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Aprendendo com o Passado

Pensando no conceito básico de relacionamento com cliente, e voltando um pouco no tempo, é fácil entender que quanto menor a empresa, maiores são as chances de se conhecer melhor cada cliente, uma vez que são poucos os canais de interação.

Considerando os pequenos estabelecimentos do passado (e até hoje existentes em bairros das capitais e nas cidades do interior), podemos constatar que eles praticavam o relacionamento com clientes da forma mais pura possível, conhecendo a fundo as necessidades, hábitos e preferências de cada cliente.

Infelizmente, muitas empresas, principalmente as médias, perderam essa virtude com o tempo. As economias de escala e o marketing de massa estimularam uma cultura empresarial voltada ao produto. Com isso, perdeu-se o grande diferencial que as pequenas e médias empresas possuíam em relação às grandes companhias: o relacionamento mais próximo com o cliente.

A associação equivocada do conceito de CRM (Customer Relationship Management, ou Gestão do Relacionamento com Clientes, em Português) a soluções tecnológicas, vendo-as como pré-requisito para a aproximação com o cliente e o preconceito em relação aos custos, sugere erroneamente que somente as grandes corporações têm condições de praticar corretamente a gestão de clientes. Com isso, as pequenas e médias empresas se afastaram do cliente, perdendo grandes chances de negócios.

O grande volume de dados e os recursos mais abundantes nas grandes companhias fizeram com que as empresas de tecnologia inicialmente enfocassem este mercado. As grandes empresas, por sua vez, passaram a exigir que seus fornecedores estejam todos integrados ao longo de suas cadeias de suprimentos. Assim, as fortes pressões do mercado e as exigências dos clientes têm estimulado as pequenas e médias empresas a também investirem em sistemas de gestão.

As empresas que enxergarem nessa tendência uma oportunidade para aprimorar os relacionamentos com seus próprios clientes e souberem tirar proveito disso por meio de estratégias bem definidas, estarão um passo à frente no mercado. Os fornecedores de sistemas de gestão de clientes já perceberam a tendência desse nicho e já oferecem a modalidade de software como serviço (SaaS ou On-demand nas siglas em Inglês) para atender as necessidades de empresas de menor porte.

Além disso, as pequenas e médias empresas têm a vantagem de poderem aproveitar a experiência das grandes que foram pioneiras nesses processos, evitando os possíveis erros e problemas enfrentados por elas.

Ao conhecer melhor seus consumidores, novas oportunidades de negócios surgirão. As empresas que souberem adaptar seus produtos e serviços às necessidades específicas individuais ou de grupos conseguirão aumentar o nível de satisfação dos clientes e, dessa forma, mantê-los por mais tempo.

Parece paradoxal mas – de uma forma positiva – a tecnologia leva as pequenas e médias empresas de volta ao passado. Quando o relacionamento era seu grande diferencial.

Fonte: Daniela Furusawa – consultora do Peppers & Rogers Group Latin América and Ibéria.

Tecnologia da Informação ou Informatização Empresarial ?

Para o consultor em Tecnologia da Informação Miguel Ruiz, para gerar resultados positivos nas grandes corporações, a tecnologia deve ser vista como um todo e não por partes.

As grandes corporações vêm sofrendo mudanças há décadas. Os processos internos já não são os mesmos de 20, 30 ou 40 anos atrás. As atividades que mantinham as empresas vivas naquela época, caso fossem utilizadas hoje, sem o suporte da área de Tecnologia da Informação (TI), não teriam mais do que dias de sobrevida, face à globalização dos mercados.

A tecnologia da informação não deve ser vista apenas como um suporte para os processos e atividades internas. Segundo o consultor, deve-se considerá-la como uma ferramenta estratégica para a eficiente gestão corporativa. “Estamos tratando de negócios que envolvem milhões ou bilhões de dólares, sendo assim, os processos, as atividades e a segurança da empresa devem estar acima de tudo. A tecnologia deve ser vista como um todo e não por partes”, ressalta.

Dados recentes do IDC informam que os gastos com TI crescerão 12,8% em 2007. Para Ruiz, que atua há 28 anos com Gestão de Tecnologia, esses investimentos só trarão o retorno esperado se estiverem alinhados aos negócios da empresa. Sempre que a empresa passa por alguma dificuldade ou mesmo quando as coisas vão bem, é fundamental ter uma TI bem estruturada e alinhada com a estratégia da empresa. Com isso, é possível analisar o que está ocorrendo hoje, planejar investimentos futuros e ainda prever possíveis erros de administração ou até do próprio corpo funcional”, comenta o consultor.

