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Cativando o cliente: pequenas atitudes fazem diferença

* Por Yuri Carvalho Fratelli

Ao contrário do que muitos pensam, marketing vai muito mais além do que fazer propaganda e comunicar a marca.

Apesar de minha especialidade em finanças, tenho muito interesse por essa área, portanto estudo muito sobre temas relacionados. Em minha opinião, se a correta gestão do fluxo de caixa garante a sobrevivência de uma empresa, estratégias acertadas de marketing são o que garantem que haverá clientes mantendo o fluxo de caixa vivo.

Portanto, me arriscarei por terrenos vizinhos, para escrever sobre um seletíssimo grupo de empresas que, considero serem as melhores do mercado neste quesito e devem ser seguidas por qualquer empresa que se considere profissional. São elas: McDonald’s, Coca-Cola e Walt Disney.

A primeira, apesar de não possuir propagandas de grande destaque, ou um nome muito comentado por analistas de mercado, e mesmo ainda com as recentes polêmicas envolvendo a marca, possui um método de fidelização de clientes que vem funcionando há décadas, iniciando desde a infância, com venda de lanches que trazem de “brinde” brinquedos relacionados a desenhos ou filmes animados do momento, chegando até a diversificação de seu mercado alvo por meio de seu cardápio, visando atingir a vários tipos de gostos (inclusive vegetarianos).
O resultado é que apesar de alguns problemas operacionais, ainda é difícil encontrar quem não goste de seus lanches, com exceção talvez de pessoas que já não tem mais estômago para fast food ou anticapitalistas de plantão, fato refletido nas filas que são vistas constantemente em seus restaurantes, além da famosa frase: “Nunca vi um McDonald’s vazio”.

Já a Coca-Cola fala por si só. Sua marca figura como a mais valiosa do mundo há anos nos principais rankings formulados por consultorias internacionais, além do principal: raríssimas campanhas promocionais (não limitadas a propagandas) para o refrigerante Coca-Cola em si, há de se enfatizar, podem ser consideradas sem sucesso.
Arriscaria-me a dizer que nenhuma campanha deste refrigerante fracassou. O último grande exemplo é a fabricação das latinhas de Coca-Cola Zero com uma lista de nomes criteriosamente escolhidos. Tal ação de marketing promocional, além de aumentar a exposição da marca nas mídias sociais, teve um retorno imediato nas vendas de uma versão não tão popular de seu principal refrigerante.

Para a Disney, eu destaco a capacidade de superar as expectativas do cliente, ou utilizando um jargão mais apropriado, “encantar” o cliente.

Para exemplificar, gostaria de compartilhar uma experiência que tive com a empresa: em viagem a Orlando com minha namorada, compramos dois ingressos que incluíam sete dias de entradas nos principais parques do complexo, sendo um parque por dia.
Por mais 50 dólares por pessoa, poderíamos incluir uma opção chamada park hopper, que nos permitiria entrar quantas vezes quiséssemos em qualquer um dos parques durante os sete dias, porém, optamos por não adquiri-la.

Em nosso suposto quinto dia nos parques, enfrentamos diversos problemas ocorridos, dentre os quais a mudança brusca do clima de ensolarado para frio e chuvoso e, com isso, acabamos perdendo o dia.

No dia seguinte, nos dirigimos à central de relacionamento com o cliente para perguntar se poderíamos utilizar em um mesmo dia a entrada “acumulada” do dia anterior, pois não teríamos outro dia para utilizá-la, já que já tínhamos a passagem de volta comprada.

A atendente nos informou que nossos tickets não permitiam essa utilização por restrições do sistema, mas imediatamente nos tranquilizou, dizendo que faria seu melhor para nos ajudar.

Após um diálogo sobre o que estávamos achando da visita e atrações noturnas que ainda deveríamos ver, se ausentou por um minuto e ao retornar, nos perguntou se nos importaríamos de entregar nossos tickets a ela, pois seria necessário para que ela pudesse nos dar um novo par equivalente aos dois dias restantes que tínhamos, mas com a opção park hopper, ou seja, podendo entrar e sair quantas vezes quiséssemos de qualquer parque nesses dias restantes.

Pensando analiticamente após a viagem, tal ação me fez refletir o seguinte: O quanto custou para a empresa aqueles dois tickets? O quanto valeu para o casal de clientes aqueles dois tickets? Acredito que o fato de estar escrevendo este artigo já demonstra parte do retorno de uma ação tão simples para contribuir com a imagem da empresa.

Os brindes no lanche, ou a variedade no cardápio do McDonald’s, as campanhas tocantes ou envolventes da Coca-Cola, ou mesmo a atendente que possui autonomia para, utilizando do bom senso, beneficiar um cliente se achar justificável são pequenas ações que dificilmente notamos no dia a dia dos consumidores, mas que garantem não apenas a longevidade da empresa, mas uma forte consolidação de sua marca e identificação com seu público-alvo.

* Yuri Carvalho Fratelli é professor de Administração e Finanças da Esamc Santos.

Fonte: Promoview

Propaganda e Marketing: sinergia ou entropia?

