Soldados americanos usarão smartphones em zonas de guerra

Exército deve tornar os aparelhos parte do equipamento padrão dos soldados e pode até pagar a conta telefônica deles

Parece que o exército americano está interessado em distribuir smartphones para seus soldados em zonas de guerra e inclusive pagar as contas telefônicas deles, segundo informações do Apple Insider. As forças armadas teriam interesse na facilidade de acessar e receber informações de campanha em qualquer lugar que esses aparelhos permitirem.
A idéia inicial é enviar os celulares a partir de fevereiro de 2011. Além dos smartphones, outros gadgets como o iPad, Kindle, Nook ou até mesmo mini projetores também podem se tornar parte do equipamento padrão.
Apesar disso, o plano de implementação ainda está "longe de ser definitivo", e o exército americano ainda precisa trabalhar na segurança de redes e informações antes de disponibilizar os smartphones para seus soldados.

Fonte: Olhar Digital

Liquidação demais afeta a lucratividade

Marcas e especialista defendem o uso racional do apelo promocional

O consumidor mais atento que percorre um shopping com relativa frequência percebe: é cada vez mais comum ver os adesivos de liquidação e de queima de estoque nas vitrines das lojas de vestuário e moda. Antes restrita ao fim das estações da moda, a venda de produtos a preços reduzidos já é feita a cada 15 dias por varejistas como a Zara e ganha força em todo o mercado após datas comemorativas como o Natal e o Dia das Mães, o que não é nada bom para o lojista.

A utilização deste recurso centenário importado dos Estados Unidos chega a representar mais de um terço do faturamento de algumas marcas de roupa no Brasil. Se a empresa vende 30% de seus produtos a um preço mais baixo, a sua lucratividade será reduzida na mesma proporção. A tendência é que haja uma diminuição ainda maior do lucro das empresas que embarcam no festival das liquidações, uma vez que as queimas de estoque estão sendo antecipadas e até variáveis incontroláveis como o clima afetam na demanda.

As liquidações fazem parte do negócio do varejo. O problema está no efeito manada que acontece com uma loja remarcando preço atrás da outra. “É um absurdo queimar estoque em pleno verão. Há um desespero para vender”, aponta Lauro Wöllner, sócio da grife carioca Wöllner. “Está uma loucura. É uma reação em cadeia e todos vão reagindo. Se não entrar (na onda de liquidação) acabamos perdendo venda. Não podemos demorar para seguir”, relata Thais Simonassi, Gerente de Marketing da Cavendish.

Há alternativas
Se chove no verão e faz sol no inverno, a coleção da estação perde o seu apelo. “Não tem como se preparar porque o clima está improvável. Teve inverno quente e verão com chuva em São Paulo”, afirma o Professor Doutor Marcos Cortez Campomar, Coordenador do MBA Marketing de Serviços da FIA/FEA/USP. Ainda assim, há formas de minimizar os riscos. “Tem que olhar a demanda e o estoque corretamente usando técnicas e estudos”, ressalta Campomar, em entrevista ao Mundo do Marketing.

Uma das ações promovidas pelas marcas foi a diminuição no número de coleções lançadas durante o ano. Hoje, a média é de duas: outono-inverno e primavera-verão. Wöllner e Cavendish fogem do comum e ainda trabalham com novos produtos para o alto-verão. As lojas de outlets também continuam sendo uma alternativa. A TNG tem 14 pontos-de-venda exclusivos para produtos com desconto.

Outras formas de liquidar a coleção são as ações de queima de estoque pela internet. A primeira opção é no próprio site da marca, como faz a Osklen. A segunda, e cada vez mais utilizada, é vender pelos clubes de desconto como Superexclusivo, Privalia, Coquelux e BrandsClub. Com desconto de até 80%, marcas como Richards e Daslu aproveitam a onda do comércio eletrônico para escoar a produção que não conseguiram vender em suas lojas físicas.

Falsa lucratividade
A despeito da tendência do mercado, Wöllner e Cavendish não querem fazer mais liquidações do que já fazem. “É uma falsa lucratividade”, constata Lauro Wöllner em entrevista ao Mundo do Marketing. “As oportunidades de participação em bazares durante ao ano são definidas de acordo com a quantidade de produtos antigos que temos em estoque. Não pretendemos participar mais do que já participamos”, pondera Thais Simonassi, da Cavendish.

Quando têm que entrar na onda do mercado ou em ações promocionais, as duas marcas usam estratégias diferenciadas. “Tentamos qualificar as promoções para que não pareça liquidação. Pontuamos descontos em apenas algumas peças”, informa Wöllner. “Colocamos em promoção alguns produtos que não giram tão bem. É mais fácil o consumidor entrar na loja que ele gosta e está em promoção. O poder de atração fica maior. Quando ele está dentro da loja, as vendedoras o estimulam a combinar com outras peças que não estão em liquidação”, conta Thais, da Cavendish, ao Mundo do Marketing.

Há dois perfis de consumidores que compram em liquidação. O primeiro são clientes que querem aproveitar um preço mais acessível, mas que não deixam de comprar durante o ano. O segundo é o consumidor de oportunidades. “Certamente a maioria (que compra em liquidação) não pertence ao nosso público-alvo de costume”, constata a Gerente de Marketing da Cavendish.

Fonte: Fonte: Mundo do Marketing

Consul instala microondas gigante em hipermercado de São Paulo

Ação acontece entre os dias 17 e 19, no Extra Anhanguera

Um microondas gigante será instalado no estacionamento do Hipermercado Extra Anhanguera (localizado em São Paulo) entre os dias 17 e 19 de dezembro. A ação faz parte do plano de comunicação da Consul para divulgar o novo micro-ondas Facilite 20 L.

A companhia produziu uma réplica gigante do eletrodoméstico, que será exposta no estacionamento do hipermercado. Além do Micro-Ondão, a ação também oferecerá diversões dentro do aparelho, como um pula-pula, que servirá como diversão às crianças que passarem pelo local.

Fonte: MM Online

Empresa lança teclado e mouse feitos de bambu

Produto faz parte de uma linha de gadgets sustentáveis

A empresa chinesa Chinavasion inovou ao lançar um gadget diferenciado: trata-se de um conjunto de teclado e mouse para computador feitos de bambu. O combo, chamado All Natural Full Bamboo Keyboard and Mouse, é conectado ao computador via uma entrada USB. O objetivo da empresa com o lançamento do produto foi criar uma linha de gadgets sustentáveis. O kit pode ser adquirido por US$33 (equivalente a R$ 57)

Fonte: Revista PEGN

Natal do Central Plaza é no Twitter

O microblog Twitter do Central Plaza Shopping está bombando nos últimos dias. Até o dia 21/12, de segunda a sexta-feira, o seguidor que primeiro retweetar a frase “Papai Noel que deixa você de bolso cheio é no Central Plaza Shopping” ganha um vale-compra de R$ 100,00 para gastar como quiser nas lojas do empreendimento.

Participar é muito fácil. Basta seguir o Twitter, ficar atento ao post da promoção e ser o primeiro a dar um retweet na mensagem. Cada seguidor poderá participar quantas vezes quiser no período da ação promocional; entretanto, só poderá ser contemplado uma única vez. Os nomes dos ganhadores serão divulgados no Twitter do empreendimento e no site. Todos os retweets serão avaliados conforme regulamento disponível no site.

Com pouco mais de seis meses investindo no Twitter, o perfil do Central Plaza Shopping possui cerca de 40 mil twitters, o maior número de followers de um shopping center, segundo levantamento da ferramenta Twitter Analyzer.

Fonte: Promoview