Dispensa por manifestações deve ser compensada?

Por conta das manifestações vistas nas últimas semanas algumas empresas acabaram por dispensar os funcionários mais cedo, encerrando as atividades. Diante dessa situação, como são compensadas as horas perdidas? É legal pedir a compensação? O especialista em direito trabalhista do Gaiofato Advogados, Gabriel Brienza, explica que primeiramente, é necessário entender sobre o acordo de compensação de horas, que é o ajuste feito entre empregado e empregador.

"O 3º parágrafo do art. 61 da CLT permite a compensação dessas horas ou dias de paralisação. Entretanto, tal disposição deve ser interpretada com cautela. O trabalhador poderá compensar essas horas, no limite de duas horas por dia, durante o número de dias indispensáveis à recuperação do tempo perdido, desde que não ultrapasse dez horas diárias e nem 45 dias por ano e que haja autorização da autoridade competente – Ministério do Trabalho", explica.

No sentido do artigo mencionado, há quem defenda que a compensação das horas não trabalhadas nos dias de paralisação não enseja o pagamento de horas extras, desde que seguidos os preceitos legais, tendo como fundamento caso fortuito, força maior ou acidental e que impediram a prestação de serviços, segundo Brienza. Também existe tese no sentido de que essas horas trabalhadas em compensação nos dias de paralisação, devem ser consideradas como horas extras, por se tratar de tempo à disposição do empregador (art. 4º, CLT) e este quem deve assumir os riscos da atividade econômica.

O especialista esclarece que, caso a empresa pretenda que sejam compensadas as horas, a verificação junto ao Sindicato Profissional sobre a possibilidade de realizar acordo coletivo se mostra razoável, pois assim são diminuídos os riscos de reclamações trabalhistas. "Sendo a questão levada a discussão perante a Justiça do Trabalho, tanto empregado como empregador terão argumentos razoáveis sobre a validade ou não da compensação dessas horas, cabendo ao julgador do caso concreto trazer seu elemento de convicção e fundamentação para prolatar a melhor decisão", completa.

Fonte: ClienteSA

Que tipo de liderança sua empresa tem?

A figura do líder é fundamental na gestão estratégica de uma empresa, cuja principal função é direcionar as ações coletivas e individuais aos demais colaboradores. Mas, nem sempre delegar tarefas é algo fácil, necessitando de conhecimento e técnicas para atingir os resultados que se deseja alcançar.

Mas, o que é liderança? O líder é quem cria o ambiente de motivação e influencia os membros da equipe e os stakeholders (pessoas que são impactadas dentro ou fora de uma organização) a agirem numa determinada direção para alcançar os objetivos estabelecidos.

Em resumo, se uma empresa tem objetivos, estes devem estar em concordância com o que pensam os seus líderes, fazendo com que sua influência seja sempre positiva, e facilitando a gestão de equipes. As principais características a serem destacadas em um líder são: ser honesto, carismático, bom ouvinte, determinado, preparado para assumir riscos, preparado para trabalhar sobre pressão, saber delegar atividades, corajoso, positivo, percebe oportunidades e ser estrategista.

Porém, não é só isso. A liderança dentro de uma organização deve ser sempre compartilhada, entre colaboradores e gestores, sendo fundamentais constantes técnicas de coaching e também viabilizando processos de mentoring para alinhamentos das propostas e qualificação dos demais colaboradores.

Há vários tipos de lideranças e todos têm os seus lados positivos e negativos. É interessante pontuar alguns:

– Afetivo: É o chefe que dá apoio, protege e defende o colaborador. Ele busca aliar a responsabilidade da liderança com o bem estar.

– Autoritário: Este é bem conhecido, são os que impõem suas decisões, opiniões e geralmente tem visão unilateral.

– Coaching: Estimula os liderados a se desenvolverem e buscarem situações de aprendizagem no cotidiano do trabalho.

– Diretivo: Ao demandar, diz apenas o que é para fazer e o resultado esperado, mobiliza as pessoas em uma direção comum dando clareza quanto ao que é esperado. Pressupõe monitoramento do processo.