Há uma estreita relação entre Marketing e Propaganda, embora sejam áreas muito específicas e o conhecimento e sucesso em uma delas, embora contribua, não implica sucesso da outra. Enquanto profissional de marketing você terá que estabelecer excelentes critérios e uma relação de qualidade com a agência ou agências que escolher para realizar os jobs necessários a seus objetivos e metas institucionais e comerciais. Esta relação quando construída sob critérios adequados, relacionamento de qualidade e muito bom senso proporciona resultados muito além dos previstos.

Acontece que várias ilusões extremamente comuns prejudicam a qualidade destes resultados. Critérios adequados, relacionamento de qualidade e bom senso não são tão espontâneos como parecem, precisam ser elaborados, construídos e administrados com carinho e proximidade. Vejamos algumas das inúmeras variáveis que devem ser levadas em conta na relação entre marketing e agências de propaganda.

Como escolher a agência:

A melhor agência não é a maior ou menor, é a que mais se compromete em entender a fundo o cliente e trabalhar duro para exceder suas expectativas. A palavra-chave é comprometimento!

Lembre-se que a relação entre agência e cliente é B2B, e salvo o caso raro e especial em que haja um vínculo pessoal muito forte entre seus representantes, o resultado que você pode esperar em termos de dedicação é diretamente proporcional à importância da conta que você está oferecendo. Por isso, se você não tem uma grande conta ou job para oferecer, muitas vezes, é melhor trabalhar com agências pequenas e médias, para quem você representa proporcionalmente mais, que optar pelo sonho de entregar suas solicitações a agências mais consagradas e premiadas, cujo tempo está comprometido com seus maiores clientes. É melhor ser um cliente "grande" em uma agência "pequena", mas competente, que um cliente "pequeno" em uma agência "grande"!

Cuidado com novos publicitários imediatistas que mais se parecem com agentes financeiros que publicitários; estes, em geral, estão iludidos pelo glamour que imaginam alcançar e, portanto, com a premissa e o foco equivocados. Opte pela agência mais dedicada a entendê-lo, suas reais necessidades e possibilidades para o momento e, ao mesmo tempo, disposta a dedicar-se a surpreendê-lo com a qualidade e adequação do seu trabalho. Podemos entender que Propagada é Comunicação + Arte + Business, nenhum destes vértices pode faltar!

Como ser um bom cliente:

Bons clientes, de fato, são tão difíceis de achar quanto boas agências. Estou cansado de ver agências apresentarem ideias geniais, conceitos extraordinários, que naufragam porque o "ego" do cliente resolveu fazer uns "pequenos ajustes". Nem todo profissional de marketing entende em profundidade de propaganda. Há gente que não é da área e entende muito e outros da área que entendem pouco. As duas melhores características de um bom cliente de uma agência de propaganda são: humildade e mente aberta para receber propostas diferentes das que havia imaginado, com as quais precisa namorar, entender e só então opinar…

O bom profissional de marketing tem a agência como parceira, não como competidora no campo de suas vaidades pessoais. Os "jogos de poder" entre cliente e agência são contra produtivos, um desperdício de tempo, dinheiro e trabalho. O cliente pode e deve orientar e reorientar a agência sobre os detalhes conceituais e institucionais que deseja ou não presentes nas peças e campanhas, mas precisa de muita humildade e bom senso para tentar "mexer" na criação, cuja linguagem não domina. Ser um bom cliente é saber que determinadas vezes vale a pena ampliar o budget frente a uma excelente ideia, na qual vale apostar e investir antes que um concorrente o faça! Grandes sacadas e oportunidades não ocorrem todo o dia, mas por incrível que pareça, às vezes ocorrem quase que simultaneamente a dois concorrentes observando o mesmo mercado! Fique atento.

ALGUMAS DICAS:

1) Cuidado com os excessos de solicitação e criação. Lembre-se do que dizia Picasso: "O segredo é saber o momento em que se deve parar; mais um traço estraga, mais uma pincelada e a obra se perde!"
2) Prefira agências com um atendimento muito dedicado e detalhista; afinal o briefing inicial é fundamental para a adequação da criação.
3) Prefira agências onde redator e diretor de criação trabalham em conjunto, pensando juntos (dupla de criação).
4) Reflita: "Estamos sempre mais ansiosos por sermos reconhecidos por um talento que não possuímos que valorizados pelos outros quinze que, de fato, possuímos" (Mark Twain).

Colabore com a agência, você tem a estratégia, ela descobrirá a melhor maneira de comunicá-la ao mundo! Bons negócios!

Fonte: Cidade Marketing

Moma Propaganda entra no mercado promocional

A Moma Propaganda, localizada em São Paulo, lança a unidade Moma Promo, direcionada ao mercado promocional.

Nesta empreitada, Fico Meirelles e Rodolfo Sampaio, donos da Moma, se associaram a Erico Angelis, ex Bros e Sístole. “Estávamos sentindo a necessidade de atender aos nossos clientes nas várias plataformas e queremos oferecer a eles os serviços na área de promo, trade e eventos”, diz Meirelles.
Segundo ele, a escolha de Angelis para a sociedade partiu de um relacionamento que a Moma já tinha estabelecido com o profissional na época em que atuava na Sístole.

