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Qualidade e seus Custos

Muito se tem falado sobre qualidade. Na verdade, quando contemplamos uma determinada empresa, inadvertidamente temos vontade de sugerir isto ou aquilo, este ou aquele processo ou sistema.

Para um bom entendedor, uma visita às instalações, mesmo que superficial, pode articular uma série de sintomas preocupantes, destacando-se entre eles: Excessivo número de níveis burocráticos; Excessivos estoques de materiais em processo (mep) e inventários; Instalações sujas, pouco confortáveis; Exortações excessivas, verdadeira poluição visual nas dependências internas; Inexistência de locais para reuniões dos funcionários; Cobranças explícitas de metas; Elevados índices de acidentes de trabalho.

Desta forma, precisamos atentar para a estrutura organizacional, antes de completarmos nossas análises. Uma das conseqüências da implementação dos processos de qualidade é a necessária implicação nos custos organizacionais.
Dos custos notáveis que deverão ser contemplados nas organizações são os custos do sistema de qualidade, inerentes à organização focada. Não podemos interferir neles sem causar grandes mudanças nos padrões de qualidade das saídas (outputs) organizacionais.

Outro grupo de custos que deverá ser considerado refere-se aos custos oriundos da má qualidade, muito difíceis de serem avaliados. Porém, eles deveriam ser evitados, visto que clientes insatisfeitos causam pesadas perdas, tanto na devolução de produtos e serviços, quanto na imagem organizacional. Uma vez que a imagem organizacional é afetada, os custos da sua reversão para níveis originais são elevadíssimos!

Um grupo especial é o grupo de custos de prevenção. Estes são necessários a qualquer sistema, devendo-se ter em mente que, de modo geral, prevenir é melhor que remediar! Tampouco não devem ser investidos recursos elevadíssimos nesta área, os analistas precisam definir quais os níveis toleráveis de defeitos e problemas.

Uma vez implantado um sistema de qualidade que contempla a participação ativa e contínua de todos os colaboradores, a sinergia gerada fará com que a empresa realize melhorias contínuas, que reduzirão os custos, com níveis de qualidade crescentes e, conseqüentemente, melhor desempenho profissional.

Fonte: Fernanda Cozza – Consultora de Carreira da Master Target Human Resources

Preço Não é Item Decisivo na Compra

O vendedor precisa identificar e satisfazer os interesses do comprador e da empresa

O preço é importante em quase todas as vendas, mas não é um fator decisivo. O item que mais pesa no fechamento de uma venda, principalmente quando se trata de um negócio de alto valor, é o custo. Esse sim, é um fator muito relevante não em termos monetários, mas principalmente em relação ao chamado custo da oportunidade.

O comprador preocupa-se muito com o impacto que suas decisões podem causar à sua carreira na organização. Ele sabe que, qualquer decisão errada pode comprometer sua credibilidade e até provocar sua demissão. Por isso, o que realmente importa a ele é o custo de sua decisão sobre sua reputação na empresa.

Você precisa considerar este fato quando estiver conversando com um comprador e for perguntado se seu preço é o mais baixo. Será que alguém está realmente buscando o produto mais barato? Qual foi a última vez que você comprou um produto pelo menor preço e fez um bom negócio? Isso é muito raro. Já o contrário, comprar o mais barato e se arrepender depois, é muito mais comum.

Quando seu cliente – ou potencial consumidor – perguntar se seu produto é o mais barato, diga não, mesmo que tenha o preço mais baixo do mercado. Pergunte-lhe: você está procurando o mais barato? Ele entenderá sua mensagem. Ajude seu cliente a entender todas as variáveis envolvidas em uma decisão de compra; ajude-o a tornar-se uma estrela na empresa por ter tomado a decisão de trabalhar com você.

Fonte: Márcio Miranda – E-Book

Um portal completo e muito mais moderno para facilitar sua navegação.

