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Mais do que qualidade, excelência

No passado, ter qualidade bastava. Hoje em dia, são mais competitivas as empresas que buscam a excelência. O alerta vem do diretor executivo da V2 Consulting, Vladimir Valladares, que coloca qualidade e excelência como coisas diferentes. Ele explica que no caso da primeira se trata somente da relação da empresa com os clientes, enquanto a menção da excelência indica uma preocupação e atenção com todos os stakeholders. "O cliente precisa estar satisfeito, mas só isso não basta nas empresas que buscam a excelência. É preciso se preocupar com todos os resultados do negócio, de forma ampla", completa.

O especialista pontua que dentro disso, o mercado avançou, se comparado há 10 anos, porém ainda há muito o que se fazer. Para ele, uma percepção positiva de mudanças, tanto do mercado como da sociedade, ainda demorará um pouco. "É preciso se ter consciência de que nós trabalhamos por 15 anos em um mesmo modelo de gestão do relacionamento, repetindo-o teimosamente e desprezando os vários sinais de que ele estava em decadência. Temos que trabalhar firme, na busca da excelência, para no período de cinco anos termos traços concretos de uma mudança do setor", define Valladares, que em entrevista exclusiva fala sobre essa busca por excelência, comenta a relação qualidade e rentabilidade e pontua os desafios do mercado.

Callcenter.inf.br – As empresas já se deram conta da importância de buscar a excelência?

Valladares: Eu diria que se compararmos o nosso estágio atual com 10 anos atrás, avançamos, mas ainda há muito terreno pela frente. A busca da excelência depende fortemente da decisão e envolvimento da alta direção da empresa e vemos, por vezes, esforços isolados de alguns profissionais ou de alguns departamentos sem potencializar ou disseminar esse movimento com a força que ele requer. O que temos de muito positivo, e vários exemplos, é que muitas empresas estão, de fato, inserindo os canais de relacionamento em suas estratégias e tratando seus processos sistemicamente, com a clara compreensão de que a saúde do relacionamento com os clientes não pode ser atribuída somente a supervisores e agentes. Mas ainda são pouco representativas quando olhamos o tamanho do mercado.

Dá para se ter qualidade e ser rentável?

Sem dúvida! Há pessoas que pensam que qualidade e rentabilidade caminham em direções distintas, mas isso não é verdade. Há sim um erro quando se propõe a busca da qualidade a qualquer custo, pois isso onera o negócio. Não há mais espaço para se falar em qualidade sem uma contribuição real para os resultados corporativos. E isso exige no setor de relacionamento, por exemplo, que ao se falar em qualidade não se pense somente na função de monitoria da qualidade e que as metodologias destinadas à melhoria da performance sejam conhecidas praticamente e customizadas, na dosagem certa, para cada empresa. De tempos em tempos surgem siglas, marcas e alguns movimentos que tentam vender fórmulas prontas de sucesso, mas isso não existe. Cada empresa é um organismo único, que precisa ser assim tratada.

Quais ações as empresas devem tomar para ter qualidade?

A qualidade percebida pelo cliente externo é derivada da qualidade percebida pelo cliente interno que depende, fundamentalmente, de como a empresa faz a gestão dos seus processos. E há um elemento que considero o pulo do gato quando se fala em gestão de processos, que é saber aprender com os efeitos das decisões tomadas no dia a dia, sejam elas certas ou erradas.

Por que o mercado ainda é alvo de reclamações por falta de qualidade?

Porque ainda temos empresas e profissionais que aplicam e defendem um modelo operacional e gerencial de relacionamento com clientes que já está ultrapassado, que não contribui para o desenvolvimento sistêmico da empresa, não contribui para o desenvolvimento efetivo dos profissionais que trabalham nas linhas de frente com os clientes, que não trata adequadamente a riqueza de informações geradas pelos canais de relacionamento com clientes e que, principalmente, tem enorme dificuldade para aprender com os seus erros e para evitar as suas repetições.

Fonte: ClienteSA

NewStyle ativou Pampers em Campos do Jordão

Pelo terceiro ano consecutivo, a NewStyle ativou a marca Pampers no Passeio de Bebês, evento do calendário de ações promocionais em Campos do Jordão, que reuniu milhares de pessoas no último sábado, 13/7.

