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Usuários querem e-mail-maketing com conteúdo, diz pesquisa

76% dos usuários preferem receber novidades e ofertas das empresas

Usuários esperam que mensagens de e-mail marketing venham com conteúdo editorial relevante

Os resultados de uma pesquisa online sobre e-mail marketing entre os brasileiros conduzida pela Inova Tecnologias mostram que 76% dos usuários preferem receber novidades e ofertas das empresas através de e-mail marketing, mas também que a maioria dos usuários esperam que essas mensagens venham com conteúdo editorial relevante.

Segundo Alexis Panagides, CEO da Inova Tecnologias, "há uma nova geração de consumidores que espera que as empresas produzam e divulguem conteúdo em suas áreas de expertise e o e-mail marketing é o canal ideal para esse tipo de divulgação para clientes e parceiros".

Os resultados da pesquisa demonstram que as empresas devem tomar alguns cuidados na produção das mensagens, pois os usuários entendem que além conter conteúdo relevante as peças de e-mail marketing precisam ser diagramadas com profissionalismo, conter informações sobre a empresa e um link legível para remover o e-mail daquela lista, que precisa ser respeitado.

Também é ressaltada a importância de que o conteúdo e as informações institucionais possam ser visualizados sem as imagens, pois a maioria dos softwares inibe a exibição de imagens externas e o usuário vai optar por exibir ou não conforme seu interesse no conteúdo visível da mensagem: o texto.

"Os novos consumidores esperam que as empresas também se tornem núcleos de produção de conhecimento em tempos de web 2.0 e que participem ativamente das redes sociais, não apenas de forma passiva. Os usuários esperam que as empresas contribuam com informações ou reflexões pertinentes" afirma Panagides.

Fonte: Portal Exame

O valor de um fã no Facebook

As marcas tem corrido para construir uma base de fãs no Facebook. A pergunta é: qual é o valor monetário desse fãs? A Vitrue, especializada em mídias sociais, que auxilia marcas a construir suas bases de consumidores nas mídias sociais, tentou colocar um valor de mídia nessas comunidades. A empresa determinou que, em média, uma base de fãs de 1 milhão de pessoas se traduz em pelo menos em US $ 3,6 milhões em mídia equivalente ao longo de um ano.

Os resultados se baseiam em impressões geradas no feed de notícias do Facebook. A Vitrue analisou os dados de seus clientes no Facebook – um volume de 41 milhões de fãs – e constatou que a maioria dos fãs rendiam uma impressão extra. Isso significa que uma marca postando duas vezes por dia pode esperar cerca de 60 milhões de impressões por mês através do feed de notícias.

"É importante compreender que, uma vez que você constrói uma base de fãs, você quer ter a certeza de estar aproveitando isso", disse Michael Strutton, chief product office da Vitrue. A vitrue encontrou diferenças na qualidade da base de fãs, algumas marcas geram apenas 0,44 impressões por fã, enquanto outras geram 3,6 impressões. Algumas marcas tem fãs mais engajados.

A Vitrue chegou ao valor de $ 3,6 milhões tendo como base um CPM de $5, o que significa uma marca com 1 milhão de fãs gera cerca de US $ 300.000 em media a cada mês. Usando o cálculo da Vitrue, a base de 6,5 milhões de fãs da Starbucks vale US $ 23,4 milhões em mídia anualmente.

Fonte: Cidade Marketing

Redes sociais: aposta da Faber Castell para volta às aulas

Aplicativos no Facebook e Orkut são as novidades da campanha da fabricante de material escolar

A Faber-Castell aposta nas redes sociais para divulgar suas novidades neste começo de 2011. A campanha de volta às aulas ainda conta com três filmes, dois criados pela Full Jazz e um pelo anunciante.

Para TV, foram feitos dois VTs de 15 para os EcoLápis grafite Max, que mostram a preocupação com o meio-ambiente e a curiosidade natural da criança. Outras duas produções destacam o lançamento da esferográfica Grip Stick. Todos podem ser vistos canal oficial da marca no YouTube.

A Repense, por sua vez, assina a estratégia para a internet. O aplicativo Metas 2011, que já está no ar, possibilita que os usuários tracem seus objetivos para este ano. Outros três aplicativos ainda estão em fase de finalização. A campanha também será reforçado no Twitter do anunciante , em @FaberCastell_BR.

