Desde 1987 conectando marcas e fornecedores

Brasileiro está mais consciente

Em sua oitava edição, o Instituto Akatu acaba de lançar a Pesquisa Akatu 2012: Rumo à Sociedade do Bem-Estar. O levantamento retrata um consumidor brasileiro que, mesmo comprando mais, em vista de um cenário econômico que se figura próspero, mantém inalterados seus comportamentos cotidianos de consumo consciente, tem mais interesse e maior conhecimento sobre sustentabilidade e sobre Responsabilidade Social Empresarial. Este também se mostra mais crítico e exigente sobre as práticas das companhias em relação ao meio ambiente . A pesquisa, que contou com patrocínio do Grupo Pão de Açúcar, Natura, Nestlé e Unilever, entrevistou 800 pessoas com mais de 16 anos, de todas as classes sociais e de 12 capitais e/ou regiões metropolitanas de todo o País.

Apesar de o levantamento indicar uma estabilidade do número de consumidores classificados como "Conscientes", houve crescimento na adesão a práticas de consumo consciente, ainda que, neste momento, apenas de maneira eventual e não contínua. De 11 comportamentos considerados indicativos de consumo consciente, quando se adiciona aos consumidores que aderem "sempre" a esses comportamentos aqueles que aderem "às vezes", oito comportamentos apresentaram aumento em relação a 2010, entre eles: planejar a compra de alimentos e roupas, desligar lâmpadas, fechar torneiras, usar o verso do papel, e ler rótulos de produtos.

Esta tendência é reforçada por outro importante resultado da pesquisa: solicitados a priorizar seus desejos, os entrevistados optaram, em uma significativa maioria, por soluções mais sustentáveis. Em cinco dos oito temas propostos (afetividade, alimentos, água, mobilidade, durabilidade, energia, resíduos e saúde), eles deram preferência a alternativas mais ligadas ao "caminho da sustentabilidade" do que as relacionadas ao "do consumismo". Um exemplo é o tema da afetividade, que possui a maior diferença entre os consumidores que preferem o cenário mais sustentável (passar tempo com amigos e família – com índice de prioridade de 8,3 em uma escala de 0 a 10) ao invés do consumista (comprar presentes – com índice de 2,6). Vale destacar que a preferência pelo "caminho da sustentabilidade" ocorre em todas as classes sociais, faixas etárias e em todos os segmentos socioeconômicos e geográficos.

Para os brasileiros, o conceito de felicidade está relacionado à preferência pelos caminhos mais sustentáveis. Quando questionados sobre o que consideram ser felicidade, dois terços dos entrevistados indicaram que estar saudável e/ou ter sua família saudável é um fator essencial. Para 60% do público que respondeu à pesquisa, conviver bem com a família e os amigos também os aproxima mais da felicidade. Apenas três em cada 10 brasileiros indicaram a tranquilidade financeira em suas respostas sobre "o que é felicidade para você?". "O estudo mostra que grande parte da sociedade brasileira já compartilha, mesmo que de forma difusa e pouco consciente, a noção de que, uma vez satisfeitas as necessidades básicas, a busca da felicidade implica em tomar o caminho da sustentabilidade e não o do consumismo", afirma Helio Mattar, diretor-presidente do Instituto Akatu.

Decisão de compra
Ao valorizar mais o consumo consciente e as opções mais sustentáveis, o consumidor brasileiro também passou a ser mais exigente em relação à atuação das empresas. O levantamento do Akatu revela que o comportamento das empresas impacta diretamente na decisão de compra dos consumidores, que destacam cinco aspectos como motivadores de preferência ou admiração por determinadas empresas: "Não maltratar animais" (52%), "Ter boas relações com a comunidade" (46%), "Ter selos de proteção ambiental" (46%), "Ajudar na redução do consumo de energia" (44%) e "Ter selo de garantia de boas condições de trabalho" (43%). As duas práticas que mais negativamente impactam a disposição do consumidor para comprar produtos de uma empresa ou falar bem dela continuam as mesmas de 2010 e de anos anteriores: "Ter produtos que podem causar danos à integridade física dos seus consumidores" (72%) e "Fazer propaganda enganosa" (71%).

Fonte: ClienteSA

As tendências do marketing digital

Autor: Helisson Lemos

Nos últimos anos, foi possível perceber que o marketing digital evoluiu a um ritmo bastante acelerado. Com a movimentação das empresas para a internet – e aí falamos tanto de grande quanto de pequenas -, que passaram a prestar mais atenção no comportamento dos consumidores online, o marketing digital deixou de ser apenas uma ferramenta complementar de comunicação e passou a ser o foco de diversas ações.

