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Construtora dá exemplo de responsabilidade social

Uma das principais incorporadoras e construtoras do País, a Rossi, aumenta cada vez mais, a atenção para as questões de responsabilidade social. Além de adotar iniciativas nesta linha em suas obras, a empresa promove ações diferenciadas em algumas cidades.

Em Belo Horizonte (MG), todo o material publicitário não distribuído é doado para a Associação dos Catadores de Papelão e Material Reaproveitável (ASMARE). Já as lonas usadas em campanhas de outdoors são destinadas ao Instituto Centro de Capacitação e Apoio ao Empreendedor (CAPE), que transforma a matéria-prima em sacolas duráveis. Todo o trabalho é realizado pelas comunidades Morro do Papagaio, Raposos e Betim.

Na cidade de São Caetano do Sul (SP), a cada unidade vendida do projeto Reserva Espaço Cerâmica, a empresa doará R$ 1.000,00 para duas instituições de caridade: Rede Feminina de Combate ao Câncer de São Caetano e Associação Assistencial Espírita Anália Franco. Com essa ação, mais de R$ 100.000 serão doados

Responsabilidade social é um dever, não só empresarial, mas também de toda população. Reciclagem, racionamento e economia se tornam aliados numa luta que deve ser travada de forma global. Cabe a cada um fazer sua parte.

Fonte: Portal Making Of

Kendall faz sampling em terminais rodoviários

A marca de meias femininas Kendall, da empresa HanesBrands, realizou durante quinze dias, em dezembro, a distribuição de amostras dos seus produtos nos terminais rodoviários do Tietê, Barra Funda e Novo Rio, atingindo a marca de 1,5 milhão de peças.

Os terminais rodoviários, por onde devem passar, durante este verão (que compreende eventos como férias de final de ano, revéeillon e Carnaval), cerca de 52 milhões de pessoas, são administrados pela TR Mídia, e permitem a distribuição de materiais em ações de sampling e montagem de espaços para comercialização de produtos.

Fonte: Promoview

Starbucks aceitará pagamento via celular nos EUA

Rede anunciou que as 6.800 existentes no pais irão dispor da tecnologia, que funciona somente para os aparelhos iPhone, iPod Touch e Blackberry

Os clientes dos Estados Unidos que quiserem comprar um café ou qualquer outro produto da rede de cafeterias Starbucks não precisarão mais ter em mãos dinheiro, cartão de crédito ou outro tradicional meio de pagamento.

A companhia anunciou que, desde essa quarta-feira 19, todas as 6.800 lojas que possui em território norte-americano começaram a aceitar pagamentos via telefone celular. A tecnologia, por enquanto, está disponível somente aos proprietários dos aparelhos iPhone e iPod Touch (da Apple) e também do Blackberry.

Para utilizar o sistema é preciso comprar o aplicativo Starbucks Card e, dentro das lojas da rede, aproximar o aparelho de um scanner instalado exatamente para o pagamento. Por enquanto, ainda não será possível utilizar o pagamento via telefone móvel com aparelhos que utilizam o sistema Android.

Segundo os dirigentes da marca, mais de um terço dos clientes do Starbucks nos Estados Unidos usa smartphones. Dessa maneira, a intenção é fornecer um meio de pagamento mais ágil e condizente com o estilo do público. O aplicativo da rede também permite o acúmulo de pontos, que poderão ser trocados por produtos nas unidades das cafeterias.

Fonte: MM Online

Qualidade no serviço: uma reflexão técnica

O presente artigo realiza uma reflexão sobre a qualidade técnica e percebida nos serviços, bem como tangencia a relação com os consumidores.

Um dos principais desafios dos gestores contemporâneos é lidar com o incremento constante do padrão de exigência de seus clientes. Num mundo onde a internet reduziu os guetos do conhecimento (parafraseando aqui a filósofa brasileira Viviane Mosé), observa-se que a informação tornou-se aliada dos clientes que passam a ser mais seletivos em relação aos produtos e serviços que consomem. Ao mesmo tempo, dependendo do planejamento estratégico das organizações e da sua relação da organização com o mercado, um amigo ou inimigo sagaz da mesma.

Para a imersão nesta arena sujeita aos desdobramentos subjetivos dos desejos de consumo (fundados no legado cultural de cada indivíduo), a organização deve lançar mão da pesquisa do mercado. Esta é a forma como as companhias ouvem os anseios dos consumidores de forma mais sistematizada. Sabe-se que para cada dez insatisfeitos, apenas um se manifesta. Evidentemente, este um, por padrão cultural, não tende a ser laureado. Pelo contrário: aquele que se manifesta, indicando o problema, para as empresas que não sabem ouvir, torna-se um transtorno, o que sem dúvida, encerra um canal de relacionamento crucial para a sobrevivência das companhias. O empreendimento acessa-se aí a zona de conforto que é letal. O silêncio funciona, até que um concorrente melhor acesse o mercado e acene aos consumidores uma novidade. Neste caso, esses simplesmente migram, por não serem fiéis.

Remeto-me em particular a uma fala de um dos Diretores da Brahma, cuja palestra tive a oportunidade de ouvir há alguns anos em um congresso de Administração em Cuiabá: relatava uma situação onde fora perguntado sobre o que, no entendimento dele, seria o melhor chopp. Ele então, sem trepidar, respondeu: "o servido no copo mais limpo, acompanhado de um sorriso. Se não vier assim e for nosso, por favor, descarte. Não está no padrão". Esta tem sido a visão da maioria das corporações que primam pela excelência, como parâmetro para sobrevivência em mercados onde a fidelização de consumidores, a partir da qualidade na prestação de serviços, se torna uma regra de ouro. O diferencial, portanto, está no atendimento, na capacidade de persuadir o consumidor, com qualidades técnica e percebida.

Como fazê-lo? Inicialmente, para acessar este ambiente, é necessário romper paradigmas importantes, como a crença de que não se precisa melhorar a cada dia. Se não se rompe tal fronteira, certamente se lida com o engessamento organizacional que limita o acesso da inovação. Sem inovação, o ciclo de vida organizacional é restrito, com perecebilidade calculada.

O segundo passo é instaurar um sistema de interface com consumidores, como pesquisas de opinião, ouvidorias ou em nível mais sofisticado, a contratação, de tempos em tempos, de pesquisas de mercado, que ofereçam tendências e também uma fotografia da realidade empresarial.

O terceiro passo é atualizar o planejamento organizacional, frente aos apontamentos indicados por consumidores que se importam com o serviço prestado pelas organizações que freqüenta.

Somente assim, a organização consegue manter-se à frente do seu próprio tempo, não importando a região, mantendo sua longevidade.

Fonte: Portal dos Administradores

Em Praga, dono de café permite que clientes coloquem preço no que consomem

Além de alimentos, alguns objetos como cartazes de filmes também estão à venda no local

Em Praga, a proposta de um café está chamando a atenção dos clientes. O proprietário, Ondrej Lebowski, de 42 anos, aboliu a lista de preços em seu estabelecimento, o Lebowski’s, e permite que os clientes definam quanto querem pagar por aquilo que consomem. Além de alimentos, há outros objetos à venda no local, como cartazes de filmes e livros, e os clientes podem colocar os preços também nesses produtos. De acordo com o empresário, sua ideia tem sido bem-sucedida e atrai cada vez mais fregueses. “Os clientes tentam chegar ao preço certo. Alguns dão mais, outros dão menos”, conta.

Fonte: Portal PEGN