas.

Um dos principais clichês no mundo de vendas diz que o cliente tem sempre a razão. Apesar de discordar em parte, Claudio Diogo, especialista em vendas e consumo e sócio-diretor da Tekoare, afirma que há nesse "mantra" algo importante para o sucesso dos vendedores. "Apesar de ser o vendedor quem tem sempre a razão, pois conhece melhor do que ninguém o produto ou serviço que vende, é o cliente quem dá a palavra final, o sim ou o não para o que você está tentando vender. Então, conhecê-lo bem é fundamental", explica.

Dessa forma, Diogo divide os clientes em três grupos. Um deles é o Transacionais Delegáveis, clientes que têm como principais preocupações o preço, o prazo e a rapidez. Ou seja, itens que perdem em importância para fornecimento, qualidade e solução, por exemplo. "Portanto, por mais que eles correspondam a 50% do mercado, você não precisa se preocupar tanto com eles, pois não têm os mesmos interesses que você", comenta o sócio-diretor.

Há também o Transacionais Sustentáveis, com clientes que se preocupam com fornecimento, qualidade e desempenho e correspondem a 35% do mercado. E o outro é o grupo dos Consultivos, que são os verdadeiros clientes potenciais. Estão interessados em parceria, lucro e solução e apesar de ainda serem em menor número (15% do mercado) são aqueles que merecem mais atenção, segundo Diogo.

Para ele, além de os últimos clientes merecerem mais tempo seu do que os dois primeiros, eles costumam também ser mais fiéis e gastam mais em cada compra. "São clientes mais lucrativos e mais importante em sua carteira do que os outros dois. O importante é descobrir a que grupos cada cliente pertence e iniciar um trabalho de atendimento diferenciado para cada um deles. Os resultados surgirão no médio e no longo prazo", finaliza.

Fonte: Administradores.com

Tiro certo no e-mail marketing

O mercado já vem se conscientizando da importância das campanhas de e-mail marketing, se bem trabalhadas. No entanto, mesmo valendo-se das boas práticas, buscando sempre ser conveniente
no disparo de uma mensagem, o ponto de equilíbrio é encontrar a linguagem ideal para conversar com o público-alvo dentro dessas ações. Para auxiliar nesse processo de adaptação da linguagem, a Virid levantou algumas dicas de como identificar e utilizar essas técnicas dentro da campanha de e-mail marketing.

Conheça seu público-alvo – Esse é o ponto mais importante. Antes de qualquer coisa é preciso conhecer profundamente o público-alvo, saber os hábitos de consumo, interesses, e até cultura de navegação dele, seja dentro do seu site, outros portais e, principalmente, nas redes sociais.

Analise os relatórios – Algumas das plataformas de disparo de e-mail marketing fazem uma análise bastante criteriosa sobre a interação do usuário com a mensagem recebida. A partir desses relatórios é possível identificar se a linguagem está adequada e instiga o usuário a interagir com a sua campanha.

Segmente as ações – Se você tiver uma base extensa, que apresente perfis diferentes, a segmentação pode e deve ser sempre o caminho. Por exemplo, em um e-commerce de material esportivo, não adianta mandar ofertas de camisas do time A se o consumidor é fã do time B. Segmente as peças de e-mail marketing: os resultados serão otimizados e os clientes mais fidelizados.

Seja direto e verdadeiro – Acima de tudo, o cliente preza por respeito e transparência. A relação entre cliente e marca é mantida pela confiança e credibilidade. Por isso, é necessário ser direto e verdadeiro dentro das campanhas de e-mail marketing. Voltando às boas práticas, o internauta quer relevância. Então além de falar a linguagem dele, vá à mensagem central sem rodeios. Seja simples e claro ao transmitir a ideia.

Fonte: ClienteSA

Sua marca é sustentável? Até que ponto?

As redes sociais e suas plataformas aceleram o processo de humanização das marcas, que agora precisam mostrar personalidade, ter carne e osso, tornando fácil o relacionamento das empresas com os seus stakeholders. Acabou aquele comportamento controlador. Isto me leva a crer que o approach dos consumidores delineia uma das maiores tendências do branding atual, que é a construção de marcas fortes cada vez mais conectadas a ideologias e causas. Estas marcas têm que se comportar como pessoas – é o que os outros cidadãos agora esperam delas! As empresas, agora, precisam sair de cima do muro, mostrando suas essências, crenças e apostas.

