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Marcas próprias crescem 21% no País, diz Nielsen

Estudo identificou mais de 65 mil itens comercializados sob marcas próprias no varejo nacional

Estudo da Nielsen, que contou com a participação de 331 empresas de varejo, apontou que, nas categorias em que estão representadas, as marcas próprias respondem por 4,8% do valor faturado por esses comerciantes. O resultado, referente ao 1º semestre de 2010, representa um incremento de 21% em relação ao mesmo período do ano anterior.

Dentre as categorias de maior destaque estão os panetones (38,6% do volume da categoria), derivados de tomate (32%), envoltórios de alimentos (30%), guardanapos de papel (27,7%) e pão de queijo (27,7%). Ao todo, a Nielsen identificou mais de 65 mil itens sendo comercializados sob marca própria no Brasil – aumento de 18% em relação a 2009.

"Um fato relevante é que, nos centros urbanos, 50% dos gastos com produtos de marca própria são feitos nos três principais grupos (Pão de Açúcar, Carrefour e Wal-Mart), que, representam cerca de 40% do faturamento entre os supermercados", ressalta Olegário Araújo, diretor de atendimento da Nielsen.

Presentes no País há décadas, as marcas próprias chanceladas por players do varejo ainda enfrentam resistência para entrarem nos lares dos consumidores. Embora em crescimento, a participação das marcas próprias é pequena no Brasil. Suíça e o Reino Unido, por exemplo, registram, respectivamente, 46% e 43% de share para as marcas próprias. Até hoje, um em cada três brasileiros nunca comprou produtos de marca própria.

Quarta geração

Posicionamentos premium, valores ligados a sustentabilidade e a variedade de produtos – esta a principal aposta de categorias em expansão, como medicamentos e materiais de construção – são as principais apostas dos varejistas para conquistar seus clientes.O Pão de Açúcar vem construindo, com Taeq e Qualitá, dois cases de sucesso no segmento, denominado no grupo como "marcas exclusivas" e com faturamento estimado em R$ 1,4 bilhão em 2010.

Apesar de ter sido lançada dois anos antes do que Qualitá – criada em 2008 e que em 2011 ganhará presença nas mídias digitais –, a Taeq foi concebida com um posicionamento mais avançado. A chamada "quarta geração" das marcas próprias agrega posicionamento premium, produtos exclusivos e embalagens diferenciadas e informativas. Em 2010, o Pão de Açúcar investiu R$ 10 milhões na comunicação, desenvolvimento de novos produtos e a abertura de lojas exclusivas da Taeq nos estabelecimentos do grupo, nos quais, em categorias como arroz integral e barrinhas light, a marca se tornou líder de vendas.

Taeq agrega ainda mais um valor que entra com cada vez mais força na agenda dos varejistas donos de marcas próprias: o da sustentabilidade. Pesquisa da Kantar Worldpanel para a Associação Brasileira de Marcas Próprias (Abmapro) indicou que, dentre os consumidores que têm o hábito de comprar marcas próprias, 70% se preocupam com o Meio Ambiente, 29% compram em embalagens já recicladas (contra 15% no geral) e 45% adquirem produtos biodegradáveis (contra 21% no geral).

Fonte: MM Online

Brasileiros agora são “High-techs”

Brasileiro gosta de consumir tecnologia! Esse dado foi constatado a partir de um estudo da consultoria Accenture, divulgado recentemente. Revelou-se que os brasileiros lideram as compras de telefones celulares, TVs de alta definição, câmeras digitais, notebooks entre países como Estados Unidos, Japão, Alemanha, França, Rússia, Índia e China.

A pesquisa demonstrou um novo paradigma de consumidores de tecnologia, onde países emergentes ganham destaque em relação aos países mais ricos. Para o cientista social e jornalista, Paulo Roberto Figueira Leal, existem dois fatores que determinam esses dados: a ascensão das classes C e D e a consolidação de tecnologias “sociais” no Brasil.

O primeiro é relativo ao atraso dos países emergentes em relação aos desenvolvidos, “classes que nunca puderam consumir, hoje, com as facilidades de pagamento e com a disseminação dos produtos, apresentam um volume de consumo muito maior do que a dos países mais estáveis economicamente”, diz o jornalista.

O outro fator está relacionado à aceitação de produtos que assegure o contato, hoje o Brasil é líder em utilização de redes sociais, “manter relacionamentos por intermédio das novas tecnologias é uma das condições fundamentais para a inserção social dos indivíduos, a difusão de smartphones, netbooks, celulares se deve a esta condição. Além disso, temos uma construção audiovisual muito consolidada, visto que a programação de TV faz parte da rotina dos brasileiros,” assegura Paulo Roberto.

