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Poupar ou economizar?

Muitas pessoas acreditam que economizar e poupar sejam a mesma coisa, essencialmente, porém, são ações distintas. Entender a diferença entre esses conceitos é essencial para a eficiente administração dos recursos disponíveis, seja na empresa ou, até mesmo, no dia a dia.

Poupar é acumular recursos com um objetivo específico, como trocar de carro, fazer uma viagem, ampliar as instalações ou, no caso de micro empresas e empresas de pequeno porte, programar os pagamentos de férias e 13º salário dos funcionários. Os recursos poupados podem vir de diversas fontes, como venda de um imóvel, alugueis ou um grande contrato assinado, economia realizada no período, entre outras.

Economizar é diminuir o consumo, cortar custos ou reduzir despesas; no dia a dia é o que ocorre ao comprar lotes maiores visando melhores preços, trocar lâmpadas incandescentes por fluorescentes ou reestruturar a organização. Quando se faz economia, são disponibilizados recursos que serão utilizados de outra forma, que não necessariamente fazer uma poupança.

Entender essa diferença é essencial para quebrar aquela ideia de que é preciso economizar para iniciar uma poupança, o ideal seria separar os recursos a serem poupados no momento de seu recebimento, porém o fluxo de caixa das empresas nem sempre permite essa imobilização de imediato. Nesses casos é interessante que os gestores busquem melhorias visando a redução de custos e, consequentemente, disponibilizando recursos a serem poupados.

Quando falo em melhorias, compreenda que TUDO dentro da organização está sujeito a elas. Não necessariamente ao mesmo tempo (o normal é que ao melhorar uma etapa do processo surjam novas ideias para melhorar as demais), podem ocorrer melhorias nas instalações, no treinamento, na prevenção de perdas, etc. O importante é que sejam estudadas de forma consistente e, nesse momento, a ajuda de uma consultoria (como a oferecida pelo SEBRAE para as micro e pequenas empresas) e a participação de todos os envolvidos no processo podem trazer resultados surpreendentes em um tempo, relativamente, curto.

Fonte: Administradores

Cerveja Polar cria ´anulador de celular´

Enquanto se está rodeado de amigos em uma mesa de bar, duas coisas realmente importam: a cerveja gelada e as boas companhias. Para que as pessoas pudessem desfrutar melhor dos momentos de confraternização como este, a Polar desenvolveu, em parceria com a agência Paim, um porta-garrafa diferente. Além de manter o produto gelado, a "cervegela" de Polar serve também para banir os amigos que não conseguem desgrudar de seus celulares.

Para evitar que o telefone móvel se transformasse em protagonista dos "happy hours", a Polar inventou o Anulador de Celular Polar que funciona da seguinte maneira: a partir do momento em que a garrafa de Polar é colocada na cervegela, o sinal de todos os celulares e smartphones daquela mesa são bloqueados.

"A ideia é possibilitar que outras pessoas possam experimentar os efeitos do Anulador de Celular. Se desconectar do mundo – mesmo que seja por alguns minutos – em prol de boas companhias, um bom papo e uma cerveja gelada, é sempre válido", comenta Taciana Ávila, gerente de comunicação da marca.

E quem quiser conhecer o Anulador de Celular Polar poderá descobrir, por meio de um aplicativo no Facebook (www.facebook.com/cevapolar).

Fonte: Cidade MArketing

Dicas simples de como lidar com o conflito intrapessoal e desenvolver a inteligência emocional

Uma pesquisa realizada nos Estados Unidos pela Kelton Research identificou o poder do sorriso no mundo corporativo. Kelton constatou que cerca de 58% das pessoas entrevistadas conquistaram uma vaga de emprego ao sorrir harmoniosamente e cerca de 53% adquiriram melhores remunerações. Fonte: Amorin.Maíra. "O Valor do Sorriso." Jornal O Globo. Caderno Boa Chance. 02/10/2011: 1.

