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O caminho do sucesso nas redes sociais

Atualmente, o Brasil possui cerca de 80 milhões de internautas, sendo que mais de 90% deles estão cadastrados em pelo menos uma rede social, segundo dados do Ibope (Instituto Brasileiro de Opinião Pública e Estatística). Mesmo com essa crescente demanda muitos empresários ainda não sabem como investir em ações de marketing on-line e acabam prejudicando a imagem da empresa.

Tamara Costa, diretora geral da Linksearch, descreve abaixo os erros mais comuns que as empresas cometem em mídias sociais, visando contribuir para que todos possam usufruir de maneira inteligente no momento de interagir com o mercado de atuação, prospects e clientes.

O primeiro erro muito comum é pensar que alguma marca, seja ela qual for, não está nas redes sociais, como Facebook, Orkut e Twitter, já que não possui um perfil. Elas podem ser citadas de forma positiva ou negativa tanto por clientes, quanto pelos próprios concorrentes. Apesar de 67% das empresas já investirem neste meio e utilizarem 10% do orçamento em marketing digital, é de suma importância explorar este segmento como meio de comunicação interativa e monitorá-lo constantemente.

Muitas empresas também costumam criar um perfil físico, no caso do Facebook, para utilizá-lo com o intuito de divulgar informações e interagir com o público-alvo de alguma corporação. Neste caso, o mais adequado é a criação de um perfil corporativo, que permite mais "curtidores" e possui ferramentas que serão melhor aproveitadas. Outro ponto a destacar é que hoje lidamos com uma quantidade alta de pessoas conectadas, procurando serviços, produtos ou novidades no meio on-line. Para isso, a atualização diária torna-se uma regra, sempre aliada a uma linguagem adaptada ao público-alvo em questão.

Pesquisas revelam que 61% dos brasileiros buscam informações sobre produtos e serviços nas redes sociais antes de efetuarem compras. Mas, bombardear os seguidores com muitas atualizações, promoções e derivados não é a estratégia mais correta. Indicamos a inserção de cinco posts em cada rede social, abordando sobre assuntos diferentes, de forma criativa e relevante, para cativar ainda mais os usuários.

Outras dicas simples são: sempre ter agilidade ao responder de maneira imparcial posts positivos ou negativos nas redes sociais, não utilizar respostas automáticas, buscar soluções com eficiência, não apagar posts enviados por clientes em hipótese alguma, revisar o conteúdo antes de publicá-lo, para que informações erradas não sejam divulgadas; e responder as solicitações no mesmo período em que foram enviadas, caso isso aconteça à noite, como algumas empresas não possuem escala de 24h/7dias, as respostas podem ser enviadas no dia seguinte na parte da manhã.

Além disso, monitorar as redes sociais é uma das ações, se não a mais importante, para que empresas possam se aproximar dos consumidores e saber o que estão falando sobre a marca. Mas, é importante ressaltar que para realização de uma estratégia bem sucedida, existem agências especializadas neste serviço, como é o caso da Linksearch. Focada em ações que envolvem o marketing digital, a nossa equipe realiza a criação, análise, atualização e monitoramento, até mesmo dos concorrentes, para que sua empresa saiba o que está acontecendo e possa tomar iniciativas para aumentar a comunicação interativa, além de reverter algo se for negativo ou incentivar, se for positivo.

Invista nas redes sociais, como Facebook, Twitter e Orkut, assim você poderá ganhar mais espaço através de uma boa estratégia executada, com base em novas idéias. Tais ações farão com que sua empresa se destaque no mercado neste concorrido e imediato meio on-line.

Fonte: ClienteSA

Club Social apresenta filme que mostra de forma divertida a grande diversidade de produtos

Variedade. Este é o título do novo filme de Club Social, criado pela Giovanni+Draftfcb. Como o nome sugere, a campanha mostra de forma divertida a grande diversidade de produtos da marca. Na história, um garotão, acompanhado pela namorada, não consegue resistir a tentação de olhar para outras garotas, que cruzam seu caminho, enquanto comem sensualmente um Club Social. Ao mesmo tempo que procura disfarçar, o protagonista fica cada vez mais envolvido pela quantidade de lindas morenas, louras e ruivas que encontra. Com criação de Daniel Japa, Felipe Gomes, Thiago Di Gregório e Felippe Mendonça, e direção de criação de Joanna Monteiro e Max Geraldo, o filme foi ao ar esta semana na TV aberta em cidades do nordeste em versões de 15′ e 30′, vinheta de 5′. A campanha conta ainda com mídia exterior e patrocínio de eventos de música e São João como o Festival de Inverno da Bahia, Maior Show do Mundo e Arraiá do Galinho, além de outros projetos especiais como o São João Integrado da Band.

