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Nike lança pulseira que mede desempenho físico dos usuários

A Nike lançou no dia 19 de janeiro de 2012, a pulseira Nike+ FuelBand, em Nova York, nos Estados Unidos. A novidade foi apresentada em um evento da marca pelo Presidente e CEO da Nike, Mark Parker, e foi desenvolvida com a proposta de auxiliar os consumidores a medirem com eficiência o seu desempenho físico durante o dia. A pulseira usa um sistema de acelerometria composto por quatro indicadores: tempo, caloria, passos e Nike Fuel, que foi desenvolvido empresa.

A unidade permite que os praticantes de atividades esportivas estipulem uma meta a ser cumprida em um determinado período e possibilita o acompanhamento em tempo real da performance da pessoa. Um dos diferencias são as mensagens de motivação que a pulseira exibe, à medida que o atleta se aproxima da meta estabelecida. A pulseira pode ser sincronizada com computadores via USB ou Bluetooth, ou ainda com o iPhone, por meio de um aplicativo.

Fonte: Mundo do Marketing

Chevrolet passa a dar nome a três campeonatos estaduais

A Chevrolet investe no relacionamento por meio do esporte e compra os naming rights de três campeonatos regionais de futebol, em São Paulo, Paraná e Goiás. Assim, os torneios de 2012 passam a se chamar Paulistão Chevrolet, Paranaensezão Chevrolet e Goianão Chevrolet. Como parte da estratégia, a marca já é a montadora oficial das seleções brasileiras de futsal e beach soccer.

A tática também é utilizada por outras empresas no Brasil: a Coca-Cola dá nome ao Campeonato Gaúcho e o banco BMG ao Mineiro. Entre os torneios mais abrangentes estão a Copa Kia do Brasil e a Copa Santander Libertadores. Um desafio desta ação, no entanto, é que nem todas as emissoras de televisão se comprometem a utilizar o nome completo durante as transmissões. Para contornar isso, as empresas realizam ativações.

No caso do Campeonato Paulista, que pela primeira vez é patrocinado por uma fabricante, a GM aplicará a marca e o logotipo da Chevrolet nos comunicados da Federação Paulista de Futebol, nas placas centrais de todos os estádios que sediarão os jogos, nos backdrops de entrevistas dos jogadores e técnicos, nos ingressos e nos materiais promocionais pré-jogo, como faixas e balões espalhados pelo campo.

A maior ação da montadora será a exposição de um carro no gramado durante os jogos em estádios com a infraestrutura adequada. A primeira partida, realizada no sábado, dia 21/01, já exibirá um automóvel no local. Com as cotas de ingressos que a empresa terá, também será possível realizar promoções nas concessionárias da marca em São Paulo.

Fontes: Promoview | Meio & Mensagem

BBB – Suposto estupro preocupa patrocinadores

O suposto caso de estupro no Big Brother Brasil 12 gerou preocupação entre patrocinadores do reality show. Embora oficialmente não comentem o assunto, o episódio causou certa tensão nas empresas que investiram um total de R$ 103 milhões em cotas de patrocínio nacional do programa.

AmBev (Guaraná Antarctica), Fiat, Niely, Schincariol (Devassa) e Unilever (Omo) concordaram em pagar, cada uma, R$ 20,6 milhões em troca de exposição na televisão e na página do BBB na internet. Agora, calculam eventuais impactos negativos do episódio para a imagem das marcas.

No último fim de semana, Daniel teria molestado Monique após a primeira festa realizada na casa. A “Festa Fusion” foi patrocinada pelo energético da AmBev.

“As empresas devem estar preocupadas para saber o que aconteceu de fato e avaliar como isso pode repercutir sobre as marcas envolvidas”, diz Júlio Moreira, professor de branding (marcas) da pós-graduação em comunicação da ESPM.

Para o especialista, no entanto, o impacto deve ser pequeno. “Hoje os consumidores são muito esclarecidos e maduros. Mesmo que aconteça um problema no programa, eles conseguem separar o que é culpa da marca e o que está fora do controle da empresa”, afirma.

Marcos Hiller, coordenador do MBA de gestão de marcas da Trevisan Escola de Negócios, afirma que o caso deixa um “arranhão” na imagem dos patrocinadores e anunciantes. “Não dá para saber exatamente o impacto disso para as empresas, depende de cada caso, mas fica o arranhão, uma mancha no currículo”, diz.

Ainda assim, Hiller avalia que o episódio “não deve ser muito trágico”. Segundo ele, “não é isso que vai fazer com que as empresas percam market share [participação de mercado]”. Embora o incidente cause certa preocupação entre anunciantes, ele não acredita que isso seja suficiente para levar as companhias a desistir de patrocinar o programa.