Uma outra pesquisa, desta vez realizada no Brasil, com 46 mil profissionais, relata que o mundo corporativo estabelece uma prioridade na hora de contratar: Considerando 80% para as habilidades comportamentais e o restante para as habilidades técnicas. Fonte: Rubin. Débora. "A arte de se relacionar." Revista Isto É. 11/2012: 58.

Está claro que não há mais espaço para o mau humor no mundo corporativo. Porém, por mais comprovado que esteja a importância do sorriso, percebo que as pessoas ainda possuem muita dificuldade em desenvolver essa habilidade. Em nossos treinamentos, aplicamos alguns exercícios usando o sorriso é impressionante como as pessoas travam no início.

Portanto, o que é mais importante sabermos é que nosso estado de espírito é mutável, sendo possível autogerenciar nossas emoções ao desenvolvermos nossa inteligência emocional.

A Inteligência Emocional, tema bastante falado nos dias atuais, tem um pouco mais de um século de existência, desde a descoberta por Charles Darwin um cientista, médico, teólogo e geólogo, que estudou as expressões humanas e animais para identificar emoções externalizadas pela linguagem do corpo. Porém, esse tema se tornou mundialmente conhecido graças a Daniel Goleman que divulgou o assunto através de seu livro intitulado "Inteligência Emocional".

Mas afinal, o que é inteligência emocional? como adquirir? e usá-la?. A resposta que dou a essas perguntas é única apesar de um grande leque de possibilidades. Você vai descobrir quando mergulhar para dentro de si. O caminho é o auto-conhecimento.

Durante muitos anos atuei no ramo farmacêutico e na construção civil, ambos com um alto nível de pressão. Sempre fui uma profissional bastante comprometida, porém, não me conhecia e não sabia a forma mais harmônica de responder aos insultos no trabalho, o que somatizava ainda mais o meu nível de stress e problemas (conflito). Porém, através de um treinamento de imersão, coordenado por um mestre na área, que eu pude perceber onde estavam as pedras de meu caminho. Elas estavam dentro de mim mesma.

Foi então que me apaixonei pelo tema e resolvi cursar mestrado na área de Resolução de Conflito e Mediação, para me aprofundar neste universo. Descobri uma formas simples de como lidar com os conflitos intrapessoais e aprimorar a inteligência emocional que ajuda no relacionamento intrapessoal(dentro de você mesmo) e interpessoal (você com os outros).

Mas antes de falarmos deste processo, faz-se necessário entendermos onde o conflito começa:

Conforme a resolução de conflito da escola Community Boards and Alzate de 2000, todo o conflito é composto por um processo cíclico. Demonstro abaixo uma adaptação desta resolução:

1º. Bagagem mental: é composta por nossas crenças, valores, experiências, educação, meio social, etc. que formam nossa visão de mundo, nossa forma de ser;

2º. O problema (conflito): o conflito se dá a partir do momento em que nos deparamos com algo incompatível com nossas aspirações. Pode ser intrapessoal ou interpessoal (este artigo vai se concentrar no conflito intrapessoal).

Exemplifico abaixo o dilema de uma personagem fictícia de nome Carla:

"Quero estudar línguas na França ainda este ano (objetivo, aspirações), mas terei que ficar um ano longe do meu filho que tem apenas 1 ano de idade (o problema, a não conformidade)."

3º. Ação: a ação é o posicionamento que tomamos diante do conflito constatado que sempre imprime uma conseqüência. Exemplifico abaixo dando seqüência ao exemplo do item anterior:

"Decidi estudar línguas na França e deixar meu filho."

4º. Efeito: é o que coletamos quando tomamos uma ação diante do conflito. Vejamos a conseqüência da ação tomada por Carla:

"Quando retornei ao Brasil, meu filho não me conhecia e me rejeitava."

