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Compujob cria vale presente tecnológico

A Compujob, especialista em soluções tecnológicas, tem uma meta audaciosa neste Natal: doar cerca de dez mil vales presente até o dia 23/12. Para isto ser possível, criou o hotsite onde os internautas podem gerar um bônus no valor de R$ 100 para gastar nos produtos em oferta para a data natalina.

A promoção, disponível para todo o Brasil com frete gratuito, ainda oferece outra vantagem: os clientes podem enviar o vale presente para seus amigos. E a cada compra de PC ou Notebook realizada a partir do bônus enviado gerará mais R$ 50,00 de crédito para o internauta usar na compra de qualquer produto da Compujob. Não há limite de envio.

A ação faz jus à sua plataforma. O cliente não precisará nem sair de casa para configurar o seu futuro PC. Por interédio da ferramenta “Configurador de Computadores”, é possível montar uma máquina de acordo com a necessidade de cada usuário, inclusive calculando o preço. Além disto, das 8h30 às 18h30, os internautas podem sanar dúvidas com os vendedores por intermédio de chat ao vivo.

A Compujob está presente em quatro shoppings de Porto Alegre: Rua da Praia, Total, BarraShopping e Iguatemi. Além de estar disponível para todo território nacional por meio do site.

Fonte: Promoview

Virtual Target chega a 1 bilhão de envios de email marketing mensais

O avanço do marketing digital vem contribuindo para o cenário atual da VIRID Interatividade Digital, empresa proprietária das plataformas de email marketing Virtual Target e Zartana.

A Virtual Target hoje é responsável pelo envio de 1 bilhão de emails marketing por mês, número que representa a soma de ações digitais de mais de 3,5 mil clientes ativos, atualmente usuários da plataforma para campanhas promocionais, de prospecção, relacionamento, entre outras.

O cenário atual é fruto de um trabalho da VIRID com foco no aculturamento do mercado em relação à importância fundamental da aplicação das boas práticas de email marketing. O investimento constante em tecnologia e as novas funcionalidades implantadas na plataforma também contribuíram para esse resultado.

O sistema de envio e gestão de email marketing recebe continuamente atualizações que vão desde relatórios detalhados de acessos pelos destinatários, o que permite a mensuração completa do perfil do público, até investimentos em segurança como o token VIP (VeriSign Identity Protection) para acesso ao sistema e integração de campanhas com redes sociais como Facebook e twitter.

“Trabalhamos na plataforma com uma equipe de TI que faz pesquisas permanentes no mercado internacional para trazer o que há de mais novo ao mercado brasileiro. A automatização de processos é cada vez mais presente para que as marcas pensem nas estratégias de segmentação e customização de suas campanhas via email marketing, aumentando cada vez mais a audiência das mensagens por quem se interessa em ler o conteúdo desenvolvido para determinado destinatário. Além disso, nosso foco está em evidenciar a importância das boas práticas em prol do aumento do ROI – Return on Investment – nas ações de email marketing”, explica Walter Sabini Junior, CEO da VIRID Interatividade Digital.

O “boom” do comércio eletrônico, compras coletivas e clube de descontos também foi fator chave para o panorama que vive a VIRID. Hoje a Virtual Target atende a mais de 500 lojas virtuais, de pequeno, médio e grande porte, que buscam na ferramenta um de seus principais canais para chegar ao e-consumidor.

Para reforçar a mensagem sobre o uso correto do email marketing e promover um efeito em cadeia em relação à boa reputação de uma marca por meio de campanhas digitais, a VIRID mantém no ar um blog especificamente voltado para assuntos relacionados ao universo do email marketing. Atualmente o canal soma 18.000 page views mensais e traz conteúdo com entrevistas junto a especialistas de mercado, matérias, dicas e artigos que retratam a opinião de experts no assunto.

Para 2011, com os investimentos constantes em marketing online, a empresa prevê um crescimento de 100% no número de envios pela Virtual Target, chegando a 2 bi de envios pela plataforma.

Fonte: Revista Making Of

Visibilidade no PDV é fator de sucesso para lançamentos

Pesquisa da ToolBox detalha hábitos de consumo do shopper brasileiro

Uma pesquisa realizada pela internet com 1.488 participantes, homens e mulheres, entre 20 e 69 anos, das classes A, B e C reafirmou o que muitos profissionais de Marketing dizem há anos: visibilidade no ponto-de-venda é o principal fator para o sucesso de um lançamento. Neste quesito, os shoppings, que são sempre vistos como o centro das tendências, perdem espaço para os supermercados de rua, já que 53,7% compraram novos produtos neste modelo de ponto-de-venda, contra 15,2% nos estabelecimentos dentro dos shoppings.

