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Entender mais para gerenciar melhor

"É preciso melhorar a performance", "A performance do mês foi insatisfatória", "Precisamos produzir". Frases como essas são comuns no mundo das organizações. A importância da performance humana no trabalho é indiscutível. Afinal todos querem gerar o máximo de benefícios com o mínimo de custos e riscos. Mas será que os gestores compreendem de fato esse fenômeno? Em outras palavras, será que sabem o que é performance, quais seus determinantes, como medi-la e, principalmente, como aumentá-la?

Lançar uma luz sobre tais tópicos é vital para a gestão de qualquer organização. Ambientes competitivos, dinamismo e inovação nos mercados… Tudo isso torna "Melhorar a performance" um imperativo. Mas por onde começar? Penso que uma boa pedida é recorrer às fórmulas de performance ao longo da história da administração.

Podemos tomar quatro sistemas em administração para falar de como historicamente a performance foi encarada por essa disciplina:

1) A Administração Científica

Frederick Taylor, como apenas um engenheiro mecânico poderia fazer, em 1911 mensurou cada centímetro quadrado de sua fábrica, e cada movimento de seus funcionários em busca de respostas para a melhoria da performance destes. O inventor da Administração acreditava que tudo era uma questão de ajustar o trabalho como se a fábrica fosse uma imensa engenhoca formada por pessoas e máquinas. No final das contas, concluiu que performance dizia respeito aos resultados alcançados num dado período de tempo.

2) Escola das Relações Humanas

Duas décadas após, e em reação a Taylor, surgiu a Escola das Relações Humanas no Trabalho. O foco passou a ser a satisfação pessoal do trabalhador e no ambiente psicossocial em que se realiza o trabalho. Hoje alguns podem acusá-los de romantismo, idealismo. Mas na época foi uma grande inovação inserir o sujeito na fórmula. Essa visão perdura firme e forte nos dias de hoje. É comum chefes contratarem "palestrantes motivacionais" porque acreditam que "motivação" é tudo que os funcionários precisam para performar melhor suas funções.

3) Gestão da Qualidade Total

Nos anos 1960 surgem as primeiras abordagens em administração que começam a levar a sério variáveis ambientais em fórmula de performance. A Gestão da Qualidade Total inaugura a noção de que o trabalho deve ser feito a partir de metas de qualidades. A qualidade é uma medida da adequação entre o que é feito e o que deveria ser alcançado. Metas de performance passam a figurar como indicadores dessa medida. Assim, importa ser produtivo, como disse Taylor. Importa estar motivado, como prescreveram os humanistas. Mas importa também que a organização garanta um ambiente otimizado para a qualidade e estabeleça metas para o trabalho.

4) Reengenharia de Processos

Nos anos 1980 surge a Reegenharia de Processos, sinalizando algo que a Gestão da Qualidade falou pouco. Trata-se da importância de pensar a organização como um sistema unificado, formado por processos que traspassam departamentos e setores. Processos esses que precisam estar em sintonia com o nível estratégico da organização. A performance no trabalho torna-se uma função das competências do trabalhador, do nível de otimização dos processos e da qualidade dos objetivos estratégicos da organização.

A tabela resume as principais ideias desses quatro sistemas sobre o que é performance:

A visão sobre performance nos dias de hoje

Performance passa a ser entendida, nos dias de hoje, como algo multideterminado, o resultante de diversos sistemas que dizem respeito tanto ao trabalhador quanto ao ambiente de trabalho. A compreensão de que diversas variáveis se relacionam para formar esses resultantes permite não cometer o erro de enfatizar demais o indivíduo e esquecer o ambiente (como Taylor e a Escola das Relações Humanas), ou enfatizar demais o ambiente e esquecer o indivíduo (como a Gestão da Qualidade e a Reengenharia de Processos parcialmente fizeram).

