Greengle: plante árvores com alguns cliques

Quer ajudar a plantar árvores sem fazer esforço? A partir de hoje é possível fazer isso enquanto se trabalha e navega na internet usando o Greengle, site de buscas sem fins lucrativos que tem o objetivo de ajudar o meio ambiente. Os resultados das pesquisas realizadas no Greengle são exatamente como os do Google (que é usado como o motor de busca do Greengle), mas com uma diferença: todos os acessos ao Greengle contribuem para o plantio de árvores.

O Greengle faz parte do projeto “Clicou, plantou”, ambos iniciativa do Greenvana, empresa que já é referência em comportamento e consumo consciente no Brasil. O novo site e o projeto têm como objetivo incentivar a sociedade a participar frequentemente da proteção ambiental sem ter que mudar sua rotina ou tirar dinheiro do bolso. Ele foi idealizado exatamente para facilitar essa ação, pois o usuário que fizer dele seu buscador oficial estará contribuindo diariamente para a preservação do meio ambiente com o plantio de árvores.

O “Clicou, plantou” reúne todos os sites do Greenvana e a cada seis mil acessos ao Greengle, ao Greenvana Eco Store ou ao Greenvana Style a empresa planta uma árvore. E para acompanhar toda essa iniciativa, contadores nos sites vão marcar quantas árvores já foram plantadas e quantos acessos faltam para o plantio de uma nova. O projeto vai contabilizar apenas um acesso diário por pessoa.

O plantio das árvores será feito por instituições reconhecidas e anunciadas ao final de cada mês. Será sempre uma organização confiável e comprometida com o meio ambiente. E para comprovar esses plantios, o Greenvana vai disponibilizar os recibos de todas as doações nos seus três sites.

A empresa decidiu investir em árvores pois elas ajudam a compensar emissões de gases estufa. Segundo o Banco da Árvore, uma árvore de grande porte, com 90cm de diâmetro por 30m de altura, pode estocar cerca de seis toneladas de carbono – o que corresponde a mais de 20 toneladas de CO2, o equivalente à media de emissões de 33 pessoas por ano.

Fonte: Promoview

Designers poloneses criam sofá inflável de papel reciclado

Tanto o transporte quanto a montagem do produto favorecem estilo de vida nômade

A empresa polonesa Malafor, da dupla de designers Agata Kulik-Pomorska e Pawel Pomorski, criou um sofá inflável produzido com papel 100% reciclável. O produto possui duas camadas de papel mais uma de plástico (no interior do móvel), por isso é resistente a pesos, cortes e furos. Além de ser fácil de transportar e ecologicamente correto, a montagem do móvel é bem simples. A estrutura é armada com barras de metal e elásticos de borracha. Depois, só é preciso ar para inflar o sofá. Por se tratar de uma superfície lisa de papel, o cliente pode personalizar o produto com desenhos e o que mais quiser registrar. Só não pode esquecer de reciclar o sofá depois que não estiver mais em uso.

O Paper Sofa está disponível pelo site Sleek Identity por US$ 590 (cerca de R$ 1.030). Almofadas adicionais custam US$ 60 (cerca de R$ 105).

Fonte: Revista PEGN

Rumo a 2011: O ano do relacionamento na web

“Quando uma pessoa está apaixonada, ela não trai.” Quem já passou ou está nessa fase sabe o valor de verdade contido nela. Se uma pessoa está apaixonada ela não tem olhos para mais ninguém e quer passar o máximo de tempo com a pessoa amada. Isso serve para homens e mulheres de todas as idades, certo? Ok, mas vale também para as marcas.

Quando um consumidor está apaixonado pela marca A, B ou C e sente que essa marca o valoriza, ele não vai trocar, não vai trair e ainda por cima vai indicar para sua rede de amigos. Não apenas indicar, mas vai falar bem, será um advogado da marca, defendendo-a de ataques e influenciando decisões de compra. Basta analisar com calma o case da Harley-Davidson. Os usuários dessa marca são tão fieis que chegam a fazer uma tatuagem do logo e a exibem para que todos vejam. Uma pessoa que tatuou HD no peito vai comprar uma Suzuki, Kawasaki ou Honda? E se o irmão, amigo do trabalho, vizinho, colega do futebol quiser comprar uma moto e perguntar a essa pessoa que moto ele deve comprar, qual o tatuado vai indicar? E se no Twitter uma pessoa quiser fazer um tweet falando mal da marca, qual o comportamento dessa pessoa?