A busca pelo conhecimento sobre o que motiva a compra de um novo produto fez com que a revista Supermercado Moderno encomendasse um estudo à ToolBox TM, empresa brasileira de métricas e indicadores de pontos-de-venda. Para chegar a um resultado relevante, a amostra foi composta por shoppers, compradores de lançamentos nos últimos três meses ou que tivessem essa intenção no mesmo período futuro.

A prinicipal característica do shopper brasileiro indicado no estudo da ToolBox TM é o conhecimento sobre o produto antes de chegar ao PDV. Isso muda a estratégia das lojas que, agora, devem se preocupar em disponibilizar o produto nas prateleiras e chamar atenção. “A importância de encontrar o produto na loja passou a ser fundamental para que o shopper o experimente. Isto demosntra como o ponto-de-venda é importante para estratégia de Marketing de lançamentos”, aponta Rafael D’Andrea, Diretor de Desenvolvimento da ToolBox TM, em entrevista ao Mundo do Marketing.

Novos hábitos e velhas soluções
Assim como a visibilidade no ponto-de-venda é o prinicpal chamariz para um novo produto, a publicidade na TV ainda é a ferramenta mais eficaz para que os shoppers conheçam as novidades do varejo. Dos 66% que disseram ter visto ou ouvido falar sobre um novo produto antes de comprá-lo, 27,7% obtiveram a informação diante da telinha, contra 13,5% que conheceram o lançamento anteriormente pela internet.

A pesquisa mostra ainda que 55,4% dos shoppers que compraram um novo produto decidiram no ponto-de-venda, enquanto 44,6% já havia planejado. “Para potencilizar a experimentação de um novo produto no ponto-de-venda, o ideal é usar material de PDV sucinto, convencer o shopper em pouco tempo e ajudar na decisão dele”, ensina Chan Wook Min, Presidente do POPAI Brasil, em entrevista ao site.

De lá para cá, o comportamento do shopper tem demonstrado aumento na percepção dos materiais de ponto-de-venda. A lembrança do material promocional aumentou desde 1998, quando registrava 44%; em 2004, 42%, e, em 2010, 71%. “Como as pessoas não têm muito tempo para receberem informações sobre produtos e lançamentos, pode ser que no PDV ele esteja buscando essas informações”, acredita o Presidente do POPAI Brasil.

Novidade X canibalismo
O levantamento aponta duas explicações para a busca por novos produtos. A primeira é a importância de investir em novidades, já que 58,5% dos participantes do estudo disseram que substituiriam as compras que normalmente fazem por um lançamento. “Por outro lado, o índice de canibalização de produtos é alto”, diz D’Andrea.

Uma das questões mais difíceis para o varejo é a fidelização do shopper. A pesquisa demonstra que os lançamentos têm niveis de fidelidade diferentes dependendo da categoria de produto. Há categorias que conseguem reter mais os shoppers e, por isso, podem ousar em lançamentos, como o caso do desinfetante Veja.

“Há 10 anos, a marca era composta por poucos produtos na categoria. Porém, a linha apresenta novidades constantemente com opções para diversas superfícies e se mantém lider de mercado até hoje com grande fidelidade. Por outro lado, o alvejante relançado como Vanish ingressou em uma categoria de baixa fidelidade”, analisa o Diretor de Desenvolvimento da ToolBox TM.

Exposição X visibilidade

Entre os lançamentos preferidos dos shoppers na catregoria de eletrodomésticos, a geladeira foi o produto comprado por 18,2% segundo a pesquisa. Já na categoria eletrônicos, 31,9% compraram TVs, enquanto os celulares com rádio e MP3 foram os itens mais vendidos entre as opções de aparelhos móveis. O principal canal entre o shopper e o produto, tanto em eletros quanto em celulares, é a internet. “Este é o grande portão de entrada para estas categorias. A tendência é que migre para o celular e plataformas móveis que possibilitem a comparação de preços de forma mais rápida”, afirma D’Andrea.

Outro movimento dos varejistas detectado no estudo é a adequação do sortimento de produtos ao desejo do shopper, dedicando mais espaço para itens mais desejáveis. Esta estratégia é diferente do que se vê hoje em lojas de eletro e celular, que expõem principalmente os produtos em oferta, de menor valor agregado, supostamente de olho apenas no aumento do tráfego na loja.

