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Quem disse que os homens não são vaidosos?

Mercado de higiene pessoal, perfumaria e cosméticos dirigido ao público masculino está crescendo e pode ser mais explorado em campanhas promocionais

O mercado de produtos de higiene pessoal, perfumaria e cosméticos voltado ao público masculino está em ascendência e apresentou, em 2010, um faturamento de R$ 5 bilhões. Uma pesquisa realizada pelo Ibope revelou que entre os homens brasileiros 91% usam perfume, 46%, hidratante para o corpo e 44% usam creme para o rosto. A faixa etária de homens que mais consomem esses produtos está entre 20 e 34 anos. Eles são jovens executivos e já sabem que a boa aparência inclui cuidados que vão além dos ternos bem cortados e bons calçados. Essa percepção aponta para um caminho estratégico no desenvolvimento de campanhas promocionais dirigidas para essa parcela da população urbana.

Quem busca opções de brindes para o público masculino percebe que os kits de higiene pessoal e os kits para barbear são os mais comuns e diferentes versões estão disponíveis no mercado. É fato que os principais consumidores do mercado corporativo de higiene pessoal, perfumaria e cosméticos são os hotéis. Os kits de higiene pessoal são os mais procurados pelos hotéis de médio porte, enquanto que as redes hoteleiras internacionais dão preferência para os kits mais sofisticados, que incluem cremes hidratantes e filtros solares.

Estudos têm demonstrado que a indústria de higiene pessoal, perfumaria e cosméticos está investindo cada vez mais em opções de produtos dirigidos para o público masculino, desenvolvendo consistências e aromas diferenciados e específicos para eles. De acordo com a Natura, homens podem não admitir, mas muitos já sabem que sentir-se bem consigo mesmos é o primeiro motivo para incluir na rotina diária produtos que vão além do ato de barbear. Práticos, eles preferem produtos que oferecem resultados rápidos e que não ocupam muito tempo na hora da aplicação, como os cosméticos de tratamento multifuncionais pós-barba, por exemplo, que contêm substâncias calmantes, hidratantes e anticépticas em um mesmo produto.

Se, atualmente, boa parcela dos homens descobriu a importância do uso de produtos para o tratamento da pele como protetores solares, cremes hidratantes, cremes anti-idade e tantos outros, campanhas promocionais podem investir com mais ênfase nesse mercado potencial. O Guia Bríndice encontrou apenas dois exemplos de campanhas que apostam na vaidade masculina. As duas assinadas pela Natura – Linha Homem, que oferecem desconto na compra de determinados produtos, em determinadas épocas do ano.

No mercado fornecedor de brindes dirigidos para o público masculino, o guia encontrou apenas quatro empresas que fornecem kits para barbear e um fornecedor de produtos cosméticos. Os kits para barbear oferecidos pelo setor de brindes são compostos basicamente de creme para esse fim, gel pós-barba e sabonete. O mercado também oferece variações desses kits compostos por peças de uso pessoal como tesoura, pincel de barbear, cortador de unhas e outros. Os kits de higiene pessoal ou kits cosméticos incluem escova para os dentes, creme dental, fio dental e sabonetes.

Se os homens brasileiros estão mais vaidosos, o mercado de higiene pessoal, perfumaria e cosméticos dirigido para eles pode ser mais explorado em campanhas promocionais. O nicho de mercado está aí, a mudança de comportamento está aí e a novidade pode ser favorável tanto para o mercado comprador quanto para o mercado fornecedor de brindes.

Por Elisabeth Guimarães – Grupo Bríndice

Fontes: Propmark / Natura / Ibope

Compre e Ganhe. A mecânica mais experimentada pelos brasileiros

Compre e Ganhe. De acordo com o Promológico, essa é a mecânica mais experimentada. Do universo da pesquisa, 78% dos entrevistados já participaram de campanhas que usam a mecânica Compre e Ganhe. A análise de dados aponta para um insight que justifica os números. O alto índice de participação de campanhas que utilizam essa mecânica tem a ver com a cultura brasileira de presentear a si mesmo e ao outro. Também ficou claro que a mecânica está presente, sobretudo, em campanhas de alimentos e produtos de higiene e beleza.