Como o custo de investimento do marketing digital é mais acessível, o resultado e o retorno são mensuráveis. Dados de uma pesquisa realizada pelo TNS Research International apontam que 90% das empresas no país já realizaram algum tipo de ação na internet. Isso aponta que a incorporação da internet à comunicação é um caminho sem volta.

Contudo, esse conceito está em constante transformação, considerando o marketing digital como um conjunto de formas de se comunicar com o público alvo utilizando canais digitais. De acordo com uma pesquisa realizada pela Adobe e Econsultancy, os principais objetivos do marketing digital para 2013 são: criar conteúdo criativo e consistente em múltiplas plataformas, integrar informações online e offline, além de medir com mais precisão e otimizar adequadamente seu conteúdo. Em outras palavras, ele deve ser mensurável, personalizado e acima de tudo, rentável.

A tendência da personalização de conteúdo é uma das mais marcantes desse ano e para a maioria é uma forma de estreitar o relacionamento com o consumidor. Atualmente o consumidor digital é exigente e espera uma comunicação direcionada às suas necessidades. Para esse fim, 21% das empresas de e-commerce relataram recorrer ao histórico de compras do usuário para segmentar os perfis de acesso. Dados comportamentais, como buscas e páginas visitadas nos sites são utilizados por 20% das empresas enquanto 6% utilizam informações sociais para direcionar produtos e comunicação, mostram números da pesquisa da Adobe e Econsultancy.

Além de acompanhar o comportamento dos consumidores no ambiente online, o marketing digital também se movimenta de acordo com as evoluções tecnológicas. Assim como o marketing tradicional incorporou a internet, que já contabiliza mais de 2 bilhões de pessoas conectadas no mundo, ele também assimilou a tendência da internet móvel. Com essa grande oferta de mobilidade (tablets e smartphones) as marcas já estão pensando em como se adequar a esse novo formato, oferecendo uma melhor navegação e acesso aos consumidores. Programar sites responsivos que se adaptam ao display de cada dispositivo é uma forma de se diferenciar nesse universo ainda pouco explorado.

No e-commerce especificamente, a mobilidade é uma grande oportunidade que ainda está em amadurecimento. Em uma pesquisa feita pelo MercadoLivre em 2013, as transações de compra e venda da plataforma por meio de dispositivos mobile chegaram a 10%, com a possibilidade de comprar e pagar apenas usando o celular.

Por fim, para ajudar na conversão de cliques e exposição e visibilidade da marca, as redes sociais são grandes aliadas, pois é onde as pessoas compartilham e discutem sobre conteúdos. E esses conteúdos podem ser a porta de entrada para o seu site. Dessa forma, as tendências para o marketing 2013 se resumem em um novo conceito chamado SoLoMo (social, local, móvel).

Com todas essas possibilidades de atingir o consumidor, cada vez mais é preciso saber como mensurar e analisar os resultados de forma efetiva e conhecer qual o desempenho que se obteve com as ações realizadas. Os departamentos de marketing devem aproveitar essas tendências para conseguir dar ainda mais visibilidade para seus assessorados, afinal de contas a publicidade também faz parte da alma do negócio.

Helisson Lemos é diretor geral do MercadoLivre.

Fonte: ClienteSA

A nova era da internet

Autor: Dane Avanzi

A polêmica da espionagem cibernética suscitada pelas declarações do ex-agente Edward Snowden alterará a internet mundialmente em suas entranhas e substância. Questões antes despercebidas quanto à disponibilização de conteúdo em suas mais diversas modalidades começam a ser discutidas pelos mais vários nichos e "players".

Os conteúdos disponibilizados pela internet por sites de aluguel de filmes, por exemplo, começam a incomodar a indústria brasileira de televisão por assinatura. É inegável que os custos decorrentes de produção e distribuição de conteúdos que recaem sobre as emissoras tradicionais são elevados, ao passo que as empresas de aluguel, que fornecem conteúdos com assinaturas muito acessíveis, por volta de 15 reais por mês, por estarem fora do país não pagam absolutamente nada de impostos, causando indiretamente evasão de divisas aos cofres públicos e concorrência desleal às operadoras regularmente constituídas.

Esse assunto já foi pauta de reclamação das principais operadoras com o Ministro das Comunicações, Paulo Bernardo. Esse problema, como outros da internet, não são exclusivos do Brasil. Segundo o Ministro, a Alemanha e a França estão estudando meios de combater as empresas estrangeiras de conteúdos televisivos e o Brasil também deve criar mecanismos para coibir essa competição predatória.

