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Evento de brinde para incentivar doação de sangue

A Djuice, empresa de telecomunicações húngara, em parceria com a Leo Burnett e a Cruz Vermelha de Budapeste, fez uma ação de marketing promocional para incentivar a doação de sangue entre o público jovem.

Levando em conta que os jovens gostam de ações com vampiros e, logicamente, de curtir uma boa balada, foram oferecidos convites para uma festa com esta temática para aqueles que doassem sangue.

O evento foi um sucesso e, nele, os jovens podiam até tatuar mordidas de vampiro no pescoço. Com esta ação de marketing promocional foi possível aumentar consideravelmente a quantidade de sangue doado.

Fonte: Promoview

Na era do ponto-de-venda, o Design é vantagem competitiva

Está claro que as empresas já descobriram que é no ponto-de-venda que está a verdadeira briga com a concorrência, que é para lá que se convergem todos os esforços de marketing. É nele que 85% das decisões de compra são tomadas. A batalha pela mente do consumidor é difícil já que ele vem sendo bombardeado com tanta informação. Há necessidade de constância e consistência na comunicação da marca para que o público não se perca.

Em um ambiente tridimensional onde se pode explorar todos os sentidos do consumidor, é possível ter mais ferramentas para criar entre ele e a marca uma relação emocional. O retorno é certo, desde que o trade e o Marketing entendam o que motiva o seu shopper. É preciso conhecer seus problemas, seus anseios, seus hábitos de consumo.

A loja tem que ser ou apresentar a resposta para o que ele precisa, tem que convidá-lo a se sentir parte daquele mundo. Não basta comprar o produto é importante se tornar fã dele. O consumidor tem que ser um agente multiplicador na divulgação dos seus
benefícios.

O investimento nas FlagshipStores ou lojas-conceito cresceu muito nos últimos anos. Isso se deve à possibilidade de experimentação, de contato físico com o produto em um espaço minuciosamente projetado para que ele seja a estrela. O encantamento deve estar em cada detalhe e é aí que o Design se torna um diferencial importante.

No planejamento da loja, é fundamental a preocupação com as cores, com a tipografia, com elementos que remetam ao conceito da marca, com grafismos e imagens que contem uma história. Isso é o que torna aquele lugar único, mágico, envolvente, intrigante, lúdico.

O Designer capaz de captar a essência e a personalidade da marca traduz em aplicações visuais suas principais características. A loja dialoga com quem a visita. A experiência de compra se torna inesquecível. Eu mesma tive esta sensação ao entrar na loja da Nespresso em Ipanema.

O excelente equilíbrio dos elementos e cores, as informações na medida certa, a possibilidade de experimentação os blends e máquinas, a vitrine impecavelmente planejada, a decoração simples que abusa do velho conceito: Menos é Mais, me seduziram tanto que além de comprar a máquina Nespresso, acabo usando como exemplo em todas as minhas aulas na faculdade de Design. A integração perfeita entre desenvolvimento de produto, know-how do trade marketing, treinamento da força de vendas, projeto arquitetônico, decoração, sinalização, design de embalagem, design gráfico nas peças, preço e atendimento pós-venda.

No entanto, neste composto o que mais ficou marcado foi o estímulo visual. Seja em grandes varejos ou em pequenas lojas do circuito drug, o grande desafio é fazer seu produto se destacar. O design de peças de ponto-de-venda deve se basear nos con$ceitos aplicados nas flagship stores: um espaço de experiência com a marca – mesmo que seja em um corner ou em um ponto extra.

Peças gráficas auto-explicativas, que interajam com o cliente, que chamem a atenção pelos formatos diferenciados, que coloram a gôndola, que permitam a experimentação, que se completem de maneira modular para que haja escalabilidade e possam ser usadas em PDVs de tamanhos diferentes com o mesmo impacto visual. Que tragam informações complementares ao cliente. É preciso pensar também na facilidade de aplicação das peças no PDV, já que nem sempre há treinamento.

Qualquer composição de peças deve funcionar. Foi o que a Red Bandana pensou ao criar as peças para a campanha de ponto-de-venda para o lançamento da coloração Casting Crème Gloss da LOréal Paris. Como não se tem 100% de controle sobre o que é feito varejo de todo o Brasil, nos preocupamos em desenvolver peças auto-explicativas, que se destacassem pela cor e pela forma em qualquer combinação.

