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Analisando as estratégias

•A comercialização e a inovação constituem as áreas básicas para a fixação dos objetivos;

•É nelas que a empresa colhe seus resultados;

•É pelo desempenho nessas áreas e pelas contribuições que nelas presta que seus clientes lhes pagam;

•Todos os objetivos das empresas devem estar ligados as realizações, visando ao fazer e não às boas intenções.

Objetivos – I

•O Marketing e a Inovação;

•A decisão de concentrar-se e a decisão referente à posição da empresa no mercado;

•Necessidade de objetivos relativos a todos recursos: recursos de pessoal, recursos de capital, recursos de instalações e recursos físicos básicos – ,sua obtenção, utilização e produtividade;

•São necessários objetivos relativos à dimensão social da empresa, às suas responsabilidades sociais e às repercussões sociais de sua atividade.

•Em todas essas áreas, a pequena empresa precisa tanto de objetivos claros como a grande empresa.

Objetivos – II

•O Lucro e a Lucratividade aparecem ao final do processo;

•Constituem necessidades relativas à sobrevivência da empresa, exigindo portanto objetivos próprios;

•Mas a lucratividade necessária impões também limites sobre todos os outros objetivos;

•É necessário submeter os objetivos a comparações – compará-los uns com os outros, em termos dos diversos requisitos do curto e longo prazo, e compará-los com os recursos disponíveis.

Fixação de Prioridades

•Os dois orçamentos relacionados com o futuro – o das despesas de capital e o das despesas administrativas – expressam também as prioridades fixadas pela direção.

•O mecanismo chave é o ORÇAMENTO das despesas de capital e das despesas administrativas.

•Detalhe sabe-se que:

•Nenhuma empresa pode fazer tudo;

•A pior coisa é tentar fazer um pouco de tudo, pois acaba-se não fazendo nada;

•Fixar prioridades é arriscado, mas é necessário;

•Não existem fórmulas mágicas e é necessário que alguém tome a decisão.

Objetivos e Ação

•Transformar objetivos em ação, como? eis a questão:

•Qual é o nosso ramo, qual será ele e qual deve ser?, raciocinar-se através de objetivos é a ação, não o conhecimento teórico;

•O que se pretende é concentrar as energias e os recursos da organização nos resultados corretos;

•O produto final de análise da empresa é constituído, portanto, de programas de trabalho e de atribuições de serviços específicos e concretos;

•Metas definidas e responsabilidades claras;
É necessário transformar em ações, caso contrário serão só sonhos.

As analises acima, são fundamentadas no que o pai da administração dizia, sua base é sólida seu argumento é comprobatório, portanto, assim presto o mínimo do que aprendi a ele.

Peter Ferdinand Drucker

O titulo do que aqui expus, pode na sua sequência não falar tanto de estratégias, mas deixo bem claro que os fundamentos: comercializar e inovar, com objetivos, metas e planejamento, são as estratégias chave para o pequeno ou grande resultará somente em sonhos e não em realizações, se não forem seguidos não importando o grau de dificuldades que se venha a enfrentar em uma organização grande,média ou pequena,o trabalho é o mesmo.

Fonte: Administradores

A importância da Contabilidade para a Administração

Por que algumas empresas insistem em deixar de lado a Contabilidade? Estive observando um artigo falando sobre a importância da Contabilidade para micro e pequenas empresas, o que pude perceber é que essa técnica ou ferramenta é demasiadamente importante para o funcionamento de uma empresa. Entretanto, os dados puderam nos mostrar que a realidade é que as pequenas empresas apresentam um índice de mortalidade precoce, ou seja, antes mesmo de dois anos as portas se fecham.

Trabalhar com números não é fácil, para muita gente é um bicho de sete cabeças, de fato, exige uma maior responsabilidade e atenção especial para que não possam ocorrer erros eventuais e consequentes danos para a organização.

Não é ao acaso que a Contabilidade está presente em nossas vidas desde a antiguidade clássica com as primeiras civilizações, nos dias atuais, podemos observar uma roupagem bem mais moderna e com diversas funcionalidades.

A contabilidade é um dos conhecimentos mais antigos e seu surgimento se deu pela necessidade prática do próprio gestor do patrimônio, preocupado em elaborar um instrumento ou ferramenta, que lhe permitisse benefícios para que pudesse evoluir seu patrimônio.
Se você pensa em abrir o seu negócio precisa entender que a Contabilidade é tão importante quanto às funções básicas as quais deverá executar dentro da empresa. Esta, sem dúvidas, é uma ferramenta importantíssima para a tomada de decisões. É através dela que podemos observar a situação atual de uma empresa.

