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Rede de supermercados lança promoção no Twitter

Além de ser a mídia social mais comentada dos últimos tempos, o Twitter tem se mostrado uma ferramenta promocional adotada por várias empresas em suas estratégias de marketing.

A Rede Biz que utiliza o Twitter há pouco mais de um ano, lançou recentemente a promoção “Natal mais feliz é na Rede Biz”. A campanha dará uma cesta de natal cheia de produtos da Kraft para quem seguir a @redebiz e der RT nos tweets promocionais.

De acordo com o gestor de marketing do Aliança Atacadista e da Rede Biz, Gilson Cantuário o objetivo da promoção é agregar valor a marca tornando-a mais conhecida no mercado. “Por meio desta promoção poderemos divulgar parte da linha de produtos que trabalhamos despertando interesse das pessoas em nos conhecer melhor”, relata.

A promoção vai até dia 20 e o sorteio será no dia 21 de dezembro.

Fonte: Portal da Propaganda

As 10 tendências do futuro da mídia

Crescimento da audiência de TV, explosão dos vídeos online, futebol, novela e tudo o que será relevante na mídia daqui para frente

O Advertising Age lançou o estudo Global Media Habits 2010, que mostra como a mídia tem sido consumida ao redor do mundo. A publicação indicou 10 tendências que estão permeando o consumo em mercados tradicionais e emergentes.

1 – Mesmo populações relativamente pobres consideram TV uma necessidade

Em 2010, quase metade dos lares indianos tinham uma TV, contra apenas um terço em 2001. Em áreas urbanas, o número salta para 96%, contra apenas 7% de indianos que usam internet. No Quênia, a taxa de penetração de televisores saltou de 60% para 70% da população entre 2005 e 2009. Mesmo na periferia de São Paulo, as TV´s são o bem mais vendido na rede varejista Casas Bahia, mesmo consdierando-se o fato de que muitas pessoas podem não ter eletricidade ou água encanada.

2 – Apesar da internet, estamos assistindo mais TV

O norte-americano médio assistiu a 280 minutos de TV a cada dia em 2009, mais de quatro horas e meia. Trata-se de um aumento de três minutos em relação a 2008, um número muito similar ao resto do mundo, onde se assiste televisão em média três horas e 12 minutos ao dia.

3 – O mundo assiste futebol, novelas e atrações como American Idol

A Copa do Mundo de 2010 foi o evento televisivo de maior audiência na história. Foi transmitido em todos os países (com exceção da Coreia do Norte) e atingiu uma audiência média de 400 milhões por partida. Além disso, mais de um terço dos afegãos assistiram o “Afghan Star”, versão local de “American Idol”. E a brasileira Rede Globo transmite novelas desde os anos 1970, algumas delas assistidas por 80 milhões de pessoas.

4 – EUA e Europa perderam circulação de jornais, mas o resto do mundo teve aumento

Ásia, África e América Latina tiveram aumento de títulos e circulação na base de dois dígitos. China e Índia são lar de quase metade dos 100 maiores diários do mundo, com circulação média de 109 mil. Na Índia, o número de diários pagos saltou 44% desde 2005, para 2,7 mil. Isso representa quase um quinto de todos os jornais do mundo.

5 – Fique de olho no Facebook

A base de usuários é de 517 milhões. Um estudo da DDB mostrou que o usuário médio tem 31 anos e segue nove marcas. Três quartos deles já pressionaram o botão “curtir” para mostra que gostam de uma marca. Por outro lado, eles querem tratamento especial (95%) e defenderiam a marca se fosse necessário (94%).

6 – Cyber cafés tornam mais online as populações de países emergentes

Na Coreia do Sul, as pessoas podem alugar acessos de banda larga por 80 centavos a hora, eliminando a necessidade de se pagar assinatura mensal. Com isso, os coreanos estão abraçando as tendências como redes sociais e jogos online entre diversos jogadores. Os Cyber Cafés se expandiram também para a Indonésia, onde apenas 5% da população tem um PC e para o Brasil, onde são conhecidos como “Lan Houses” e oferecem preços a partir de US$ 1 por hora.