Fonte: MM Online

Relacionamento com a mídia é área central nas corporações

Historicamente, por meio da demonstração de faturamento das agências, das alocações de orçamento das organizações e de pesquisas focadas no tema, sabe-se que a chamada “assessoria de imprensa” tem espaço cativo na gestão da comunicação corporativa e é a porta de entrada para o relacionamento com públicos de interesse.

Para o jornalista Ricardo Gandour, diretor de Conteúdo do Grupo Estado, a consolidação das empresas como fontes, não só como anunciantes, é cada dia mais forte, e isto não pode estar ausente da cobertura jornalística, porque as corporações são um dos grandes protagonistas contemporâneos. “Estas partes interessadas sustentam o valor de uma organização”, arremata.

Ricardo cita alguns fatos relevantes numa ruptura de paradigma de funcionamento do ramo, como o empoderamento da sociedade em suas necessidades cotidianas e informativas e sua junção em movimentos civis organizados, com reflexo direto nas pautas, além da diversificação de fontes, dada a pulverização da confiança entre diferentes interlocutores que precisam agora ser contemplados.

A insustentabilidade do sistema se daria, na opinião dele, quando a crença de algum público não corresponde à crença de todo o conjunto. Num futuro de maior número de canais de difusão de fatos e opiniões, ele defende a presença do jornalista como selecionador das notícias, no que chama de “valor da edição”. E complementa: “a imprensa não pode abandonar o seu papel de revelar o oculto, incomodar, afligir. Mas é uma obra humana, falível. Só que não podemos deixar de entregar aquilo que as pessoas não querem”, numa postura educativa e conscientizadora da imprensa para não cair na atenção às trivialidades das coberturas ou temas menos densos, ainda que mais populares.

Outra preocupação de Gandour reside na velocidade de atualização de conteúdos, condenando a informação à efemeridade e à sobrecarga, que lhe retiram o significado e o impacto.

Já, Marília Stabile, diretora-geral da CDN Análise e Tendências, não hesita em afirmar: “O nome do jogo é a coerência entre imagem e identidade, entre discurso e ação”, sendo preciso passar por um “teste de realidade” junto a uma opinião pública com melhor nível intelectual e que cobra posturas, onde a imagem é construída e fixada a ponto de ser reconhecida como reputação.

A fluidez das relações, segundo ela, é amparada pela credibilidade junto aos diversos públicos, onde a formação de opinião a partir da mídia é importante. Todavia, nem sempre a cobertura jornalística se aplica ou combina com a opinião da sociedade, que reage a parcialidades.

Então, as corporações passam para uma análise de mensagens da mídia como forma de monitorar a performance, comparando as imagens transmitida, percebida e introjetada, ativos intangíveis com alto valor estratégico. A grande questão é transformar esta intangibilidade em valor monetário.

A análise das mensagens é feita dentro de um contexto social, da fonte veiculadora, sua autoria é de uma série de características estruturais que influem na visibilidade e ainda do impacto junto ao público, com dimensões como competência (equilíbrio econômico-financeiro, governança), legalidade (cumprimento do papel além da legislação, liderança) e legitimidade (social, ambiental e economicamente responsável).

Isto forma um diagnóstico composto por metas, análise e uma auditoria de imagem diárias, cenário de riscos e oportunidades, avaliação de resultados e auditoria de imagem mensal. A observação deve ser feita frente ao objetivo de comunicação, metas e instrumentos selecionados.

Marília apresentou o Índice de Qualidade de Exposição na Mídia/Iqem, como síntese dos indicadores de qualidade de imagem monitorados, tais como visibilidade, mensagem projetada, evolução qualitativa e público atingido. E complementado com uma sondagem com jornalistas e ponderação de sua relevância.

A executiva afirma que há parâmetros para traduzir o peso editorial dos publicadores, sendo que o espaço editorial vale quatro vezes mais que o espaço publicitário pago. Sobre a difusão de conteúdos pela internet, ela aponta: a audiência da internet é alta, mas a credibilidade do jornal, rádio e TV ainda é maior. Portais de notícias ligados a grandes meios, como Grupos Folha e Estado, conseguem reunir bem os dois sentidos. De toda maneira, cada análise e atribuição de importância de veículo dependem da meta de comunicação estabelecida no início.

Criatividade

O nível de especialização dos debates sobre a assessoria de imprensa pode ser demonstrado nos cases da jornalista Martha Becker, apresentados em diversos encontros e palestras do setor. Ela detalha cases cuja força de obtenção de espaços na mídia esteve centrada na criatividade. Na etapa conceitual, registra que sonhos e desejos são fortes motores no processo de criatividade e inovação junto à sociedade.