A cada dia estou ficando mais ciente de que as informações contábeis são relevantes e um fator crucial no processo decisório das organizações, seja no mercadinho da esquina, seja na Mc’Donalds, a contabilidade será sem dúvidas uma grande aliada.

Fonte: Administradores

Os cinco estágios da trajetória de crescimento de uma empresa

Podemos fazer uma analogia das etapas que uma empresa necessita para crescer e se firmar no mercado ao processo de lançamento de um foguete espacial. O foguete é projetado e construído de forma a passar por vários estágios, dependendo da distância que pretende atingir. Na empresa não é diferente.

Concepção – O foguete nasce para cumprir um objetivo. Do mesmo modo, existe uma razão para uma empresa nascer, um objetivo a cumprir. Uma empresa geralmente não nasce de um planejamento estratégico, mas do sonho de seu fundador. O plano de vôo de uma empresa inicial está na mente do empreendedor, na sua idéia e na sua vontade de fazer atingir o objetivo: levantar, cair, levantar, cair, levantar, continuar, continuar… Esse é o DNA do empreendedor.

Lançamento – Para tirar o foguete do chão, muito pesado devido ao combustível que carrega, é necessário fugir da força da gravidade que o puxa para baixo, o que exige muita potência nos motores. O empreendedor é o executor das tarefas operacionais nessa fase. É o motor principal para impulsionar a empresa para o alto. Necessita fazer muita força para fazer a empresa sair do chão.

Especialização – Uma fase muito difícil e crítica antes de atingir a maioridade empresarial. Da mesma forma que o foguete que abandona os motores e os tanques de combustíveis porque não são mais necessários, o empreendedor precisa abandonar as tarefas operacionais e delegar tarefas. Isso exige uma mudança de postura interior. Trabalhar com mais pessoas, direcionar as pessoas para o mesmo objetivo. Novos departamentos, novas funções, o que leva a ter que compartilhar tarefas, delegar poderes. É a transformação de empreendedor para administrador.

Maioridade – Já não é necessário empregar sua força fisica, mas buscar sabedoria. Ser mais estrategista do que empreendedor, aprender a lidar com os novos termos como planejamento estratégico, plano de negócios, etc. O obstáculo a superar neste estágio é muitas vezes mais difícil de transpor do que as dificuldades enfrentadas nos estágios anteriores. Para o foguete é aquela fase onde fica estacionado, em órbita por vários anos e chega o momento de decidir se continua sua missão ou não. Se quiser continuar necessita acionar novos motores.

Continuidade ou queda – Pode ser o último estágio, ou não. Muito provavelmente a empresa já não depende das decisões do empreendedor inicial. Pode ser o fim da linha com queda ou pode ficar vagando perdido pelo espaço por algum tempo pela força inercial ou continuar avançando… Parar ou seguir em frente depende unica e exclusivamente dos objetivos que se pretende atingir.

Precisamos entender que o empresário, assim como o foguete, precisa de um plano de vôo. O foguete é construído para agir de forma adequada a cada estágio: no lançamento com muita força e da especialização em diante com forças direcionais específicas. Um dos erros que vejo é que as pessoas em geral não percebem as novas habilidades que são exigidas de acordo com cada estágio de crescimento. Isto vale para os proprietários e para os funcionários.

As pessoas são os componentes principais de uma empresa e elas precisam crescer individualmente para poder continuar sendo parte do negócio. Vejo com tristeza que as pessoas que iniciaram a empresa comigo, e que hoje deveriam estar juntos colhendo os frutos do crescimento, não estão mais aqui porque não se prepararam para exercer novas funções que surgiram com o decorrer do tempo.

O crescimento individual das pessoas é o que faz a empresa crescer. Os empreendedores e os seus funcionários precisam caminhar um passo a frente do estágio atual da empresa para poder eleva-lá sempre um degrau acima. O aumento do capital intelectual e do conhecimento são os investimentos fundamentais para o crescimento empresarial. Só assim é possível cumprir sua missão, assim como um foguete.

Fonte: Administradores

18 dicas poderosas para falar bem em público

A comunicação é uma das principais qualidades que uma pessoa pode escolher para desenvolver, haja vista, que somos obrigados a transmitir mensagens o tempo todo para o nosso semelhante. Sem contar, que todo profissional tem obrigação de saber se comunicar e falar em público, para que assim, ele possa transmitir seus conhecimentos e informações de forma eficiente para as pessoas.

É notável as dificuldades que as pessoas possuem para enfrentar um amontoado de pessoas. Fenômenos emocionais como tremedeiras, palpitações e suor excessivo são acontecimentos naturais para todas as pessoas que sofrem com a timidez e o medo excessivo de apresentar-se para outras pessoas.

