Como investir em marketing digital em 2011

Popularização dos smartphones, do iPad e dos tablets possibilita novas formas de publicidade

São Paulo – Seguindo o exemplo da economia, 2010 foi o ano em que a internet bateu recordes no Brasil. O número de internautas no país ultrapassou os 80 milhões, o equivalente à população inteira da Alemanha ou duas vezes a da Argentina. O e-commerce fechou o ano com faturamento de R$ 15 bilhões e 40% de crescimento em relação a 2009, um dos maiores índices já registrados, e os sites de compra coletiva tornaram-se um fenômeno de marketing: 246 deles no ar em menos de um ano, com previsão de faturamento de R$ 300 milhões.

Por sua vez, os investimentos em marketing digital atingiram 10% do orçamento de marketing das empresas, com estimativas de aumento de 90% até 2014. Mas é bem possível que essa previsão se concretize até mesmo antes, tal a importância que essa área vem ganhando, conforme revelam as pesquisas realizadas em 2010:

– 94% dos internautas fazem compras online no Brasil (ComScore).

– Consumidores acessam a internet três vezes em média para pesquisar o produto que pretendem comprar (McKinsey).

– Na nova classe média digital na América Latina, 33% das mulheres preferem internet à TV (Razorfish/Terra).

– 60% dos internautas aprovam que empresas usem redes sociais (Ibope Mídia) para divulgar seus produtos e serviços.

– Para 25% dos usuários, redes sociais ajudam na decisão de compra (Ibope Mídia).

Diante de tais perspectivas, investir em marketing digital em 2011 deixou de ser uma questão de se (vale a pena), quando ou quanto, mas de como. O intuito aqui é apresentar os principais pontos a serem considerados em 2011, principalmente para as empresas de pequeno e médio porte (PMEs). São elas:

e-Commerce: as plataformas de e-commerce são cada vez mais acessíveis, seguras e com vários recursos para administração, controle de estoque, vendas e formas de pagamento. O desafio atual para o sucesso no comércio eletrônico está no atendimento, logística (tanto na entrega quanto na devolução e troca de mercadorias) e segmentação.

Publicidade online: à medida que mais e mais empresas intensificam sua atuação na internet, todos também querem e precisam aparecer para conquistar a atenção dos consumidores e clientes. Diante disso, os investimentos em publicidade online também precisam ser aprimorados. Não se trata necessariamente de aumentar a verba, mas atuar de forma diferenciada para destacar a empresa. Para tanto, é preciso buscar formas criativas de utilizar ferramentas tradicionais, como links patrocinados, otimização e e-mail marketing, e avaliar o investimento em sites de compra coletiva e programa de afiliados.

Redes socias: torna-se quase obrigatório estar presente nas redes e mídias sociais devido a abrangência entre os internautas e crescimento em importância nas decisões de compra. Mas para se obter resultados efetivos é necessário considerar duas variáveis essenciais: seu público-alvo e a forma como ele interage em cada rede social. A partir desta avaliação é possível definir a melhor forma de atuação, que pode ser promover seus produtos, prestar serviços ou atendimento, tirando dúvidas ou prestando esclarecimentos aos consumidores.

Tendências: na internet, as novas tecnologias e tendências surgem a todo o momento. Umas evoluem aos poucos, outras parecem surgir do nada e tornam-se fenômenos rapidamente. Em 2011, a tendência que merece mais atenção é o mobile marketing. Acompanhe a popularização dos smartphones com conexão à internet, do iPad e tablets (computadores sem teclado), que possibilitam novas formas de publicidade, como aplicativos (apps) e games.

Profissionalização: o último e talvez mais importante aspecto a ser considerado é a profissionalização da gestão do marketing digital. Seja por meio de profissionais próprios ou de uma agência, é necessário ter a orientação e suporte especializado para planejar, executar e acompanhar as diversas ações, que além de tudo precisam estar alinhadas e integradas a outras atividades comerciais e de marketing da empresa.

Fonte: Site Exame

Na França, confeiteiro coloca diamante em bolo como brinde

Pedra valia R$ 545; ação serviu para atrair mais clientes para as confeitarias no Dia de Reis

Na França, o Dia de Reis foi muito mais do que uma data comemorativa. Um grupo de 18 confeiteiros de Elme, cidade do sul do país, aproveitou a data para lançar um produto diferenciado em suas confeitarias: colocaram no meio de um bolo um pequeno prêmio, um diamante no valor de 250 euros (cerca de R$ 545). A promoção atraiu muitos clientes. Para o confeiteiro Jérôme Bonneau. que participou da promoção, o resultado obtido com a ação foi positivo. “O ingrediente diferenciado dos bolos atraiu muitos clientes e causou um furor na cidade”, afirmou.

