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O tropeço natalino da Coca-Cola: lata branca ou vermelha?

Mudança de estratégia em ação com a WWF colocou a companhia mais uma vez em conflito com consumidores fiéis, mostrando que ela é apenas uma depositária da confiança destes, os verdadeiros donos da marca.

Por Rique Nitzsche, www.administradores.com.br

A marca Coca-Cola vale muitos bilhões de dólares em qualquer ranking existente no planeta. No Top 100 da Best Global Brands 2011 da Interbrand, que ela vem liderando há muito tempo, está valendo US$ 71,9 bilhões. Na BrandZ Top 100 de 2011, ela é a sexta colocada, com o valor de US$ 73,8 bilhões. Mesmo no ranking do Brand Finance, que depreciou bastante a marca em 2011, despencando da terceira para a décima sexta posição, ela vale "somente" US$ 25,8 bilhões. Gostando ou não, de qualquer maneira que você tentar calcular um valor para a marca Coca-Cola, ela vale muito na imaginação das pessoas em qualquer parte do mundo.
A Coca-Cola sempre investiu em imagens simbólicas para alimentar a memória emocional das pessoas. A própria imagem do Papai Noel foi uma das personalidades icônicas usadas pela marca, de tal forma que alguns dos meus alunos imaginaram que havia sido a própria Coca-Cola a inventora do protagonista maior do Natal, principalmente pela cor vermelha das suas vestes. Porém, o mito de Papai Noel vem da inspiração mítica de São Nicolau de Mira, no Século IV, na distante província da bizantina Anatólia. A roupa vermelha, dizem que foi gravada para sempre por Thomas Nast em uma edição de janeiro da Harper’s Weekly em 1863. A Coca-Cola somente usou muito bem o que já existia.
Outro símbolo do Natal, que a marca vem usando, é a população dos simpáticos ursos polares brancos. Segundo o depoimento de Katie Bayne, presidente da Coca-Cola da América do Norte, desde 1922 permanecendo até hoje "como um dos mais adoráveis símbolos da Coca-Cola". Procurando por um parceiro de peso, a empresa se juntou ao WWF- World Wildlife Fund – para lançar uma campanha focando na proteção dos ursos polares no seu habitat ártico. No primeiro dia de novembro desse ano, a campanha Arctic Home foi ao ar. A empresa doou inicialmente U$ 2 milhões à WWF e convidou os consumidores da bebida para que também colaborassem no seu esforço. A cada doação dos fãs de US$ 1, a empresa também doaria mais US$ 1, até o valor de US$ 1 milhão.  
Para chamar a atenção do varejo e marcar a campanha, a Coca-Cola lançou uma elegante lata promocional toda branca com uma mãe ursa acompanhada de seus dois filhotes. As campanhas de uma das mais amadas marcas do mundo sempre são espetaculares. Essa não foi diferente: anúncios, site interativo sedutor, filmes colocados no YouTube, além de declarações da responsável por ações sustentáveis da Coca-Cola e do presidente do WWF. Uma parceria especial com a produtora MacGillivray Freeman Films, Warner Bros Pictures e IMAX Corporation vai gerar um filme 3D sobre os ursos polares para ser lançado em 2012. "Uma ação inspiradora".
As embalagens promocionais ficariam nas prateleiras até fevereiro de 2012. Ficariam. Estão sendo retiradas e substituídas por uma versão vermelha. A paisagem ártica ficou vermelha. O que aconteceu? Quando lançada, a nova embalagem havia sido bastante elogiada tanto por profissionais como por consumidores.
Segundo a própria Coca-Cola, que desconversou, quase nada aconteceu. Scott Williamson, um porta-voz da empresa, disse que os executivos de marketing queriam lançar uma campanha disruptiva para chamar a atenção. O branco polar era ousado e reforçava o tema da campanha de proteção aos ursos. "A lata foi bem recebida e gerou muito interesse e emoção”, disse Williamson. Mas a empresa se contradisse ao tentar confirmar o número de latas brancas e vermelhas nas prateleiras.
Já para o Wall Street Journal, que andou pesquisando pelo mercado, a versão com fundo vermelho está substituindo rapidamente a versão ártica. Embora a marca tenha sempre lançado novas embalagens promocionais, essa foi a primeira vez que o vermelho dominante desapareceu. Alguns consumidores reclamaram que a embalagem promocional parecia-se demais com as latas pratas de Diet Coke. Outros juravam que o sabor da bebida havia mudado com a mudança das cores. Os radicais, argumentaram que eliminar o vermelho beirava o sacrilégio.
Essa mudança súbita nem de perto lembra a confusão alvoroçada de 1985, um ano antes de completar 100 anos. Por causa da concorrência da Pepsi, a Coca-Cola alterou a receita da bebida baseada em extensa pesquisa com consumidores, deixando-a mais doce. A revolta foi tão grande que abalou toda a empresa como um tsunami. Tudo deu errado, os fiéis bebedores odiaram a mudança acusando a empresa de negligente e oportunista. Os consumidores não compram sabor do produto, mas uma história autêntica na qual possam confiar, como diz Pyr Marcondes. A Coca-Cola aprendeu que ela não era a verdadeira dona da marca, mas somente uma fiel (no caso, infiel) depositária da emoção dos consumidores.
