Brindes Personalizados e Corporativos — Compare Fornecedores Verificados e Peça Cotação Grátis

Brahma lança aplicativos exclusivos para a Copa do Mundo Fifa e apresenta conteúdo exclusivo sobre mundial na web

A Brahma, primeira marca brasileira a patrocinar a Copa do Mundo FIFA, traz em seu portal 2.0 (www.brahma.com.br) uma seção exclusiva voltada para os jogos mundiais: "Brahma na África do Sul". Com conteúdos exclusivos e interativos, o portal permite que os usuários façam suas apostas, simulem os resultados dos jogos da Copa e fiquem por dentro de todas as notícias oficiais da FIFA.

Os visitantes encontram ainda "No Blog Guerreiro" observações e opiniões postadas por personalidades do futebol, como o Cafú, e especialistas como Milton Neves, Rica Perrone, entre outros. Totalmente integrado, a plataforma digital permite que o Brahmeiro compartilhe notícias, imagens, vídeos e outros conteúdos com os seus amigos nas redes sociais.
A página oficial da Brahma no Twitter, com mais de 7.000 seguidores, traz as notícias dos preparativos e bastidores da Copa do Mundo, além das já disputadas promoções diárias. A hashtag #eusoubrahmeiro esteve por quatro vezes no TrendTopics Brasil do microblog. Os perfis da marca no Orkut e Facebook também divulgam vídeos, fotos e textos elaborados diretamente da África do Sul.

Ainda com foco nas redes sociais, a TV1.Com criou dois aplicativos que permitem compartilhamento e interação na web: o "Craque Oculto", um jogo com 60 personagens históricos de todas as seleções brasileiras, no qual os usuários podem também compartilhar os pontos obtidos em suas redes sociais (Twitter, Orkut e Facebok); e o "Torcida Brahmeira", uma ferramenta que possibilita aos Brahmeiros marcarem eventos para assistir aos jogos e convidar seus amigos selecionados das redes sociais Orkut e Facebook.

"O portal é um espaço democrático em que o internauta consegue ter a visão de todos os envolvidos no mundial, desde o jogador e torcedor até os craques do esporte e informação como Cafu, Luis Fabiano e Milton Neves. Além de ser um dos poucos espaços que concentram informações oficiais da Fifa e da CBF", explica Daniel Wakswaser, gerente de novas mídias de Brahma.

Além de possibilitar ao usuário formar grupos e palpitar sobre os resultados dos jogos no "Bolão Brahmeiro", o portal oferece uma área chamada "Estatísticas" com uma análise detalhada de cada partida, e outras curiosidades, como número de gol dos países, chutes a gol, artilheiros, deixando os Brahmeiros muito mais informados sobre o evento. Além disso, em um quizz semanal, os usuários podem escolher, por exemplo, o atleta mais guerreiro, o jogo mais disputado e o goleiro com mais ginga.

Ao longo do mês de junho novas áreas serão lançadas dentro do portal Brahma, uma delas é o Churrascômetro, onde o usuário encontrará ferramentas que poderão ajudá-lo a organizar um churrasco com os amigos, calculando a quantidade necessária de carne, cerveja e acompanhamentos para o sucesso do evento. O internauta Brahmeiro também poderá fazer downloads de wallpapers e emoticons alusivos à Copa do Mundo FIFA e conhecer todas as edições especiais e comemorativas das embalagens da marca.

Fonte: portaldapropaganda.com.br

Mastercard lança serviço de pagamento móvel

Iniciativa será lançada com o Itaú, a Redecard e a Vivo

A Mastercard Worldwide e a Smart Hub fecharam uma parceria para fornecer soluções de pagamentos móveis para consumidores do mundo todo. A iniciativa resulta na apresentação da plataforma Gateway de Pagamentos Móveis da Mastercard, que será lançada no Brasil com o Itaú Unibanco, a Redecard e a Vivo. Os serviços via celular disponíveis serão: pagamentos de compras; envio e recebimento de dinheiro a terceiros; transferência de valores; pagamento de contas; depósito de valores para quitação de produto, serviços e benefícios sociais; recarga de celular; inserção de créditos em contas pré-pagas; saques de dinheiro em caixas eletrônicos; e controle dos saldos.