As marcas que vão fazer a diferença são aquelas que inspiram seus stakeholders a serem pessoas melhores, a fazer o mundo em que vivemos ficar melhor, tornando a nossa vida mais sustentável. O planeta agradece, e o consumidor individualmente também. Na era da transparência radical e da responsabilidade, antes de qualquer coisa, confiança e credibilidade precisam ser conquistadas pelas marcas. Chega de discurso. Nada mais é mera questão de escolha. Todas as dimensões da empresa são visíveis para qualquer um que quiser ver. Numa conversa – que acabou no livro "Brand Digital" – a futurista Faith Popcorn argumenta ao profissional de branding Allen Adamson – que o mundo digital está fazendo com que as marcas sejam enxergadas em sua totalidade. "Não apenas relativo ao que elas vendem, mas também pela fibra moral que a elas está relacionada", afirma a futurista.

Uma marca que conseguiu alcançar esta autenticidade e afirmação – ainda pouco conhecida aqui no Brasil – é a Patagonia, que é referência em "sustainable fashion", ou seja, moda sustentável. A Patagonia se celebrizou por promover eventos que demonstram forte apego às questões ambientais. O próprio nome da empresa já remete à ideia de natureza e preocupação ambiental – lembre-se das geleiras da Patagônia que estão derretendo em razão do aquecimento global. O site da Patagonia e o blog lá contido fazem a empresa respirar autenticidade e intimidade com a causa a que ela abraçou. Vale a pena ressaltar que não somente o on-line, mas também o offline da empresa é muito consistente.
É importante lembrar que para que o "equity" de sua marca cresça fortemente, os esforços de sustentabilidade precisam estar diretamente relacionados com o que sua marca realmente representa na mente de seu público. Dois cases já são clássicos. O primeiro é o da GE, especialmente quando a empresa se envolve em causas de energias alternativas. Ora, a GE lembra automaticamente duas questões: energia e imaginação. Basta lembrar que o seu fundador, Thomas Edison, é o criador da lâmpada bulbo. Nós, consumidores da GE, imaginamos que fontes de energia alternativa estejam relacionadas instintivamente com a companhia.

Outro exemplo é a marca de produtos – entre outros, vários de limpeza – Clorox. Digamos que, quando esta empresa se envolve com estudos para melhorar o ar, despoluindo o ambiente, ela está fortalecendo a percepção do consumidor sobre algo que é intimamente ligado a seu core business. E aqui vai uma pergunta: que consumidor não gostaria de comprar um produto de limpeza de uma companhia que, de certa forma, está contribuindo para a despoluição do planeta? Quando compramos algum produto do portfólio da Clorox, vamos nos sentir ainda melhor ao lembrar que a empresa está envolvida com a causa da higiene ambiental em diversas partes do mundo. Nossa consciência social vai se sentir bem, e nosso cérebro vai admitir a possibilidade de compra. Afinal, a proposta da marca é limpeza e saúde.

Há vários exemplos de empresas cujo líder tem carisma, apelo na sociedade e que demonstra preocupação com a questão da sustentabilidade. Muitos deles investem grandes recursos para semear a sua causa e tentar de alguma forma conectar suas marcas a um apelo sustentável. No entanto, se isso não estiver de algum modo linkado com a promessa central da marca, este esforço é inútil. Esforços de sustentabilidade, como qualquer outra ação de branding, só farão sentido se estiverem atrelados à diferença relevante que a marca promove.

E é aí que os pontos de contato podem contribuir de forma relevante. As empresas hoje em dia estão gastando bilhões no Brasil em relatórios de sustentabilidade e programas de reciclagem interna, que, sim, são necessários, mas estão deixando de lado uma parte essencial nesta equação que é a de escutar aquilo que o público on-line tem a dizer. A conversa do público digital, hoje em dia, oferece uma série de insights que podem revelar o comportamento de compra e aquilo que o seu consumidor realmente pensa que é sustentabilidade em relação a sua marca.
Nossa consultoria tem feito recentemente, por exemplo, alguns estudos nos quais é possível comparar e cruzar os esforços pró-ativos de comunicação no âmbito de sustentabilidade das marcas (RP tradicional, anúncios em mídia impressa e TV etc.) com o que está inserido na Wikipedia. Isto nos possibilita identificar o nível de sinais cruzados que tais marcas estão gerando.