A mecânica Compre e Ganhe instiga a compra por impulso, aumenta a compra de um mesmo produto e leva o consumidor a conhecer novos produtos da mesma marca. Como exemplo, foi escolhida a Promoção “Junta que dá” da PepsiCo, que trabalha com a mecânica Compre e Ganhe e a variação dessa mecânica, também muito conhecida como Juntou, Cadastrou, Ganhou. Além de 15 milhões de vale-produtos que podiam ser encontrados nas embalagens promocionadas, o participante que juntasse três códigos e os cadastrava no site www.juntaqueda.com.br, concorria a prêmios como televisores e home theaters. Na plataforma, com apenas um código cadastrado, o consumidor podia ganhar bônus para celular de até R$ 100,00. Os vales podiam ser encontrados nas embalagens promocionadas de Ruffles®, Doritos®, Cheetos®, Fandangos®, Baconzitos®, Cebolitos® e Elma Chips Sensações™.
“Com o lançamento da promoção, a PepsiCo amarra o movimento ‘Junta que Dá’, que traz em sua essência a união, o espírito de coletividade. E refletimos isso em nossa campanha. É a primeira vez que reunimos praticamente todas as marcas do portfólio de alimentos não só em uma ação, mas em uma grande promoção, que abrangerá consumidores de diversos perfis em todo o Brasil”, destaca Patrícia Kastrup, vice-presidente de Marketing da PepsiCo Brasil.

Sabemos que a mecânica Compre e Ganhe é muito utilizada para estimular o engajamento e fidelidade dos consumidores. A ação promocional “Junta que dá” da PepsiCo aponta não apenas para a eficiência da mecânica Compre e Ganhe, como também demonstra que as ações de comunicação da campanha acompanham o conceito de união pretendido pelo anunciante. A ação promocional foi divulgada em mídias digitais e utilizou a música como recurso para reforçar o conceito da campanha, considerando que a ideia de “juntar” amigos e familiares para celebrar a união entre eles. Muito adequada para uma marca que produz alimentos que são distribuídos em todo território nacional.

Além dos vales-produtos que brindaram o consumidor com produtos da mesma marca, a mecânica que complementava a ação promocional Juntou, Cadastrou, Ganhou presenteou o consumidor com TVs e home-theaters. Uma escolha muito feliz, já que amigos e familiares também se reúnem para assistir a shows, jogos e filmes, considerando as inúmeras possibilidades de lazer proporcionadas por esses meios.
Ações promocionais do tipo Compre e Ganhe integradas com ações de comunicação são assim. Anunciantes compram essa ideia, ganham com as compras por impulso, aumentam a compra de um mesmo produto e incentivam o consumidor a conhecer novos produtos da mesma marca.

Por Elisabeth Guimarães – Grupo Bríndice

Fontes:
NewStyle – www.promologico.com.br
Pepsi Co

Brindes projetam alta de 50 porcento em 2011

O segmento de brindes promocionais parece ter se recuperado da "marolinha" de 2009, quando setor amargou resultados pouco expressivos por conta da crise econômica mundial e faturou R$ 4,5 bilhões. Neste ano a perspectiva é atingir, até dezembro, receita de R$ 6,7 bilhões – em 2010, foram 5,7 bilhões. Para isso, o segmento tem grande aposta nos brindes que produz para o fim de ano e Natal.

A perspectiva positiva sinaliza que as empresas não tiraram o pé do freio com as incertezas da economia internacional e do cenário interno com inflação e juros altos e contenção do crédito. Quando as companhias precisam represar investimentos e realizar cortes, os primeiros deles são feitos na contratação de serviços e na compra de produtos aos clientes, caso dos brindes.

O segundo semestre é uma época tradicionalmente boa para o setor, respondendo por 70% do faturamento. É o que sustenta o vice-presidente da Associação de Marketing Promocional, Auli De Vitto, que vê na data oportunidade para o setor incrementar receita entre 10% e 12% sobre o mesmo período do ano passado.

No Grande ABC, o otimismo para a data é ainda maior. Algumas fabricantes afirmam que já está difícil atender aos pedidos, que devem ser fechados até o mês que vem. É o caso da ADR Bolsas, de Santo André. A supervisora de vendas Paula Roberta Silva Gomes explica que os pedidos começaram em julho, antecipação necessária para dar conta da demanda. "É um número muito alto. Tanto que no fim do ano geralmente nem se tem novos pedidos porque toda a produção já está no limite. Mas ainda conseguimos atender."

Reflexo do otimismo se dá na projeção de engordar o caixa da firma em 50% ante 2010. Número alcançável quando se leva em conta que o Natal corresponde a 70% dos ganhos da empresa.