Por Sylvia de Sá

Fonte: Mundo do Marketing

Nestlé, Kraft, Unilever, Danone, Avon e Sadia aderem a sampling inovador

Hypermarcas e Seara também estão presentes na Sample Central Brasileira

O conceito de loja com produtos grátis para os consumidores e como fonte de pesquisa para a indústria chegou para ficar no Brasil. O sucesso pode ser medido pelos números que a Sample Central exibe mesmo antes de abrir as portas, no dia 29 de junho, em São Paulo. A primeira franquia da rede internacional já tem 16 mil pessoas cadastradas para experimentar 220 produtos que estão nas prateleiras da loja.

Nestlé, Kraft, Unilever, Danone, Avon, Sadia, Hypermarcas e Seara são as principais das cerca de 60 empresas que já adeririam ao formato “tryvertising”, do inglês try (teste) + vertising (advertisign, propaganda). Há desde café e adoçante até um test drive com um carro da Nissan, passando por chocolates, lasanha, desodorantes, cosméticos, camisinha, sopa, biscoito e sabão em pó.

O que estas marcas buscam é testar seus produtos de forma rápida e eficiente, o que vai de uma embalagem diferente até um novo sabor. É um modelo de sampling inovador porque, ao invés de simplesmente distribuir o produto, a indústria consegue saber exatamente o perfil de quem experimentou e se gostou ou não, uma vez que o consumidor cadastrado na Sample Central responde a uma pesquisa. Isso, com cerca de 500 amostras reais. Bem diferente de ações tradicionais que chegam a distribuir até um milhão de produtos e que demandam uma pesquisa maior sem a certeza de que a pessoa experimentou o produto.

Experimentação é seguida de compra
O projeto está sendo encarado como uma nova ferramenta dentro do mix de Marketing de algumas empresas. “O consumidor pode dar a sua opinião a partir de uma experiência igual a de compra”, aponta João Pedro Borges, Gerente-Geral da Sample Central Brasil. “Teremos aqui uma visão real de experiência de compra e de consumo”, diz Celso Loducca, um dos sócio da franquia brasileira. “Um dos focos principais é saber o quanto o produto gera interesse”, completa Nelson Marangoni , CEO do IBOPE Inteligência.

Para além da experimentação, o modelo também é próprio para que as marcas conquistem novos consumidores. “Setenta e seis por cento das pessoas que participam vão ao varejo e compram os produtos que experimentaram”, afirma Antony James, fundador e presidente Global da Sample Central. A loja é um grande laboratório. Serviços também estão sendo projetados para serem experimentados, como o Orby da Telefônica, uma linha telefônica voip com um dispositivo semelhante a um telefone touchscreen com aplicativos diversos.

Outra possibilidade é o teste de ações no ponto-de-venda. “Qualquer agência e qualquer marca pode desenvolver e avaliar aqui materiais de merchandising, embalagem e abordagem, pois simulamos um varejo também”, ressalta Fernando Figueiredo, Presidente da Bullet, outra empresa sócia da Sample Central Brasil, animado com o projeto. “O estoque está abarrotado de produtos e já tem até fila de espera”, ressalta.

Metas superlativas
De fato, há 20 empresas aguardando para terem seus produtos experimentados e avaliados. Muitas das metas para o primeiro ano já foram batidas e a expectativa de abrir mais uma loja ainda este ano é grande. O plano de ter cinco lojas em cinco anos, com um investimento de R$ 4 milhões no primeiro ano de operação, tem grande possibilidade de ser revisto para cima. Outro passo que ainda não está definido é o monitoramento da loja com câmeras que gravam a reação do comprador no ponto-de-venda.

O Marketing Digital e Viral é a grande aposta da Sample Central Brasil para conquistar “clientes” que pagam uma anuidade de R$ 15,00 para ter acesso aos produtos. Para a inauguração são esperadas cerca de três mil pessoas que já agendaram sua visita à loja. O perfil é o mais amplo possível, com pessoas a partir de 15 anos, das classes ABC, representantes de mais de 70% do poder de consumo do Brasil. Se depender dos números iniciais, a operação brasileira tem tudo para chegar, em pouco tempo, ao número de associados que tem Tókio, a primeira unidade da rede, com 1,7 milhões de pessoas em quatro anos.