2010 significa o início de um novo ciclo para o grupo Bríndice.
O novo Portal Bríndice é uma das principais renovações para este momento especial da empresa.
A vitrine virtual mais completa do setor está no ar há 12 anos e, depois de passar por uma reformulação completa, está de cara nova.
Em www.brindice.com.br você encontra informações importantes e úteis para sua busca cotidiana.
O sistema de busca possui métodos mais modernos, o que permite uma busca mais refinada e eficiente. Os produtos estão subdivididos em categorias específicas para facilitar sua procura. Esse tipo de divisão acelera a realização de suas atividades no portal, vantagem indispensável para o cotidiano imediato que o mercado impõe. Afinal, são 500 empresas cadastradas e mais de 5 mil itens promocionais expostos no Portal Bríndice. A busca de brindes pode ser feita por Datas Promocionais, por Público-Alvo, por Categoria de produtos e pela lista dos 30 mais, ou seja, os produtos mais procurados do momento.
Outra mudança importante é que o comprador agora, além de encontrar a reprodução das páginas impressas do Guia Bríndice, também poderá conferir produtos avulsos inseridos pelos anunciantes com exclusividade no Portal.
Com cerca de 3.000 visitas por dia e mais de 1 milhão e meio de páginas visitadas por mês, o design do site agora está mais moderno e com janela de navegação mais ampla.
A interatividade com o visitante também foi atentamente repensada e inserida com destaque. As redes de relacionamento como orkut, twitter e um blog especial são a maneira mais moderna e direta de identificação e comunicação com o usuário.
Você vai poder acompanhar informações e notícias sobre o setor de brindes pelo novo Portal Bríndice.
A exclusividade também é uma novidade. Os anunciantes dos produtos Bríndice possuem áreas reservadas de visitação no site e, futuramente, os visitantes também contarão com este espaço exclusivo.
A partir de agora você pode participar de um mundo completamente pensado para você e mergulhar no novo Portal Bríndice. Ele será sua melhor fonte e sua maior referência virtual.

Talita Quirino
Jornalista Responsável

New Balance cria projeto interativo de 365 dias.

Marca esportiva exibirá curtas diários em seu site a partir de visões dos próprios consumidores a respeito da sua imagem e estilo.

Estar presente na vida dos consumidores nos 365 dias do ano e fazer com que eles reflitam a respeito do conceito e da essência da marca. Esse é o objetivo do projeto New Balance 365, lançado pela companhia de calçados esportivos, que pretende reunir uma coleção de 365 curtas, produzidos pelos próprios internautas.

Idealizado pela própria New Balance, em conjunto com o diretor de cinema sueco Jesper Koothoofd e a agência Mother de New York, a iniciativa convida as pessoas a pensarem no conceito "The Balance" (que, na tradução, significa "o equilíbrio) e na essência e no espírito da marca.

Nessa última segunda-feira, 22, o site oficial da iniciativa New Balance 365 começou a exibir um filme, de 20 segundos, inspirado nesse conceito. A ação seguirá pelos 365 dias restantes, completando o ciclo de um ano de exibições diárias de formatos que tenham a New Balance como elemento central.

A plataforma de conteúdo criada pela agência está alicerçada em dois pontos: o hotsite, que é o pólo criativo das filmagens e da elaboração dos vídeos e um aplicativo produzido para o iPhone, da Apple, que funciona como um despertador diário, alertando o usuário para a postagem de um novo vídeo. O projeto New Balance 365 também estará disponível nas lojas da marca em todo o mundo.

Consumo consciente ainda é pequeno, mas vai crescer no Brasil

Brasileiro vem procurando versões mais sustentáveis dos produtos, está mais crítico em relação às empresas e poderá usar a tecnologia para compartilhar informações

O comportamento do consumidor no Brasil vem mudando quando o assunto é sustentabilidade. De acordo com o dossiê elaborado pelo portal UnoMarketing em parceria com a consultoria MobConsult e com a revista Ideia Socioambiental, dois em cada 10 brasileiros já levam em consideração o compromisso socioambiental da empresa antes de colocar um determinado produto no carrinho. O nível de engajamento ainda é pequeno se comparado a consumidores dos Estados Unidos e dos países da Europa, mas a mudança de hábito indica que esses números só tendem a aumentar, principalmente com a utilização de novas tecnologias.

A pesquisa constatou que nos últimos 10 anos os consumidores brasileiros têm estado mais atentos e críticos em relação às atitudes tomadas pelas empresas. Além disso, eles têm expectativas positivas com relação às empresas que estão 20% acima da média mundial e uma avaliação negativa que está três pontos acima da média de outros países. Há uma desconfiança maior quanto às informações passadas pelo varejo em geral e, de certa forma, essa atitude está atrapalhando a expansão do consumo consciente no país.

“A verdade é que o brasileiro põe muita expectativa nas ações das empresas e, ao ver que muitas vezes elas são apenas retórica, ele fica decepcionado. Há um gap muito grande entre o que ele espera e o que fazem efetivamente as empresas”, ressalta Ricardo Voltolini (foto), jornalista e publisher da revista Ideia Socioambiental, em entrevista ao Mundo do Marketing.