A mauaense Líder Brinquedos está pegando carona no bom desempenho do Dia das Crianças, segundo o gerente de vendas Nuri Dib, e mira em ramos diversificados, como alimentício e farmacêutico. No ano, a expectativa é expandir em 24% os negócios, sendo o último feriado do ano responsável por 5% de todo o faturamento. De outubro a dezembro, a empresa espera elevar ao menos em 15% sua receita em relação aos mesmo pedidos feitos há um ano. "Vamos apostar nas bolas, que ainda são nosso carro-chefe de vendas. Produzimos 80 mil delas por dia e, para o Natal, esperamos comercializar cerca de 1 milhão de unidades", estima, afirmando que a produção para o período é facilmente alcançada em menos de um mês. Parte dos 80 mil produtos diários é dividida para o varejo.

MAIS CARO – Para que as empresas possam presentear seus clientes neste ano será preciso desembolsar mais. Por usar materiais vindos da China e, por conta da elevação súbita do dólar nas últimas semanas, ficou mais caro produzir as bolsas para embalar cestas natalinas na ADR Bolsas. Esse produto é considerado por Paula o maior destaque para o ano. Ela explica que, no geral, os valores costumam caminhar na estabilidade ao longo dos meses. "Mas somos muito dependentes do câmbio", ressalta. A bolsa natalina tem valores que flutuam entre R$ 17 e R$ 25. "Esperamos vender, mais ou menos até novembro, cerca de 100 mil peças."

Já na Líder, Dib destaca que os custos de produção das bolas é baixo, o que ajuda no repasse barato às empresas que buscam esse brinde. "O custo médio é de R$ 1. O baixo preço faz com que as empresas criem condições diferenciadas para dar muitos brindes do tipo em diversas ações promocionais, desde inaugurações de postos de gasolina, ou distribuir para quem comprar um pernil num supermercado."

Setor alia tecnologia e cuidado com meio ambiente

Com mais dinheiro no bolso do consumidor das camadas mais pobres, as empresas de brindes mudam a estratégia e começam a incrementar seus produtos. O foco são as classes C e D, que incrementaram suas rendas nos últimos anos e contam com leque variado de produtos baratos. Junto, vêm brindes que passam do simples ao tecnológico. Aliam alto valor agregado com peças artesanais, que preservam o meio ambiente, a moda da vez na hora de se pensarem itens promocionais. É o que afirma o vice-presidente da Associação de Marketing Promocional, Auli De Vitto. "Isso é cenário recente, mas que ocorre com mais força neste ano."

Ele destaca ainda que as empresas estão na busca por kits mais sofisticados, mais transados, para deixar o consumidor mais propenso a comprar o produto da companhia e, assim, adquirir os brindes. No caso dos ecológicos, ele cita as sementes personalizadas, marcadas com o logotipo da empresa. Ao ser plantada, garante que ao menos duas folhas da muda terão estampadas os logotipos. "Há também cactos personalizáveis, que vivem envoltos em plásticos e são distribuídos como chaveiros."

A média de preços gira em torno de R$ 30 a R$ 70 nos kits natalinos. Mas há produtos que partem dos centavos de real, como canetas, aos kits mais arrojados. Entre eles, Vitto destaca cofrinho que, ao se depositar as moedas, calcula o montante economizado. "Não se quebrará mais o porquinho para ir ao cinema e, no fim das contas, descobrir que não se tem dinheiro", brinca.

Fonte:www.dgabc.com.br

Você sabe o que é Logística?

A logística é um termo militar que foi incorporado pelas organizações comerciais e industriais e poucos são os estudos sobre a logística nas empresas.

Ela é vista como uma ferramenta capaz de aumentar a eficiência organizacional de uma empresa, através da redução dos custos operacionais, agilizando os processos em toda a cadeia, desde o armazenamento até a distribuição dos produtos. A partir do momento que uma empresa consegue estabelecer e montar um bom sistema informatizado, consegue também atender melhor seus funcionários e clientes.

O cliente, como parte integrante e fundamental de todo o processo da prestação de um serviço, percebe e avalia a qualidade em cada uma das etapas do processo, e a simples falta de um suprimento ou recurso no decorrer do processo pode afetar de forma negativa a imagem dele sobre o serviço ou produto que está sendo oferecido.

Enormes são os benefícios que essa filosofia tem trazido para o aumento da vantagem competitiva das empresas. Filosofia é um modo de pensar e a logística está muito mais relacionada a uma filosofia de trabalho do que simplesmente a uma ferramenta ou técnica. É um estilo gerencial de visualização de todo o sistema adotado pela empresa no atendimento a seu cliente. Na teoria da administração de material, a função de transporte, a distribuição, a compra, o estoque e o armazenamento são estudados e conceituados como uma série de ferramentas administrativas para serem adotadas nas organizações. A cadeia de suprimento, quando estudada na identificação das etapas de todo o processo produtivo, desde o fornecedor de matérias-primas até o consumidor final, passando pela produção e canal de distribuição, configura-se em uma ferramenta do planejamento estratégico e das políticas de marketing da organização.