Com o diagnóstico positivo, a indústria tecnológica não poupa esforços para atrair seu público por meio de inovações. De 06 a 09/01, aconteceu em Las Vegas, a maior feira de tecnologia do mundo, a International CES, que neste ano registrou números recordes, com a participação de cerca de 140 mil profissionais do setor, onde mais 30 mil pessoas eram de fora dos EUA, representados em 80 delegações oficiais.

O empresário juiz-forano Carlos Roberto Zanini, esteve na feira e afirma ter sido o maior evento que já participou. “Estar na International CES foi uma oportunidade incrível de conhecer as tendências mundiais em tecnologia nos mais diversos setores como automóvel , telefonia e mercados de entretenimento”, afirma.

O mercado mundial já se despertou para o potencial do mercado brasileiro, Zanini afirma que é visível o interesse dos investidores, “hoje somos um dos principais mercados no mundo pronto para consumir todas as novidades e tendências apresentadas durante a CES 2011, onde andando pelos corredores foi possível perceber o interesse dos expositores pelo Brasil”, diz o empresário.

Além disso, Zanini afirma que foi uma experiência enriquecedora em sua viagem de Benchmarking, onde pode avaliar a estrutura do evento e captar boas idéias para o desenvolvimento de uma grande feira. “Com imensos pavilhões lotados, gente por todos os lados, palestras simultâneas, quem passava por esses lugares pode ver de perto stands incríveis, personalidades mundiais, atores famosos e muita interação com apresentação ao vivo de Djs, grupo de Dança e artistas performáticos e, claro, uma infinidade de lançamentos e inovações”, narra o empresário.

Carlos Roberto ainda aponta como diferencial a integração entre o público, expositores e organização. “A CES 2011 entrou de cabeça na era das redes sociais , utilizando-se de estrategias de pré-divulgação no mundo da mídia social com infinitos tweets e posts relacionados ao evento. Além disso, durante os dias foram inúmeras ações envolvendo redes sociais , tex-messeger e bluetooth o que promoveu a interatividade como peça fundamental da feira,” diz .

Com uma diversidade gigantesca de tecnologias a International CES 2011 apresentou diversas tendências que prometem movimentar o mercado. Mais de 80 tipo de“tablets”, tecnologia de 4G wireless, câmeras fotográficas em 3D, diversos modelos de TV 3D, aparelhos inteligentes como por exemplo veículos elétricos. Basta agora esperar chegar no Brasil e ver em que posição estaremos no próximo ranking.

Fonte: Promoview

Motorola monta cubo para aniversário de São Paulo

Outras empresas ainda se unem para proporcionar espetáculo de cores, imagens e sons em pontos turísticos de São Paulo

A Motorola se tornou parceira da Prefeitura de São Paulo para comemorar os 457 anos da capital paulista. A empresa estará presente no tradicional show de aniversário que acontecerá no centro da cidade, em 25 de janeiro. Por meio de um cubo gigante (7 metros) de LEDs, a Motorola vai permitir que todos possam enviar manifestações em prol de São Paulo. No cubo, que funcionará como uma galeria de arte coletiva, vídeos, fotos e mensagens serão exibidas depois de terem passado pelo crivo da curadoria do evento.

De acordo com Rodrigo Vidigal, diretor de marketing da Motorola, a intervenção urbana está de acordo com o momento pelo qual a companhia está passando, resultado das ações da empresa nos últimos dois anos. "Recentemente separamos a Motorola em Solutions e Mobility. A primeira engloba serviços para governos e empresas. Enquanto que a segunda reforça o conceito de mobilidade, interatividade e multimídia da companhia", explica.

Pelo site SPaoCubo, as pessoas podem obter mais informações sobre o espetáculo, além de enviarem antecipadamente as suas mensagens. O anúncio da ação está sendo feito em parceria pela Motorola – em seus canais nas redes sociais – e pela Prefeitura de São Paulo.

Intitulado "SP ao Cubo – 457 anos de São Paulo", o show terá artistas paulistanos de nascimento e de honra para interpretar um repertório tipicamente paulistano. Além de Sampa (Caetano Veloso), que será interpretada por Maria Gadú, o repertório conta com canções como Ronda (Paulo Vanzolini), por Paulo Miklos, Punk da periferia (Gilberto Gil), por Paulo Ricardo e Envelheço na cidade (Ira), que será cantada por Malu Magalhães.