Por Bruno Mello

Fonte: Mundo do Marketing

Tendências de consumo. Conheça 7 perfis

Observatório de Tendências da Ipsos detalha o comportamento das pessoas

Detectar e entender as aspirações humanas da sociedade pós-moderna e como essas motivações e desejos se refletem nos rituais de consumo não é tarefa fácil. O Observatório de Tendências Ipsos capta as tendências de consumo nas principais capitais do mundo, identifica e analisa movimentos e fenômenos observados em nível macroeconômico, político e social e seus reflexos no consumo, no comportamento, nas manifestações culturais, na arquitetura e na propaganda.

Publicamos a seguir os sete perfis de consumo elencados pela empresa de pesquisa na íntegra. “As sete tendências revelam um mundo em busca de composição”, aponta Clotilde Perez, Coordenadora Geral do Observatório. Esta composição passa por um eixo formado por ambiguidade, leveza, sonsoralidade, por um mundo edulcorado e reticular.

1. Go Bubbles
Tudo ao mesmo tempo e agora: a ideia quase mágica tornou-se uma condição para quem quisesse pertencer ao mundo globalizado. A ausência de limites tinha sua contraposição: se por um lado o indivíduo dispunha da possibilidade de acesso praticamente irrestrito às informações e contatos, por outro, ele também tinha que estar disponível e atento a tudo para poder acompanhar esse novo ritmo. Logo os efeitos colaterais começaram a ser percebidos. A percepção de excesso, a sensação de sobrecarga dava sinais desde as primeiras ondas do Observatório.

Hoje não há mais ambivalência: “o mundo é assim”. Ninguém mais se pergunta se é bom ou ruim ter internet, ter acesso à tecnologia… São as consequências do convívio com a primeira geração de nativos digitais!

Como a globalização e a vida sem fronteiras não foram alcançadas, o mood agora é considerar o mundo, mas não é necessário estar lá… O tempo agorista ainda é um valor. Mas a aldeia global adquiriu dimensões mais modestas, ainda que múltiplas. Estar “conectado” não significa, necessariamente, estar ligado a tudo o que acontece no mundo o tempo todo. Filtrar, selecionar e bloquear informações possibilitou limites. Conexão, interatividade, multiplicidade estão mais voltadas aos microcosmos, e são assim melhor administradas. Estas são as principais marcas da Tendência Go Bubbles “conexão no microcosmos”.

2. HiperSense
O desejo pela intensidade, surpreender e ser surpreendido, arriscar-se, ousar, sair do lugar comum, fazer algo diferente – peculiaridades tipicamente humanas – foram aguçadas pelos efeitos de massificação e da pouca diferenciação da era global.

Desde as primeiras ondas deste Observatório foram observadas diferentes formas de buscar uma emoção mais intensa: do desafio físico, que fazia subir a adrenalina nos esportes radicais, passando pelo exibicionismo, pelo voyeurismo, até a invasão do fetichismo.

Essas manifestações continuam, mas surgiram formas mais elaboradas de se fazer notar e de sentir. Muitas vezes associadas a mensagens edificantes: minar preconceitos, atenuar tabus, manifestar uma ideia… A ênfase agora está em despertar os sentidos de maneira inusitada, ilusionar, misturar, sobrepor os sentidos. Estas são as marcas da Tendência HiperSense “maximização dos sentidos”.

3. Venus Fever
A discussão sobre os papeis sociais tradicionais do homem e da mulher já não ocupa mais destaque. Nota-se que a questão saiu do debate público e está mais evidente no âmbito privativo – cada um se acerta com seus pares. Nas ondas anteriores, a mulher estava mais presa aos poderes que conquistou, enquanto o homem aparecia mais perdido, sem um papel muito definido. Estavam todos carentes de modelos. Neste momento fica evidente que há certa parceria e flexibilidade.

Um caminho sem volta. A mulher não será mais a antiga “Amélia” e não se sente mais tão ameaçada pela perda de suas conquistas. Pode transitar mais naturalmente entre possibilidades: ora ocupando uma posição de mais liderança, ora compartilhando, sentindo-se frágil e pedindo proteção, ou até mesmo servindo ao marido e aos filhos. Da mesma forma, o homem é também mais livre para circular: mais sensível, vulnerável, parceiro e também pode ser mais viril, rústico…

Hoje, é a ideia de “compor” está no centro das atenções. O caricato, em qualquer sentido que seja, não tem mais espaço. Estas são características da tendência Venus Fever “He, she, it: a composição como possibilidade”.

