Brindes Personalizados e Corporativos — Compare Fornecedores Verificados e Peça Cotação Grátis

Fórum Bríndice

Um canal ágil e fácil entre o fornecedor e o seu público-alvo

Há mais de 16 anos, a Bríndice Publicações e Propaganda realiza pesquisas e implementa serviços com um único objetivo: contribuir para o crescimento do setor de Brindes.

Além do tradicional Catálogo Bríndice e de muitos outros produtos e serviços oferecidos pelo Grupo Bríndice, a empresa está sempre atenta às novas ferramentas de comunicação e, após criar o endereço virtual www.brindice.com.br para estreitar relações e promover a efetiva integração do setor, acaba de oferecer mais um ágil e eficiente canal entre fornecedor e público-alvo: o Fórum Bríndice.

O Fórum Bríndice é um canal de discussão grátis e ágil cujo objetivo é promover debates sobre assuntos pertinentes ao setor de Brindes. E para participar é muito simples, porque basta acessar o link Fórum e enviar e-mails emitindo opiniões e questionamentos sobre o assunto que estiver em discussão no momento.

Além de debater os temas propostos pela Bríndice, cada participante também pode propor novos assuntos para serem abordados dentro do Fórum. Com mais essa ferramenta, a Bríndice pretende esclarecer dúvidas, profissionalizar ainda mais o setor e, claro, promover a boa relação entre cliente e fornecedor.

Entre e confira

www.brindice.com.br/forum

Marketing Direto: uma Arma Eficiente !

As empresas já contam com uma nova e eficaz arma para enfrentar a batalha do mercado: Marketing Direto.

Atividade que representa um verdadeiro “processo estratégico de marketing”, oferece vantagens evidentes e ágeis: personaliza a relação com o cliente, conquistando a fidelidade; mede e controla com agilidade os custos e ganhos de cada ação.

A diferença entre informar e comunicar está na raiz do conceito de marketing direto.

Desde o momento em que as técnicas de marketing começaram a consolidar-se e a tornarem-se um elemento insubstituível na vida e no sucesso da empresa, nasceu com êxito um amplo setor de serviços, que tem por finalidade a informação sobre a empresa: agências, mídias, promoções de vendas, relações públicas, produções de televisão, convenções, feiras, exposições e mostras, entre tantos outros recursos.

Os grupos ou segmentos tornaram-se cada vez menos homogêneos e compactos, o que passou a significar, traduzindo em linguagem de marketing direto, não mais faixas ou nichos de mercado, mas mercado como conjunto homogêneo de indivíduos razoavelmente bem conhecidos pela empresa.

Cabe a ela definir os elementos teóricos e práticos que dão vida à disciplina do marketing direto, os quais se resumem em procurar conhecer cada um dos indivíduos que pertence ao segmento de mercado que interessa à empresa; promover, com cada indivíduo assim conhecido, a interação necessária para desenvolver e manter, durante certo tempo, uma comunicação empresarial.

O marketing direto consiste num processo estratégico de marketing que se vale de instrumento de ação recíproca, de tal forma que a empresa possa se comunicar com seu público específico e forçá-lo a uma ação que forneça respostas mensuráveis. Resumindo, o marketing direto executa a comunicação da empresa com cada indivíduo, mas de forma convincente.

Para tanto, há necessidade de conhecê-lo bem. Em outras palavras, o marketing direto permite que se opere com públicos-alvo selecionados e bem identificados. Para isso, é necessário um banco de dados atualizado e seus elementos de apoio – esse é o grande pilar do marketing direto.

É necessário se conhecer, com precisão e em um curto prazo, os resultados da ação.

Enfim, que se avalie com exatidão a eficácia e a validade dos meios utilizados.

Do contrário, explorar essa nova ferramenta não terá o menor sentido.

Venda de Serviços Profissionais – Sua Empresa está Preparada?

Existem, no mercado, duas categorias de bens: os Produtos e os Serviços.
O Produto é material, de fácil identificação e compreensão, pois sempre vai ser
fabricado por alguém ou por uma empresa que podemos conhecer ou não.
Isto é, o fabricante do produto pode ser, na maioria das vezes, um total desconhecido, fato que diferencia-se totalmente do Serviço.

O Serviço caracteriza-se essencialmente em algo que alguém faz pelo outro, exigindo uma relação direta entre quem o presta e quem o consome. Não existe prestação de serviço sem este vínculo direto e, quando você se coloca no mercado disposto a vender “serviço”, esteja certo de que não conseguirá evitar este relacionamento direto para realizar o ato humano da “troca”. Quem presta serviço tem como objetivo essencial resolver o problema do outro, com informações ou atividades. Daí a necessidade de preparar-se profissionalmente para fazê-lo.

Em suma, o prestador de serviço existe para fazer aquilo que a outra pessoa não sabe, não quer, não pode ou não precisa fazer por si mesma. Quando esta condição existe, é que se contrata um prestador de serviço. A venda de serviço é sempre uma promessa: a de que você vai entregar o serviço contratado e receberá pelo que prestou. É aí que a situação começa a se complicar, pois o comprador tem de confiar “a priori” em você, e isso costuma aumentar seu grau de insegurança.