5º. Bagagem mental: o processo cíclico do conflito retorna ao passo inicial, somatizando a bagagem mental, ou seja, alimentando-a ainda mais o conflito.

Agora que entendemos como funciona o processo conflitivo fica mais fácil estabelecermos uma remodelagem de ações que tomamos diante do conflito.

Coloco abaixo, algumas dicas do processo que chamo de CHAS (Conhecimento, Habilidades, Atitudes e Supervisão), que contribui para a transformação da forma de como lidar com o conflito intrapessoal e desenvolver a inteligência emocional:

1- AUTO-CONHECIMENTO:

O primeiro passo para a mudança é a consciência de quem nós somos, como respondemos aos estímulos, qual é a nossa história, como agimos em determinada situação, onde queremos chegar e por aí vai. Alcançar o auto-conhecimento não é uma tarefa fácil, porém, através de mecanismos simples é possível fazer um mapeamento de nossas ações:

Faça uma auto-análise dos pontos fortes e pontos a melhorar;

Crie um diário contendo: o evento, ponto positivo, ponto negativo. Coloque o que aconteceu e como você reagiu, o lado positivo disso e o lado negativo. Lembre-se, sempre há um lado positivo, pense bem e coloque-o no diário;

Determine uma freqüência para avaliação;

Analise o diário e faça uma auto-crítica das ações adotadas no evento e verifiquese você reagiria de forma diferente;

2 – HABILIDADE PARA MUDAR:

Diante do mapeamento feito na fase anterior onde foi possível identificar algumas habilidades que você não possui e que precisa desenvolver (pontos a melhorar), podemos dizer que você já está consciente e sabe que precisa praticar os novos procedimentos para o enfrentamento do problema (conflito intrapessoal).

Teste os novos procedimentos;

Avalie o seu efeito;

Identifique pontos a melhorar;

3- ATITUDE:

Querer é poder, portanto tenha atitudes e pensamentos positivos, e:

Seja otimista;

Tenha determinação;

Boa disposição para mudar;

4 – SUPERVISÃO:

Fique de olho no que as pessoas pensam sobre você, elas podem sinalizar algum desvio (erros, ajustes) que você ainda não tinha se conscientizado;

Procure uma pessoa de confiança e conte sobre o seu plano de mudança que discutimos aqui. Ele pode supervisionar o seu comportamento e sinalizar outros desvios. Isso vai ajudá-lo na constante busca pelo auto-desenvolvimento;

Policie-se: isso significa prestar mais atenção em você mesmo para não cometer os mesmos desvios;

Essa é uma ferramenta lúdica e simples para aprendermos a lidar com os nossos próprio conflitos e começarmos a desenvolver a tão falada inteligência emocional, mas é importante destacar, que ela por si só é insuficiente dependendo do grau do problema.

É bastante imponente a necessidade da auto-consciência, participação de uma terceira pessoa e principalmente da VONTADE de encarar o processo de mudança diante do conflito intrapessoal.

Por fim, mais uma última dica, faça exercícios diários sorrindo durante pelo menos 5 minutos, depois de um tempo, transforme esse sorriso em uma gargalhada de 3 minutos. Faça isso diariamente e você verá a mudança de humor. O sorriso contagia e tem poder transformacional, gera prazer e alegria.

Por: Deise Machado – Grid Instituto Consultoria e Treinamento

Fonte: Administradores

Canal de vendas diretas: um formato sob mudança?

No universo das vendas diretas emerge uma importante questão: será que, numa empresa apoiada no sistema de vendas diretas, mais do que apenas executar vendas suas representantes conseguem desempenhar outras funções também almejadas pela empresa?

Para responder a esta pergunta, conjuntamente com a professora de Marketing Irene Raguenet Troccoli, do Mestrado em Administração e Desenvolvimento Empresarial da Universidade Estácio de Sá, realizei pesquisa na cidade do Rio de Janeiro em meados de 2012. Usei o caso da Natura, que investe alto para se diferenciar no mercado de cosméticos como empresa ambiental e socialmente responsável, e que treina suas consultoras quanto ao foco ambiental para vender a linha Ekos. Investiguei se as consultoras, no momento da venda, também se preocupam em divulgar este posicionamento da empresa, já que, embora de modo limitado, a empresa se esforça em prepará-las para lidarem com este assunto.