Esse tema, em verdade, está intimamente ligado com a regulamentação da internet, que possui milhares de vertentes. Hoje não há mecanismo legal para coibir a atuação dessas empresas. Se elas estão fora do Brasil e recebem suas mensalidades via cartão de crédito, como o governo pode efetivamente controlá-las? Inclusive, assevere-se, não fazem nada de errado do ponto de vista legal, a lume da Constituição Federal e do Estado Democrático de direito.

Segundo o Princípio da Legalidade, pedra angular da relação entre Estado e Sociedade, tudo é permitido às pessoas de direito privado, salvo aquilo expressamente proibido por lei. Logo, se não há lei que proíba, não há crime.

Tramita no Congresso Nacional um projeto de lei que será um marco regulatório para essas e outras questões. Entretanto, enquanto a Câmara dos Deputados não chega a um consenso sobre o Marco Civil da Internet, que fixa princípios, garantias, direitos e deveres para o uso da rede no Brasil, a Agência Nacional de Telecomunicações pode sair na frente e regulamentar a neutralidade da rede, o ponto mais polêmico do Projeto de Lei.

A controversa obriga provedores de conexão a tratar de forma isonômica os usuários, sem diferenciar a velocidade pelo conteúdo acessado. Significa, basicamente, que todas as informações que trafegam na internet devem ser tratadas da mesma forma, sem favorecimento por qualquer motivo. O assunto é complexo porque toda a estrutura comercial das operadoras está tabelada de modo a conceder maior velocidade a quem paga mais e nesse contexto não tem como todos os usuários serem iguais perante a rede, como propõem o projeto.

A internet nasceu num ambiente de extrema informalidade, em razão, sobretudo, de sua abrangência global, mas seus dias de inocência há muito se foram. Medidas restritivas prometem alterar sua característica "livre", até porque liberdade implica em responsabilidade. Outra questão subjacente ao tema é a criação de uma estrutura de fiscalização para todo o ambiente da internet, pois não haverá efetividade no cumprimento das normas sem vigilância do poder público.

A questão da convergência digital promete alterar profundamente todas as ferramentas de acesso à informação, com ênfase na questão de segurança da informação e, cabe ao Governo Federal se preparar para esse novo ambiente e arquitetura de internet que se desenha. A internet, nos próximos anos passará por maior regulamentação, estando como tudo na vida sujeito a ciclos de expansão e retração.

Dane Avanzi é advogado e superintendente do Instituto Avanzi, ONG de defesa dos direitos do Consumidor de Telecomunicações.

Fonte: ClienteSA

Como conjugar os verbos “agorar” e “livemarketiar”?

Se tem dois verbos difíceis de conjugar estes são os “agorar” e “livemarketiar”. Verbos transitivos, que muita gente intransitiva por birra, eles, diferentes de todos os outros de sua conjugação, não têm pretérito, só presente e futuro.

Pois foi na semana passada que vi o quanto é difícil conjugá-los no nosso mercado. Acostumados a ter no passado a nossa referência de futuro, transitamos na linha burra e nos dividimos, como se isso nos favorecesse a ação. Besteira, os dois verbos precisam ser conjugados em conjunto.

O verbo “livemarketiar” talvez seja o mais difícil de declinar, porque faz línguas dobrarem. Novo, em essência, nem no breviário o deixaram entrar. As academias ainda o rejeitam. Nós não.
Verbo safado, acham alguns, e até entenderam que ele substituía o verbo “promocitarizar”, que nunca acabou por sinal, e somente fechou com ele uma nova conjugação. Isso porque, o cliente, em especial, estava conjugando esse verbo da maneira que melhor lhe convinha, desrespeitando as regras, errando tanto nas suas pessoas quanto nos modos. E, isso, há muito tempo.

Ao “livemarketiar” no mercado, a Ampro e o Kito Mansano, quem primeiro conjugaram entre nós esse verbo difícil, conjugaram-no muito alto com outros parceiros que, de início, tiveram muita dificuldade em assimilá-lo. Verbo novo é sempre assim. E foram torturados, porque não é fácil mesmo dizer eu livemarketiei, tu livemarketiou eles livemarketiarão, por exemplo, sem provocar atritos nos dentes.