Segundo dados do estudo, a pior experiência que o varejo pode proporcionar hoje para o shopper é a falta do produto que ele busca na prateleira. Do total, 32% concordam com a afirmação de que este é o principal motivo de irritação quando buscam um lançamento no ponto-de-venda. “O Brasil tem muito espaço para lançamentos, mas não para arremesso de produto. Lançamento deve ser planejado, de acordo com o varejista e com pesquisa com shopper e não com consumidor. A visibilidade no PDV é o principal fator para o sucesso de um lançamento”, destaca D’Andrea.

Menos tempo, mais criatividade

Os estudos sobre os hábitos de consumo dos brasileiros se multiplicam. Tanto é que o POPAI Brasil, associação internacional de desenvolvimento e valorização do Marketing no ponto-de-venda, apresentará no próximo dia 6 o resultado da pesquisa "O Comportamento do Consumidor em Super e Hipermercados", que chega a sua 3ª edição desde 1998, ano em que a pesquisa foi feita pela primeira vez. Nesta avaliação, percebe-se o crescimento de compras de reposição e a velocidade cada vez maior do consumidor durante o momento de compra.

“O dado mais importante desta pesquisa com relação ao shopper brasileiro é a diminuição de tempo de permanência e das compras de mês, que estão sendo substituídas por compras de reposição”, antecipa o Presidente da entidade, ao Mundo do Marketing. O estudo do POPAI mostra que a compra de itens não-planejados é 125% maior que os itens planejados. Com a dimunição do tempo de permanência nas lojas, e por ser compra de reposição, o shopper só passa pelas gôndolas que lhe interessam.

“Como as pessoas estão sempre com pouco tempo, uma boa exposição de produto faz a diferença. Os lançamentos são inúmeros e em algumas empresas a estratégia é justamente lançar produtos. As propostas informativas de forma sucinta farão diferença nesses milésimos de segundo de decisão de compra”, completa Chan Wook Min.

Fonte: Mundo do Marketing

As 10 tendências do futuro da mídia

Crescimento da audiência de TV, explosão dos vídeos online, futebol, novela e tudo o que será relevante na mídia daqui para frente

O Advertising Age lançou o estudo Global Media Habits 2010, que mostra como a mídia tem sido consumida ao redor do mundo. A publicação indicou 10 tendências que estão permeando o consumo em mercados tradicionais e emergentes.

1 – Mesmo populações relativamente pobres consideram TV uma necessidade

Em 2010, quase metade dos lares indianos tinham uma TV, contra apenas um terço em 2001. Em áreas urbanas, o número salta para 96%, contra apenas 7% de indianos que usam internet. No Quênia, a taxa de penetração de televisores saltou de 60% para 70% da população entre 2005 e 2009. Mesmo na periferia de São Paulo, as TV´s são o bem mais vendido na rede varejista Casas Bahia, mesmo consdierando-se o fato de que muitas pessoas podem não ter eletricidade ou água encanada.

2 – Apesar da internet, estamos assistindo mais TV

O norte-americano médio assistiu a 280 minutos de TV a cada dia em 2009, mais de quatro horas e meia. Trata-se de um aumento de três minutos em relação a 2008, um número muito similar ao resto do mundo, onde se assiste televisão em média três horas e 12 minutos ao dia.

3 – O mundo assiste futebol, novelas e atrações como American Idol

A Copa do Mundo de 2010 foi o evento televisivo de maior audiência na história. Foi transmitido em todos os países (com exceção da Coreia do Norte) e atingiu uma audiência média de 400 milhões por partida. Além disso, mais de um terço dos afegãos assistiram o “Afghan Star”, versão local de “American Idol”. E a brasileira Rede Globo transmite novelas desde os anos 1970, algumas delas assistidas por 80 milhões de pessoas.

4 – EUA e Europa perderam circulação de jornais, mas o resto do mundo teve aumento

Ásia, África e América Latina tiveram aumento de títulos e circulação na base de dois dígitos. China e Índia são lar de quase metade dos 100 maiores diários do mundo, com circulação média de 109 mil. Na Índia, o número de diários pagos saltou 44% desde 2005, para 2,7 mil. Isso representa quase um quinto de todos os jornais do mundo.