Sabendo das dificuldades que as pessoas possuem na execução dessa função, elaborei 18 dicas para ajudá-las nessa tarefa, confira:

1 – Invista em cursos: primeiramente, é importante que você faça um curso de oratória, para que possa aprender algumas técnicas da arte de falar em público, principalmente, se você sofre de Glossofobia.

2 – Trabalhe sua autoconfiança: em algumas ocasiões, você enfrentará problemas no decorrer de sua apresentação, como por exemplo, a presença de pessoas ríspidas no local. Sendo assim, tente trabalhar sua autoconfiança para que você possa passar por cima desses problemas, demonstrando entusiasmo e bom humor.

3 – Use sua respiração: técnicas de respiração irão ajudá-lo a controlar sua ansiedade, tornando-o mais relaxado e descontraído.

4 – Trabalhe sua linguagem não verbal: 90% de toda a comunicação humana é não verbal. Portanto, é importante manter um contato visual com a plateia, ter cuidado com a respiração, manter uma postura firme, gesticular de forma inteligente com as mãos, usar o sorriso de forma estratégica e principalmente, possuir uma voz que tenha uma entonação eficiente.

5 – Conheça bem o público: o tipo de sua apresentação depende das características do público em questão, sendo assim, busque conhecê-lo e montar sua apresentação em cima do mesmo, pois assim, você conseguirá atingir as expectativas do público e ao mesmo tempo, as suas.

6 – Estique o seu vocabulário: busque ler e escrever constantemente, para que assim, a sua mente seja recheada de novas informações, fazendo com que sua explanação seja enriquecida.

7 – Cuidado com os erros de português: essa questão vale tanto para sua apresentação oral, quanto para o conteúdo que será demonstrado através dos recursos audiovisuais. Além dos cuidados com os erros de português, é importante estar sempre atualizado, treinar antes das apresentações e revisar o material, de modo a diminuir as probabilidades de equívocos.

8 – Treine incessantemente: a prática leva a perfeição. Não há nada mais prudente do que se preparar antes de sua apresentação. Busque apresentar-se sozinho, ou, para um grupo pequeno (pode ser a sua família, seus amigos, etc.), de modo que você possa manter (os pontos positivos) e eliminar/corrigir (os pontos negativos), buscando atingir a perfeição.

9 – Use sempre um roteiro: não sou a favor de improvisos. Defendo que o orador deve ter em mãos um roteiro com os principais assuntos a serem abordados na apresentação, bem como as ideias a serem explanadas, pois assim, ele estará evitando situações constrangedoras.

10 – Trabalhe sua concentração e memória: a concentração irá ajudá-lo a manter-se atento nos assuntos escolhidos, e também a limpar sua mente de todas as outras coisas e focar apenas na palestra. Já a memória irá ajudá-lo a relembrar a organizar suas ideias na hora da explanação.

11 – Cuide da voz: a eloquência é característica marcante de qualquer apresentador. A voz é o principal instrumento do palestrante, por isso, é fundamental otimizar a dicção, ritmo, volume e expressividade.

12 – Seja organizado: sua explanação deve ter início, meio e fim. Sendo assim, o importante é ser objetivo, sintético e tomar cuidado com o tempo.

13 – Use a irreverência: seja bem humorado, buscando interagir de forma descontraída com o público, fazendo com que o mesmo se sinta confortável com o ambiente.

14 – Seja criativo: infelizmente, já participei de inúmeras palestras em que fui obrigado a dormir, haja vista, que fiquei entediado com a monotonia da apresentação. Sendo assim, é fundamental que o palestrante use a criatividade para que sua apresentação seja contagiante e atrativa.

15 – Conquiste as pessoas: seu objetivo é entreter o público, dar emoção e motivá-lo, ou seja, você deve se envolver de forma entusiasmante com a plateia, demonstrando para a mesma que o assunto é importante também para você. Além disso, haja com naturalidade e evite termos muito técnicos, pois, o que as pessoas buscam é simplicidade.

16 – Evite explanar sobre muitos assuntos: é importante organizar a apresentação para que você não utilize uma multiplicidade de assuntos que, certamente, tornarão a apresentação longa, enfadonha e antididática.

17 – Seja honesto: ninguém sabe todas as coisas, sendo assim, se houver alguma pergunta que você desconhece a resposta, seja sincero e diga que irá pesquisar sobre o assunto e posteriormente responder (por e-mail, por exemplo), o mais brevemente possível.

18 – Seja elegante: agradeça ao público no início e no fim da apresentação.