Assim, somente uma boa logística permite integrar as funções administrativas com as ferramentas de marketing e de planejamento para o oferecimento de um produto ao menor custo possível, dentro das expectativas do cliente no menor tempo possível.

Os Oitos Processos do Marketing

Com a evolução dos conhecimentos e a crescente necessidade de adaptação do mercado, surgiram novos conceitos sobre planejamento estratégico, planos de marketing e de relacionamento com clientes. O mais famoso conceito são os 4 P´s (Produto, Preço, Ponto de Venda e Promoção), muito utilizado no marketing mas que já não retrata com tanta fidelidade todas as fases que o cliente/empresa precisam para lançar e ter sucesso nas vendas do seu produto.

Hoje existem Oitos Processos Globais de Marketing:
1. Busca e Análise Ambiental
2. Pesquisa e Análise de Marketing
3. Segmentação, Seleção de Mercado-alvo e Posicionamento
4. Desenvolvimento de Produtos
5. Determinação de Valor e de Preços
6. Gerenciamento de Canais e da Cadeia de Valor
7. Promoção: Comunicação Integrada de Marketing
8. Construção de Relacionamento

Pesquisa e a Análise de Marketing: identifica os mercados potenciais, compreende as forças que os moldam e descobre formas mais eficazes de dirigir o marketing para os mercados mais atraentes ou lucrativos. As empresas também precisam fazer pesquisa para descobrir quais são os desejos e as necessidades dos consumidores, suas atividades, comportamentos e tendências.

Segmentação, Seleção de Mercado-Alvo e Posicionamento: a segmentação de mercado é o agrupamento de pessoas ou organizações cujas necessidades, características ou comportamentos são similares, dentro de um mercado. Seu objetivo é identificar grupos de clientes (e clientes potenciais) com os quais a empresa possa estabelecer relacionamentos de marketing eficazes e eficientes. A seleção de mercado alvo é essencial para focar os esforços em um nicho de mercado previamente conhecido. O posicionamento é a maneira com que os consumidores ou as organizações enxergam a empresa ou o produto.

Desenvolvimento de Produtos e sua Diferenciação: o desenvolvimento de produto é a melhoria de um produto para atender às necessidades e os desejos dos clientes. O objetivo é descobrir o que os clientes querem e precisam, criar um novo produto ou melhorar o que já existe para satisfazer às necessidades e desejos existentes. Diferenciação de produto significa distinguir os valores do seu produto em relação aos valores dos concorrentes, de uma maneira que os consumidores percebam e valorizem o seu produto.

Determinação de Valor e de Preços: é o processo usado por compradores e vendedores para determinar se uma troca de marketing será benéfica. O objetivo é um relacionamento mutuamente benéfico em que as duas partes obtenham valor de troca. O preço, a quantidade de dinheiro que o vendedor pede em troca de um produto, é apenas uma dimensão da determinação de valores. É também a predisposição do consumidor em desembolsar determinada quantia para satisfazer seu desejo ou necessidade.

Gerenciamento de Canais e da Cadeia de Valor: é a maneira de obter os produtos de uma forma conveniente. São as organizações envolvidas com a movimentação dos bens, desde os produtores até os consumidores. Os produtos e/ou serviços das empresas devem estar disponíveis para o consumidor no local certo, no tempo certo e da maneira certa.
Cadeia de valor é a ligação de atividades que devem ser feitas pelos fornecedores e pelos canais de distribuição, bem como produtores, para criarem e entregarem um pacote de valores que satisfaça os clientes.

Promoção: é a comunicação integrada de marketing. Ela estabelece e fornece relações lucrativas com consumidores e outros grupos de interesse, por meio de controle e influência exercidos sobre todas as mensagens de marketing e a manutenção de um diálogo continuo. Preocupa-se somente com as atividades de comunicação, como propaganda, promoção de vendas, marketing direto, relações públicas e venda pessoal.

Construção de Relacionamento: é o processo de atrair e manter os clientes ao longo do tempo, mantendo contato e fornecendo serviços antes, durante e depois da venda, como parte do marketing de relacionamento. Visa, no primeiro momento, o retorno das compras pelo consumidor, atendendo suas necessidades e, posteriormente, superando as suas necessidades e criando caminhos para a fidelização.