4. Living Well
Bem estar é o foco da tendência Living Well. Na onda anterior já observávamos a diminuição das cobranças e estávamos mais livres das exigências sociais, o que deu o tom do “bem estar possível”, com forte conexão extra-corpus.

Agora identificamos duas vertentes a partir de um conflito: Finitude ou Longevidade? “Tem que ser hoje, porque pode acabar amanhã. E tem que ser todo dia, porque pode durar 90 anos”. Diante dessa dicotomia evidenciamos por um lado forte valorização do momento presente. Cuidar de si é mais possível do que cuidar do planeta ou dos problemas de ordem mundial. Por outro lado, evidencia-se mais preocupação com o futuro, com manifestações de generosidade, de dedicação aos outros, de ajudar, contribuir… Afinal vamos viver muito… A linguagem edulcorada e a generosidade são algumas das marcas da Tendência Living Well “bem estar necessário”.

5. ID Quest
Nas ondas anteriores do Observatório, a tendência ID Quest revelava uma maior valorização da memória afetiva, dos registros pessoais e da busca por proteção nas redes de segurança tradicionais. Na atualidade ID Quest tem importante destaque: buscar as raízes para saber quem eu sou – e eu sou um mosaico.

Amigos pessoais são mais valorizados, mesmo que o contato com eles seja mais virtual do que físico. Momento de crise financeira também intensifica a necessidade de contatos mais sólidos e verdadeiros do que a ampla gama de desconhecidos. Sente-se também certo remorso, culpa por ter se distanciado durante certo tempo dos laços afetivos mais reais.

São evidentes manifestações claras de busca afetiva, como design de época, objetos do passado, colecionismo em alta, remakes de filmes e peças de sucesso, renascimento das mascotes de marca e criação de novas, valorização das histórias de vida, os pets e a sedução pela eternidade. Tudo em busca de uma relação mais emocional e mais afetiva como possibilidade de constituição da própria identidade, ainda que esta identidade se forme na composição.

É preciso respeitar o mosaico de si mesmo, privilegiar cada pedacinho de si. Essas são algumas das características da Tendência ID Quest “patchwork identitário”.

6. My Way
A tendência My Way apresentava-se em ascensão na onda anterior: a indústria a serviço da customização com possibilidades cada vez mais fáceis e acessíveis de se diferenciar; a indústria favorecendo a customização. Agora o foco passou a ser no indivíduo e em tudo que lhe agrada e singulariza. Não queremos apenas personalizar: somos autores-atores prontos para performar.

Agora, as manifestações de individualidade estão também expressas na relação com o outro, na co-autoria, nos processos de co-criation, na colaboração. O exercício da criatividade está na capacidade de transitar por vários estilos, atitudes e comportamentos. Ser único e ser múltiplo é o tom de My Way, “protagonismo e criatividade”.

7. Know Your Rights
É a mais atual das tendências. Vem crescendo em cada onda do Observatório. Alicerçada no paradigma contemporâneo “consumir é existir”, com ramificações para o consumo crítico, ético e sofisticado, esta tendência agora dá sinais de fusão entre os eixos “crítico” e “ético”: repudia-se tanto o excesso do capitalismo e das grandes corporações, quanto a forma de produção. E também não basta aderir a produtos éticos se o consumo for excessivo.

Ética e estética aglutinam-se: “é feio jogar papel no chão”. Festa do consumo responsável, dia sem compras, loja gratuita, são exemplos claros dessas misturas. As manifestações de insatisfação, repúdio e até vingança contra organizações e marcas proliferam-se na rede.

Na vertente da sofisticação do consumo, notamos sinais do surgimento de novos significados para luxo: momento de mais moderação e controle e atenção ao que se mostra. A ideia de excessos pode comprometer a imagem pessoal. Marcas de luxo voltam-se para o core business em busca de segurança e manutenção das vendas. Estas são algumas das evidências de Know Your Rights “Consumidores complexos e críticos”.