Há serviços que não se materializam nem depois de prestados. A solução do problema é tão eficaz, que a preocupação do comprador deixa de existir e ele nem se dá conta do alívio. Nesses casos, uma boa providência é entregar um relatório final do trabalho que sintetize e evidencie a solução alcançada. Quando houver um problema semelhante, você terá mais chances de ser lembrado com simpatia. Nunca perca a oportunidade de materializar o resultado positivo do seu trabalho, pois sendo o contrato uma promessa intangível, o comprador só se dispõe a pensar em contratar um prestador de serviço quando percebe que ele é digno de confiança, por sua competência técnica e por seu desempenho ético.

Isto pode ser expressado pelo comportamento do vendedor. A apresentação correta do serviço e de seus benefícios é muito importante. Torne evidente, também, a relação de clientes já atendidos e satisfeitos, e dê referências profissionais. Por fim, a proposta de trabalho tem de ser convincente e conveniente. E em Serviços, atenha-se sempre a “máxima”:

A CONFIANÇA ABRE AS PORTAS !

Identificando seus Clientes, sua Empresa e Você !

Dificilmente conhecemos com precisão nossos clientes, ainda que alguns sejam nossos amigos.

Quantas pessoas com quem convivemos durante anos e, às vezes, até dividimos momentos de intimidade emocional, podemos dizer que realmente conhecemos?

Quantas vezes, acreditamos que a venda foi praticamente efetuada, imaginamos que nossa apresentação foi de “encher os olhos” do cliente, trocamos gentilezas, elogios e fomos embora na certeza do dever cumprido e mais um cliente atendido ?

Para nossa surpresa, no outro dia, ao contatarmos o “nosso cliente”, temos a impressão de que estamos falando com outra pessoa. Que não era aquele do dia anterior, solícito, amigo, “venda certa”.
Ledo engano. Erramos ao criarmos a certeza do “já sei com quem estou lidando, basta”, ao imaginarmos que todos são iguais e que todos nossos argumentos podem ser generalizados.
Diante de acontecimentos de grande impacto na vida pessoal, como o nascimento de um filho, a doença de um ente querido, uma tórrida paixão ou uma situação em que se escapa da morte, as pessoas tendem a mudar de perfil.

Quantas vezes você, na sua empresa, solicitou à sua equipe de vendas informações sobre estas situações ? Ou, quantas vezes dentro da sua empresa, você reparou tais acontecimentos com seus funcionários ?
Você já parou para analisar como é o processo de decisão de seus clientes, colegas, chefes e parceiros ? Há algum deles que você simplesmente não “entende” ?

Sabe quem é mais rápido, mais lento ? Mais emocional, mais racional ?
Você já analisou qual é o seu próprio perfil de comportamento ? Como você toma decisões no trabalho: é mais com a razão ou com a emoção?
Rapidamente ou de forma lenta ?

Você já perguntou a outras pessoas como elas identificam seu comportamento nesses aspectos ? Já procurou saber o quê o seu cliente pensa de você ?

Bons questionamentos e boas vendas !

Sucesso é vender o que ninguém oferece, ensina Philip Kotler

O que é marketing, afinal? Será um vendedor de enciclopédia com o pé enfiado na porta? O design de um pacote de flocos de milho? O cartão de fidelidade que você usa quando vai às compras?

Segundo Philip Kotler, o mais famoso estudioso acadêmico de marketing, "A definição mais curta de marketing é descobrir necessidades não atendidas e atendê-las", declara. "É todo um estado de espírito em que você vence não por fazer o que todo mundo faz, mas descobrir algo que pode vender que as pessoas querem e outros não oferecem”.

Segundo ele, o grande problema de hoje para as empresas é que a maioria das indústrias mundiais pode produzir mais bens do que os consumidores podem comprar. A superprodução provoca a hipercompetição e esta leva a uma guerra de preços. É o marketing que permite que as companhias possam competir em algo mais do que o preço.

"Com muita freqüência, porém, o marketing é confundido com a venda". Isso deveria ser refutado pela famosa observação do (guru de administração) Peter Drucker, de que “a meta do marketing é tomar a venda supérflua” – com o que ele queria dizer que, quando realmente se encontra uma necessidade não atendida e se faz um bom trabalho oferecendo uma solução, não se precisa fazer muita venda".

Em outras palavras, a finalidade do marketing não é desovar os produtos fabricados, como pode ter sido há 50 ou 100 anos. A fabricação existe para sustentar o marketing. A terceirização é um fato, mas são suas idéias e ofertas de marketing que a fazem prosperar. Qualquer outra função da empresa, como pesquisa e desenvolvimento, existe para sustentar o trabalho da empresa no mercado.

Sendo fatores relevantes, independentemente do tamanho da empresa, da quantidade de funcionários e da atividade exercida, um bom planejamento estratégico e uma checagem constante das necessidades do mercado.