Fonte: Cidade Marketing

Inovar na oferta de experiências

Com tanta opção, incentivar a fidelidade do consumidor e nutrir experiências de compras será essencial para os varejistas em 2013. "Nesse ano, inovar as formas pelas quais se constroem a fidelidade à marca em um ambiente cada vez mais multicanal será fundamental, bem como assegurar que as plataformas que oferecemos são confiáveis. Como indústria, precisamos refinar a experiência on-line de compras e envolver os consumidores com campanhas e ofertas mais personalizadas para continuar a construção da confiança dos consumidores nos dispositivos móveis", comentou Alessandro Gil, CMO da Rakuten Brasil. A varejista on-line Rakuten considera que seis tendências principais irão impulsionar o crescimento do e-commerce em 2013.

1. Trazendo um toque pessoal à fidelidade

Algumas coisas no varejo não mudam; o segredo para o sucesso ainda é envolver os clientes para fazer com que voltem para a sua loja e a recomendem a amigos. Canais sociais trouxeram aos varejistas a possibilidade de conversar com seus fãs e alcançar amigos de fãs também. Porém, em se tratando de ROI a partir da fidelidade em 2013, engajamento será a palavra da moda, ao invés de número de fãs. Em última análise, não é o número de fãs que faz a diferença, mas o quanto eles interagem.

2. Curadoria de lojas

Obter uma segunda opinião antes de realizar uma compra não é nenhuma novidade, mas agora ao invés de levar seu amigo ao shopping, você pode levar toda a sua rede social com você. Serviços como Pinterest estão rapidamente se tornando populares ferramentas de mídias sociais, permitindo aos usuários organizar seus itens favoritos em coleções temáticas que possam compartilhar com os amigos. Isso não somente impulsiona a expressão pessoal em compras, como também possibilita que outros compradores usem essas coleções para informar suas próprias decisões de compra. Os varejistas devem tomar nota disso.

3. Mudando a forma como pagamos

As opções de formas de pagamento que os varejistas podem oferecer aos consumidores parecem estar em constante evolução e, muitas vezes, podem ser o "tudo ou nada" em uma decisão de compra. Juntamente com o crescimento das operações móveis, o Near Field Communication ou NFC (que possibilita o pagamento apenas com a proximidade de dois dispositivos eletrônicos compatíveis), e os métodos de pagamento sem contato, podem mudar radicalmente a maneira como as pessoas pagam suas compras. Serviços como o PayPal e iTunes (da Apple) já começaram a centralizar pagamentos no celular, mas o próximo passo será serviços como o Square e Payleven, este último já disponível no Brasil, que oferecem aos vendedores a possibilidade de receber pagamentos com cartão por meio do seu smartphone e um simples dispositivo plug-in. Essa liberdade para aceitar pagamentos online ou na loja será de valor inestimável para os comerciantes de todos os tamanhos nos próximos anos.

4. A ascensão do varejista especialista

Seja em uma loja física ou online, nos últimos anos pôde ser percebida uma tendência do consumidor em preferir varejistas especializados, que muitas vezes podem oferecer um serviço mais informativo e pessoal. Cada vez mais, o consumidor deverá afastar-se das grandes cadeias de varejo, indo em busca dos varejistas especializados que atendem a uma área ou gama específica de produtos, seja moda, jóias, ou equipamento de fotografia, por exemplo.

5. Aumento do uso de vídeo

Uma das razões de vídeos frequentemente não serem incorporados em sites de comércio eletrônico no passado, era porque deixavam o site significativamente mais lento, e isso ainda é uma preocupação para muitos. No entanto, conforme as velocidades de internet ficam mais rápidas em todo o mundo, os varejistas deixarão de ser restringidos por taxas de banda larga e terão a liberdade de usar um conteúdo de mídia cada vez mais rico. Esperamos resenhas em vídeo e de unboxing virtual (que é a apresentação em vídeo, feita pelo consumidor, de um produto saindo da caixa, mostrando todo o conteúdo dentro dela e com comentários), tornem-se mais comuns em sites de varejo em 2013.

6. Maior integração móvel

A maioria dos varejistas estão chegando a um acordo sobre a necessidade de uma solução para smartphone ou tablet, seja através de um website móvel otimizado ou aplicativo dedicado. No entanto, dispositivos móveis podem oferecer muito mais do que isso. No próximo ano, esperamos ver uma maior integração nas lojas, através do uso de aplicativos, QR codes e experiências de realidade aumentada.

Fonte: ClienteSA

O bom vendedor ama objeções

É uma regra geral: todo cliente que faz objeções está interessado em comprar. Cabe ao vendedor unir aquilo que foi citado nos temas anteriores com mais esta técnica que transforma o interesse/objeção numa venda bem sucedida.

Vamos então nos transportar para o ambiente onde está ocorrendo à negociação.

O cliente ao fazer a objeção está concentradissimo naquilo o que o vendedor vai falar. Seus ouvidos estão escancarados e devemos aproveitar estes primeiros 5 segundos para encantá-lo. Se o vendedor começar sua resposta com um sim ou com um não, estragou tudo, pois já deu a resposta. O cliente não vai prestar atenção ao que for dito depois, podendo encerrar ou dificultar a negociação (o que é muito comum), fazendo outra objeção.