“A implementação da TI nas empresas deve ocorrer, sempre, de uma forma planejada e estruturada. Os investimentos precisam ser realizados de forma estratégica, visando atender as áreas de negócio que possam tirar o melhor proveito possível da tecnologia. Não é aceitável a utilização das tecnologias por si só, por modismo ou outros fatores que representem retorno à corporação”, complementa Ruiz.

Para o consultor, “a TI é atividade correlata aos negócios da organização para melhorar o atendimento ao cliente, ganhar tempo e tentar dirimir qualquer erro humano, otimizando processos e maximizando resultados”, justifica.

Segurança da Informação
A pesquisa do IDC também indica que ao final deste ano, 75% das empresas serão infectadas com códigos maliciosos não detectados, motivados financeiramente e que entrarão por vias alternativas ao perímetro principal da rede e suas defesas.
Para Ruiz, a questão da segurança da informação nas grandes organizações será solucionada pelo monitoramento contínuo. “Somente a vigilância constante fará com que as empresas se livrem das invasões”. Segundo ele, o trabalho não é reativo e sim pró-ativo. “A solução passa pela antecipação aos intrusos, bloqueando qualquer acesso antes de qualquer invasão. O que para um usuário comum não significa nada ou quase nada, pode prejudicar muito as atividades internas da empresa”, salienta Miguel Ruiz.
Preocupar-se com a gestão da TI em grandes empresas exige expertise, tempo, hardwares e softwares adequados, compartilhamento de redes, servidores bem dimensionados, além do uso de ferramentas que melhorem e auxiliem na produtividade das empresas – Internet, utilização de VoIP (Voz sobre o Protocolo da Internet – IP) e segurança das informações. “A falha em qualquer um desses pontos pode comprometer a empresa. A questão está aí, gerir tudo com eficiência e manter a TI como geradora de valor para o negócio”, finaliza Ruiz.

Fonte: Miguel Ruiz – fundador da MR Consultoria

O Cliente Sempre tem Razão!

Sim, é verdade. Ainda mais em um mercado que luta acirradamente para conquistar novos compradores. O consumidor satisfeito sempre acaba fazendo propaganda gratuita da loja, dos seus produtos e do atendimento diferenciado. Ocorre que, juridicamente (para a lei), nem sempre o consumidor tem a razão que pensa possuir.
Por este motivo, parece ser interessante e bastante útil ter um conhecimento básico dos direitos assegurados a nós consumidores, especialmente pela Lei 8.078/90 (Código de Defesa do Consumidor). Esta lei, cujo texto pode ser encontrado na internet ou em qualquer livraria, é o estatuto básico dos direitos do consumidor.

Assim, antes de fazer um discurso em defesa da cidadania e dos seus direitos fundamentais de consumidor, nada mais recomendável do quer ter alguma idéia sobre o assunto.

Uma cena corriqueira após as festas de final de ano é o comprador do produto – uma roupa, por exemplo – voltar até a loja um mês depois e com a intenção de trocar a peça porque não gostou muito do produto.

Vejamos neste sentido que o Código de Defesa do Consumidor não garante ao comprador a troca ou devolução da mercadoria simplesmente porque o produto não agradou, salvo se a aquisição tenha ocorrido fora do estabelecimento comercial, especialmente por telefone ou a domicílio (art. 49). Como exemplos, os produtos adquiridos, por telefone, em decorrência daquelas cansativas publicidades pela televisão em que se vendem facas que cortam tudo, meias que nunca rasgam, aparelhos de ginástica para um corpo de atleta olímpico, etc. Esta é a única situação – venda fora do estabelecimento – que o Código determina que o comprador tem um prazo de sete dias para desistir do negócio, devolver o produto e receber de volta o dinheiro.

No mais, a devolução ou troca são previstas quando há defeito (vício) no bem adquirido. Isto não significa que o consumidor nunca tenha o direito de trocar ou substituir a mercadoria sem defeito. Num mercado cada dia mais competitivo, as lojas procuram atrair e agradar o consumidor de diferentes maneiras. Uma delas é oferecer mais vantagens e direitos que a lei, como a possibilidade de troca ou devolução do produto adquirido.

Dessa forma, se determinada loja se comprometeu oralmente ou por escrito que a roupa ali adquirida pode ser trocada ou devolvida em 15 dias, o consumidor pode e deve exigir o compromisso.

Até mesmo uma simples garantia oral do vendedor é suficiente para futura exigência do que prometido. É preferível, todavia, que todas as hipóteses de troca e devolução, nestas situações, estejam colocadas em documento escrito – pode ser até na própria etiqueta do produto – para, em caso de dúvidas ou divergências, facilitar a prova em favor do consumidor.