Para Moreira, da ESPM, o episódio polêmico pode até aumentar a audiência do BBB, o que poderia até certo ponto ser positivo para os anunciantes. “Infelizmente, casos como esse podem até gerar uma visibilidade maior para o programa”, diz.

Risco iminente

Patrocinar um evento campeão de audiência como o Big Brother dá muita visibilidade, mas também traz grandes riscos. “Quando uma marca decide patrocinar um reality show, um BBB, ela está assumindo riscos na largada”, afirma Hiller. “Por mais que tenha uma exposição violentíssima e retorno sobre investimento muito interessante, tem sempre o fator humano, que foge completamente do controle do anunciante e mesmo da coordenação do programa.”

Não faltam exemplos de situações em que ‘o tiro saiu pela culatra’. Já na primeira semana do BBB 12, a prova do líder envolvendo um carro da Fiat resultou em certo constrangimento para a montadora e para a produção do reality show.

Os 16 ‘brothers’ ficaram confinados dentro do veículo Freemont e alguns passaram mal. Depois, uma participante não conseguiu abrir o porta-malas do carro, apresentado pela montadora como tendo um sistema fácil de abertura das portas. “São coisas que estão totalmente fora do controle, não dá para prever, mas com certeza tem um efeito contrário ao que se esperava”, diz Hiller.

Na última edição do BBB, um dos principais ‘tropeços’ foi o caso envolvendo a Unilever e um novo tempero para frango da marca Knorr. Durante a prova de resistência, participantes fantasiados de frango desataram a cantar: “De leste a oeste. De norte a sul. A onda é a dança da galinha azul”. Seria ótimo, se esse não fosse o jingle do caldo de galinha Maggi, principal concorrente da Knorr.

“Como é que alguém poderia imaginar que eles iam resolver cantar a música do concorrente?”, afirma Hiller. “Por isso, quando a marca decide entrar em um negócio como esse, tem também que assumir os riscos e estar preparada para reagir em casos de crises de imagem”, diz o especialista.

Fonte: iG | Economia | Empresas | Por Danielle Assalve

Otimismo prevalece entre executivos em 2012, diz pesquisa

Pelo menos sete de cada dez executivos do Brasil estão otimistas com o cenário macroeconômico de 2012. Ao menos é isso o que aponta uma recente pesquisa divulgada pela Robert Half. De acordo com o levantamento da consultoria, a expectativa da maioria dos empresários brasileiros é que a Copa do Mundo, a Olimpíada e os investimentos no pré-sal favoreçam, e muito, a economia nacional. “Cerca de 90% dos entrevistados consultados pela pesquisa deverão investir, em 2012, um valor aproximado ao do ano anterior. Já em relação ao desempenho, 90% dos consultados acreditam que suas empresas terão um aproveitamento melhor neste ano”, informa o estudo.

O levantamento contou com a opinião de 155 empresários e executivos de 128 empresas dos setores automotivo, bancário, de bens de capital, construção civil, petróleo e gás, telecomunicações e seguros.

E tal visão positiva não ocorre à toa. Segundo o diretor de operações da Robert Half, Fernando Mantovani, outros fatores, como a expansão do crédito, contribuíram para a formação desta opinião entre os empresário. “A perspectiva de queda nos juros e a continuidade da inserção dos consumidores da classe C no mercado consumidor também explicam o entusiasmo dos mesmos”, explica.

Segundo ele, é justamente por conta destes dados que é possível afirmar que as contratações também deverão aumentar neste ano. Ao que parece, os representantes de empresas que faturam mais de R$ 1 bilhão por ano deverão contratar mais profissionais que em 2011. A informação foi mencionada por 80% dos entrevistados, segundo o levantamento.

Já no que diz respeito às tecnologias, a expectativa é que tais investimentos continuem em alta, especialmente porque eles são considerados essenciais por 72% dos empresários e executivos consultados.

Quanto à mão de obra, um assunto sempre em pauta no setor, ela segue como um dos principais problemas que ainda precisam de resolução, especialmente no que diz respeito à qualificação dos profissionais. O tema é tão preocupante, que, na avaliação da Robert Half, 35,7% dos diretores consultados afirmaram ser este o maior problema de suas empresas, enquanto que, em uma avaliação geral, 28,9% dos profissionais declararam ser esta a principal dificuldade da própria companhia.

O assunto é tão grave, que na avaliação de dificuldade ganhou inclusive da carga tributária, que é considerada o segundo maior problema de uma empresa no momento, informa o estudo.

Fonte: Infomoney

Danone, Google e Tecnisa realizam mudanças proativas no mercado

Pesquisa apresenta cases de marcas que utilizaram a estratégia de antecipação de ações e conseguiram maior sucesso e lucratividade por meio da iniciativa

Toda empresa pode ser proativa? Sim. Mas nem todas conseguem, pois para ter este posicionamento é necessário que as equipes de gestão possuam capacidades estratégicas de desenvolvimento. Danone, Google, Tecnisa, Fiat, Brahma, Apple, Buscapé e Hering são alguns exemplos de empresas que construíram novas tendências, se antecipando às mudanças do mercado, e obtiveram lucro e sucesso.