É isso que a HD ensina em termos de marketing. Fazer com que os consumidores sejam fieis a ponto de lutar e defender a marca, além de consumir sempre a sua e nunca do concorrente. A Apple traça o mesmo caminho e outras marcas tentam o mesmo, mas nem sempre com o sucesso da Harley. E por quê? Porque a HD se relaciona com seus consumidores a tal ponto de ser um dos primeiros cases de sucesso de comunidade de uma marca em Redes Sociais como o Orkut e Facebook que permanecem crescendo até hoje.

Empresas que acreditam que relacionamento é a mesma coisa que enviar um e-mail marketing: é bom começarem a rever seus conceitos. E-mail marketing é uma importante ferramenta de relacionamento, sem a menor dúvida, mas não é a única. Responder um tweet no perfil da sua empresa é tão importante quanto o envio de um e-mail.

Internet é uma mídia que vive uma dupla personalidade. Ela pode ser de massa e one-to-one ao mesmo tempo. A marca A pode fazer um banner na home de um dos maiores portais do país, que será uma mídia de massa. Entretanto, se eu clico no banner, entro no site e envio uma mensagem perguntando sobre as especificações técnicas de um determinado produto, espero que a empresa me envie uma resposta da pergunta que eu fiz, uma resposta one-to-one.

Monitorar o que se fala nas Redes Sociais é importante para o relacionamento. Nem sempre o usuário vai fazer uma reclamação ou sugestão no perfil da marca na rede: ele pode mencionar a marca em um post, tweet ou comentário. É importante identificar a mensagem desse usuário e responder, em até 1 dia, exatamente o que ele perguntou. Esqueça mensagens padrões como “estamos verificando sua mensagem e responderemos em breve”: isso é passado!!! Passe para o “Sr Fulano. Recebemos sua mensagem e vamos retornar em 1 dia”. E retorne!

Nas comunidades – criadas ou não pela marca – motive a discussão. Entre diariamente, veja quem são as pessoas “alfa” das comunidades e as transforme em advogados da marca. Estimule sempre a discussão da sua marca, dê informações aos donos das comunidades para que eles falem da marca – da forma como eles quiserem. Faça parte das comunidades de forma transparente, dizendo “eu sou o fulano e sou do marketing da empresa. Dúvidas, estou à disposição”. Abra as portas para os apaixonados pela sua marca entrarem e falarem. Com o crescimento da web, quanto mais relacionamento a marca tiver com os usuários, mais fácil deles falarem bem e defenderem nas redes essa marca. O aumento da reputação da marca está cada dia mais transformando comunicação em negócios, ações em resultados; está cada vez mais fazendo com que as empresas gastem menos em banner e mais em Redes Sociais para que nós, consumidores, façamos propaganda dessas marcas.

Alguém ainda duvida que o boca-a-boca sempre foi e tem se tornado, na web, a mais forte propaganda? Eu não.

Fonte: O Melhor do Marketing

Soldados americanos usarão smartphones em zonas de guerra

Exército deve tornar os aparelhos parte do equipamento padrão dos soldados e pode até pagar a conta telefônica deles

Parece que o exército americano está interessado em distribuir smartphones para seus soldados em zonas de guerra e inclusive pagar as contas telefônicas deles, segundo informações do Apple Insider. As forças armadas teriam interesse na facilidade de acessar e receber informações de campanha em qualquer lugar que esses aparelhos permitirem.
A idéia inicial é enviar os celulares a partir de fevereiro de 2011. Além dos smartphones, outros gadgets como o iPad, Kindle, Nook ou até mesmo mini projetores também podem se tornar parte do equipamento padrão.
Apesar disso, o plano de implementação ainda está "longe de ser definitivo", e o exército americano ainda precisa trabalhar na segurança de redes e informações antes de disponibilizar os smartphones para seus soldados.