7 – BRIC´s lideram o consumo de vídeos online

Brasil, Rússia, Índia, China e Indonésia têm os mais ávidos consumidores de vídeos onlines. Na China e na Indonésia, as pessoas são 26% mais propensas a ver este tipo de vídeo do que na média global. Índia, com 21% a mais, além de Brasil e Rússia, com 11% também. Cada vez mais a internet se torna TV. Em 2009, um terço de todo o tráfego de internet foi de vídeo e neste ano saltará para 40%. A expectativa, de acordo com a Cisco, é de que o volume atinja 90% em 2014.

8 – Penetração da internet é interrompida por custos, ao contrário de mobile

Apenas 81 milhões de indianos usam a internet (7% da população), mas 507 milhões tem telefones móveis. É o mesmo cenário de outros países, como China (20% contra 57%), Brasil (32% x 86%) e Indonésia (5% x 66%).

9 – Netbooks, e-readers e tablets irão dirigir o crescimento de uso da internet

A proliferação de novas telas, notebooks, e-readers e tablets deverá quadriplicar o tráfego de IP no mundo até 2014, de acordo com a Cisco. Isso representa 12 bilhões de conteúdos que cabem em um DVD a cada mês. O maior crescimento será de vídeo – em formatos 3D e HD, cujo conteúdo chegará a computadores, televisores e telefones.

10 – No futuro distante, os hábitos de mídia estarão representados em uma palavra: mais

O tempo gasto com computadores triplicou na última década entre pessoas de 8 a 18 anos. A maior parte do tempo é gasto em redes sociais, seguido por jogos, sites de vídeos e instant messenger. A pessoa média desse grupo de jovens fica expostos à mídia por sete horas e meia por dia. Em 10 anos, quando essas pessoas começarem a trabalhar, o consumo de mídia irá aumentar ainda mais.

Fonte: MM Online

Soldados americanos usarão smartphones em zonas de guerra

Exército deve tornar os aparelhos parte do equipamento padrão dos soldados e pode até pagar a conta telefônica deles

Parece que o exército americano está interessado em distribuir smartphones para seus soldados em zonas de guerra e inclusive pagar as contas telefônicas deles, segundo informações do Apple Insider. As forças armadas teriam interesse na facilidade de acessar e receber informações de campanha em qualquer lugar que esses aparelhos permitirem.
A idéia inicial é enviar os celulares a partir de fevereiro de 2011. Além dos smartphones, outros gadgets como o iPad, Kindle, Nook ou até mesmo mini projetores também podem se tornar parte do equipamento padrão.
Apesar disso, o plano de implementação ainda está "longe de ser definitivo", e o exército americano ainda precisa trabalhar na segurança de redes e informações antes de disponibilizar os smartphones para seus soldados.

Fonte: Olhar Digital

Dicas para o marketing promocional em 2011

Em um artigo publicado na última semana na revista Promo Magazine, foram apontados alguns caminhos interessantes a serem seguidos em 2011 no marketing promocional. Após a constatação de que vivemos a hora e a vez das redes sociais, 2011 será o momento de intensificar e agregar valor às relações estabelecidas on-line aproveitando o seu potencial e explorando o novo oásis da comunicação dirigida, chamado applications ou apps.

A revista conversou com vários experts do mercado americano que reforçaram a importância das campanhas promocionais utilizarem as redes sociais como uma ferramenta de trabalho básica, isso porque, informações de redes sociais como o Facebook podem auxiliar as marcas a predizer comportamentos de consumo.

O que os usuários dizem deve determinar os conteúdos difundidos pelas marcas e as promoções a seguir, de acordo com o artigo. Também será necessário ir bem além das métricas que hoje já são consideradas como tradicionais no contexto do marketing: contatos, cliques, conversão devem ser sempre complementados por comentários favoráveis ou desfavoráveis – e estes devem ser analisados qualitativamente, além de sempre serem respondidos, pois a resposta das marcas é a prova cabal de que os consumidores são ouvidos.

Cultivar o relacionamento com clientes, numa dinâmica de retenção, faz com que estes passem a comprar mais – e esta atitude, sempre tão recomendada nas cartilhas de marketing, passa a ser facilitada com todo o potencial que existe disponível on-line.