O trabalho para o Grupo Habitasul envolveu a descoberta da existência de uma procissão no trajeto entre o Parque do Caracol e o Hotel Laje de Pedra, na cidade gaúcha de Canela, onde existiam 50 grutas mantidas pela população. Apesar de ser um espaço geográfico vizinho ao empreendimento do grupo, que se isntalava na região, somente a partir da imersão conduzida pela agência foi percebida a oportunidade de aliar-se à comunidade.

Houve então, a adoção do “Caminho das Graças“, com reforma dos espaços e criação de um pacote turístico específico. Para a imprensa, houve um mapeamento de jornalistas e de suas crenças religiosas para daí fazer chegar um material informativo com uma miniatura da Nossa Senhora das Graças e todo o aporte informativo conseqüente.

Em geral, os insights vêm da inspiração, descoberta, aventura e risco. Toda criatividade gera movimento de pensamentos, de ideias, de ações, que podem levar a negócios, comentários e aí se alcança a mídia espontânea, com uma oferta de valor agregado. “Todo criador não pode ser medroso, porque a criatividade implica assumir riscos. É não se contentar em seguir e imitar, escapando das idéias antigas”, relata.

Este então seria o momento de poder sair do factual e corriqueiro da notícia, alcançando a atenção dos editores por um perfil novo de abordagem e proposição. Para tanto, Martha aponta ser necessária uma parceria interdepartamental junto ao cliente, para que as propostas tenham consistência.

Neste caminho, a participação da diretoria é fundamental como avalizadora dos processos. O case da Mundial, empresa que produz e gerencia as marcas Mundial, Éberle, Hércules e Impala, surgiu de uma prática periódica da agência: fazer imersões com o cliente para repensar a trajetória do trabalho e lançar novos olhares sobre os sistemas administrativos, produtivos e comunicacionais.

Neste encontro, houve o reconhecimento da necessidade de rejuvenescimento da marca. Houve a criação do concurso Beleza Mundial, cujas candidatas eram indicadas por manicures – público eleito como prioritário por ser influenciador da aquisição de produtos da marca. Ainda foi articulado o lançamento de uma linha diferenciada de botões, cujo kit para imprensa continha unidades personalizadas com o nome do jornalista.

Fonte: Promoview

Dicas para o marketing promocional em 2011

Em um artigo publicado na última semana na revista Promo Magazine, foram apontados alguns caminhos interessantes a serem seguidos em 2011 no marketing promocional. Após a constatação de que vivemos a hora e a vez das redes sociais, 2011 será o momento de intensificar e agregar valor às relações estabelecidas on-line aproveitando o seu potencial e explorando o novo oásis da comunicação dirigida, chamado applications ou apps.

A revista conversou com vários experts do mercado americano que reforçaram a importância das campanhas promocionais utilizarem as redes sociais como uma ferramenta de trabalho básica, isso porque, informações de redes sociais como o Facebook podem auxiliar as marcas a predizer comportamentos de consumo.

O que os usuários dizem deve determinar os conteúdos difundidos pelas marcas e as promoções a seguir, de acordo com o artigo. Também será necessário ir bem além das métricas que hoje já são consideradas como tradicionais no contexto do marketing: contatos, cliques, conversão devem ser sempre complementados por comentários favoráveis ou desfavoráveis – e estes devem ser analisados qualitativamente, além de sempre serem respondidos, pois a resposta das marcas é a prova cabal de que os consumidores são ouvidos.

Cultivar o relacionamento com clientes, numa dinâmica de retenção, faz com que estes passem a comprar mais – e esta atitude, sempre tão recomendada nas cartilhas de marketing, passa a ser facilitada com todo o potencial que existe disponível on-line.

Conversar com o cliente passa a ser uma reação, e não uma ação: ouvir o que estes querem e dizer o que eles querem ouvir é uma das máximas mais importantes desta fase de alta fidelização promovida pela variedade de informações disponíveis nas redes sociais. Daí a reforçar a base de clientes e aumentá-la por intermédio da prospecção direcionada e da segmentação torna-se o caminho natural.

Por fim, mas não menos importante, será fundamental encontrar novas maneiras de medir o retorno sobre o investimento em marketing. Quais são as métricas que eu posso realmente usar como avaliação? Como isso pode ser traduzido nas métricas financeiras do meu cliente? Quais as chaves para o sucesso da campanha proposta? Como definiremos o sucesso de uma campanha? Estas e outras perguntas, quando respondidas, serão uma peça importante para o crescimento de qualquer agência no mercado.

Fonte: Promoview