CCE ganha nova identidade visual com campanha

A CCE adota uma nova identidade visual e lança campanha com foco no público jovem. Criada pela agência MOMA, “EU QUERO” traz o conceito de inovação e reúne os atributos que o consumidor moderno busca no mercado PC+, conceito de tecnologia convergente que integra ecossistemas de dispositivos e telas (computador, TV, tablet e smartphone).

O novo posicionamento de marca agrega valores que representam o atual momento da empresa após a fusão com o Grupo Lenovo. Com cores vivas e que inspiram o mundo criativo dos jovens, entre o laranja e amarelo, a nova comunicação visual da CCE mostra que a marca tem modernidade, conexão, mas, acima de tudo, simplicidade.

O novo conceito foi criado após estudo realizado pela empresa, com base na identificação dos principais atributos que conectam a marca com o público-alvo e o novo momento da CCE. Entre eles, a empresa destaca: otimismo, leveza, atitude, diversão e espírito jovem. “A mudança aproxima a marca do nosso público e mostra como a CCE está presente em suas vidas em etapas importantes, de maneira rápida e descomplicada”, destaca Humberto De Biase, diretor de Marketing e Trade Marketing da Lenovo.

Desenvolvida com os atributos da nova identidade da marca, a campanha EU QUERO reflete o que os usuários esperam da tecnologia, com inovação, informação, entretenimento e conexão fácil a tudo que os interessam. “Tudo o que os consumidores querem é estar conectados ao mundo digital e a CCE oferece os produtos mais inovadores e acessíveis para atender a essas necessidades”, ressalta De Biase.

Com inserções em mídia impressa, TV e em pontos de venda específicos por todo o Brasil, a peça publicitária tem como mote o Dia dos Namorados. Os produtos CCE já estão disponíveis nos PDVs das grandes redes varejistas.

Fonte: IN Investimentos e noticias

Setor de turismo cresce 13,1% em 2012

As 80 maiores empresas do setor de turismo no Brasil faturaram R$ 57,6 bilhões e empregaram 115 mil pessoas no País em 2012, de acordo com a nona Pesquisa Anual de Conjuntura Econômica do Turismo – estudo encomendado pelo Ministério do Turismo à Fundação Getúlio Vargas.

Segundo a pesquisa, divulgada pelo Ministério no dia 06/06, o setor cresceu 13,1% em 2012, em comparação com o ano anterior.
O levantamento indica melhoria na evolução de preços na comparação entre o realizado em 2012 e as expectativas para 2013. No último ano, os preços do setor registraram alta de 9,6% e a expectativa apurada para 2013 indica uma elevação de preços de 3,8%, abaixo da estimativa para a inflação oficial, de cerca de 6%.

“O setor está saudável e demonstra vitalidade”, diz o secretário Nacional de Políticas de Turismo, Vinícius Lummertz.

Em relação aos custos, que em 2012 acusaram uma elevação de 12%, para este ano o aumento esperado é de 4,7%. Todos os ramos de atividade ouvidos declararam que pretendem investir em 2013 – 13,3% do faturamento, em média –, e 93% das empresas ouvidas apostam em significativa ampliação nos negócios neste ano.

O faturamento médio esperado em 2013 é 7,5% maior do que em 2012 para as empresas ouvidas. “O levantamento indica para este ano elevação esperada de custos abaixo da expectativa de aumento de faturamento, que é de 7,5%, o que indica espaço para novos investimentos”, comenta o ministro do Turismo, Gastão Vieira.

Em sua nona edição, a pesquisa é uma radiografia do setor traçada pelos próprios empresários. As empresas ouvidas representam cerca de 22% da economia do turismo no Brasil. Juntas, elas faturaram no ano passado R$ 57,6 bilhões e empregaram 115 mil pessoas nos 26 Estados e o Distrito Federal.

