As “N” (ou “n”) razões para a quebra de uma empresa

Atualmente é muito comum, por vezes pela didática, visando melhorar nossa comunicação com o mundo em geral, identificarmos uma quantidade de passos que nos fazem chegar à um determinado resultado ou mesmo justificar uma determinada situação: Os 10 passos para emagrecer; às 10 razões um divórcio; etc.

Recentemente um interlocutor me solicitou as 10 razões (entendi como sendo as principais) para a quebra de uma empresa.

Minha primeira reação foi a de iniciar uma lista iniciando-a pela abertura de negócios e quando estivesse chegando próximo a 10ª aumentaria a abrangência dos itens, mas não cheguei na 3 razão. Minutos depois percebi que não deveria ter ido para 2ª.

Talvez para definirmos um processo seja mais factível definirmos uma quantidade limitada de passos para o mesmo. Mas para justificar ou identificar as razões para uma determinada situação … ?

Após tantos anos tratando com pessoas em todos os níveis profissionais em processos de reestruturação e recuperação de empresas, e tendo verificado que ou autores de livros sobre “Turnaround” mencionam constantemente a importância de profissionais experientes na matéria durante tal processo e aliarmos à isso, as “n” possibilidades de reação de uma pessoa (comum ou complexa não importa neste momento), poderíamos encontrar reações e situações que tendem ao infinito.

Nesta hora podemos nos questionar:

Como podemos limitar e mesmo generalizar, as razões para uma situação tão complexa ?

Primeiro passo poderia usar palavras ou alvos de nossa análise mais abrangentes. Falar sobre “macro” gestão, focar em ações comumente sob responsabilidade de um presidente ou diretor geral. Ou ainda tentar fugir da discussão de processos mais específicos ou mesmo de detalhes do dia a dia de uma empresa.

DESISTO !!!!

Apesar do longo período que atuo na área e mesmo não me lembrando de pergunta para a qual não tenha tido uma resposta, mesmo que tenha sido aquela clássica “me dê um tempo para pensar”, não vou cair na tentação ou mesmo utilizar meu tempo para tal.

Pragmaticamente e sabedores de algumas características da quase totalidade de empresários ou responsáveis por empresas com problemas (além do normal), talvez seja mais relevante e caso seja possível devido à complexidade, trabalhar em um método e sua divulgação para orientar estes profissionais a resolver os seus problemas (e até mesmo das empresas).

De qualquer forma em uma última reflexão sobre os “n” motivos para uma empresa quebrar, penso que isso geralmente acontece porque o responsável pelo comando não teve percepção suficiente no atacado e consequentemente ações no varejo, logo:
Quebra = f(“N”;”n”)

Fonte: Administradores

Você tem olhado para o futuro?

Com tantas empresas nos mais diversos segmentos, modelos de negócios diferentes, produtos inovadores e de alta tecnologia, parece não haver espaço para novas invenções e novos empreendimentos.

Em um mundo onde tudo parece já ter sido inventado, muitos empreendedores potenciais desistem de seus sonhos e ideias por darem ouvidos à censura alheia (e de si mesmos!): “isso não tem como dar certo”, “é inviável”, “em time que está ganhando não se mexe”, “você está louco”, “deixe de sonhar e vá trabalhar”. E assim o cemitério dos sonhos vai ficando cada vez mais cheio.

Não aborte seus sonhos. Muitas inovações e projetos demoram anos para se concretizar. George Lucas, por exemplo, esperou mais de 20 anos para poder realizar os três primeiros episódios da saga Star Wars, pois não contava com os recursos tecnológicos necessários na década de 70 para dar vida à sua visão.

Leonardo da Vinci, o gênio renascentista, não apenas "imaginou" o avião, mas projetou, de fato, máquinas voadoras em pleno século XV. Não viveu o suficiente para ver suas ideias materializadas, mas pode ter certeza que seus projetos serviram de inspiração para inventores como Santos Dumont e os irmãos Wright séculos mais tarde.

O primeiro computador pessoal, inventado por Steve Wozniak, foi montado em uma simples caixa de madeira. Graças à visão de futuro do outro Steve, o Jobs, estou digitando este artigo em meu próprio computador e não em minha antiga máquina de escrever Remington 33 L.

Você pode ter uma ideia aparentemente inviável, tachada por muitos como maluca, pode ser chamado de iludido, sonhador, mas pode ter certeza: ter uma visão de futuro é fundamental para se pavimentar a estrada que nos leva até lá.

Visualizar o futuro é essencial para administradores e empreendedores. Essa é a matéria-prima dos visionários, e o mundo precisa de líderes com essa capacidade. Quando nos concentramos apenas no presente, nossas ações – e seus efeitos – tornam-se limitados. Resolve-se o problema do agora, mas se esquece a questão principal: para onde estamos indo mesmo? Se você consegue enxergar o futuro, saberá responder essa pergunta com clareza e convicção. O resto é trabalho duro.