Após cinco anos de pesquisa, os professores Leonardo Araújo e Rogério Gava, da Fundação Dom Cabral, definiram oito capacidades com as quais os gestores devem saber lidar para tornar uma empresa proativa. O estudo foi realizado por meio de questionários com 350 executivos, em 2008, e entrevistas com 47 CEOs de companhias nacionais e internacionais atuantes no Brasil, em 2010. A partir deste levantamento é possível afirmar que a capacidade de lidar com riscos, erros e pressão a curto prazo, de visualizar realidades futuras, gerenciar de forma flexível, inovar e liderar proativamente, além de identificar e desenvolver pessoas proativas são o caminho para uma gestão segura e lucrativa.

É necessário, no entanto, manter um equilíbrio entre proatividade e reatividade. Nenhuma empresa mudará a sua cultura e o comportamento coletivo dos colaboradores da noite para o dia. “Não é sempre que todas as estratégias proativas vão levar ao sucesso, mas a ausência de uma reação é muito pior. A proatividade não salvará os problemas de Marketing das empresas, mas auxiliará na estratégia de planejamento”, destaca Leonardo Araújo, pequisador e autor do livro “Empresas Proativas: como antecipar mudanças no mercado”, da editora Campus Elsevier, em entrevista ao Mundo do Marketing.

Empresas Proativas
O resultado da pesquisa apontou que 95% das companhias eram mais reativas, as equipes de gestão apenas realizavam ações para acompanhar as mudanças no cenário nacional. O número reflete uma acomodação do mercado brasileiro, em que a maioria das empresas ajusta seus negócios de acordo com tendências, enquanto outras atendem apenas aos pedidos dos clientes. O desenvolvimento do comércio online é um exemplo de tendência que aos poucos foi sendo inserida pelas companhias como uma medida para não ficar atrás na disputa pelo cliente. Mesmo assim, há ainda companhias que não estão presentes no e-commerce.

Empresas como a Tecnisa, por outro lado, anteciparam a importância do meio virtual. A construtora está presente na web desde 2001 e 35% das suas vendas já são realizadas pelo canal online. Um dos principais passos das organizações proativas é captar sinais de mudanças e acreditar em uma ideia. Em 2004, a Danone conseguiu transformar os hábitos dos consumidores ao introduzir no mercado o iogurte funcional Activia, marcando o lançamento de um novo conceito. Hoje, a linha é uma das principais no portfólio da empresa.

A inovação de uma categoria é uma arma poderosa. A partir da ação, as marcas podem ditar as regras de procedência e dirigir as tendências do mercado. O maior exemplo de proatividade na indústria é o da Apple, antes da companhia lançar o iPhone ou o iPad, nenhum consumidor tinha pensado que precisava dos aparelhos. Hoje, no entanto, pessoas de todo mundo aguardam ansiosas por lançamentos da empresa, enquanto há marcas que brigam para colocar no mercado produtos substitutos aos de Steve Jobs.

“As empresas têm que aplicar outro tipo de pesquisa, como estudo observacional e monitoramento, que consiga entender as necessidades latentes dos consumidores, ou seja, as que eles mesmos não conhecem. Marcas com a Apple passam a modelar comportamentos, necessidades e preferências”, declara Rogério Gava, pesquisador e autor do livro “Empresas Proativas: como antecipar mudanças no mercado”, junto com Araújo, em entrevista ao portal.

Pioneirismo x Proatividade
As empresas proativas, entretanto, nem sempre são aquelas que desbravam novos mercados. Grandes ações de impacto para os consumidores não vieram de companhias pioneiras, o Google é o maior exemplo desta afirmativa. “Ele não foi o primeiro portal de busca e nem o segundo a surgir na internet, mas conseguiu passar o Yahoo!, o Alta Vista, o Achei e o Cadê, além de outros sites que ninguém fala mais. Mesmo chegando depois, o Google trouxe uma proposta diferente, uma página totalmente limpa e focada no mecanismo de pesquisa, que era exatamente que os internautas estavam precisando”, comenta Gava.

O mais importante para a estratégia de Marketing não é pensar a frente dos outros, mas ter um olhar diferenciado e analítico do mercado. A Amazon também não foi a primeira marca a vender e-book, mas soube uma maneira de fazê-lo que ultrapassou as pioneiras. Além de uma boa ideia, é preciso saber desenvolvê-la e mantê-la. Atualmente, empresas do ramo de informática e eletrônicos travam uma batalha pela preferência dos consumidores, já que o principal não é mais ter um produto inovador, que em um mês as demais concorrentes copiarão. Para fidelizar clientes, as companhias buscam criar conceitos que envolvam a categoria do produto com a marca.