De acordo com o Ministério, o ano passado foi especialmente bom para organizadoras de eventos e promotores de feiras. Esses ramos de atividade viram o faturamento crescer, respectivamente, 23,2% e 14,9% – 19,5 e 8,1 pontos percentuais acima do esperado para o ano.

O faturamento de agências de viagem e hotéis também cresceram: 21,9% e 14,6% respectivamente, também acima do antecipado pelos empresários.

Esses quatro setores também foram os que mais contrataram em 2012: as agências registraram um aumento de 10,5%; as locadoras, de 10,6%; os organizadores de eventos, de 16,2% e os promotores de feiras, de 10,3%.

“A pesquisa é um instrumento valiosíssimo para a análise da economia do turismo, já que ouvimos nela as vozes dos principais empresários do setor no Brasil”, afirma o diretor do Departamento de Estudos e Pesquisas do Ministério do Turismo, José Francisco Salles Lopes.

Fonte: IN – Investimentos e Notícias.

Hora de rever as metas

Já chegamos ao meio do ano, ou seja, já passaram seis meses depois daquele período em que muitos traçaram metas e fizeram promessas para um ano de 2013 melhor. Você parou para analisar o status das atividades que estão em sua lista? Na teoria, o ideal é que ao menos 50% desses compromissos estejam no campo dos realizados. Porém, na prática, se você descobrir que nem metade dos planos foram cumpridos ainda, não se desespere. Acredite, ainda dá tempo!

A melhor saída para evitar aquela sensação de frustração por não cumprir as metas é investir em um método de planejamento eficaz e o gerenciamento das atividades. Dessa forma, é possível concluir tudo que havia planejado antes mesmo que o ano termine. No entanto, para que isso aconteça, imagine que o ano está começando neste instante. Isso facilitará na organização das tarefas.

Na sequência, reserve de 20 a 30 minutos para esse exercício. Pegue uma folha de papel em branco para rabiscar suas ideias e depois transfira estes dados para sua agenda ou sistema de planejamento.

Para definir essas metas e seus prazos, pense em três determinantes:

1. Que áreas da sua vida você precisa dedicar mais ou menos tempo? Faça uma lista dos papéis da sua vida (pai, mãe, profissional etc) e crie duas colunas: "Fazer" e "Parar". Na primeira coluna escreva atividades que precisa fazer por cada um destes papéis, coisas bem específicas e não contemplativas (em vez de "Ler Mais", coloque "Ler o livro X"). Na segunda coluna coloque as coisas que você faz, mas que não geram nenhum resultado e você sabe que deveria parar de fazer.

2. Pense na Meta: Repare que coloquei no singular, o que significa que é para ser limitado nessa quantidade de metas. Se tiver uma, ótimo, se tiver quatro, talvez não seja viável. Pense no número adequado para você. O mais importante nesse momento é o plano de ação, ou seja, as tarefas que vão fazer com que você saia do lugar. Esse é um bom momento para rever as promessas e checar o que andou e o que não andou. É simples, se não andou, é porque o plano de ação está mal feito ou a meta é inviável.

3. Mente Antecipada: Pense em datas especiais para o próximo semestre, como por exemplo, entregas de projetos importantes, idas ao médico para exames de checkup etc. Procure antecipar ou agendar atividades que devam ser feitas até o final do ano, assim você prioriza o importante, evita deixar para a última hora e fica com a certeza de que está no controle do seu tempo.

Lembre-se que ainda há seis meses para cumprir os seus planos, basta querer e começar neste instante! Não deixe para o ano que vem o que você pode colocar em prática ainda neste ano. Cumpra suas promessas e dê espaço para que novos planos possam surgir!

Christian Barbosa é CEO da Triad PS e especialista em administração de tempo e produtividade

Fonte: ClienteSA

Dispositivos móveis se tornarão principal meio de pagamento, dizem especialistas

Usar aparelho móvel para fazer pagamentos é tendência que avança rapidamente no Brasil e, no futuro, deve se tornar o principal meio de transações. Essa foi a conclusão de especialistas que se reuniram quinta-feira (6) no evento Mobile Payment & Marketing, realizado pelo Conselho de Criatividade e Inovação da Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (Fecomercio/SP).