Outra atração em São Paulo será a fonte multimídia do Parque Ibirapuera. De 22 a 30 de janeiro, o público poderá conferir um espetáculo de cores com projeções e dança das águas. Filmes, fotos, animações da cidade serão sonorizadas por músicas que aclamam a capital paulista. A fonte que foi doada à cidade de São Paulo pelo Grupo Pão de Açúcar, terá apoio do mesmo grupo, da Prefeitura e patrocínio da Brookfield para a realização do evento especial. A criação da fonte é da Mox Produções, com direção musical e coordenação geral da produtora Divina Comédia.

Fonte: MM Online

A importância do mkt promo na visão de Eduardo Cunha

A evolução e a importância do marketing promocional, foi o tema da entrevista realizada pelo blogPro com Eduardo Cunha que já trabalhou em praticamente todas as “gigantes” do segmento promo (Bullet, Power4, The Marketing Store, Plano Trio, Aktuell, etc.), e que hoje trabalha como Coordenador de Produção da agência Rock Comunicação. Promoview reproduz na íntegra para seus leitores.

Eduardo Cunha: Trabalho com marketing promocional desde 1997, e neste ano completo 14 anos na área. Tenho ótimas referências de empresas e marcas onde participei de ações, como: Omo, Coca-Cola, Toddy, Tang, Marlboro, Johnny Walker, Philips, Nokia…

Iniciei a minha carreira nos “anos dourados” das promoções, época em que as empresas de tabaco aqueciam o mercado de promoção e eventos, e as ações eram excelentes em todos os sentidos: planejamento, criação e operações. Os cachês, nesse período, também não deixavam a desejar, nem para as equipes e nem para os fornecedores.

Hoje, poucas agências trabalham com excelência nessas três áreas, principalmente em operações. Na minha opinião, promoção atualmente está sendo operada, em sua maioria, por aventureiros. A título de exemplo, encontramos profissionais de outras áreas trabalhando em agências na área de produção/operações, sem o know-how necessário.

blogPro: Essas mudanças, para você, afetam o setor de que maneira?

Eduardo Cunha: Eu vejo isso como um problema, pois o departamento de operações não é um departamento somente de execução. Para operar é preciso entender os objetivos do planejamento, somente assim eles serão alcançados. Vejo também o departamento de operações como um auxiliador da área de planejamento, pois as informações de operações são fundamentais para as futuras ações.

E não é só isso. O profissional de operações precisa saber também sobre legislação, pois muitos trabalhos hoje em dia são planejados e criados, mas ficam a desejar na área de operações, pois são totalmente fora da realidade e dependem de autorizações e liberações de órgãos públicos. Sem estas informações, os que não a tem vendem meras ilusões para seus clientes.

blogPro: Que importância tem as ações promocionais para as marcas e empresas?

Eduardo Cunha: A promoção é fundamental para qualquer empresa. Ela é um dos pilares do marketing e, dentro desta seção dos 4 P’s, está o marketing promocional, que deve ser utilizado para atingirmos diretamente o público alvo. Importante também para que os produtos sejam lançados, divulgados, conhecidos, provados e aprovados. Lógico que os objetivos somente serão alcançados se utilizarmos um mix correto de ações.

É essencial que as agências tenham a inteligência para utilizar a ferramenta certa no momento adequado. O problema é que hoje, muitas agências só estão interessadas em executar o briefing, sem se aprofundar no real problema e necessidade do cliente para sugerir a melhor ferramenta. Exemplo disso, que já vi muitas vezes acontecer, é no meio de uma ação acabar os produtos em uma loja. Para alguns, isso é visto como o sucesso da campanha. Na minha opinião, isso é falta de um bom planejamento.

Concluindo, promoção é uma ferramenta de venda, mas é importante sabermos de que forma usá-la, para que os objetivos sejam alcançados na medida.

blogPro: Que fatores podem afetar positiva/negativamente uma ação promocional?

Eduardo Cunha: Sem dúvida, uma ação promocional é muito mais eficaz quando há um mix de ações: endomarketing, eventos, degustações, PDV, sorteios, campanhas de incentivo, concursos culturais, merchandising, entre outras positivações, sempre dependendo das necessidades do cliente.

O que realmente faz uma ação negativa é iniciá-la com verba escassa e sem definições antecipadas. Já vi muitas ações que, no meio do caminho, sofreram alterações. Isso é, sem dúvida, muito prejudicial para toda boa ação.

blogPro: Qual foi a melhor promoção que você já viu/fez? Como funcionou?