O resultado surpreendente foi que os clientes entrevistados não reconheceram nenhum esforço deliberado das consultoras para frisarem qualquer benefício do produto que está sendo comprado, nem no que diz respeito à relação com o comportamento ecologicamente responsável da Natura, nem no que tange a seus aspectos funcionais.

Então, de onde vem esta lacuna?

A conclusão foi que ela advém de uma distorção amplamente praticada no sistema de vendas diretas da Natura: a terceirização, prática já consolidada, entre suas consultoras oficiais, de construírem uma rede de vendedoras informais (sem ligação direta com a Natura) para as quais repassam os catálogos, assim como parte de sua remuneração, a título de "pagamento". As terceirizadas passam a "vender Natura" sem terem tido nenhum tipo de treinamento por parte da empresa – e muito menos das "terceirizadoras" – recebendo uma remuneração acordada com a consultora.

A pesquisa também apontou três motivos para esta terceirização: o desejo das consultoras de incrementar sua performance de vendas, o fato de elas saberem que a empresa na prática não inibe esta iniciativa, e a percepção dos clientes de que lhes é conveniente esta prática de a vendedora de apenas "deixar a revista e pegar depois".

Isto significaria que o formato original das vendas diretas estaria sendo forçado à mudança para uma venda por catálogo, por uma questão tanto do lado da empresa vendedora, quanto do lado dos clientes?
Não obrigatoriamente. A pesquisa mostrou que o que pode estar havendo é apenas uma nova forma de arranjo na concepção da venda direta: vários dos clientes entrevistados afirmaram conhecer a postura responsável da Natura, refletida na linha de produtos Ekos, a partir de informações das mídias televisiva e impressa.

Ou seja, a Natura teria encontrado uma forma de aliar o melhor de dois mundos: ela "libera" oficiosamente as consultoras para terceirzarem (o que implica maior volume de vendas e maior receita para a empresa), e, por meio de mídias de elevada penetração, garante e controla perfeitamente a disseminação de todo e qualquer recado mercadológico a seu respeito que queira passar ao público.

Marcos Nahmias é jornalista, mestre em Administração de Empresas pelo MADE da Universidade Estácio de Sá, e professor do Centro Universitário do Pará – CESUPA.

Fonte: ClienteSA

52% dos profissionais de vendas do Brasil só têm até o ensino médio, afirma pesquisa

O CDPV (Centro de Desenvolvimento do Profissional de Vendas) acaba de concluir uma pesquisa sobre a empregabilidade da Geração Y (jovens entre 18 e 24 anos), que aponta que mais da metade (52%) dos profissionais não passaram do ensino médio e só uma minoria (9%) domina ao menos uma língua estrangeira. Mais de 70% aceitam remuneração de até R$ 1.500, porém, quando o profissional tem ensino superior e/ou segundo idioma fluente, a pretensão salarial aumenta até 60%.

A pesquisa será apresentada no 7º Encontro Nacional de Vendas e Gestão do CDPV no Rio de Janeiro, dia 21 de agosto. Ao todo, 1.200 jovens de todo o Brasil foram entrevistados – apenas 13% têm formação superior, só 4% garantem ter nível avançado em informática, e 85% pretendem ganhar menos de R$ 2 mil.

No evento estarão presentes o vice-presidente da Zamboni Distribuidora (Edson Bregolato), o diretor dos Hotéis Bourbon (Jeferson Munhoz), o presidente da rede Mundo Verde (Sergio Bocayuva), e o diretor geral do Brasil da Dufry (José Rosa).

Fonte: Administradores