Mas o verbo veio, chegou e pronto. Não agradou a todos, é verdade, mas agradou a maioria que, ao vê-lo e senti-lo, percebeu, nas suas desinências que, agora, tinham dois verbos para falar sobre as mesmas ações, enriquecendo a linguagem.

Há livros que não o aceitam, é verdade, porque só aceitam o verbo “publicitarizar” ou o propagandear, e, aí, fingem que vão conjugar o nosso para ver se, escrevendo-o errado, deturpando-lhe o sentido, ou usando-o ao bel prazer, as pessoas o esquecem ou “garram ódio deles”.

Hoje, só o Promoview consegue divulgá-lo sem medo, porque já o vem treinando há mais de seis anos. Talvez outros até possam conjugá-lo, mas o farão com certa dúvida e até mudarão de verbo na primeira dificuldade que surgir. Nós não.

“Livemarketiar” é verbo nosso. Só quem pode conjugá-lo bem somos nós. É verbo que precisa estar “ao vivo” para ser bem enunciado. Foi escolhido por nós, mas só pode ter sucesso nas composições se, unidos, entendermos que nossos caminhos são comuns. Não cabe dissensões de nossos próprios linguistas e gramáticos. E não será expondo nossas divergências quanto à forma correta de conjugá-lo que conseguiremos colocá-lo nas bocas de clientes e do próprio mercado.

Quem não estiver a fim de conjugar com a gente. Assuma outro verbo!

Os méritos de um ou outro quanto a origem do verbo e à forma de conjugá-lo já estão definidos e sabidos e não adianta, nem ajuda, questionar isso, porque é fácil falar do verbo sem nunca ter pensado nele, nem em como conjugá-lo.

Eu acredito que só a Ampro pode amproparar qualquer coisa que diga respeito ao marketing promocional e ao live marketing, que só o Kito tem, hoje, autoridade pra dizer que acreditou na mudança e foi em frente – não me importa o motivo, porque o verbo tá aí e ponto, mas acredito mais, acredito que o fez para que todos viessem juntos, cada um com sua capacidade de conjugação.
O passado faz o presente e o presente constrói o futuro. Sempre foi assim. Ninguém vai matar a Ampro, porque ela não morre. Imortalizou-se pelo trabalho de grandes profissionais e continuará viva enquanto ela, a Ampro, quiser – e eu não a ouvi dizer: Acabei!

Vamos conjugar juntos o nosso verbo, porque somos fortes com ele. Eu agorei um futuro de brilho e tenho orgulho de estar na Ampro e escrever no Promoview, “livemarketiando” nas suas linhas.

Eu ampropararei com segurança, dando respostas claras com o Kito, a Mônica, a Alexa, o Marcelo, a Djanira, o Godoy, o Dhill, o Soderi, o Renato, o Rafael, o Bruno, o Beato, a Débora e tantos outros. E quando “livemarquetiar” quero fazê-lo com todo mundo que torceu por nós, esteve no Congresso e com todos os que quiseram saber o que aconteceu lá, sem estrelismos ou fanfarronices.

Eu também Promoviewverei um futuro onde não haverá divisões de verbos nem de ações.

Mesmo porque nomes, substantivos que são, podem ilustrar e mostrar força, coisas e pessoas, mas só as ações, conjugadas como força conjunta de gente, é que mostram o quão forte é um verbo, que, no princípio, é sempre ele mesmo, mas, no futuro, é força da qual não se consegue fugir.

Eu “agorarei” e “livemarketiarei” enquanto vocês estiverem comigo, conjugando forças. O futuro é do presente. Quem quiser ficar com o do pretérito vá conjugar outros verbos, como disse o Oliva.

Fonte: Promoview

Davene reformula embalagens da linha completa de Bebê Vida

Baseado nesses dados, e estendendo sua preocupação com higiene pessoal e bem estar para os bebês e crianças, a Davene convida seus consumidores a conhecer as novas embalagens da linha de produtos Bebê Vida.

Reconhecida pelas mães por apresentar produtos de alta qualidade para seus filhos, a linha Bebê Vida é elaborada no laboratório de pesquisa e desenvolvimento Davene, dentro de rígidos padrões de qualidade, dermatologicamente testados, respeitando a delicadeza da pele e cabelos dos bebês.

As novas embalagens prometem aproximar ainda mais os produtos da linha às mamães. Com novos layouts que criam mais identificação com o público, os produtos trazem agora a mesma cor em todas as tampas e o novo desenho da logomarca está mais moderno e revitalizado. Tudo isso para poder destacar para as mães os principais benefícios da linha Bebê Vida.

Fonte: Cidade MArketing