Costumo dizer que existem três tipos de pessoas: as que sonham, as que matam seus sonhos e as que vivem insanamente suas vidas para realizá-los. Saber qual o seu tipo é muito fácil: basta fazer uma escolha, uma decisão sobre o que fazer com os seus sonhos. O que você escolhe?

Fonte: ClienteSA

6 dicas poderosas para falar bem em público

Entre as muitas habilidades exigidas pelo mercado de trabalho, com certeza, a comunicação assertiva destaca-se como uma das principais aptidões. E não é para menos, para ter sucesso na carreira também é necessário saber expressar-se bem, defender e apresentar ideias de forma clara e concisa.

Para muitos profissionais a timidez é uma barreira no que tange falar em público, e apresentar um projeto à sua equipe, por exemplo, pode ser motivo de grande transtorno e aflição. Entretanto, para não deixar que este medo seja um empecilho ao alcance de seus resultados, separei seis dicas poderosas.

Confira:

•Confie em si mesmo (a): Desenvolva sua autoconfiança, tenha pensamentos positivos e acredite em suas capacidades e conhecimentos sobre o assunto que irá apresentar. Programe-se mentalmente para ter êxito e sair-se bem na frente de todos.

•Conheça bem seu público: Para direcionar com assertividade sua comunicação é importante conhecer seu público. Isso permite falar com mais tranquilidade sobre o tema e usar recursos efetivos (slides, vídeos, gráficos) como apoio à sua mensagem.

•Organize sua apresentação: Construa sua apresentação de forma coesa, seguindo uma ordem com apresentação, desenvolvimento e conclusão. Isso é fundamental para não perder o foco, manter-se seguro e conseguir dar uma sequência lógica em sua explanação.

•Domine o assunto: Conheça bem o tema e treine sua apresentação, quantas vezes for preciso. Procure a técnica mais adequada para manter o contato com o público, tente interagir com as pessoas da plateia e seja simpático.

•Atenção aos erros de português: Além e dominar o conteúdo é muito importante dominar a forma correta no que tange a língua falada e escrita. Erros de português e concordância verbal devem ser evitados. Para isso, revise seu material antes de apresentá-lo e esteja sempre com a leitura em dia.

•Postura e tom de voz: Procure ficar tranquilo e manter uma postura confiante. Se isso, de início, não for possível, busque uma posição confortável e mantenha seu tom de voz num nível agradável. Nada de ficar curvado, evitar o contato visual ou falar muito alto ou muito baixo.

Lembre-se de direcionar sua fala e olhar aos seus ouvintes, desenvolvendo um campo relacional com eles. Comunique-se de forma natural e espontânea, assim, você se sentirá mais tranquilo e confortável durante a apresentação.

Após sua explanação, procure saber a opinião de pessoas de confiança sobre seu desempenho, sobre como foi sua atuação. Esse feedback realista é importante para identificar os pontos fortes, de melhoria e evoluir a cada nova oportunidade de falar em público.

Fique atento às nossas dicas, desenvolva ou mesmo aperfeiçoe sua capacidade de falar em público e boa sorte em suas apresentações!

Fonte: www.ibccoaching.com.br

A importância da marca para a micro e pequena empresa

O empresário brasileiro, principalmente o dono da micro e pequena empresa, teima em deixar de lado algumas coisas fundamentais para a expansão do seu negócio. Uma delas é o design e a comunicação de sua marca. Infelizmente, os cuidados com a imagem acabam sendo uma daquelas coisas que entram na lista do “resolvo quando crescer”. Mas o fato é que as chances de crescer diminuem consideravelmente quando essa decisão é deixada para o futuro.

Quando se desenvolve um projeto, seja o nome da empresa ou do produto, uma nova palavra é adicionada ao dicionário do nicho de atuação. Esta palavra vai transmitir um significado para o mercado, agregando valores e conceitos únicos que vão ajudar a diferenciar a empresa da concorrência.

Para quem acha que a marca não importa, tem uma historinha famosa dos tempos da antiga União Soviética, quando esta era totalmente comunista e consequentemente não existiam marcas. Reza a lenda que uma das fábricas de televisão do governo possuía técnicos mais experientes e que os aparelhos eram montados com maior qualidade. Esta informação tornava estas TVs mais desejadas.

Mas como diferenciá-las das outras se nenhuma tinha marca? Bem, os “camaradas” descobriram que as TVs feitas naquela dita fábrica possuíam uma numeração de série específica, então quando uma família tinha o privilégio de comprar uma TV, eles varriam as lojas do governo em busca daqueles tais números de série. Neste caso, a marca que transmite a percepção de valor, foi criada espontaneamente. O número de série virou a marca, mesmo que esta não tenha sido uma decisão do fabricante.

Definir com carinho a imagem de uma empresa é uma das tarefas mais importantes a se fazer quando se inicia um negócio. Esta escolha direcionará as ações seguintes para conquistar e manter uma fatia de mercado, o famoso marketshare. Ela também ajuda na construção da imagem com a qual seu negócio será visto e lembrado pelo mercado.