– Laissez-Faire: Ausência da atuação gerencial. É o chefe que gera um sentimento de abandono nas equipes, e não é considerado um estilo de liderança.

– Modelador: Ele demanda e diz o que é para fazer e como é para fazer, informando constantemente o que está certo e o que está errado, é ideal para liderados de baixa maturidade.

– Participativo: Não determina o que é e como devem ser feitas as coisas, e sim estimula e propicia a participação das pessoas na tomada de decisões, buscando o consenso.

– Visionário: Pensa em como fazer as demandas de maneira mais rápida, barata e qualificada. Compartilha dimensões futuras do negócio de forma atraente e factível.

Um alerta a ser feito é que muitas vezes a liderança tem reflexo negativo para empresa, nestes casos uma saída é apontar quem tem esta característica e não está sendo positivo e posteriormente trabalhar pontos de melhorias, mas nunca se deve julgar. O segredo é focar e trabalhar os pontos positivos.

Se você esta pensando que não se enquadra nestas características, ou mesmo as pessoas com quem trabalha, não se preocupe, a liderança pode ser desenvolvida com base nas experiências passadas e através de ações de capacitação. Existem cursos de lideranças que são focados em atividades práticas e vivenciais que lhe ajudarão nesta habilidade interpessoal.

A principal questão é: como reter estes profissionais? Deverá ser traçada uma estratégia e criar um plano de carreira, pois o líder não é só movido a salários como muitas organizações acreditam, são movidos a desafios. Buscam constantemente crescimento e reconhecimento profissional, e acreditam que ao atingirem estes objetivos, o dinheiro será apenas uma consequência.

Ricardo M. Barbosa é diretor executivo da Innovia Training & Consulting.

Fonte: ClienteSA

Black Sabbath ressurge com ação de guerrilha

Após 43 anos de carreira com o Black Sabbath, três dos integrantes originais da banda, o vocalista Ozzy Osbourne, o guitarrista Tony Iommi e o baixista Geezer Butler, se juntam ao baterista Brad Wilk, do Rage Against the Machine, para lançar em turnê mundial o álbum “13″.

Para promover o novo álbum da banda a McCann Copenhagen lançou uma ação de marketing de guerrilha em outdoors da Dinamarca, invadindo os anúncios de outras bandas e artistas.
Para divulgar o novo álbum do Black Sabbath, foi criada uma ação de guerrilha, em meio às camadas de cartazes lambe-lambe que anunciam os shows das bandas pop, surge o cartaz do Black Sabbath, ressurge a lenda, trazendo um alento depois de longos anos.

Fonte: Promoview

Nivea percorre ruas de Lisboa com bicicletas

Numa iniciativa da OMD e da Fuse, agências do Grupo Omnicom, a Nivea esteve até ontem (01/07), nas ruas de Lisboa com uma ação de marketing promocional para o Sun Protect & Refresh.

Nesta ação promocional, uma equipe de promotoras percorreu de bicicleta as ruas do Chiado e Amoreiras para oferecer a experimentação do produto e oferecer bolas de praia e vales desconto válidos para a compra do Sun Protect & Refresh .

Fonte: Promoview

Absolut colore as ruas de Brooklyn

A Absolut Vodka apresentou a ação de marketing promocional “Transform Today” com uma exposição de arte interativa em Brooklyn, Williamsburg, nos Estados Unidos.

A ação, que começou em 1985 com a direção de Andy Warhol, inclui o Open Canvas, uma iniciativa internacional que visa liberar o potencial criativo das pessoas que veem o mundo de uma forma diferente.
A line up dos artistas que transformaram as ruas do Brooklyn foram Asger Carlsen, Tony Cox, Craig Damrauer, Ara Dymond, Jonah Freeman & Justin Lowe, Aurora Halal, Dev Harlan, Valerie Hegarty, Katsu, Andrew Kuo, Ryan McNamara, Joseph Montgomery, Mark Nystrom, Olek, Rostarr, el_peego, JK5, Dominic Neitz, Signal, TwoJay, Kevin Phillips, itsalrightwerealright.com, Justin Beal, Michael Zahn, Lucas Knipscher, Steven Rose e Joanna Seitz.

Fonte: Promoview