O display de chão permitia que a consumidora testasse a cor do cabelo em frente ao espelho usando uma cartela de mechas estilo escala Pantone. Essa preocupação levou a campanha a ficar entre os finalistas do prêmio POPAI 2008. É mais uma prova de que o Design vende, vale a pena investir em empresas de bellow the line que conhecem as características do PDV no marketing mix.

Fonte: O Melhor do Marketing

Como as Marcas se manifestam?

Sites, blogs, redes sociais, mídias sociais, televisão, mídia impressa, out of home. Hoje são muitas as opções para uma marca aparecer à vista de seu público consumidor, mas nem sempre os pontos de propaganda de um produto se limitam aonde ela se manifesta. Existem outras formas de aparecer, algumas são mais planejadas e têm todo um cuidado dos departamentos de design e marketing, e outras são mais consequências de uma boa imagem criada.

O produto é o primeiro que deve ser planejado como um vetor de manifestação da marca. Ele é o ponto de contato entre empresa-consumidor que vai definir se a experiência com aquele produto é positiva ou negativa. Muitas empresas ainda não projetam focadas em design, em uma embalagem que converse com o consumidor e um produto cuja experiência de uso valha o valor que foi pago. A Apple é uma empresa focada em design que enxerga o produto como maior meio de captação de clientes, tanto é que lança novos modelos ainda enquanto protótipos para, a partir do feedback, aperfeiçoar ainda mais o produto.

O ambiente aonde a marca começa a acontecer também diz o que ela é. Nesse caso, o diferencial é a vivência que as empresas são capazes de proporcionar ao consumidor dentro de seus estabelecimentos. Algumas empresas oferecem lojas que são realmente a ambientação do conceito da marca, fazendo com que aconteça ali dentro toda a experiência com o produto que o usuário pode vir a ter. As lojas da Starbucks são um exemplo de estabelecimentos aonde o cliente tem uma experiência única, não só de estar consumindo a bebida. São ambientes projetados para criar um vínculo emocional entre o café e o cliente.

Comunicação. Uma boa propaganda? Claro. Um bom design? Também. Mas uma marca tem que estar presente aonde as pessoas podem falar dela (melhor ainda se forem ouvidas). Um site hoje não é mais o único canal de informações na internet que uma empresa deve ter, porém, para adentrar em Twitter, Facebook, criar canais no YouTube ou manter um blog, é importante a empresa estar disposta a atualizar seus perfis e também manter contato com seu público, pois esses sites se tornam também canais de atendimento. Quando um cliente recebe retorno de um elogio que faz a uma marca, ou de uma reclamação sobre, ele se sente relevante e passa a valorizar mais ainda, por acreditar que sua opinião é levada em consideração.

Se tornar um ícone de comportamento é um desejo de muitas marcas, mas isso não depende somente de ações que partam da empresa, dos administradores da marca ou dos responsáveis pela propaganda. Quem torna uma marca uma tendência é o público consumidor. Quando isso acontece, não importa o quanto essa marca tem produtos plagiados: a força que tem por conta do significado social faz com que seus nichos de mercado permaneçam intactos. Uma marca que sempre observei com relação a isso foi a Converse All Star. Criados na década de 20 para calçar jogadores de basquete, os tênis All Star hoje são sinônimos de estilo, especialmente entre o público alternativo. E não importa quantas marcas secundárias copiem o modelo mais famoso da marca: o valor que a marca carrega para quem usa a torna insubstituível.

Em um mercado bombardeado por propagandas, diferentes produtos de diferentes marcas e muita, mas muita informação ao mesmo tempo, é preciso cautela para se posicionar, ainda mais quando o controle da informação sobre o produto não está mais somente nas mãos dos empresários. O público hoje tem muitas opções de escolha e também o poder de influenciar amigos e parentes sobre qual produto comprar. Cabe aos “donos de marcas” identificar e lidar com inteligência nesses segmentos aonde suas marcas podem aparecer, e também saber controlar todas as repercussões que acontecerem.

Fonte: O Melhor do Marketing

A Internet e o mercado de luxo

Embora muito se fale que o comportamento do consumidor atual esteja focado no consumo do bem-estar, da saúde e do lazer, não podemos negar que grande parte das intenções de compra é focada no status e na ostentação de grandes marcas e produtos com preços elevados. E para quem ainda não percebeu isso, nada que um simples passeio no shopping não resolva.