Um profissional que não consegue falar em público de forma plausível, sofrerá duras consequências no decorrer de sua carreira profissional, haja vista, que essa é uma limitação que terá o poder de colocar inúmeras barreiras à frente do sucesso do mesmo. Sendo assim, é fundamental que as pessoas desenvolvam essa habilidade para que possam alcançar seus objetivos.

Fonte: Administradores

"Capital erótico" ganha importância na vida e carreira

O livro “Capital Erótico – Pessoas atraentes são mais bem sucedidas. A ciência garante” da cientista social e escritora Catherine Hakim, editado no Brasil pela best.business, tem provocado, além de muita curiosidade, debates, análises, descobertas e interrogações, tanto na vida social como corporativa.

Desde que em 1983 o sociólogo francês Pierre Bourdieau concluiu que os capitais econômico, cultural e social são os atributos pessoais que mais ajudam o indivíduo a se destacar, profissional e socialmente, nada de novo, neste campo do conheicmento, havia surgido.

Mas em 2010, Catherine Hakim surpreendeu o mundo com um quarto atributo, por ela desginado como “capital erótico”. Descrito como um misto de beleza, charme, elegância e ‘sex appeal’.

Segundo a autora, estamos acostumados a valorizar o “capital humano”, como um conjunto de habilidades que envolvem qualificações, instrução e experiência para um bom desempenho profissional.

Mas ela considerou que todos estes indicadores são insuficientes para avaliar pessoas que obtém sucesso, tanto na vida social como profissional. Razão pela qual cunhou a expressão “capital erótico”, que leva em conta “a união de atrativos físicos e sociais que torna alguns homens e mulheres companhias agradáveis e bons colegas, atraentes para todos os membros de sua sociedade e, especialmente, para o sexo oposto.”

Considerando que o “capital erótico”é multifacetado, a autora desenvolveu seis elementos para o mesmo. A saber:

“- A beleza sempre foi um elemento central, a despeito das variações culturais e temporais em relação ao que a constitui.

– Um segundo elemento é a atratividade sexual, que pode ser bastante diferente da beleza clássica. Ela tem a ver com um corpo sexy.

– O terceiro elemento é social, pois envolve graça, charme, capacidade de interação; a habilidade de conquistar pessoas, deixá-las felizes e à vontade, gerar interesse e, quando for apropriado, desejo.

– O quarto elemento é o dinamismo, um misto de boa forma física, energia social e bom humor.

– O quinto também é social, pois envolve o estilo de vestir, maquiagem, perfume, jóias ou outros adornos, corte do cabelo e acessórios de uma forma geral.

– O sexto, e último elemento, é a própria sexualidade: competência sexual, energia, imaginação erótica, diversão e tudo o mais que compõe um parceiro sexulamente satisfatório.”

Segundo Catherine Hakim, “para os homens, assim como para as mulheres, todos os seis elementos contribuem para definir o capital erótico. Sua importância relativa normalmente difere entre os sexos, e varia entre culturas e em diferentes séculos.”

No capítulo “A política do desejo”, a autora afirma que “mesmo em situações nas quais há pouco ou nenhum desequilíbrio de gênero no capital erótico, o déficit sexual masculino continua influenciando relações entre homens e mulheres, tanto na vida pública quanto na pessoal. O princípio do menor interesse e o excesso de demanda masculina por mulheres atraentes aumentam o valor do capital erótico feminino. O desequilíbrio no interesse sexual concede às mulheres uma enorme vantagem nos relacionamentos íntimos – caso reconheçam este fato.”

Embora a autora analise o fenômeno de uma forma bastante ampla, na perspectiva social, é possível observar o quanto todos estes fatores vem ganhando importância no universo do mundo corporativo.

Afinal, boa parte do tempo de convivência, além dos relacionamentos mais intensos entre as pessoas, ambos ocorrem no mundo do trabalho. Condição em que o “capital erótico” emerge com muita facilidade.

O estudo também permitiu concluir que muitos profissionais, que se rotulam como “casados” com a carreira ou a empresa, e sem tempo ou habilidade para envolvimentos afetivos, tendem a se tornar clientes do “sexo pago”ou “garotas de programa”.

Manifestam claramente que o desejo erótico pode ser resolvido sem qualquer entrega afetiva, e, menos ainda, algum compromisso com um futuro compartilhado. Panorama este que pode ainda ser ampliado pelo crescimento dos relacionamentos virtuais, ou seja, sem qualquer envolvimento físico, mas apenas repleto de fantasias. À distância e preservado por“personagens” fictícios.

O livro merece ser lido pela seriedade, volume de informações, estilo agradável e mais ainda ao considerarmos o quanto o relacionamento humano vem se transformando neste século.

Fonte: Administradores