A 11ª edição do passeio, organizado por João Dória Jr., com largada defronte ao Market Plaza, serviu de cenário para ação promocional da Pampers, que desenvolveu atividades com distribuição de brindes e prêmios especiais.

Palhaços, malabaristas e artistas circenses divertiram todos os participantes durante a caminhada. O evento contou ainda com um concurso que premiou o Bebê Pampers, com seis meses de aulas de natação na academia Bodytech e um kit exclusivo.

No espaço, as mamães podiam registrar os momentos de diversão com seus filhos em uma cabine de fotos. Pampers aproveitou o encontro para fazer a premiação da grávida mais bonita, e a futura mamãe ganhou um ano de fraldas Pampers Premium Care.

Fonte: Promoview

PremieR pet leva “display falante” ao ponto de venda

Com distribuição exclusiva de seus produtos em canais especializados – pet shops e clínicas veterinárias–, a PremieR pet investe permanentemente na realização de campanhas e ações de marketing promocional diferenciadas de merchandising nos pontos de venda.

Para divulgar o primeiro alimento exclusivo para cães castrados no Brasil, a empresa acaba de lançar mão de uma nova ferramenta: o display falante.

Recurso de uso ainda eventual no varejo brasileiro, o display falante possui um dispositivo eletrônico com chip digital. É acionado por sensor infravermelho no momento em que o consumidor passa na sua frente e emite uma mensagem de voz de até 50 segundos.

A mensagem da PremieR pet convida o cliente a conhecer o produto inédito no mercado brasileiro, fala um pouco sobre suas características e destaca a formulação exclusiva e seus benefícios. Quem “fala” é o cãozinho Bob, um simpático buldogue francês que estampa as embalagens do produto.

De acordo com o gerente de marketing responsável pelas áreas de produtos e trade marketing da PremieR pet, Fernando Suzuki, a empresa decidiu instalar 230 displays falantes em alguns dos principais pontos de venda das regiões brasileiras.

O objetivo é diversificar a comunicação e abordar diretamente os consumidores sem a necessidade de promotoras de vendas, com uma mensagem breve e direta sobre o lançamento.

“Consideramos a ferramenta inovadora e vantajosa para um produto como o nosso, que é inédito no mercado brasileiro. De uma forma leve, comunica aos consumidores um conceito pioneiro no segmento pet, num formato diferente do que as pessoas estão habituadas a ver nos pontos de venda”, afirma o executivo Suzuki.

As ações de merchandising do lançamento PremieR Ambientes Internos Cães Castrados incluem ainda folhetos, wobbler, cartazetes, além de brindes de campanha, como chaveiros e camisetas.

Fonte: Promoview

7 pecados capitais na hora da entrevista de emprego

Gafes na hora da entrevista de emprego, uma das etapas mais temidas ou de maior expectativa para os candidatos num processo seletivo, podem significar o fim da conquista da vaga.

“Alguns comportamentos são fatais num processo seletivo. Por isso, é importante que o candidato pesquise sobre a empresa e conheça seu perfil. E, claro, tenha uma postura adequada”, afirma Fernando Montero Capella, diretor da consultoria Capella RH.

Abaixo, o especialista comenta 7 pecados capitais na hora da entrevista de emprego:

1) Chegar atrasado

É considerado um pecado quase que mortal. Trata-se de um filtro de eliminação de candidatos em muitas empresas. O trânsito já não é mais considerado desculpa. Se o candidato não chega no horário para uma entrevista de emprego, o que dirá trabalhando na empresa? Saia de casa mais cedo, pois chegar com antecedência fará você se preparar melhor psicologicamente, não ficar ansioso, estressado nem aparecer todo suado.

2) Ir trajado de forma inadequada

Na dúvida, se não estiver certo de qual traje usar, procure optar pelo mais formal. Isso evita comer gafes. No caso dos homens, o ideal é o terno com gravata, ainda que venha crescendo a tendência do blazer sem gravata. Para mulheres, terninho clássico ou saia discreta, na altura dos joelhos.

3) Demonstrar nervosismo excessivo

Faz parte da dinâmica o selecionador quebrar o gelo no início. Mas, se no decorrer da entrevista, perante o questionamento do entrevistador, o candidato demonstrar nervosismo ou titubear nas respostas, pode demonstrar insegurança dos aspectos que estão sendo levados em conta. Tente manter a calma. Encare a entrevista como uma oportunidade, mas lembre-se que não é a última.