Conversar com o cliente passa a ser uma reação, e não uma ação: ouvir o que estes querem e dizer o que eles querem ouvir é uma das máximas mais importantes desta fase de alta fidelização promovida pela variedade de informações disponíveis nas redes sociais. Daí a reforçar a base de clientes e aumentá-la por intermédio da prospecção direcionada e da segmentação torna-se o caminho natural.

Por fim, mas não menos importante, será fundamental encontrar novas maneiras de medir o retorno sobre o investimento em marketing. Quais são as métricas que eu posso realmente usar como avaliação? Como isso pode ser traduzido nas métricas financeiras do meu cliente? Quais as chaves para o sucesso da campanha proposta? Como definiremos o sucesso de uma campanha? Estas e outras perguntas, quando respondidas, serão uma peça importante para o crescimento de qualquer agência no mercado.

Fonte: Promoview

Marketing Direto Digital

Se a sua empresa disparar emails para todos terá alguns problemas.

Como você já notou seus clientes são diferentes, alguns consomem mais do que outros, ou consomem com maior frequência, sendo assim é crucial saber detectá-los claramente para conhecer melhor quem são os mais rentáveis e atendê-los de forma satisfatória, como também identificar futuros clientes que tenham esse mesmo perfil. Isso já era uma prática utilizada há tempos pelos experts em marketing direto e que também se aplica muito bem no universo digital.

Veja, o caso de campanhas de email marketing, tão utilizadas e tão lucrativas. Se a sua empresa disparar emails para todos terá alguns problemas: poderá ser acusada de Spammer, ou seja, um disparador de SPAMs, e poderá receber punições por isso (conheça as regras no site do CAPEM – código de auto-regulamentação do email marketing), poderá saturar sua base de contatos, oferecendo ofertas que não são do interesse deles e, além disso, você jogará dinheiro fora, pois custa mais caro alcançar milhares de pessoas que não são potenciais compradores dos seus produtos. Sendo assim, é melhor identificar os seus bons clientes e, a partir daí, os "prospects" corretos, ou seja pessoas que tenham um perfil próximo ao daqueles seus bons clientes e que terão, com isso, maiores chances de consumir os seus produtos ou serviços.

Para isso é fundamental a empresa construir sua própria base de clientes, pois auxiliará nas etapas de análise que virão a seguir. Se a empresa não conhecer quem são os seus clientes, quem os conhecerá? Portanto, mãos à obra, mesmo que você não disponha de boa tecnologia é possível iniciar com soluções caseiras mesmo, não importa. O que é inadmissível é sua empresa tratar sua base de clientes de forma displicente, pois ela é o bem mais valioso que possui, lembre-se disso!

Para tratamento posterior desses dados, de forma que se possam identificar novos clientes com o mesmo perfil dos "bons clientes", baseado no seu histórico e fazer uma segmentação adequada há empresas que possuem sistemas específicos que poderão ajudá-lo a trazer muito mais inteligência ao seu negócio e às suas campanhas. São chamados "Marketing Services", que entre outras atividades, executam essa tarefa de "prospecção" qualificada, pois se utilizam de uma série de estatísticas para definir apropriadamente esses grupos de consumo.
Outro caminho que cresce cada vez no marketing direto digital é o uso dos celulares, pois não há nada mais direto para alcançar determinado cliente do que esse meio. São diversas as possibilidades para se fazer mobile marketing, porém, esse tema será tratado em futuros artigos.

Além dessa preocupação com o tratamento dos dados, para que se possa ser mais assertivo nas campanhas, há alguns outros pontos que serão úteis. Dicas práticas: 1) encontre sua audiência – conforme descrito acima; 2) crie um sistema (ou use um que já existe) para se comunicar com ela de várias formas; 3) crie conteúdos novos e de grande valor, com foco no seu público-alvo e 4) mensure sempre os resultados, para aprimorar a cada nova campanha.

Com essas ações você terá maiores chances de gerar o tão visado "engajamento" dos seus clientes, que é esse envolvimento do consumidor com sua marca, esse alinhamento de interesses, essa proximidade, que faz com que os clientes além de consumirem os seus produtos passem também a indicar e até mesmo defender a sua empresa, quando preciso. Claro que nada disso é simples e trivial, mas se sua empresa não começar, nunca poderá saber se traz resultados efetivos ou não!

Fonte: Cidade Marketing