Impossível esperar por alta performance de um trabalhador que não esteja capacitado e motivado, mas ao mesmo tempo não realize funções bem planejadas, de posse de instrumentos apropriados. E funções essas que digam respeito a processos que contribuam de fato com a realização dos objetivos da organização.

São erros gerenciais comuns oriundos de visões deficitárias sobre a performance no trabalho:

a) que melhorar a performance dos funcionários é uma questão de exigir mais produtividade no tempo (Taylor);

b) motivar e incentivar o pessoal como método único ou principal para melhorias (Humanistas);

c) não estabelecer metas realistas para o trabalho, diante das condições do ambiente organizacional (Gestão da Qualidade);

d) e não levar em conta a totalidade processual da organização na hora de avaliar e gerir a performance de seus trabalhadores (Reegenharia de Processos).

A fórmula da performance tem por variáveis tanto as do trabalho humano quanto as das condições de trabalho. Uma melhor compreensão da performance levará a uma melhor gestão desse fenômeno humano nas organizações.

Alessandro Vieira dos Reis é sócio-fundador e diretor de P&D da Performansys e Fabiela Fatima Andrighi é sócia-fundadora e diretora de negócios da empresa.

Fonte: ClienteSA

Empresas intensificam busca de oportunidades na Copa

A busca por oportunidades de negócios com a Copa do Mundo da FIFA 2014 apresentou um forte crescimento durante o mês de junho. Nesse período da realização da Copa das Confederações, o Portal Sebrae 2014 recebeu mais de 20 mil acessos, com 56 mil visualizações de páginas. Esse resultado significou um aumento de 420% no número de visitas ao portal em comparação com o mesmo período de 2012. "Todo mundo vai ganhar com os eventos esportivos, do pipoqueiro ao grande hotel. O que queremos é aproximar os pequenos empreendedores dessas oportunidades mapeadas no Brasil", afirma o presidente do Sebrae, Luiz Barretto.

Nas pesquisas de conteúdos do site, o termo mais procurado pelos internautas até o mês passado foi "móveis", o que indica interesse dos empreendedores por informações relacionadas a negócios com madeira e móveis. Esse é um dos dez segmentos da economia destacados no Mapa de Oportunidades para as Micro e Pequenas Empresas nas Cidades-Sede da Copa do Mundo FIFA 2014. O estudo também apontou oportunidades em áreas como Agronegócios, Moda e Tecnologia da Informação (TI). Na sequência dos itens mais buscados estão: cursos, turismo e construção civil.

No primeiro ano de operação do portal, entre junho de 2012 e junho de 2013, houve mais de 140 mil visitas, com cerca de 390 mil visualizações. São Paulo é a cidade que registra mais acessos, com 21.224. Em seguida, aparecem Brasília (15.134), Rio de Janeiro (13.442), Belo Horizonte (8.617), Curitiba (6.563), Recife (6,2 mil), Salvador (5.416) e Porto Alegre (4.612). Além do Brasil, moradores de 89 países acessaram o endereço eletrônico.

O endereço na web é um dos canais do Sebrae para o público se informar sobre as oportunidades de mercado criadas pela Copa 2014, com estudos setoriais e econômicos, notícias, calendário de licitações e eventos. Quem quiser buscar informações setoriais pelas áreas mapeadas no estudo para a Copa pode entrar no endereço http://segmentos.sebrae2014.com.br, onde é possível encontrar conteúdos como ideias de negócios e casos de sucesso de empresários de diversos segmentos.

Fonte: Cidade Marketing

Pampers inaugura ambientes especiais para crianças e adultos no Shopping Eldorado, em São Paulo

Pampers inaugura o "Espaço Pampers", no Shopping Eldorado, em São Paulo, com ambientes especiais para crianças e adultos conferirem de perto o que a marca tem de melhor. As crianças poderão brincar e interagir, tirar fotos com o tema do filme "Universidade Monstros", enquanto os pais podem visitar o #espacopampers para saber mais sobre o portfólio das marcas Pampers e Oral-B Stages, além de conhecer novidades das marcas, como os novos produtos inspirados no novo filme da Disney e o novo aplicativo Pampers para organizar Chá de Fraldas.