A tendência dos pagamentos móveis (mobile payments) é fruto da grande difusão e utilização de celulares no mundo. Com eles, segundo o presidente do Conselho de Criatividade e Inovação da FecomercioSP, Adolfo Melito, surge possibilidade de utilização de internet móvel, força propulsora dessa revolução no setor. "As vantagens do uso de aparelhos para pagamentos são a interatividade, mobilidade e conveniência para o usuário".

Para o diretor da PagSeguro, Ricardo Dortas, o desenvolvimento de soluções para que essa tendência se popularize tem ganhado atenção e investimentos de diversas companhias, tanto grandes como pequenas. A empresa, por exemplo, lançou no ano passado solução baseada no sistema de NFC (Near Field Communication), chip embutido em smartphones que permite transações a partir da aproximação com outro celular e autorização das operações por meio de aplicativo. No começo de abril, a PagSeguro também apresentou produto com leitor acoplado ao celular que permite receber pagamentos via cartão de crédito, transformando o aparelho em máquina de cartões regular.

"Acreditamos que em curto e médio prazo o leitor de cartões será mais popular, pois existe uma grande demanda para o uso do plástico. Porém, no futuro, o NFC tende a ser mais usado pela sua facilidade", diz Dortas. Ainda segundo o diretor, os pagamentos móveis estão se tornando realidade capaz de suplantar todas as outras formas de pagamento. "Quem não aderir vai perder espaço", completa. Para o CEO da Glue Device, Maurício Ghetler, as pessoas comprarão não só com o celular, mas pela TV, pela internet e de forma presencial. "A infraestrutura e a tecnologia vão acompanhar essas demandas".

O CEO da FingerTips, Ricardo Longo, falou sobre os desafios do varejo nessa era dos celulares. Além de poder comprar com o aparelho, ele é um canal efetivo para ações de marketing, com diferentes ferramentas e táticas, como o uso de SMS interativo, aplicativos, cupons de desconto, realização de pesquisas, ações de promoção e fidelização. "Entramos em uma nova fase da revolução da informação, em que as fronteiras entre on-line ou off-line são derrubadas. Por isso, todos terão que repensar seus negócios e o varejo é o primeiro a ser impactado". O diretor da Movile, Leonardo Sales, também aposta na tendência, mas ainda enxerga alguns desafios, como a maior adesão dos usuários brasileiros aos smartphones pelo alto custo dos aparelhos. "As velocidades das redes também precisam melhorar".

Ainda participaram do evento, o CEO da Vale Presente, Rodrigo Borges, e o CEO da AcessoCard, Sérgio Kulikovsky, falando sobre cartões pré-pagos e o potencial de crescimento desse mercado. O primeiro explicou sobre o uso de cartões de presente customizados e o segundo ponderou sobre as vantagens do produto para pessoas que não tem contas bancárias, mas podem se beneficiar do uso de um pré-pago para, por exemplo, comprar na internet e pagar contas.

Fonte: Administradores.com

Habilidades indispensáveis para a formação de um consultor

Ser um consultor é um grande desafio que requer conhecimento e o desenvolvimento de aptidões diversas. Muitas etapas precisam ser cumpridas até alguém poder se intitular consultor.

Livros e artigos publicados procuram oferecer conteúdos no que diz respeito à formação de um consultor e, nesse universo de opiniões, é consenso que um consultor deve ter as seguintes habilidades:

– Entender as relações de causa e efeito que ocorrem na empresa;

– Saber sistematizar conhecimento;

– Trazer soluções para os clientes;

– Ter algo novo a dizer;

– Ser um agente de mudanças.

A CEGENTE – Educação Corporativa oferece formação na área. O curso é fruto de uma metodologia lapidada ao longo de 10 anos e tem como base a experiência de um corpo docente qualificado e experiente.

Fonte: Administradores.com