Desde 1987 conectando marcas e fornecedores

A inovação vem da necessidade

Akio Morita conta como era o conturbado Japão do pós-guerra. Um Japão destruído, sem emprego, sem dinheiro, sem matéria-prima. No trem para Tóquio, onde tentaria trabalhar como professor, ele se perguntava: “Como sobreviver? Quem sabe posso fazer alguma coisa? O que os japoneses precisam agora?”. “Tudo” era a resposta mais óbvia. Mas ao comer um bolinho de arroz que trazia para a viagem, veio a idéia: Arroz. “Quem sabe eu não poderia fazer algo para ajudar a cozinhar arroz?”. Só que no Japão destroçado não havia metal em parte alguma, mas, por ter servido como oficial técnico durante a guerra, ele teve fácil acesso aos então inúteis compartimentos de bombas dos aviões. Ele então pegou os tanques e os reformou para fabricar as primeiras máquinas de cozinhar arroz.

Seu segundo produto foi a fita magnética. Morita relata suas dificuldades em encontrar material adequado para servir como fita e como improvisaram papel usado para este fim. Depois extraíram o material magnético, o óxido de ferro, a partir de ferrite oxálico aquecido em frigideiras e pintaram nas fitas com a mão. As primeiras gravações eram horríveis, mas eles foram aperfeiçoando o produto que acabou culminando com um excelente contrato de fornecimento de fitas para a IBM em 1965.

Esta e outras histórias que Akio Morita conta em seu livro, “Made in Japan”, sobre sua vida e sua empresa, a Sony, lhe dão toda a autoridade para afirmar que “Todos podemos ser inovadores quando nossa vida depende daquilo”.

Infelizmente, a maioria das empresas não cultiva a inovação em seus negócios. Aliás, muito pelo contrário. Vemos muitas iniciativas para impedir o processo criativo nas empresas. Larry Farrell, um dos grandes estudiosos do empreendedorismo corporativo, explicou as sete formas de se matar a inovação na empresa:

1) Eu estou OK, você está OK. Se estamos todos em situação confortável, por que mudar? Por que inovar? Por que querer fazer algo diferente?;

2) Alta direção desconectada, que acaba por não estimular um ambiente propício à inovação;

3) Falta de contato. As boas idéias não vêm da sua cabeça. Geralmente vêm do cliente, ou do concorrente. Se você não estiver em contato com eles perderá boas fontes de idéias;

4) Centralizando tudo. A visão taylorista de administração: “Eu faço tudo, você não precisa pensar, só obedecer.”;

5) Laboratório distante de tudo. Estar longe do seu mercado significa alto risco de inventar o que ninguém quer;

6) Controle total ao Marketing. Quando eles só pensam em melhorar o que já existe e se prendem a paradigmas que impedem o desenvolvimento do espírito inovador;

7) Um único jeito de fazer as coisas. Quando os processos estão cristalizados, os seus executores não conseguem vislumbrar formas diferentes de se fazer as mesmas coisas.

Quem conhece uma animação da Pixar/Disney intitulada “Vida de Inseto”, vai se lembrar de um excelente exemplo deste último item. No início do filme, Flick uma formiguinha “inovadora” procura demonstrar as vantagens de um equipamento que ele inventou para facilitar a colheita de grãos. “Flick, não temos tempo para isso”, diz uma das formigas. “Mas é justamente isso! Com a minha ceifadora poderemos ampliar a produção e ganhar mais tempo!”, argumenta Flick. “Ora, esqueça isso, largue este troço, volte para a fila e colha os grãos como uma formiga”, todos dizem. E ele se vai, frustrado (mas não resignado como se verá ao longo do filme). “Ceifadora, hunf! Fazemos a colheita assim desde que eu era uma larvinha!”, diz o mais velho da colônia. Alguma semelhança com situações que conhecemos?

Mas o maior estimulador da inovação é mesmo a necessidade, como Morita já demonstrou. Outro empreendedor, Larry Hillblom, da DHL, também tem histórias para contar. Ao tentar transformar seu trabalho de entregador free-lance em uma companhia, Larry esbarrou nos bancos para obter crédito. Eles simplesmente não acreditavam numa empresa de entregas que não tivesse uma rede formada. Nada mais óbvio, não? Pois Larry passou então a viajar aos principais países para recrutar voluntários. No limite da necessidade, perguntou a um motorista de táxi em Sidney se ele não gostaria de se tornar o presidente da DHL na Austrália, e ele aceitou. Depois de um ano, com sua ‘rede’ mundial formada, ele voltou e conquistou a confiança do Bank of América para iniciar o negócio. Hillblom ensina: “Podemos fazer muito mais em uma hora de crise do que em um mês de tranquilidade.”.