Vamos trabalhar uma resposta para a seguinte objeção:

Cliente: Eu não conheço sua empresa!

Ao respondê-la, em primeiro lugar fale alguma coisa agradável ao coração ou à alma do cliente. Chamo isto de "adoçar a negociação". Doce como o mel. Fale assim:

Você: Muitos pensavam como o senhor. Empresas como o Bradesco, Petrobras, Fiat, certamente escolhem o melhor para elas e são nossas clientes.

Não deixe o cliente retomar o comando da conversa. Continue, assim: No seu caso, este primeiro pedido seria de quantas toneladas?

Aguarde o cliente responder. Se for mais uma objeção siga a técnica acima; se for a continuidade da negociação, siga em frente, assim:

Cliente: e qual o prazo para pagamento?

Você: (de novo adoce o coração dele, respondendo): normalmente nossos clientes preferem o pagamento para 28 dias. Continue assim, sem dar intervalo: Já estou preenchendo seu pedido…Sr ( diga o nome dele)…também programarei o pagamento para 28 dias.

Acabo de mostrar mais uma etapa: solicite a confirmação do pedido. Não fique esperando o cliente fazer novas objeções. Ele espera que você comande a negociação. Vá em frente e finalize a venda.

José Teofilo Neto é proprietário da Comunicação Direta – Consultoria & Treinamento & Tele Serviços.

Fonte: ClienteSA

Copa das Confederações é oportunidade de virar o jogo

A Copa das Confederações, avant-première da série de megaeventos que o Brasil sediará nos próximos anos, deve suscitar a análise das perspectivas abertas pela chamada “Década de Ouro” do esporte nacional, mas também uma sensata autocrítica sobre os problemas persistentes. Se o campeonato mundial da Fifa de 2014 e a Olimpíada de 2016 abrem largos horizontes para a consolidação do profissionalismo, desenvolvimento do marketing e ascensão do esporte brasileiro, em especial o futebol, a patamar semelhante ao da Europa, é preciso ser realista no dimensionamento de como estamos aproveitando essas oportunidades.

Com o intuito de contribuir para essa avaliação, ao longo de todo o processo de preparação para a Copa do Mundo, a Trevisan Gestão do Esporte desenvolveu pesquisa destinada a acompanhar a opinião de um público especializado, quanto à execução dos projetos relacionados ao megaevento esportivo, em sete áreas-chave: Aeroportos e Portos; Estádios; Hospedagem; Mão-de-obra; Segurança; Telecomunicações; e Transporte. A amostra é exclusiva da Trevisan e composta por mil especialistas, dentre professores, alunos e ex-alunos dos cursos de gestão do esporte e profissionais do setor.

Em sua quarta edição, o estudo indica ligeira melhora na opinião dos especialistas com relação ao andamento dos preparativos para o evento, mas a nota geral continua abaixo do aceitável. Todos os itens avaliados apresentaram uma evolução positiva em relação à última pesquisa, o que acaba sendo algo até natural, dada a maior proximidade do evento. Agora, três itens estão com avaliação acima da média de 2,5: Estádios, Hospedagem e Qualificação da Mão de Obra. Os outros ainda estão “reprovados” pela amostra. Na medição anterior, havia apenas um item acima da média.

O item Qualificação da Mão de Obra foi o que teve maior evolução em relação à última medição, provavelmente por conta do lançamento do programa de voluntariado da Fifa. A opinião mais negativa da amostra continua relacionada às obras de mobilidade, tanto as internas (urbana), quanto as aeroportuárias. Fica cada vez mais evidente que os benefícios duradouros propiciados pela realização da Copa do Mundo no Brasil serão restritos aos novos estádios, à melhoria da capacidade hoteleira e à maior capacitação da mão de obra turística, em detrimento das obras de infraestrutura urbana.

Percebe-se com clareza que, mesmo em aspectos nos quais as notas melhoraram, como nos estádios, ainda há problemas. A 15 dias do início da Copa das Confederações e no jogo preparatório da Seleção Brasileira contra a da Inglaterra, o primeiro no “novo Maracanã”, no Rio de Janeiro, foi constrangedor constatar as obras externas não concluídas. E este é apenas um exemplo, dentre outros observados nas arenas das cidades-sede. O que dizer, então, da situação precária da segurança pública, que afugenta turistas, do atraso e o risco de até mesmo não saírem do papel muitas obras de transportes urbanos, infraestrutura, portos e aeroportos?

Por enquanto, estamos perdendo a oportunidade de aproveitar na plenitude a realização do mundial da Fifa e da Olimpíada do Rio de Janeiro como marcos de transformação urbanística e desenvolvimento. Assim, aproveitando a motivação da Copa das Confederações, é hora de virar o jogo. Afinal, o sucesso e o legado dos megaeventos esportivos podem ser benéficos para a economia, o turismo, a qualidade da vida, o esporte como um todo e o futebol nacional, que precisa de um definitivo impulso para consolidar seu processo de profissionalização, ampliação das receitas e fortalecimento das entidades esportivas.

Fonte: Administradores.com