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Na França, confeiteiro coloca diamante em bolo como brinde

Pedra valia R$ 545; ação serviu para atrair mais clientes para as confeitarias no Dia de Reis

Na França, o Dia de Reis foi muito mais do que uma data comemorativa. Um grupo de 18 confeiteiros de Elme, cidade do sul do país, aproveitou a data para lançar um produto diferenciado em suas confeitarias: colocaram no meio de um bolo um pequeno prêmio, um diamante no valor de 250 euros (cerca de R$ 545). A promoção atraiu muitos clientes. Para o confeiteiro Jérôme Bonneau. que participou da promoção, o resultado obtido com a ação foi positivo. “O ingrediente diferenciado dos bolos atraiu muitos clientes e causou um furor na cidade”, afirmou.

Fonte: PEGN

iPhone domina mercado mobile europeu

O líder ocupa 31,9% do mercado, enquanto a Nokia e o Android OS ocupam 19,7% e 12,9%, respectivamente

Uma pesquisa feita pela InMobi mostrou que o iPhone domina com 31,9% o mercado mobile europeu. A Nokia ficou em segundo lugar com 19,7% e a Samsung está em terceiro lugar, com 12,7% do mercado em mãos.No que diz respeito aos sistemas operacionais,de acordo com James Lamberti, vice-presidente de pesquisa global e marketing da InMobi, tanto o iPhone OS quanto o Android OS apresentam crescimento de quotas mais rápidas que o sistema operacional da Nokia: "O iPhone OS e o Android provocam grandes aumentos no consumo da internet móvel, e ganham na velocidade com a qual seu share aumenta em relação à Nokia", afirma.A Nokia caiu 6 pontos percentuais nos últimos 90 dias, enquanto o Android cresceu quase 10 pontos.

Fonte: Olhar Digital

Brasileiros são os maiores consumidores de celulares e TVs HD, diz pesquisa

Os brasileiros lideraram as compras de telefones celulares, TVs de alta definição, câmeras digitais e netbooks entre oito dos principais países emergentes e industrializados em 2010, segundo um estudo da consultoria Accenture. A pesquisa anual sobre produtos e serviços eletrônicos, que destaca o surgimento de "um novo paradigma de consumidores de tecnologia", chama atenção para a sede dos países emergentes por produtos eletrônicos, comparados aos mercados mais estáveis dos países ricos.

"Com economias mais estáveis e riqueza crescente entre a classe média desses países, o apetite dos consumidores por tecnologia, especialmente móvel, é insaciável (nesses países)", diz o estudo. Em contraste, nos países industrializados não apenas os mercados são mais maduros, como o efeito da crise econômica é sentido mais fortemente, o que reduz a disposição para gastos neste segmento. A consultoria ouviu 8 mil pessoas nos Estados Unidos, Japão, Alemanha, França, Brasil, Rússia, Índia e China.

Cerca de 55% dos brasileiros ouvidos disseram ter comprado um telefone celular no ano passado. Quase 30% afirmaram ter adquirido uma TV de alta definição – mesma proporção de consumidores que compraram uma câmera digital. Os brasileiros já são os que mais detêm aparelhos celulares, tocadores de DVD, TVs normais e netbooks, de acordo com a pesquisa. O computador e o laptop foram considerados pelos pesquisadores como ‘os gigantes silenciosos’ entre os produtos eletrônicos. "Todo mundo tem um", escreveram os autores do estudo.

Cerca de 93% dos entrevistados em todos os países disseram possuir um computador. No Brasil, 35% dos entrevistados disseram ter comprado um PC no ano passado, proporção semelhante a da Índia, mas pouco atrás da China. Os chineses lideraram disparado as compras de Smartphone (quase 40% compraram um aparelho no ano passado, comparado com menos de 20% dos brasileiros).

Queimando etapas

O estudo sugeriu que os mercados emergentes estão queimando etapas na aquisição de produtos eletrônicos, em comparação com a trajetória percorrida pelos mercados mais saturados dos países industrializados."Contrariando as percepções equivocadas mais comuns, um grande segmento de consumidores nos Bric está mais interessado nas tecnologias mais novas e inovadoras que em tecnologias mais baratas com menos funcionalidades", observou a pesquisa. "As tendências indicam que algumas das novas tecnologias podem estar tornando outras obsoletas mais rapidamente".

Um exemplo é o computador, cujas taxas de crescimento nas vendas tendem a cair nos próximos anos, ao passo que a demanda por tablet PCs deve crescer 160%. O estudo chega a questionar se, no futuro, um novo grupo de poucas e seletas tecnologias – computadores tablet, netbook, smartphone e leitores e-books – será capaz de deixar para trás o computador e outros equipamentos eletrônicos. Para o ano de 2011, de acordo com a pesquisa, os produtos que lideram a preferência dos consumidores incluem as TVs de alta definição, computadores e smartphones.