4) Atender o celular

Por mais incrível que possa parecer, há candidatos que não desligam o telefone e, quando chega mensagem ou alguém liga, ainda pedem licença para atender. Se o entrevistador for muito educado, até deixa o candidato atender e depois termina a entrevista, mas as chances do entrevistado seguir adiante são mínimas. Se for o caso, deixe o celular com alguém da recepção antes de entrar na sala ou coloque-o no modo silencioso ou vibra call.

5) Usar gírias e/ou palavrões

Numa entrevista, a clareza na comunicação é fundamental. O uso de linguagem de grupos é inapropriado, pois às vezes fica até difícil para o selecionador entender uma mensagem. Seja claro, educado e demonstre boa postura.

6) A postura/comunicação não-verbal

Inclui o olhar, o acenar de cabeça, o suspiro… E não olhar nos olhos ao responder as questões do entrevistador é um pecado capital. Demonstra insegurança, além de falta de respeito.

7) Mentir

Com uso de alguns instrumentos, como avaliações e referências, além da própria entrevista e do currículo, os selecionadores experientes pegam logo de cara uma contradição. E, claro, eliminam o candidato do processo. Honestidade, integridade e caráter são aspectos muito valorizados pelas organizações. Portanto, seja sincero, ainda que a sua resposta não vá ao encontro do que o entrevistador espera ouvir.

Fonte: Administradores

Boa liderança impulsiona resultados positivos

O Brasil é um dos maiores empreendedores do mundo. Hoje, existem cerca de 5,7 milhões de empresas em todo o país. Em um estudo do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), no qual tratou apenas de empresas propriamente ditas (excluindo entidades sem fins lucrativos e órgãos públicos), o número de ativas apresentou um crescimento contínuo entre 2000 e 2006, passando de 3,7 milhões para 5,14 milhões. Com relação à quantidades existentes em cada ano, a taxa média de abertura no país, nesse período, foi de 16,9%, e 27%, em relação as que abrem e fecham em menos de cinco anos.

Segundo Wilson Mileris, especializado em motivação, educação corporativa e comportamento humano, as empresas fracassam por falta de competência dos lideres. "Toda empresa quer que os colaboradores se orgulhem de nela trabalhar e que se sintam compartilhando uma missão significativa. O problema surge quando esse orgulho se baseia em uma busca desesperada por glória, em vez da verdadeira realização. Fazer acontecer, essa atitude deve ser o ponto de partida para se discutir sobre as posturas e hábitos de um líder, porque ele busca atingir sempre os melhores resultados", alega.
De acordo com o especialista, um líder precisa de uma equipe comprometida, afinada e principalmente motivada, pois sozinho não será capaz de resolver todos os problemas e realizar as inúmeras tarefas do dia-a-dia. "Liderar é diferente de oprimir e coagir os liderados. É fazer com que o grupo seja homogêneo e participativo e busque, junto, alcançar os objetivos comuns", enfatiza. Para Mileris, um coordenador de grupo tem que ter conhecimento de si mesmo e do ambiente de trabalho. "É preciso maturidade para reunir as habilidades gerenciais e compartilhá-las, sem egoísmo, com a equipe. Ampliar a capacidade é orientar, educar, treinar enfim participar", explica.

Na rotina do trabalho muitas vezes o encarregado esquece detalhes importantes que podem influenciar no comportamento dos subordinados, como a valorização do trabalho, envolvimento profissional e principalmente a humanização. "O condutor deve analisar e avaliar suas atitudes, buscando uma postura que ajude seus seguidores a se desenvolverem, alinhando suas necessidades pessoais e valores aos da empresa, fazendo com que a produtividade cresça e o objetivo final seja atingido com êxito", avalia o palestrante.

Wilson afirma que a forma mais eficiente de ensinar é observando a ação do outro e dar um resultado específico. "O feedback deve destacar exemplos de comportamento e desempenho que são ideais ou que precisam ser mudados. O líder deve ser parte da equipe, isto é, não se colocar no papel de superior e sim de parceiro, dividindo as tarefas e sendo cúmplice de seu time e vice-versa. Além disso, um bom guia precisa conhecer as metas pessoais dos seus liderados e alinhá-las com as metas corporativas, de forma interligada para um alvo comum", conclui.

Fonte: ClienteSA