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Você tem olhado para o futuro?

Com tantas empresas nos mais diversos segmentos, modelos de negócios diferentes, produtos inovadores e de alta tecnologia, parece não haver espaço para novas invenções e novos empreendimentos.

Em um mundo onde tudo parece já ter sido inventado, muitos empreendedores potenciais desistem de seus sonhos e ideias por darem ouvidos à censura alheia (e de si mesmos!): “isso não tem como dar certo”, “é inviável”, “em time que está ganhando não se mexe”, “você está louco”, “deixe de sonhar e vá trabalhar”. E assim o cemitério dos sonhos vai ficando cada vez mais cheio.

Não aborte seus sonhos. Muitas inovações e projetos demoram anos para se concretizar. George Lucas, por exemplo, esperou mais de 20 anos para poder realizar os três primeiros episódios da saga Star Wars, pois não contava com os recursos tecnológicos necessários na década de 70 para dar vida à sua visão.

Leonardo da Vinci, o gênio renascentista, não apenas "imaginou" o avião, mas projetou, de fato, máquinas voadoras em pleno século XV. Não viveu o suficiente para ver suas ideias materializadas, mas pode ter certeza que seus projetos serviram de inspiração para inventores como Santos Dumont e os irmãos Wright séculos mais tarde.

O primeiro computador pessoal, inventado por Steve Wozniak, foi montado em uma simples caixa de madeira. Graças à visão de futuro do outro Steve, o Jobs, estou digitando este artigo em meu próprio computador e não em minha antiga máquina de escrever Remington 33 L.

Você pode ter uma ideia aparentemente inviável, tachada por muitos como maluca, pode ser chamado de iludido, sonhador, mas pode ter certeza: ter uma visão de futuro é fundamental para se pavimentar a estrada que nos leva até lá.

Visualizar o futuro é essencial para administradores e empreendedores. Essa é a matéria-prima dos visionários, e o mundo precisa de líderes com essa capacidade. Quando nos concentramos apenas no presente, nossas ações – e seus efeitos – tornam-se limitados. Resolve-se o problema do agora, mas se esquece a questão principal: para onde estamos indo mesmo? Se você consegue enxergar o futuro, saberá responder essa pergunta com clareza e convicção. O resto é trabalho duro.

Costumo dizer que existem três tipos de pessoas: as que sonham, as que matam seus sonhos e as que vivem insanamente suas vidas para realizá-los. Saber qual o seu tipo é muito fácil: basta fazer uma escolha, uma decisão sobre o que fazer com os seus sonhos. O que você escolhe?

Fonte: ClienteSA

Brasileiros aprovam coaching

Uma pesquisa realizada pela Robert Half revela que 77% dos profissionais no Brasil acreditam que a realização de coaching por seu chefe é realmente eficiente, contra 55% do resto dos países. Processo com início, meio e fim, o coaching apoia a busca pela realização de metas de curto, médio e longo prazo. "Diferentemente da maior parte dos outros métodos, no coaching o cliente é convidado a fazer diversas reflexões sobre seu comportamento em certas situações. Mas a decisão não é imposta, é fruto de um processo reflexivo profundo", afirma Guilherme Rego, coach e presidente da empresa Elevartis.

O coach atua encorajando e/ou motivando o seu cliente, procurando transmitir-lhe capacidades ou técnicas que melhorem as suas capacidades profissionais ou pessoais e a duração do processo depende do caso e da resposta de cada indivíduo, o que se mostra eficiente já que outro dado importante da pesquisa é o impacto positivo do treinamento, que para os brasileiros, representam 88%. "O desenvolvimento executivo deve ser uma constante nas organizações e a empresa deve investir nos seus talentos para que eles continuem a gerar resultado para os investidores", conclui Guilherme.

Fonte: ClienteSA

Parque dos Bilhares ganha reforma para a Copa de 14

Com média de três mil visitantes por dia, o Parque dos Bilhares, localizado na Zona Centro-Sul de Manaus (AM), começou a passar por reformas de infraestrutura. Segundo a Prefeitura da Capital amazonense, a reforma visa adequar o local para que receba turistas durante a Copa do Mundo de 2014.

Entre as melhorias apontados pela Secretaria Municipal de Meio Ambiente e Sustentabilidade (Semmas) estão a revitalização da pintura das estruturas prediais, melhorias da iluminação, além da construção de guaritas em pontos estratégicos do parque e de portais de acesso. Os trabalhos vão ser feitos por meio de parceria com órgãos públicos e iniciativa privada.