Eduardo Cunha: Com certeza, a melhor de todas as ações que vi e participei foi a de Marlboro Adventure Teen. Haviam equipes em shoppings, blitz nos bares e restaurantes, estandes em rodeios e festas. As equipes eram de altíssimo nível, tanto em comunicação quanto em aparência. As mecânicas também eram muito boas. Existia um jogo com perguntas e respostas realizadas em um notebook e outras atividades com muita aventura, paredes de alpinismo, giro-flex, tiroleza… Até boliche com pinos e ferraduras foram criados em alguns rodeios. Além disso, essa promoção teve como grande atrativo a carreta. Percebeu o mix de ações para uma única marca? Isso fez toda a diferença.

Todos os participantes se cadastravam para concorrer a uma vaga, que dava direito a uma viagem para o deserto de Utah (USA). Lá, os vencedores participavam de atividades como rapel, trilhas de jeep, rafting, cavalgadas, tudo com muita adrenalina! Todo mundo sonhava com essa oportunidade. E todos que trabalhavam com promoção sonhavam em participar desta campanha! Tive esta satisfação e, até hoje, mantenho um grande grupo de amigos que ainda estão no ramo. Criamos uma amizade pessoal e profissional e, o mais interessante de tudo isso, é que a maioria desse time, atualmente, ocupa cargos de gerência e diretoria da área de operações de grandes agências.

Fonte: Promoview

A evolução do mobile marketing em 2011

Há algum tempo estamos esperando pelo ano do mobile marketing, e posso afirmar que 2011 será o tão esperado ano. Como provar isso?

Há algum tempo, estamos esperando pelo ano do mobile marketing, e posso afirmar que 2011 será o tão esperado ano. Como provar isso? Simples: no Brasil, há mais de 21 milhões de celulares 3G, novas tendências surgem todos os dias desde o lançamento do iPhone em 2007 – a popularização dos smartphones, o lançamento do iPad e a expansão do mercado de tablets fizeram parte da propagação da cultura móvel.

Podemos observar que o mobile marketing está se consolidando no Brasil através de alguns conceitos-chave. Seguem abaixo alguns tópicos resumidamente, pois existem milhares.

SMS: Praticamente todas as empresas integraram as tradicionais campanhas publicitárias ou de endomarketing com interações por texto no celular do target;

Torpedo de Voz: Para reduzir equipes de call-center, pode-se gravar mensagens de voz de até 30 segundos e enviar para milhares de números ao mesmo tempo. É o melhor, é possível incluir call-to-action, o usuário pode interagir teclando números ou até mesmo ser transferido para algum ramal da empresa;

Short Code: Principal substituto da carta em ações promocionais. Antigamente, o envio de selos e de códigos de barras era feito para caixas postais especiais. Agora, é feito através do envio de um simples SMS;

Bluetooth Marketing: Consegue imaginar zonas de interatividade em shoppings centers, onde é possível receber conteúdos multimídia (wallpapers, ringtones, games, aplicativos e outros conteúdos) para dispositivos móveis? É, já existem alguns pontos de hotspots de Bluetooth em São Paulo e em alguns shoppings em outros estados. Outra novidade que deve aparecer este ano são ofertas coletivas, enviadas nas zonas de interativas, com descontos de até 90% para compra de produtos ou serviços.

Serviços Baseados em Localização (Location Based Services): Tendência fácil de perceber quando vivenciamos o crescimento das redes sociais como: Foursquare, Gowalla e o recém-lançado Google Hotpot. Dessa forma, é possível mostrar para todos seus amigos onde está neste momento, realizando o check-in;

Aplicativos Móveis ou Advergames: É possível desenvolver aplicativos ou games patrocinados, incluindo marcas nos cenários ou no background;

Mobile Payments (ou m-commerce): O pagamento através de dispositivos móveis é uma tendência cada vez maior no mundo; no Brasil, algumas operadoras investiram em serviços como o Oi Paggo, mas eles ainda não fazem sucesso. Há notícias de que um site de compras coletivas irá lançar essa tecnologia em breve.

Tendências para o ano de 2011? Existem duas: acesso às redes sociais via internet móvel e ações baseadas em geolocalização. Porém, acredito em outras duas: zonas de interatividade via Bluetooth e aplicativos móveis. Vivenciamos uma época em que o consumidor interage com as marcas e espera resposta imediata, o Bluetooth será o grande propagador de conteúdos para celular. Em outras palavras: será o meio, e o aplicativo móvel é o conteúdo propriamente dito.

Fonte: Portal dos Administradores