Naquela época, a Coca-Cola demorou 3 meses para reagir e relançar a Coca-Cola tradicional, agora denominada de Classic. A New Coke continuou nas prateleiras por 5 anos até se transformar em Coke II. Hoje, a internet e a nova cultura interativa fizeram com que a sensibilidade popular se manifestasse instantaneamente. Entre centenas de telefonemas e tweets havia os que acusaram a Coca-Cola de atitudes de malandragem e blasfêmia. Outras pessoas defendiam a elegância das latas árticas e diziam que só idiotas confundiriam os produtos nas prateleiras. Mas as aeromoças de um vôo entre Milwaukee e Atlanta se confundiram e serviram a bebida errada. Um casal postou no YouTube um vídeo no qual a mulher afirma que é capaz de reconhecer, em um teste com os olhos vendados, o sabor vindo de uma lata vermelha diferente de uma lata branca. Outro comentário foi pelo fato de que a quantia doada era muito menor do que a verba da campanha. Em um mês, a campanha empacou.
Resumindo, um debate cheio de frustrações e palavras emocionais. Na verdade, não está claro até onde a reação pública poderia alcançar. Para se afastar de possíveis problemas maiores, a Coca-Cola está substituindo as latas.
Mas o que me chama atenção da situação é a analogia entre marca e religião. Nessa embrulhada, alguns consumidores usaram palavras como blasfêmia e sacrilégio. Um pesquisador já havia feito essa relação depois de uma viagem a Bangkok. Lá ele encontrou estátuas também dedicadas a celebridades e marcas, como os símbolos religiosos tradicionais. Essa percepção se confirmou durante um estudo com 2 mil pessoas, na qual a mesma região do cérebro era ativada quando as pessoas falavam de religião ou de assuntos mundanos, como marcas ou celebridades. Ele foi adiante e conversou com padres, sacerdotes, religiosos e rabinos, que relataram suas experiências com símbolos, visões, rituais, storytelling e evangelismo, assuntos familiares para quem se dedica à construção do branding de marcas. O autor é Martin Lindstrom, uma das 100 pessoas mais influentes pela lista da revista Time de 2009. Ele é um especialista em neuromarketing, uma disciplina que foi beber na neurociência que cresceu exponencialmente nessa última década.
Em confronto, mestre Francisco Alberto Madia de Souza, fundador da Madia Marketing School e da Academia Brasileira de Marketing, acha o neuromarketing uma bobagem ridícula, chamando-a de neuroembromation, "bulshitagem pura". Para ele, é necessário observar, compreender e analisar o comportamento das pessoas em um piscar de olhos, por uma equipe sênior e competente. Essa seria a "única maneira eficaz de sobreviver e prosperar neste admirável mundo novo". O irônico mestre Madia diz que as mega corporações são lerdas e ainda estão aprisionadas ao modelo da cultura industrial, além de gostar de investir em "quinquilharias e penduricalhos". "Neurosqualquercoisas e dinossauros corporativos se merecem: nasceram um para o outro."
Resumindo, pela segunda vez, outro debate emocionante. Como observador neutro, consigo ver razão e significado nas duas perspectivas, na importância da neurociência e na análise dos fatos por pessoas experientes.
Vamos voltar ao assunto inicial e juntar todas as informações. Na minha opinião, embalagens promocionais servem para fazer experiências sem grandes ameaças à marca. Elas servem para testar a elasticidade do perímetro ocupado pela marca. Promoções possuem uma grande vantagem. Elas têm data para começar e para terminar. Se acontecer um desastre, suspenda a promoção e depois avalie os danos colaterais. Não sei se a Coca-Cola tinha, ou não, um plano B preparado mas parece que algum plano foi usado de forma rápida.
Minha empresa esteve no centro de uma experiência parecido. A cerveja Brahma desejava mudar sua lata, de dourada para branca. Usou-se o revéillon para testar uma lata branca promocional, que foi um sucesso. O racional era forte: a cor do revéillon é o branco. Mas tudo poderia dar errado, como nos Estados Unidos. Lá o Natal também é branco, assim como o habitat dos ursos polares. Um racional bem elaborado não garante previamente um resultado de sucesso.
Para fechar, vou novamente falar sobre o design thinking. Sua metodologia prática inclui observação, compreensão, análise e diagnóstico, além de experiência com símbolos, visões, rituais, storytelling e até mesmo evangelismo. Parece-se bastante com todos os atributos citados acima. Plagiando mestre Madia, se ele for praticado por profissionais experientes e competentes, tem uma grande chance de ser bem sucedido.
Mais duas observações para encerrar. Primeira: uma das ferramentas do design thinking é a prototipagem rápida, que nos protege do erro futuro. Quanto mais cedo errar, mais cedo podemos acertar. Mesmo com todas as pesquisas, a Coca-Cola se surpreendeu. A prototipagem rápida é um processo iterativo inventado pela ciência e que vem funcionando há séculos. Segundo: o design thinking é uma prática multidisciplinar e não descarta qualquer tipo de conhecimento. Que venha o neuromarketing e a sabedoria dos sêniors. Nossa intuição é generosa e faminta pelos diversos talentos humanos. Tudo serve para nos inspirar e alimentar a nossa invenção. Design thinkers costumam ser otimistas e curiosos criativos que enfrentam desafios com bom humor.