A revitalização da pintura teve início em 06/07, pela ciclofaixa de 1,4 mil metros, com o apoio da fabricante de Tintas Suvinil e do Movimento Pedala Manaus. O trabalho prossegue com a pintura das estruturas prediais. A Prefeitura ainda informou que uma equipe de técnicos da Manaus Luz esteve no parque para identificar os pontos para o melhoramento da iluminação.

Fonte: Promoview

Warner celebra “Friends” com Central Perk no Reino Unido

Quase dez anos após Ross, Rachel, Monica, Chandler, Phoebe and Joey terem visitado a conhecida casa de café Central Perk pela última vez, a Warner Bros resolveu ressuscitá-la aos consumidores do Reino Unido.

Com os preparativos para o vigésimo aniversário do início da série Friends, uma das mais famosas atrações da TV americana, dois Central Perk surgiram em Liverpool e em Chester.

Lá eles servem comida fresca e muito café, e ainda tem copos de papel personalizados do programa americano que são distribuídos como souvenirs. Não sendo o bastante, os clientes podem assistir a performances acústicas de bandas ao vivo, bem como Phoebe costumava a cantar sua música “Smelly Cat”.

Fonte: Promoview

A importância do Feedback

Uma das ferramentas mais importante para o desenvolvimento de equipes de alta performance é o feedback. É aquele momento em que o líder chama o liderado para uma conversa franca a respeito de seu desempenho. Para muitos, ainda é confundido com a “hora da bronca do chefe”, gerando grande pressão e rejeição por parte de muitos profissionais, impedindo o amadurecimento e desenvolvimento da equipe e do líder. Quando usado corretamente, o feedback ajuda identificar os pontos fortes e os pontos que precisam de ajustes, para que os colaboradores consigam se desenvolver plenamente e alcançar os resultados esperados pela organização.

Um dos papéis do feedback é informar o profissional sobre seu desempenho, conduta ou resultado. É um importante recurso permitindo ao indivíduo perceber como é visto pelos outros, corrigindo-se a percepção entre líder e liderado. Não é queixa, bronca, conselho ou mesmo lição de moral. É, na verdade, uma ferramenta para que comportamentos impróprios sejam alterados e as relações entre pessoas se tornem mais fáceis. O objetivo, portanto, é ajudar o colaborador a melhorar seu desempenho apontando-se os pontos que precisam ser aprimorados ou gerar uma mudança de comportamento que nem sempre é percebido como inadequado pelo colaborador, deixando claro o que a empresa espera dele, servindo como um bússola.

Há, fundamentalmente, três tipos de feedback: a) feedback construtivo, que consiste na informação sobre o comportamento de alguém que é apresentada de forma a ser bem aceita por quem a recepciona; b) feedback positivo, que é a informação de que os comportamentos da pessoa atingiram os objetivos que eram pretendidos. Intenção é reforçar os comportamentos adequados; c) feedback negativo, que é a informação de que os comportamentos da pessoa não atingiram os objetivos pretendidos, desencorajando-os a não repeti-los e estimulando uma mudança.

Alguns erros mais comuns ao dar feedback é focalizar no caráter da pessoa e não no seu comportamento, ausência de clareza sobre as mudanças que são necessárias e só olhar para os comportamentos passados sem projetar o futuro, sinalizando o que pode e deve ser feito para melhorar.

O feedback bem dado abre a aceitação do outro para o que está sendo transmitido, aproxima e reforça a relação interpessoal. Para isto, algumas regras:

1) Escolha um ambiente neutro, pois a escolha de um local adequado ajuda a diminuir a tensão.

2) Reflita cuidadosamente sobre o que pretende falar. Faça um balanço de aspectos positivos e negativos. Destaque as qualidade de quem ouve, antes de cobrar algo. Isso ajuda a quebrar a resistência de quem escuta. Dê o contexto, exemplifique o comportamento observado e explique o impacto que este comportamento teve em você, no time ou na organização. Seja claro e objetivo.

3) Ouça com atenção a outra pessoa. Aguarde o momento certo para se pronunciar. Finalize com um reforço de tudo o que foi conversado durante a reunião e com uma sugestão da mudança que gostaria de ver.

Fonte: Administradores