Entretanto, o estudo percebe uma diferença "marcante" entre os mercados emergentes e industrializados. Enquanto 40% dos respondentes da pesquisa nos países ricos disseram não ter intenção de comprar eletrônicos em 2011, nos países Bric esse índice foi de apenas 9%.

Fontes: G1 / BBC

O design de produto e o consumidor

Além da qualidade, o design é um dos principais fatores que diferencia um produto no mercado. Um projeto inovador e bem conduzido desperta o interesse do consumidor e pode gerar clientes fiéis ao produto e à marca. Porém, para alcançar o sucesso, há um longo caminho a percorrer. O processo criativo do designer é apenas uma das etapas para transmitir ao consumidor todos os valores e atributos pelos quais um produto deseja ser reconhecido. É preciso entender o que o consumidor quer e como alcançá-lo de forma eficaz, atraindo-o pelo design e conquistando-o pela qualidade. A criação deve e precisa vir de fora para dentro.

Em um mundo cada vez mais globalizado, com lançamento e novidades vindas de todos os cantos do mundo, despertar a atenção do consumidor e fidelizá-lo a um produto ou uma marca é um grande desafio. E, por isto, é preciso conhecê-lo muito bem antes de propor qualquer nova experiência. De nada adianta um celular com tecnologia de última geração, que traz todo suporte para usar as redes sociais, se o teclado ou a tela do aparelho são ruins de manusear e visualizar. A inovação deve passar pela empatia com o consumidor e a criação tem que enxergá-lo como parte do processo de desenvolvimento de um produto ou de um serviço.

Os designers estudam ergonomia, conversam com mulheres, homens, adolescentes, crianças para saber as suas opiniões sobre diversos temas e aspectos. É a partir destes contatos e estudos que conseguem saber o que as pessoas pensam, quais são seus desejos e as suas necessidades atuais e futuras. Antes de lançar um produto novo ou criar a sua identidade visual, é preciso visitar os locais onde o consumidor está e observar o seu comportamento. Supermercados, lojas de conveniências, home centers, feiras e shoppings são alguns dos locais onde podemos observar porque o cliente optou pelo produto “X” e não “Y”. Trata-se de um trabalho meticuloso de investigação.

Em algumas oportunidades, cheguei a abordar e conversar com os consumidores para saber o que levou a escolha. Geralmente, a resposta é “este pareceu mais atraente; achei a embalagem interessante; o preço está bom”. O produto tem que gerar uma identificação com o consumidor, tem que transmitir as informações e os valores que deseja e precisa gerar a sensação “feito pra mim”. E tudo isto só é possível estudando os hábitos dos consumidores, os seus anseios, as qualidades e valores que adquira e o que busca em um produto.

O design funciona como uma porta de entrada para mostrar ao consumidor que o produto possui tudo que ele deseja, seja com relação à funcionalidade, à qualidade, à simplicidade, ao custo-benefício. As informações devem ser claras e o consumidor não pode ter dúvidas. Para cada público que se deseja atingir, há necessidades específicas e linguagens claras. E o designer precisa entender estas diferenças.

Claro que a qualidade do produto, seja um bem durável ou não, será comprovada pelo consumidor a partir da experiência pessoal. Porém, é o designer que o atrai e o leva à possibilidade experiência e a fidelização.

Quando falamos no mercado business-to-consumer, não podemos deixar de ressaltar que um bom atendimento e suporte também são essenciais para o sucesso de qualquer empresa e para manter a reputação do produto. Todos estes aspectos juntos ajudam a transformar o consumidor na principal ferramenta de marketing. Afinal, o boca a boca continua sendo uma das formas mais eficazes de aumentar as vendas e torná-lo desejável e necessário.

Agora, fica a dica: invista na pesquisa junto ao consumidor e tenha um canal aberto para escutar sua opinião.

Fonte: Mundo do Marketing

Skol promove ações em praias brasileiras

O Praia Skol é uma das principais plataformas da marca jovem para o verão 2011. Além de show com Ben Harper, Donavan Frankenreiter e Tom Curren – que será sediado em uma das três maiores praias brasileiras de acordo com a votação do público, a iniciativa preparou outras iniciativas. Numa estrutura montada em plena areia, a Vila Skol em Maresias (litoral norte de São Paulo), por exemplo, vai mesclar cultura, esporte, diversão, música e relaxamento.

Além dos esportes típicos realizados a beira mar, a Vila Skol vai contar com clínicas de surf e empréstimos gratuitos de equipamentos. Um espaço na arena conta com atividades como ioga e massagens. Aos sábados, uma seleção de DJs e músicos vai embalar os frequentadores. O Praia Skol também está presente nas praias fluminenses de Geribá e Búzios e em Campeche (SC).

Fonte: Cidade Marketing