Fonte: Mundo do Marketing

Frozen Yogurt faz sucesso focando um único produto

Yogoberry, Yoggi, Yofresh e Yoforia investem em expansão agressiva

Um conceito simples focado em apenas um produto e suas variações. É assim que as redes especializadas em Frozen Yogurt pretendem ganhar o mercado de franquias brasileiro. Marcas como Yogoberry, Yoggi, Yogofresh e Yoforia apostam em uma expansão agressiva e prometem, juntas, chegarem a mais de 200 lojas no país até o fim do ano.

O conceito, já tradicional nos Estados Unidos e na Europa, foi trazido ao Brasil pela Yogoberry, que inaugurou sua primeira loja em novembro de 2007, no bairro de Ipanema, no Rio de Janeiro. Cerca de um ano depois, em dezembro de 2008, foi a vez da Yoggi chegar ao mercado carioca, abrindo sua primeira loja no Leblon e ajudando a popularizar o hábito de tomar Frozen Yogurt com os acompanhamentos como frutas, cereais e coberturas, chamados de toppings.

Já a Yogofresh iniciou seus negócios no Espírito Santo, enquanto a Yoforia escolheu o interior do estado do Rio de Janeiro para inaugurar seu primeiro ponto-de-venda. O Rio, no entanto, é o principal mercado do segmento e reúne a maioria das lojas das redes. O foco se dá tanto pelo potencial de mercado da cidade, quanto pelas características do carioca, que busca uma alimentação saudável e produtos com baixo teor calórico.

Brasil também produz Frozen Yogurt
Apesar da concorrência, a pioneira Yogoberry conta com uma personalidade própria para manter-se forte no mercado. “Desenvolvemos uma identidade nossa. Qualquer cliente que vá a uma loja Yogoberry tem condições de reconhecê-la visualmente. É um pacote que reúne produto, ambientação e atendimento personalizado”, explica Marcelo Bae, Diretor Administrativo da Yogoberry, em entrevista ao Mundo do Marketing.

A preocupação com a qualidade do produto levou a empresa a desenvolver uma fórmula do frozen que é importada da Itália. A escolha é resultado de um trabalho de pesquisa de 18 meses feito pelas sócias Un Ae Hong e Jong Ae Hong, também nutricionista da marca, que tiveram a ideia de criar a Yogoberry inspiradas no sucesso alcançado pelo produto na Califórnia, nos Estados Unidos.

Ao contrário da principal concorrente, a Yoggi optou pela fabricação própria, em solo brasileiro. Com uma fábrica que produz cerca de 20 toneladas por mês, a empresa espera atingir 50 toneladas mensais no verão. “Buscamos a oportunidade de abrasileirar o produto. Não é porque deu certo lá fora que dará certo da mesma forma por aqui. É importante saber reconhecer as diferenças nacionais e regionais”, diz Bruno Grossman, Sócio-Diretor da Yoggi, em entrevista ao Mundo do Marketing.

Mercado terá seleção natural
A meta de “abrasileirar” o Frozen Yogurt levou a Yoggi a conceber variações para cada local em que a marca está presente. “Cerca de um terço dos nossos produtos variam de acordo com a região em que a Yoggi atua. O cliente não tem que se adaptar à loja, nós que precisamos nos adaptar a ele” completa o fundador da rede, que hoje tem também como sócios o empresário Alexandre Accioly, o apresentador Luciano Huck e o técnico da seleção masculina de vôlei Bernardinho.

Apesar da forte expansão e do surgimento de um número cada vez maior de marcas no segmento, as redes mostram-se confiantes no trabalho realizado. “Há uma seleção natural no mercado. Sobreviverão poucas marcas”, acredita Larissa Dadalto, que junto com Clarice Caliman fundou a Yogofresh.

A Yogofresh teve sua primeira loja aberta em Vitória, no Espírito Santo, em agosto do ano passado. Em dezembro, a empresa chegou ao Rio de Janeiro e, assim como a Yogoberry, escolheu o bairro de Ipanema para expandir a rede. Hoje são 21 lojas em funcionamento que garantem um faturamento de R$ 70 a R$ 120 mil por unidade. A expectativa é chegar a 50 pontos-de-venda até o fim do ano em todo o país.