Fonte: Administradores.com

Os 4 Cs do sucesso

Todos nós queremos alcançar o sucesso, é bem verdade, mas qual o conceito de sucesso que você tem atualmente? Geralmente o sucesso é associado à fama, glamour, prestígio e status. Mas isto por si só não traz felicidade. O que nos traz felicidade, é a sensação de plenitude, que é determinada a partir dos 4 Cs do sucesso que são:
•Capital social – Vivemos em comunidade, ou seja, em grupos, por isso a importância das interações sociais. Você integra vários grupos: do trabalho, da faculdade, da igreja, de amigos, etc. O capital social envolve coisas intangíveis, tais como, amizade, solidariedade, boa vontade entre as pessoas e as famílias que compõem uma unidade social. Essas relações tornam-se ricas e proveitosas quando há troca de conhecimentos e ajuda mútua.
•Capital físico – O conceito de capital físico utilizado neste artigo refere-se ao principal de todos os capitais que podemos ter: a saúde. Praticar exercícios físicos, alimentar-se adequadamente, dar boas risadas, enfim, gozar de boa saúde, é o maior bem que podemos ter.
•Capital intelectual – O capital intelectual é um ativo humano intangível, representa o conhecimento, a criatividade e a inteligência do indivíduo, que são traduzidos em valor a partir do que é feito com ele. O ser humano tem uma vantagem em relação aos animais, porque é um ser pensante, dotado de racionalidade.
•Capital financeiro – Não basta de gozar de boa saúde, ter inteligência, bons relacionamentos e viver sem dinheiro. O dinheiro não traz felicidade, mas a falta dele pode acarretar infelicidade. Segundo pesquisas, um dos principais motivos de brigas entre casais é a falta de dinheiro. É a prestação do imóvel que está faltando, é a escola do filho que está atrasada. Não é preciso ter muito dinheiro, mas uma renda que te permita ter um bom padrão de vida.

Enfim, conclui-se que, ter uma vida de sucesso, significa trabalhar esses quatro capitais a seu favor, de forma que você possa ter uma vida satisfatória, plena e realizada. Para isso é importante estabelecer o equilíbrio e ter muita disciplina.

Fonte: Administradores.com

Sensibilidade: fator fundamental em um bom líder

Hoje para ser líder não basta apenas gerir sua equipe e obter bons resultados, é preciso ter a sensibilidade de conseguir inspirar, motivar e incentivar seus colaboradores. A busca por gestores com maior percepção e cuidado com as pessoas vem aumentando muito no mercado.

Todo relacionamento seja pessoal ou empresarial tem como fundamento a emoção. Bons líderes conseguem ter empatia, assim percebem os pontos positivos e de melhoria e os anseios de seus colaboradores.

Muitos líderes acreditam que os resultados e a produtividade são os fatores mais importantes para se alcançar os objetivos. Mas eles esquecem que sem a colaboração e a dedicação de sua equipe esses resultados ficam distantes. É por isso que o gestor tem que ter a sensibilidade de entender as necessidades de seu time.

Desenvolver e aprimorar a sensibilidade no ambiente corporativo é se destacar no mercado de trabalho.

Como desenvolver a sensibilidade e motivar sua equipe:

– Treinamento: Além de sua formação é fundamental fazer treinamentos de gestão. É preciso entender que a empresa é feita de pessoas e que se deve conhecer os anseios de cada uma delas. O desenvolvimento do gestor é fundamental para a motivação.

– Entusiasmo: É muito importante que o líder consiga se mostrar entusiasmado. Segundo Daniel Goleman, autor do livro “Inteligência Emocional”, os líderes vibrantes conseguem obter bons resultados na capacidade de estabelecer uma conexão emocional com os outros.

– Inteligência Emocional: Os líderes que desenvolvem essa capacidade valorizam as amizades, tanto no trabalho quanto na vida pessoal. Eles aprendem a importância de um sorriso para facilitar o bom relacionamento e a comunicação.

– Programas de qualidade de vida: A empresa também precisa fazer sua parte desse desenvolvimento proporcionando alguns programas e treinamentos. É interessante fazer atividade recreativa e ginástica laboral. Esses recursos auxiliam no bem-estar e no bom relacionamento dos colaboradores.

O treinamento e a experiência aguçam a sensibilidade, consequentemente, influenciam positivamente no relacionamento líder x colaborador e nos resultados da organização.