A Fiat Automóveis, por exemplo, conseguiu se apropriar do conceito “Adventure”, trazendo para o mercado brasileiro a categoria off road-light. “O nome ‘Adventure’ foi algo que outras empresas tentaram imitar, com outras denominações, mas a liderança continua sendo da Fiat, por causa da força que a montadora conseguiu manter durante os anos”, ressalta Gava.

Sinais de tendências
Algumas inovações do mercado são captadas por meio de sinais de consumo de outros setores. As organizações devem estar ligadas no que acontece tanto no seu meio quanto em outras praças. O conceito “Adventure” da Fiat não surgiu pelo pedido de um consumidor, mas pela visão da empresa em perceber o crescimento do turismo rural e o hábito do público em usar os seus veículos para passeios fora da cidade.

Em 2006, a Pepsico passou por um processo semelhante ao lançar no mercado o H2OH!, popularizando o conceito de bebida entre refrigerante e suco: a água com sabor. A empresa observava o crescimento pela procura de produtos naturais e a preocupação com a saúde e obesidade da população, além do aumento dos frequentadores de academia, quando trouxe o produto para a América Latina.

“As mulheres não olhavam para um sabonete como um produto de cuidado com a pele até a Dove falar para elas que o sabonete da marca podia prover hidratação para o corpo. As empresas proativas dirigem, falam com o mercado e não apenas atendem o que os consumidores querem. O cliente é uma fonte limitada do ponto de vista da inovação, pois ele não consegue expressar tudo que realmente deseja”, comenta Araújo.

O preço da reatividade
No sentido oposto, a reatividade pode ser prejudicial quando a empresa não sabe dosar o momento de agir. A Estrela, por exemplo, viu seu faturamento despencar ao longo dos anos sem mudar de postura para competir com as fabricantes de brinquedos estrangeiras que chegaram ao país com preços 60% abaixo do mercado. Em 1986, a marca faturava R$ 2,8 bilhões. Nos anos seguintes, o valor diminui e, em 2010, chegou a R$ 140 milhões.

“A Estrela era o ícone na década de 1980, hoje ela tem muito menos participação de mercado no setor de brinquedos e menos lucratividades. A fabricante caiu durante um tempo na categoria de empresas ‘Aflitas’, aquelas companhias que não conseguem reagir às mudanças do mercado”, ressalta Rogério Gava. Para explicar o comportamento das empresas, os pesquisadores denominaram quatro estágios de atuação em relação ao Marketing: Proativas, Atentas, Ajustadas e Aflitas.

As empresas Aflitas normalmente não conseguem se adaptar às mudanças e acabam, assim como aconteceu com marcas como Hermes Macedo, Arapuã e Mesbla. São aquelas que focaram no presente e não perceberam as tendências de uma realidade que estava em transformação. A IBM e a Kodak, em certos momentos da sua trajetória, também caíram na reatividade. A IBM conseguiu se recuperar dando uma volta por cima em seus negócios e se transformou em provedora de soluções em tecnologia de informações, mas a Kodak continua ainda em uma situação difícil e está ameaçada de sair da cotação da Bolsa de Valores.

A empresa que durante muito tempo foi sinônimo de fotografia teve como erro básico não perceber que o seu principal produto estava saindo do mercado e perdeu terreno para a Sony. Em contrapartida, a brasileira Hering soube lidar com a chegada da indústria têxtil chinesa ao país e criou uma rede de franquias, percebendo que o mais importante para os negócios era a força de sua marca entre os consumidores. Outra boa saída para permanecer no mercado foi a da Brahma, que internacionalizou a marca, se uniu à arquirrival Antarctica e agora, como Ambev, é líder do mercado de cervejas no Brasil.

Acreditar nas próprias ideias
Os gestores de Marketing não promovem mudanças sozinhos. Para ser uma empresa proativa todos os colaboradores devem acreditar no trabalho que realizam e apostar em novos projetos sem medo de riscos ou de erros. Algumas ideias simplesmente surgem e a empresa precisa ter coragem e audácia para torná-las realidade. Foi assim que Romero Rodrigues criou o Buscapé, vendido em 2009 por US$ 342 milhões.

“Romero começou a se questionar porque não existia uma ferramenta na web que relacionava todos os preços dos produtos disponíveis para compra em uma mesma página. Ele não fez uma pesquisa para descobrir isso, foi uma sacada em que ele acreditou”, reflete Rogério.

Uma definição que traduz o lema das empresas proativas é “Ao contrário do ditado popular, proatividade no mercado é crer para ver”, frase cunhada pelo Presidente Executivo da Editora Abril, Fábio Barbosa, durante as entrevistas para a elaboração da pesquisa.

Fonte: Mundo do Marketing | Por Letícia Alasse