De fato, plataformas de busca estão cada vez mais sociais e "real time". Levando em consideração que o boca a boca viaja muito mais rápido através do "retwittering" e que deixará rastros digitais permanentes, é um vácuo enorme em qualquer estratégia de sustentabilidade não dedicar esforços sérios e profissionais ao público digital. A reputação da sua marca e dos esforços que ela agrega em sustentabilidade têm uma relação simbiótica com os resultados do Google e afins.
Sem o boca a boca nada é sustentável.

Fonte: Cidade Marketing

O caminho do sucesso nas redes sociais

Atualmente, o Brasil possui cerca de 80 milhões de internautas, sendo que mais de 90% deles estão cadastrados em pelo menos uma rede social, segundo dados do Ibope (Instituto Brasileiro de Opinião Pública e Estatística). Mesmo com essa crescente demanda muitos empresários ainda não sabem como investir em ações de marketing on-line e acabam prejudicando a imagem da empresa.

Tamara Costa, diretora geral da Linksearch, descreve abaixo os erros mais comuns que as empresas cometem em mídias sociais, visando contribuir para que todos possam usufruir de maneira inteligente no momento de interagir com o mercado de atuação, prospects e clientes.

O primeiro erro muito comum é pensar que alguma marca, seja ela qual for, não está nas redes sociais, como Facebook, Orkut e Twitter, já que não possui um perfil. Elas podem ser citadas de forma positiva ou negativa tanto por clientes, quanto pelos próprios concorrentes. Apesar de 67% das empresas já investirem neste meio e utilizarem 10% do orçamento em marketing digital, é de suma importância explorar este segmento como meio de comunicação interativa e monitorá-lo constantemente.

Muitas empresas também costumam criar um perfil físico, no caso do Facebook, para utilizá-lo com o intuito de divulgar informações e interagir com o público-alvo de alguma corporação. Neste caso, o mais adequado é a criação de um perfil corporativo, que permite mais "curtidores" e possui ferramentas que serão melhor aproveitadas. Outro ponto a destacar é que hoje lidamos com uma quantidade alta de pessoas conectadas, procurando serviços, produtos ou novidades no meio on-line. Para isso, a atualização diária torna-se uma regra, sempre aliada a uma linguagem adaptada ao público-alvo em questão.

Pesquisas revelam que 61% dos brasileiros buscam informações sobre produtos e serviços nas redes sociais antes de efetuarem compras. Mas, bombardear os seguidores com muitas atualizações, promoções e derivados não é a estratégia mais correta. Indicamos a inserção de cinco posts em cada rede social, abordando sobre assuntos diferentes, de forma criativa e relevante, para cativar ainda mais os usuários.

Outras dicas simples são: sempre ter agilidade ao responder de maneira imparcial posts positivos ou negativos nas redes sociais, não utilizar respostas automáticas, buscar soluções com eficiência, não apagar posts enviados por clientes em hipótese alguma, revisar o conteúdo antes de publicá-lo, para que informações erradas não sejam divulgadas; e responder as solicitações no mesmo período em que foram enviadas, caso isso aconteça à noite, como algumas empresas não possuem escala de 24h/7dias, as respostas podem ser enviadas no dia seguinte na parte da manhã.

Além disso, monitorar as redes sociais é uma das ações, se não a mais importante, para que empresas possam se aproximar dos consumidores e saber o que estão falando sobre a marca. Mas, é importante ressaltar que para realização de uma estratégia bem sucedida, existem agências especializadas neste serviço, como é o caso da Linksearch. Focada em ações que envolvem o marketing digital, a nossa equipe realiza a criação, análise, atualização e monitoramento, até mesmo dos concorrentes, para que sua empresa saiba o que está acontecendo e possa tomar iniciativas para aumentar a comunicação interativa, além de reverter algo se for negativo ou incentivar, se for positivo.

Invista nas redes sociais, como Facebook, Twitter e Orkut, assim você poderá ganhar mais espaço através de uma boa estratégia executada, com base em novas idéias. Tais ações farão com que sua empresa se destaque no mercado neste concorrido e imediato meio on-line.

Fonte: ClienteSA