Em resumo, o Código assegura a troca do produto e devolução do dinheiro no caso de defeitos (vícios de qualidade ou quantidade) ou se a mercadoria foi adquirida fora do estabelecimento comercial, quando haverá o prazo de sete dias para reflexão, a contar do recebimento do bem. Mesmo sem expressa previsão na lei, os comerciantes podem conferir ao comprador a vantagem de possibilidade de troca ou substituição das mercadorias sem defeito, atendidas determinadas condições.

Antes de efetuar qualquer compra, especialmente quando não há certeza quanto à escolha, procure saber se a loja recebe de volta a mercadoria ou aceita substituições e exatamente em que casos. O que mais vale de tudo isso é que o consumidor não deixe de exercer os seus direitos contra os abusos existentes e cometidos por alguns comerciantes que desrespeitam a nossa legislação em geral.

Fonte: Cláudio Boriola – Consultor Financeiro – 26/12/2007

Saiba como importantes empresas investem em brindes para grandes eventos.

Conheça casos de empresas que investem em brindes para grandes eventos.

Com o poder incrível de “encantar” pessoas, os brindes nada mais são do que presentes e, aliás, quem não gosta de ganhar presentes?
Quem ganha uma peça em uma ação promocional se sente especial e importante. É essa a verdadeira mensagem do brinde. Como qualquer outro tipo de mimo, a intenção é ser lembrado sempre que aquele objeto for visto e proporcionar a recordação de uma relação especial.
As empresas sabem da importância do brinde como forma de demonstrar sua dedicação e consideração com o cliente e unem o agradável ao útil, já que o brinde também funciona como promoção de uma marca, de um conceito ou de um novo produto.
Algumas marcas são especialistas na utilização desse toque mágico do marketing.
A Melissa, por exemplo, costuma lançar novas coleções de sandálias nos eventos de primavera/verão e outono/inverno do São Paulo Fashion Week. Na edição 2010, que aconteceu em janeiro em São Paulo, dois modelos diferentes foram distribuídos para os visitantes dos desfiles. A Ultragirl Glitter dourada é brinde de um jogo promovido pelo estande da marca e a Stage azul metalizada e vermelha é o lançamento da Melissa no evento. Todas as mulheres que visitaram o espaço da empresa receberam o modelo de presente.
Outro exemplo de investimento para agradar o cliente foi o evento Super Casas Bahia.
No final de 2009, a maior loja sazonal do mundo realizou a sua 7ª edição. Foram cerca de 1,2 milhão de visitantes. Michael Klein, diretor executivo das Casas Bahia, comenta que foram distribuídos mais de 390 mil brindes. “Aqui na Super Casas Bahia, quem compra ganha”, ressalta Klein.
Com uma abordagem um pouco diferenciada das marcas anteriores, o Mc Donalds é outra empresa que trabalha parte de sua comunicação por meio de brindes. A diferença está no fato de que a distribuição de presentes do Mc Donalds é constante. O “Mc Lanche Feliz” é um kit composto por uma refeição infantil. Na compra do kit, os pequenos ganham um brinde elaborado especialmente para eles com temas e heróis do momento. Enquanto os pais e adultos comem tranquilos, as crianças se distraem com os brindes. Esta estratégia agrada as crianças e deixa a marca em evidência para este público que ainda não decide suas ações e precisam de estímulos diferentes para convencerem os pais a atenderem seus pedidos.
O brinde é, portanto, um dos melhores instrumentos de contato e relacionamento com o cliente.
Os presenteados têm sua importância reconhecida e não esquecerão quem teve essa consideração e carinho com eles.
Invista no brinde e ganhe de presente uma relação saudável com seu cliente.

Talita Quirino
Jornalista Responsável

Filme da Disney divulgado com “maçãs”

Nas ações de marketing promocional, sempre há espaço para inovações. O que vale é a criatividade e, em contrapartida, atingir o objetivo proposto. No caso específico desta ação, a intenção era anunciar o lançamento do filme “Branca de Neve e os Sete Anões“, Edição Diamante Blu-ray e Disney DVD.

A criação da campanha de divulgação do filme ficou a cargo da Giovanni + Draftfcb que, distribuiu dez mil maçãs em sete pontos de grande circulação da cidade de São Paulo no mês de Outubro. As frutas foram distribuídas juntamente com a edição do Jornal Metro. Cada maçã continha um pequeno adesivo com o logotipo do DVD Branca de Neve e Os Sete Anões. Na capa do jornal, um anúncio do DVD.

Com este relançamento, a Disney tinha como objetivo atingir uma nova geração de crianças. “Branca de Neve e Os Sete Anões” é um clássico de Walt Disney e foi o primeiro longa metragem animado da história.

Fonte: Promoview