De olho na gestão do negócio e nas tecnologias
Não é só na gôndola dos supermercados que o consumidor faz valer o seu papel. A segunda tendência pesquisada pelo dossiê mostra que eles estão mais atentos à forma como as empresas estão trabalhando as questões socioambientais na gestão do negócio. Não adianta investir em projetos sociais voltados para as comunidades e descuidar de suas ações internas. “É preciso apostar na ética. Hoje em dia o conceito evoluiu e não adianta uma empresa ter um projeto social e continuar poluindo. Estamos mais atentos a tudo isso e mais criteriosos também”, resume Voltolini.

As tecnologias estão ajudando a acelerar o processo de adoção do consumo consciente. Nos Estados Unidos, uma ferramenta chamada GoodGuide tem revolucionado o dia a dia dos norte-americanos no supermercado. O aplicativo, que pode ser posto no telefone celular, informa rapidamente ao comprador todos os dados socioambientais do produto na medida em que tem acesso a seu código de barras. Assim, o consumidor saberá se o item pesquisado pode vir a causar danos à saúde ou se há algo ilegal em sua cadeia produtiva, como uso de trabalho escravo. Tudo isso em questão de segundos.

“Ferramentas como essa vão revolucionar porque trazem a informação instantaneamente. Quando compramos, precisamos de dados claros, rápidos e objetivos. Vamos entrar em um tempo de transparência radical e nós, geralmente, não temos parâmetros para avaliar se um produto é legal ou não em relação ao cuidado com o meio ambiente e com as pessoas. O exercício do consumo consciente induzirá as empresas a mudarem aqui no Brasil também”, diz o jornalista.

Consumo excessivo vira fator de exclusão
As redes sociais, tais como Twitter, Facebook e Orkut, também são grandes canais onde a lógica do ‘comprar excessivamente’ tem sido posta em xeque. Há muitos movimentos pró-consumo nessas ferramentas, mas o que foi observado no dossiê é que também há ações sendo feitas no sentido de despertar um comportamento mais consciente.

“Detectamos que o consumo excessivo já não é visto com bons olhos. As pessoas estão começando a prestar atenção na geração de resíduos e a pensar nas necessidades de realizar ou não uma compra. O mundo pede que sejamos mais rápidos e, com isso, temos de recorrer a alternativas que possam corresponder a essa rapidez. Embora a tecnologia nos ajude, ela também nos induz a uma obsolescência forçada”, diz Luís Bouabci, especialista em rede da MobConsult.

Smartmobs e geração mais colaborativa
A mobilização via tecnologias tem sido uma tônica nos últimos anos. Um exemplo disso foi o que ocorreu na Espanha, após o atentado na estação de Atocha, em 2004. Vários espanhóis enviaram mensagens via SMS para que todos se reunissem em favor dos mortos. Nessas mensagens, a repetição da palavra “pásalo” (repasse) tornou-se um ícone. O resultado veio dias depois, quando as pessoas se reuniram de maneira espontânea para protestar contra o governo por ter ocultado dados sobre a verdadeira causa do atentado. Os mobs são uma maneira inteligente, segundo Bouabci, de expandir os conceitos e ajudar na difusão de um pensamento mais consciente de consumo.

Além disso, a geração atual, mais ligada na internet e em tecnologias, está crescendo em um ambiente colaborativo. “Troca de dados e mensagens, fóruns e redes de discussão já estão na ordem do dia. O melhor exemplo disso é o Linux e o Mozilla Firefox. Diferentemente da geração que tem 30, 40 anos, os jovens de hoje estão mais dispostos a compartilhar ideias e trabalhar em conjunto”, conta Bouabci.

Mídia tem papel essencial
Grande parte dos fabricantes ainda não investe na transparência quando o assunto é rotulagem de produtos. Embora o Brasil ainda apresente uma alta taxa de analfabetismo funcional, a tendência é que o consumidor busque mais informações nos rótulos e siga o que está sendo observado no mundo. A mídia, nesse ponto, tem um papel importante para fazer valer essas mudanças.

“O que se vê hoje em dia é que os profissionais de comunicação têm uma grande dificuldade para entender essas questões socioambientais e passá-las por meio de uma ação, de uma reportagem ou de uma campanha. Esse dossiê tem o objetivo de trazer informações para que eles possam entrar em contato com uma comunicação mais consciente e entendê-la melhor”, diz Paula Faria (foto), idealizadora do portal UnoMarketing, em entrevista ao site.

Fonte: Mundo do Marketing