5 – Fique de olho no Facebook

A base de usuários é de 517 milhões. Um estudo da DDB mostrou que o usuário médio tem 31 anos e segue nove marcas. Três quartos deles já pressionaram o botão “curtir” para mostra que gostam de uma marca. Por outro lado, eles querem tratamento especial (95%) e defenderiam a marca se fosse necessário (94%).

6 – Cyber cafés tornam mais online as populações de países emergentes

Na Coreia do Sul, as pessoas podem alugar acessos de banda larga por 80 centavos a hora, eliminando a necessidade de se pagar assinatura mensal. Com isso, os coreanos estão abraçando as tendências como redes sociais e jogos online entre diversos jogadores. Os Cyber Cafés se expandiram também para a Indonésia, onde apenas 5% da população tem um PC e para o Brasil, onde são conhecidos como “Lan Houses” e oferecem preços a partir de US$ 1 por hora.

7 – BRIC´s lideram o consumo de vídeos online

Brasil, Rússia, Índia, China e Indonésia têm os mais ávidos consumidores de vídeos onlines. Na China e na Indonésia, as pessoas são 26% mais propensas a ver este tipo de vídeo do que na média global. Índia, com 21% a mais, além de Brasil e Rússia, com 11% também. Cada vez mais a internet se torna TV. Em 2009, um terço de todo o tráfego de internet foi de vídeo e neste ano saltará para 40%. A expectativa, de acordo com a Cisco, é de que o volume atinja 90% em 2014.

8 – Penetração da internet é interrompida por custos, ao contrário de mobile

Apenas 81 milhões de indianos usam a internet (7% da população), mas 507 milhões tem telefones móveis. É o mesmo cenário de outros países, como China (20% contra 57%), Brasil (32% x 86%) e Indonésia (5% x 66%).

9 – Netbooks, e-readers e tablets irão dirigir o crescimento de uso da internet

A proliferação de novas telas, notebooks, e-readers e tablets deverá quadriplicar o tráfego de IP no mundo até 2014, de acordo com a Cisco. Isso representa 12 bilhões de conteúdos que cabem em um DVD a cada mês. O maior crescimento será de vídeo – em formatos 3D e HD, cujo conteúdo chegará a computadores, televisores e telefones.

10 – No futuro distante, os hábitos de mídia estarão representados em uma palavra: mais

O tempo gasto com computadores triplicou na última década entre pessoas de 8 a 18 anos. A maior parte do tempo é gasto em redes sociais, seguido por jogos, sites de vídeos e instant messenger. A pessoa média desse grupo de jovens fica expostos à mídia por sete horas e meia por dia. Em 10 anos, quando essas pessoas começarem a trabalhar, o consumo de mídia irá aumentar ainda mais.

Fonte: MM Online

Publicidade brasileira terá R$ 7,4 bi a mais até 2013

Projeção da Zenith Optimedia mostra que publicidade no País atingirá R$ 31,6 bilhões, encostando no Reino Unido

Muito tem se falado sobre a importância que o mercado brasileiro ganha para a publicidade mundial. Grandes agências chegaram no País neste ano, como R/GA e Wieden+Kennedy, sem contar ampliação de investimentos de redes instaladas há muito tempo aqui, como a Dentsu, por exemplo.

Mas agora, um estudo da Zenith Optimedia quantifica o quanto de dinheiro vai rodar a mais no mercado brasileiro na comparação de 2013 com o volume atual. São nada menos do que US$ 4,4 bilhões, ou algo em torno de R$ 7,4 bilhões.

O dado representa o quarto maior incremento neste mesmo período se comparado com os outros países. Nos Estados Unidos, de longe o maior mercado do mundo, haverá um incremento de US$ 13,3 bilhões, contra US$ 11,6 bi na China e US$ 4,4 na Rússia. Países tradicionais da Europa, como Alemanha e Reino Unido, terão injeção bem mais modesta de recursos, na ordem de US$ 1,8 bi e US$ 1,6 bi.

De acordo com a Zenith, o Brasil é atualmente o sexto maior mercado da publicidade mundial, com US$ 14,2 bilhões (cerca de R$ 24 bilhões), e chegará a 2013 com US$ 18,7 bi (ou R$ 31,6 bilhões), uma alta de 31%, mantendo a sexta colocação, só que mais colado no Reino Unido.

O Brasil ficaria, então, a US$ 1 bilhão de se tornar o quinto mercado do mundo. A grande mudança no período será protagonizada pela China, que vai crescer 51%, ultrapassar a Alemanha e assumir como terceiro maior mercado do mundo, atrás de Estados Unidos e Japão.

Fonte: MM Online