Fonte: PEGN

iPhone domina mercado mobile europeu

O líder ocupa 31,9% do mercado, enquanto a Nokia e o Android OS ocupam 19,7% e 12,9%, respectivamente

Uma pesquisa feita pela InMobi mostrou que o iPhone domina com 31,9% o mercado mobile europeu. A Nokia ficou em segundo lugar com 19,7% e a Samsung está em terceiro lugar, com 12,7% do mercado em mãos.No que diz respeito aos sistemas operacionais,de acordo com James Lamberti, vice-presidente de pesquisa global e marketing da InMobi, tanto o iPhone OS quanto o Android OS apresentam crescimento de quotas mais rápidas que o sistema operacional da Nokia: "O iPhone OS e o Android provocam grandes aumentos no consumo da internet móvel, e ganham na velocidade com a qual seu share aumenta em relação à Nokia", afirma.A Nokia caiu 6 pontos percentuais nos últimos 90 dias, enquanto o Android cresceu quase 10 pontos.

Fonte: Olhar Digital

Brasileiros são os maiores consumidores de celulares e TVs HD, diz pesquisa

Os brasileiros lideraram as compras de telefones celulares, TVs de alta definição, câmeras digitais e netbooks entre oito dos principais países emergentes e industrializados em 2010, segundo um estudo da consultoria Accenture. A pesquisa anual sobre produtos e serviços eletrônicos, que destaca o surgimento de "um novo paradigma de consumidores de tecnologia", chama atenção para a sede dos países emergentes por produtos eletrônicos, comparados aos mercados mais estáveis dos países ricos.

"Com economias mais estáveis e riqueza crescente entre a classe média desses países, o apetite dos consumidores por tecnologia, especialmente móvel, é insaciável (nesses países)", diz o estudo. Em contraste, nos países industrializados não apenas os mercados são mais maduros, como o efeito da crise econômica é sentido mais fortemente, o que reduz a disposição para gastos neste segmento. A consultoria ouviu 8 mil pessoas nos Estados Unidos, Japão, Alemanha, França, Brasil, Rússia, Índia e China.

Cerca de 55% dos brasileiros ouvidos disseram ter comprado um telefone celular no ano passado. Quase 30% afirmaram ter adquirido uma TV de alta definição – mesma proporção de consumidores que compraram uma câmera digital. Os brasileiros já são os que mais detêm aparelhos celulares, tocadores de DVD, TVs normais e netbooks, de acordo com a pesquisa. O computador e o laptop foram considerados pelos pesquisadores como ‘os gigantes silenciosos’ entre os produtos eletrônicos. "Todo mundo tem um", escreveram os autores do estudo.

Cerca de 93% dos entrevistados em todos os países disseram possuir um computador. No Brasil, 35% dos entrevistados disseram ter comprado um PC no ano passado, proporção semelhante a da Índia, mas pouco atrás da China. Os chineses lideraram disparado as compras de Smartphone (quase 40% compraram um aparelho no ano passado, comparado com menos de 20% dos brasileiros).

Queimando etapas

O estudo sugeriu que os mercados emergentes estão queimando etapas na aquisição de produtos eletrônicos, em comparação com a trajetória percorrida pelos mercados mais saturados dos países industrializados."Contrariando as percepções equivocadas mais comuns, um grande segmento de consumidores nos Bric está mais interessado nas tecnologias mais novas e inovadoras que em tecnologias mais baratas com menos funcionalidades", observou a pesquisa. "As tendências indicam que algumas das novas tecnologias podem estar tornando outras obsoletas mais rapidamente".

Um exemplo é o computador, cujas taxas de crescimento nas vendas tendem a cair nos próximos anos, ao passo que a demanda por tablet PCs deve crescer 160%. O estudo chega a questionar se, no futuro, um novo grupo de poucas e seletas tecnologias – computadores tablet, netbook, smartphone e leitores e-books – será capaz de deixar para trás o computador e outros equipamentos eletrônicos. Para o ano de 2011, de acordo com a pesquisa, os produtos que lideram a preferência dos consumidores incluem as TVs de alta definição, computadores e smartphones.

Entretanto, o estudo percebe uma diferença "marcante" entre os mercados emergentes e industrializados. Enquanto 40% dos respondentes da pesquisa nos países ricos disseram não ter intenção de comprar eletrônicos em 2011, nos países Bric esse índice foi de apenas 9%.

Fontes: G1 / BBC

Skol promove ações em praias brasileiras

O Praia Skol é uma das principais plataformas da marca jovem para o verão 2011. Além de show com Ben Harper, Donavan Frankenreiter e Tom Curren – que será sediado em uma das três maiores praias brasileiras de acordo com a votação do público, a iniciativa preparou outras iniciativas. Numa estrutura montada em plena areia, a Vila Skol em Maresias (litoral norte de São Paulo), por exemplo, vai mesclar cultura, esporte, diversão, música e relaxamento.

Além dos esportes típicos realizados a beira mar, a Vila Skol vai contar com clínicas de surf e empréstimos gratuitos de equipamentos. Um espaço na arena conta com atividades como ioga e massagens. Aos sábados, uma seleção de DJs e músicos vai embalar os frequentadores. O Praia Skol também está presente nas praias fluminenses de Geribá e Búzios e em Campeche (SC).

Fonte: Cidade Marketing