Fonte: Administradores.com

CCE ganha nova identidade visual com campanha

A CCE adota uma nova identidade visual e lança campanha com foco no público jovem. Criada pela agência MOMA, “EU QUERO” traz o conceito de inovação e reúne os atributos que o consumidor moderno busca no mercado PC+, conceito de tecnologia convergente que integra ecossistemas de dispositivos e telas (computador, TV, tablet e smartphone).

O novo posicionamento de marca agrega valores que representam o atual momento da empresa após a fusão com o Grupo Lenovo. Com cores vivas e que inspiram o mundo criativo dos jovens, entre o laranja e amarelo, a nova comunicação visual da CCE mostra que a marca tem modernidade, conexão, mas, acima de tudo, simplicidade.

O novo conceito foi criado após estudo realizado pela empresa, com base na identificação dos principais atributos que conectam a marca com o público-alvo e o novo momento da CCE. Entre eles, a empresa destaca: otimismo, leveza, atitude, diversão e espírito jovem. “A mudança aproxima a marca do nosso público e mostra como a CCE está presente em suas vidas em etapas importantes, de maneira rápida e descomplicada”, destaca Humberto De Biase, diretor de Marketing e Trade Marketing da Lenovo.

Desenvolvida com os atributos da nova identidade da marca, a campanha EU QUERO reflete o que os usuários esperam da tecnologia, com inovação, informação, entretenimento e conexão fácil a tudo que os interessam. “Tudo o que os consumidores querem é estar conectados ao mundo digital e a CCE oferece os produtos mais inovadores e acessíveis para atender a essas necessidades”, ressalta De Biase.

Com inserções em mídia impressa, TV e em pontos de venda específicos por todo o Brasil, a peça publicitária tem como mote o Dia dos Namorados. Os produtos CCE já estão disponíveis nos PDVs das grandes redes varejistas.

Fonte: IN Investimentos e noticias

Setor de turismo cresce 13,1% em 2012

As 80 maiores empresas do setor de turismo no Brasil faturaram R$ 57,6 bilhões e empregaram 115 mil pessoas no País em 2012, de acordo com a nona Pesquisa Anual de Conjuntura Econômica do Turismo – estudo encomendado pelo Ministério do Turismo à Fundação Getúlio Vargas.

Segundo a pesquisa, divulgada pelo Ministério no dia 06/06, o setor cresceu 13,1% em 2012, em comparação com o ano anterior.
O levantamento indica melhoria na evolução de preços na comparação entre o realizado em 2012 e as expectativas para 2013. No último ano, os preços do setor registraram alta de 9,6% e a expectativa apurada para 2013 indica uma elevação de preços de 3,8%, abaixo da estimativa para a inflação oficial, de cerca de 6%.

“O setor está saudável e demonstra vitalidade”, diz o secretário Nacional de Políticas de Turismo, Vinícius Lummertz.

Em relação aos custos, que em 2012 acusaram uma elevação de 12%, para este ano o aumento esperado é de 4,7%. Todos os ramos de atividade ouvidos declararam que pretendem investir em 2013 – 13,3% do faturamento, em média –, e 93% das empresas ouvidas apostam em significativa ampliação nos negócios neste ano.

O faturamento médio esperado em 2013 é 7,5% maior do que em 2012 para as empresas ouvidas. “O levantamento indica para este ano elevação esperada de custos abaixo da expectativa de aumento de faturamento, que é de 7,5%, o que indica espaço para novos investimentos”, comenta o ministro do Turismo, Gastão Vieira.

Em sua nona edição, a pesquisa é uma radiografia do setor traçada pelos próprios empresários. As empresas ouvidas representam cerca de 22% da economia do turismo no Brasil. Juntas, elas faturaram no ano passado R$ 57,6 bilhões e empregaram 115 mil pessoas nos 26 Estados e o Distrito Federal.

De acordo com o Ministério, o ano passado foi especialmente bom para organizadoras de eventos e promotores de feiras. Esses ramos de atividade viram o faturamento crescer, respectivamente, 23,2% e 14,9% – 19,5 e 8,1 pontos percentuais acima do esperado para o ano.

O faturamento de agências de viagem e hotéis também cresceram: 21,9% e 14,6% respectivamente, também acima do antecipado pelos empresários.

Esses quatro setores também foram os que mais contrataram em 2012: as agências registraram um aumento de 10,5%; as locadoras, de 10,6%; os organizadores de eventos, de 16,2% e os promotores de feiras, de 10,3%.

“A pesquisa é um instrumento valiosíssimo para a análise da economia do turismo, já que ouvimos nela as vozes dos principais empresários do setor no Brasil”, afirma o diretor do Departamento de Estudos e Pesquisas do Ministério do Turismo, José Francisco Salles Lopes.

Fonte: IN – Investimentos e Notícias.