Yoggi quer ser a principal marca até 2011
A Yoforia também optou por um mercado fora da capital carioca. A primeira unidade da rede foi inaugurada em março de 2009, em Barra Mansa, no interior do Rio de Janeiro. A ida para a capital, entretanto, foi inevitável. “O Rio é sempre interessante. Desde o fim do ano passado focamos a zona sul carioca para dar mais visibilidade à marca. O resultado foi uma expansão durante este ano. Chegamos a 16 lojas franqueadas e esperamos terminar 2010 com 30 unidades”, conta Alexander, Diretor Comercial da Yoforia, ao site.

O sucesso do frozen yogurt mostra que ainda há espaço no mercado para as marcas que querem investir. A Yogoberry espera chegar ao fim do ano com 60 lojas, enquanto o planejamento da Yoggi é passar das 53 unidades atuais para mais de 80. Além disso, para ser a principal marca de Frozen Yogurt no país, a Yoggi pretende estar com 300 lojas até 2011.

“Ainda não existe diferenciação de marca neste segmento, mas no médio e longo prazo haverá. O cliente estará mais seletivo, procurando pelo melhor produto, o melhor atendimento e a marca com mais carisma. Queremos estar em todos os shoppings do Brasil. Não viemos por moda, viemos para ficar”, ressalta o Sócio-Diretor da Yoggi.

Yoforia busca lojas diferenciadas
Por outro lado, a Yoforia tem um posicionamento diferente e busca atuar com poucas lojas. “Queremos nos posicionar com apenas uma loja em territórios maiores. Temos unidades pequenas em função da necessidade, como é o caso do ponto-de-venda do Shopping Iguatemi, que possui 17m². Mas os espaços são estudados e adaptados à necessidade da região. Em Copacabana, por exemplo, a loja é feita para a praia, mais aberta, com banco na calçada”, compara o Diretor Comercial da marca.
Outra aposta da Yoforia é a busca por um preço mais acessível. Enquanto o investimento em uma franquia da concorrência chega a R$ 350 mil, a rede oferece unidades a partir de R$ 130 mil. Quando se fala do produto, também é preciso inovar. O foco em apenas um elemento – o Frozen Yogurt – é um desafio para as marcas que querem manter a competitividade.

Para isso, as redes abusam da criatividade na hora de criar receitas, elemento fundamental para aproximar e manter clientes, ao lado dos cartões de fidelidade e de pontos-de-venda atraentes. A Yogofresh, por exemplo, foi a primeira a lançar o frozen de chocolate no Brasil, que hoje também pode ser encontrado na Yoggi. A marca ainda oferece o Yogofit, frozen batido com o composto rico em proteínas Whey Protein, para conquistar o público que tem como hábito a prática de atividades físicas.

Sabores são cartas na manga
Já a Yoforia acredita que a melhor combinação para a base de Frozen Yogurt são as frutas silvestres e investe na junção do iogurte com frutas como a lichia. Na Yoggi é possível ainda encontrar sabores como jabuticaba, doce de leite, chocolate belga e coco. Nas lojas da rede, o cliente também pode customizar o seu sabor se optar pelo Yoggi Blend, escolhendo os ingredientes que serão misturados ao iogurte na hora.

A cada estação, a Yoggi também lança variações para agradar ao paladar dos consumidores durante o ano todo. No inverno, o Yoggi Paçoca Chic (frozen com calda de chocolate e farofa de paçoca) tem sido uma das sugestões da empresa. “É importante não brigar com o inverno, mas sim brincar com ele”, diz Grossman, durante a entrevista.

A Yogoberry mantém o pioneirismo e não fica atrás da concorrência. A marca lança a ação “Sabor do Mês”. Em junho, por exemplo, os clientes podem experimentar a edição limitada de maçã verde. “A base é o mais importante. Temos uma série de novidades que serão lançadas gradativamente. O Rio tem mais de 20 lojas Yogoberry, mas nos outros estados o negócio está apenas começando. Na medida em que tivermos a necessidade de apresentar novos produtos, estaremos preparados para isso. Hoje são 47 sabores que já estão prontos para serem lançados”, conta o Diretor Administrativo da marca.

Por Sylvia de Sá

Fonte: Mundo do Marketing