Uma das grandes características do e-commerce é que o consumo pode ser feito de forma prática, rápida e segura. E, claro, muitas pessoas de classe A/B se “aventuraram” e abriram as portas desse tipo de consumo que se torna cada vez mais comum entre todas as classes.

Se todas essas características e números tendem a crescer, por que cada vez mais as poderosas marcas estrangeiras ocupam espaços nos grandes shoppings brasileiros e em bairros nobres de cidades que possuem o perfil dessas empresas?

O crescimento do número de lojas físicas de luxo é uma prova de que o conforto e praticidade das compras online ainda não foram suficientes para tirar a sensação de comprar um “pacote” que traz visibilidade, poder, status e a diferenciação de comprar um produto muitas vezes exclusivo.

Lipovetsky, um dos grandes estudiosos sobre consumo, diz que o luxo é um traço que distingue pobres e ricos no modo de viver, de comer e até de morrer. Com isso, prevaleceu a ideia de que os soberanos deveriam mostrar sua superioridade por meio de coisas belas, o que gerou a fixação por coisas raras, pelo prazer de se sentir diferenciado.

A partir disso, é possível perceber que esse pensamento que começou há tantos anos ainda tem forte influência sobre grande parte da população, que deseja encontrar no consumo uma maneira de se diferenciar e mostrar, de alguma forma, superioridade. E isso, a compra online pode não ser capaz de fazer.

Fonte: O Melhor do Marketing

Se a propaganda é a alma do negócio, a embalagem é a alma do produto

Com certeza já ouvimos que a propaganda é a alma do negócio, e nessa mesma lógica, penso que se isso é verdade, há uma grande chance da embalagem ser a alma do produto.
Bem, a importância da embalagem para as empresas que atuam no segmento de bens de consumo já é bastante estudada pelos profissionais de marketing, e por isso tem se tornado um meio eficaz de comunicação entre empresa e consumidor. No entanto há poucas empresas que se preocupam com este componente como sendo parte integrante do produto e, principalmente do negócio a ser efetuado entre as partes interessadas.

Uma embalagem não serve apenas para proteger o produto. Para o consumidor a embalagem e o que ela contém são indissociáveis. Para ele, a embalagem é, ao mesmo tempo, uma expressão e um atributo do conteúdo, sua roupagem, sua identidade. É por meio dela que o consumidor forma um conceito e atribui valor tanto ao produto como à empresa que o produziu, percebendo este valor desde o primeiro momento em que o encontra na gôndola.

A embalagem é um componente fundamental para a construção da imagem da marca, pois é a expressão tangível de todos os seus significados mesmo apresentando valores intangíveis para alcançar a percepção do consumidor.Uma embalagem deve agregar valor e melhorar a competitividade dos produtos para ser eficaz, tanto junto aos concorrentes quanto diante do consumidor.

Por ser um componente fundamental para a formação do custo, pois agrega valor não só ao produto como à percepção do consumidor e, conseqüentemente, no preço final do produto, a embalagem é um fator econômico importante e que merece a atenção adequada.

O Brasil já notou que a embalagem tem impacto considerável nos negócios, posicionando o produto e auxiliando no processo de escolha por parte da sociedade de consumo no ponto-de-venda. Notou que é um importante componente operacional e decisivo para o marketing das empresas. Mesmo assim, ela ainda é mal utilizada. Parece que não há um pensamento completo a respeito de suas atribuições para que seu uso seja mais completo, aproveitando o enorme potencial desta ferramenta. Na verdade, basta que uma gestão apropriada seja aplicada à utilização da embalagem como instrumento de marketing para que seus pontos possam ser explorados de maneira mais completa.

As tendências revelam que a embalagem terá um impacto crescente no ambiente de negócios, mesmo tendo sua gestão um tanto deficiente devido a uma falta de visão empreendedora mais avançada, a falta de formação especializada e a ausência de um conhecimento mais aprofundado sobre o assunto.

Diante desta realidade é importante que os profissionais de marketing pensem a embalagem como parte integrante do produto, como um componente que gera valor ao que a empresa oferece.

Fonte: O Melhor do Marketing