Quando um empresário não toma a iniciativa de escolher a comunicação logo no início, acaba vendo o mercado fazer esta decisão em seu lugar, mesmo contra sua vontade. Para manter o destino do negócio sob controle, não tem jeito, é preciso investir tempo na construção da marca. É necessário dedicar esforços a uma coisa chamada branding, Atividade esta pouco conhecida e menos ainda praticada pelos pequenos empresários.

Existem muitas definições para branding, porém, uma das que eu mais gosto é essa: “Branding é o encapsulamento da declaração de missão, objetivos e alma de sua empresa, expressa através da voz e da estética corporativa”, de Marjorie Clayman.

Na prática, quando olharmos no dicionário mercadológico o sentido da nova palavra que surgiu com o nascimento da marca, deveremos encontrar a essência da missão (da empresa ou do produto) e esta deve traduzir a forma como a nova comunicação deverá ser entendida e percebida pelo seu consumidor.

Então entenda de uma vez por todas: marca importa sim. Sem marca, não existe diferenciação. Ser diferente, mas não comunicar é, no mínimo, um pecado – pra não dizer burrice.

Marcelo Lombardo é sócio fundador da NWG Tech, e criador do Omiexperience, software de gestão para micro e pequenas empresas.

Fonte: ClienteSA

Resultados de alta qualidade

Pode-se dizer que o trabalho com times surgiu de duas vertentes: da necessidade histórica do homem de somar esforços para alcançar objetivos que, isoladamente, não seriam alcançados e da crescente busca por resultados imposta pelo mundo moderno. Há muitos estudos que comprovam cientificamente que os resultados qualitativos e quantitativos do trabalho em equipe é muito mais alto e expressivo do que o esforço individual. Este tema parece ser bastante conhecido e difundido no mundo corporativo, contudo, encontramos times trabalhando de maneira precária, com baixo nível de comunicação e confiança, foco da reflexão que faremos a seguir.

A verdade é que a complexidade do trabalho em time evoluiu exponencialmente com o passar dos anos e a sua dinâmica de funcionamento conta com variáveis que se interdependem e se intercomunicam continuamente. Nas organizações há times multifuncionais, multiprofissionais, multiculturais e consequentemente visões de mundo bastante distintas. O encontro de múltiplas gerações nas empresas compõe mais uma variável de desconforto. Muito comum encontrar nas empresas gestores mais jovens que os membros de suas equipes. Os códigos de conduta e "mind sets" se encontram e se misturam na arena corporativa. Estudos demonstram que a competência de diversidade presente na equipe é um componente muito importante, que eleva a produtividade do time e traz resultados surpreendentes. É muito mais difícil lidar com a diversidade, exige mais debate, o confronto é mais aberto, mas o resultado final é indiscutivelmente melhor.

O fato é que a eficácia de um trabalho em time traz resultados significativos para uma organização. Este tema vem ganhando importância estratégica para as empresas, na medida em que os resultados obtidos alavancam os resultados de um negócio. Um grupo diferenciado traz resultados diferenciados e o oposto também é verdadeiro. A pressão por resultado somado à diversidade e complexidade do trabalho em time pode tornar a convivência corporativa bastante angustiante e frustrante. Uma equipe com baixa produtividade e positividade traz resultados medíocres.

O escasso tempo do executivo somado à alta sobrecarga do trabalho, de certa forma, promove o distanciamento e a superficialidade nas relações. É muito comum visualizar membros de equipes que preferem não se posicionar diante de questões de extrema relevância. Os silos de trabalho, muito comum também nas organizações, estão também presentes em equipes pequenas e grandes, de baixa e alta senioridade, mas nada disto é colocado em evidência.

Neste contexto surge o Team Coaching, diferente do time building não é um evento, é um processo. É uma abordagem de alinhamento e fortalecimento do trabalho com equipes que assegura o desempenho de alto nível. A meta do Team Coaching é melhorar a eficiência da equipe de modo que isto se reflita positivamente em resultados de alta performance para a organização, por meio de uma abordagem que propicie eficiência e foco no resultado, otimizando os recursos disponíveis.

Além disto, a metodologia de Team Coaching propõe uma co-responsabilidade pelo processo de mudança, aprimora a confiança, comunicação e feedback entre os membros da equipe, fornecendo um vocabulário e modelo para um novo modo de trabalhar em equipe.

O Team Coaching, composto por sessões semanais, aposta na ampliação da consciência do time com foco na sustentabilidade das relações ao longo do tempo. Desta forma, podemos ter times com necessidades diversas que vão desde a dificuldade de relacionamentos, conflitos, diversidade cultural, falta de alinhamento, até questões de cunho produtivo com baixo desempenho e posicionamento estratégico.

Em um mundo onde os ventos da mudança sopram constantemente, em ver de ter times que levantam barreiras para se protegerem dos ventos, as empresas precisam ter times efetivos que saibam construir moinhos que vão maximizar os ventos em seu favor.

Silvana Mello é head of coaching pratice da LHH|DBM.

Fonte: ClienteSA