Fonte: Olhar Digital

Liquidação demais afeta a lucratividade

Marcas e especialista defendem o uso racional do apelo promocional

O consumidor mais atento que percorre um shopping com relativa frequência percebe: é cada vez mais comum ver os adesivos de liquidação e de queima de estoque nas vitrines das lojas de vestuário e moda. Antes restrita ao fim das estações da moda, a venda de produtos a preços reduzidos já é feita a cada 15 dias por varejistas como a Zara e ganha força em todo o mercado após datas comemorativas como o Natal e o Dia das Mães, o que não é nada bom para o lojista.

A utilização deste recurso centenário importado dos Estados Unidos chega a representar mais de um terço do faturamento de algumas marcas de roupa no Brasil. Se a empresa vende 30% de seus produtos a um preço mais baixo, a sua lucratividade será reduzida na mesma proporção. A tendência é que haja uma diminuição ainda maior do lucro das empresas que embarcam no festival das liquidações, uma vez que as queimas de estoque estão sendo antecipadas e até variáveis incontroláveis como o clima afetam na demanda.

As liquidações fazem parte do negócio do varejo. O problema está no efeito manada que acontece com uma loja remarcando preço atrás da outra. “É um absurdo queimar estoque em pleno verão. Há um desespero para vender”, aponta Lauro Wöllner, sócio da grife carioca Wöllner. “Está uma loucura. É uma reação em cadeia e todos vão reagindo. Se não entrar (na onda de liquidação) acabamos perdendo venda. Não podemos demorar para seguir”, relata Thais Simonassi, Gerente de Marketing da Cavendish.

Há alternativas
Se chove no verão e faz sol no inverno, a coleção da estação perde o seu apelo. “Não tem como se preparar porque o clima está improvável. Teve inverno quente e verão com chuva em São Paulo”, afirma o Professor Doutor Marcos Cortez Campomar, Coordenador do MBA Marketing de Serviços da FIA/FEA/USP. Ainda assim, há formas de minimizar os riscos. “Tem que olhar a demanda e o estoque corretamente usando técnicas e estudos”, ressalta Campomar, em entrevista ao Mundo do Marketing.

Uma das ações promovidas pelas marcas foi a diminuição no número de coleções lançadas durante o ano. Hoje, a média é de duas: outono-inverno e primavera-verão. Wöllner e Cavendish fogem do comum e ainda trabalham com novos produtos para o alto-verão. As lojas de outlets também continuam sendo uma alternativa. A TNG tem 14 pontos-de-venda exclusivos para produtos com desconto.

Outras formas de liquidar a coleção são as ações de queima de estoque pela internet. A primeira opção é no próprio site da marca, como faz a Osklen. A segunda, e cada vez mais utilizada, é vender pelos clubes de desconto como Superexclusivo, Privalia, Coquelux e BrandsClub. Com desconto de até 80%, marcas como Richards e Daslu aproveitam a onda do comércio eletrônico para escoar a produção que não conseguiram vender em suas lojas físicas.

Falsa lucratividade
A despeito da tendência do mercado, Wöllner e Cavendish não querem fazer mais liquidações do que já fazem. “É uma falsa lucratividade”, constata Lauro Wöllner em entrevista ao Mundo do Marketing. “As oportunidades de participação em bazares durante ao ano são definidas de acordo com a quantidade de produtos antigos que temos em estoque. Não pretendemos participar mais do que já participamos”, pondera Thais Simonassi, da Cavendish.

Quando têm que entrar na onda do mercado ou em ações promocionais, as duas marcas usam estratégias diferenciadas. “Tentamos qualificar as promoções para que não pareça liquidação. Pontuamos descontos em apenas algumas peças”, informa Wöllner. “Colocamos em promoção alguns produtos que não giram tão bem. É mais fácil o consumidor entrar na loja que ele gosta e está em promoção. O poder de atração fica maior. Quando ele está dentro da loja, as vendedoras o estimulam a combinar com outras peças que não estão em liquidação”, conta Thais, da Cavendish, ao Mundo do Marketing.

Há dois perfis de consumidores que compram em liquidação. O primeiro são clientes que querem aproveitar um preço mais acessível, mas que não deixam de comprar durante o ano. O segundo é o consumidor de oportunidades. “Certamente a maioria (que compra em liquidação) não pertence ao nosso público-alvo de costume”, constata a Gerente de Marketing da Cavendish.

Fonte: Fonte: Mundo do Marketing