O "Espaço Pampers" conta com a "Brinquedoteca Duracell", com atividades monitoradas e muitos brinquedos para a criançada se divertir e brincar. As crianças poderão ainda tirar fotos com o tema do filme "Universidade Monstros" e ganhar uma cópia impressa durante os finais de semana.

Enquanto as crianças se divertem no "Espaço Pampers", mamães e papais poderão visitar os tótens de Pampers e Oral-B Stages e ficar por dentro de todos os produtos que as marcas oferecem para bebês e crianças de todas as idades. Promotores estarão disponíveis para tirar dúvidas e apresentar os novos produtos inspirados no tema "Universidade Monstros": as frasqueiras colecionáveis para as toalhinhas umedecidas Pampers Sensitive e a escova de dentes Oral-B Stages 3, desenvolvida para crianças de 5 a 7 anos de idade.

Mamães de primeira viagem também poderão conferir o novo aplicativo de Pampers para organizar o Chá de Fraldas da maneira mais fácil e divertida. Além de organizar o evento, a mãe encontrará dicas de decoração e brincadeiras para entreter suas convidadas durante a festa. O aplicativo estará disponível na página oficial de Pampers no Facebook – http://www.facebook.com/pampersbrasil – no mês de julho.

Os visitantes poderão ainda ganhar ingressos para assistir o filme "Universidade Monstros", na compra de duas frasqueiras Pampers Sensitive e qualquer produto da linha Oral-B Stages.

O "Espaço Pampers" fica aberto até o dia 31 de julho de 2013, de terça a sexta das 12h às 20h; aos sábados das 10h às 22h e aos domingos das 12h às 20h.

Fonte: Cidade Marketing

Motivos para investir no marketing esportivo

O mercado brasileiro na área dos esportes está passando por um período de grande expansão devido aos investimentos gerados, principalmente, pela Copa de 2014 e pelos Jogos Olímpicos de 2016.

Segundo o IBME (Instituto Brasileiro de Marketing Esportivo), a indústria esportiva brasileira movimenta em média R$ 31 bilhões por ano, o que equivalente a 3,3% do Produto Interno Bruto. Nos últimos anos, as ações mercadológicas voltadas para o esporte registraram um crescimento médio de 12,3%, empregando diretamente mais de 300 mil pessoas (estudo de mercado realizado pela rede Bahia de Televisão).

Segundo Pitts & Stotlar (2006), Marketing Esportivo é a aplicação dos princípios de marketing a qualquer produto (bens, serviços, pessoas, lugares e ideias) da indústria do esporte.

O esporte é um produto intangível que mexe com a emoção das pessoas. É uma prestação de serviço de entretenimento e diversão. É um momento em que as pessoas podem sonhar, relaxar e compartilhar suas alegrias ou frustrações. Mexe com o emocional e espiritual.

O torcedor ao comprar um ingresso para um estádio ou assistir o evento na TV, ele espera participar de uma boa experiência, de se emocionar com os lances e com as atuações dos atletas nas mais diversas modalidades de esportes. Os resultados são imprevisíveis!

Pensando assim, o esporte é um produto que tem como objetivo de seus idealizadores gerarem emoções do público. Para quem presencia o evento num estádio ou arena esportiva a emoção é ainda maior. Antes do evento, há somente uma expectativa, durante o evento as emoções afloram e após o evento as comemorações continuam com a torcida do time ou atleta vencedor e o silêncio dos perdedores.

Algumas das características do esporte como produto:
•É universal;
•É intangível e subjetivo;
•É produzido e consumido simultaneamente;
•Forte identificação com o público;
•Imprevisível e inconstante.

O esporte como produto pode ser adaptável a qualquer empresa ou marca. As empresas que investem em esportes buscam aumentar a identificação com seus clientes e prospects, assim como o relacionamento.