A Moma Promo já nasce atendendo alguns dos principais clientes da agência-mãe, como Kia Mortos, Harley Davidson, Singenta e SC Johnson’s. Em 2012 a Moma lançou o braço Moma Health, para atender laboratórios de saúde, e também a Moma Digital.

Fonte: Promoview

Persona da Marca: Parte importante da Estratégia nas Mídias sociais

Todo relacionamento requer um nível de afinidade entre as partes para que se estabeleça um elo afetivo, social e uma interação. Os sentimentos e as relações interpessoais acontecem entre as pessoas e as marcas, já que reconhecemos nelas características psicológicas, comportamentais, emocionais e, até, de caráter. Baseados em nossas percepções, formamos opiniões e demonstramos sentimentos que podem ser facilmente compartilhados, o que se amplia hoje com as redes sociais. Por isso, cresce a importância de as marcas se tornarem cada vez mais humanas e personalizadas visando estabelecer um vínculo emocional mais forte e duradouro.

Uma das principais estratégias para essa humanização é a criação do que chamamos de Persona da Marca, que deve ser debatida até mesmo antes da definição de seu logotipo. Essa persona leva em conta sua história, características emotivas e físicas, personalidade, valores e ideias compatíveis com as do seu público-alvo, que poderão ser alteradas com o tempo ao vivenciar experiências e aprender coisas novas. Além disso, é extremamente importante a empresa ter uma postura de transparência, principalmente quando a marca comete erros. A criação da Persona é uma estratégia de comunicação muito eficiente para obter lembrança de marca, permitindo um menor esforço de mídia (frequência) para a transmissão de uma mensagem, já que esta se dissemina de uma maneira muito mais natural entre os seus públicos.

Segundo a Consultoria Digitalents é importante a empresa encarar o momento de criação da Persona da Marca como uma oportunidade para rever seus conceitos, valores e avaliar se os mesmos se refletem em suas ações para realizar mudanças e correções, caso seja necessário. Essa Persona, algumas vezes, se transforma num tipo de mascote, mas é necessário ressaltar que são coisas diferentes. Um exemplo disso é o Pinguim, da rede de lojas Ponto Frio, utilizado com a finalidade de promover engajamento e, até mesmo, diferenciação nas redes sociais, ele é a personificação da marca – o responsável por manter um relacionamento com os clientes – e prospects – aproximando-se do seu público, gerando identificação e empatia. Trabalhar dessa forma facilita a geração de um conteúdo com linguagem mais adequada ao público-alvo. Outro exemplo ocorre com o Magazine Luiza, que tem a "Lú", um personagem que está presente nas redes sociais, no site da empresa recomendando produtos, além de ter o seu próprio blog num modelo de SAC 2.0, criado para fornecer conteúdo sobre produtos.

De qualquer forma, a Persona da Marca se destacou na era das mídias sociais, quando a preocupação com relacionamento, conteúdo e transparência ganhou força. No entanto, poucas empresas ampliam sua atuação para torná-la a base da estratégia de relacionamento. Vale ressaltar também a importância de que esse posicionamento adotado nas mídias sociais reflita no atendimento off-line (lojas físicas). Para entender melhor o sucesso de certas estratégias, é importante ter um novo olhar para o consumidor e o seu comportamento: pouco tempo, dúvidas sobre uma grande variedade de produtos disponíveis e medo de errar nas suas escolhas. A solução encontrada por muitas pessoas é procurar por "especialistas", pessoas reconhecidas num assunto específico, próximas e confiáveis, que possam lhe ajudar a minimizar os erros na tomada de decisão. É exatamente neste ponto que estratégias que tornam a marca mais humana se diferem das outras e, consequentemente, obtém vantagem competitiva. Afinal, as pessoas, hoje, são mais informadas, exigentes, demandam um relacionamento mais próximo e relevante por parte das empresas, ou seja, mais humano, transparente e orientado para seus próprios valores, que possibilite aproximação e troca de experiências para que sejam construídos fortes elos de encantamento, engajamento e fidelização.

Fonte: Cidade Marketing

B!ferraz é a nova agência de MKT promo da Apex-Brasil

A Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil), que atua para enaltecer produtos e serviços brasileiros no exterior e atrair investimentos estrangeiros para setores estratégicos da economia brasileira, entrega sua conta BTL para a b!ferraz.

Ficarão a cargo da agência todas as atividades de marketing promocional da Apex, incluindo o grande evento esportivo de maior repercussão internacional, a Copa do Mundo de 14.
Como objetivos estratégicos, a b!ferraz trabalhará na construção da marca, posicionamento e imagem e na tomada de seus projetos, além de posicionar o Brasil, internacionalmente, como um país de grandes oportunidades, inovador, criativo e diverso.
A agência será responsável por todo planejamento e conceituação criativa, criação de peças promocionais e de divulgação, de produção e de logística; de ações promocionais, ações interativas de incentivo, mobile, sampling, marketing de guerrilha, ativações, criação de espaços e ambientações, pontos de venda (PDV), marketing de relacionamento e brand sense realizadas no Brasil.

Fonte: Promoview