Os eventos esportivos garantem visibilidade para as marcas dos patrocinadores, porque, dependendo do evento, é visto por milhares de pessoas, fazendo com que suas marcas ganhem espaço na TV, sites, jornais, revistas e outras mídias.

A parte tangível dos esportes são os atletas, árbritos/juízes, auxiliares, materiais, equipamentos e instalações.

Por ter forte apelo emocional, as ações de marketing devem envolver emocionalmente o consumidor, assim como todo o planejamento relacionado aos aspectos tangíveis para atender as necessidades e expectativas dos clientes.

Seu objetivo principal é transferir os benefícios, atributos e valores do esporte para seus produtos e marcas. A empresa reforça seu composto de marketing, aumentando assim seu potencial de propaganda e publicidade, de relações públicas, de assessoria de imprensa, de merchandising e de vendas.

Alguns dos benefícios do uso dos esportes nas empresas:
•Visibilidade potencializada;
•Audiência ampliada;
•Imagem renovada;
•Vendas ampliadas;
•Aumento no relacionamento;
•Oportunidades de negócios;
•Criação de comunidades virtuais;
•Mobilização e motivação de consumo.

Algumas conclusões sobre o uso do marketing esportivo nas empresas:

O esporte ativa a comunicação e o marketing das empresas, gerando maior visibilidade institucional, incrementando as vendas e relacionamento com clientes e mercado, possibilitando e ampliando as oportunidades de negócios.

Bibliografia:

Fundamentos do Marketing Esportivo, Brenda G. Pitts & David K Stotlar, Phorte, 2006
MELO, Neto, Francisco Paulo de – Marketing Esportivo – 2ª. Ed. – Rio de Janeiro: Record, 2000

Um nicho a ser explorado pelas PMEs

Em um mercado tão competitivo como o de contact center, em que as grandes empresas detêm a maior fatia do segmento, o setor busca cada vez mais novas formas de se reinventar para agregar valor aos serviços oferecidos. Necessidade latente também pela diminuição da rentabilidade que vem sendo registrada nos últimos anos. Por conta disso, as pequenas e médias empresas estão encontrando um caminho importante para expansão dos negócios: a segmentação.

Esse movimento mercadológico está alinhado ao crescimento de consumo da classe C, que deverá chegar a 118 milhões de pessoas até 2014, segundo estimativa da Fundação Getulio Vargas. Com isso, é preciso aproveitar este momento aquecido, mas deve-se prever que o aumento da utilização dos serviços de atendimento ao cliente será considerável e exigirá das empresas infraestrutura para suportar essa demanda e um olhar renovado e criativo para se relacionar com esses novos consumidores.

Com base nesse conceito e para criar um atendimento cada vez mais especializado e que compreenda a real necessidade do cliente, muitas companhias estão optando por contratar pequenas e médias centrais de contact center. Dessa forma, a expectativa é que elas integrem projetos de relacionamento com o consumidor que tenham características especialistas sintonizadas com seus perfis de trabalho, como alguns serviços das áreas financeira e de tecnologia, entre outros.

Mas, não será somente a classe C que se beneficiará desse formato de trabalho, já que muitas empresas optam por contratar um call center com um perfil diferenciado para atender, por exemplo, clientes do mercado de luxo, private banking, farmacêutico, que buscam solucionar dúvidas específicas e que exigem um atendente com formação diferenciada e, muitas vezes, bilíngue.

Esta é uma excelente iniciativa promovida pelas pequenas e médias empresas do setor que deverá gerar, nos próximos anos, ainda mais empregos, qualificação profissional, investimentos em tecnologia, competitividade e, assim, estimular o crescimento do mercado e encantar as empresas atendidas com a conquista e fidelização de clientes, o que é a alma de qualquer negócio.

Stan Braz é diretor presidente executivo do Sintelmark, Sindicato Paulista das Empresas de Telemarketing, Marketing Direto e Conexos.

Fonte: ClienteSA