Rique Nitzsche – é design thinker e comanda a criação estratégica da AnimusO2, a primeira empresa brasileira de shopper marketing a usar a metodologia do design thinking, palestrante e responsável pela montagem das disciplinas de design estratégico e design thinking da pós-graduação da ESPM/RJ. 

As tendências no mercado de brindes

Eles estão presentes em eventos e em ações promocionais o ano inteiro, mas alguns produtos especificamente ganham fôlego especial nesta época do ano. Os brindes, quando pertinentes, são uma forma de fazer a lembrança de uma marca se prolongar na vida de um cliente ou público de interesse da empresa. Hoje, no Brasil, essa é uma área bastante pulverizada, que possui cerca de 4.000 empresas. Mas muitos dos brindes que são produzidos ou comercializados por aqui vêm de fora, especialmente da China. Estima-se que de 40% a 50% do volume venha do exterior e deste montante, entre 80% e 85% têm origem na China.

Em 2008, o setor faturou R$ 6 bilhões, e em 2011 a expectativa é de que o faturamento gire entre R$ 5,2 bilhões e R$ 5,3 bilhões. Houve queda de 22%, que vem sendo recuperada, mas segundo Luís Roberto Salvador, diretor do guia Bríndice, ainda não atingiu os níveis de 2008, quando foi afetado pela crise mundial. Naquele ano, o segmento empregava 115 mil pessoas e hoje tem em média 85 mil funcionários. Para ele, o setor crescerá 8% este ano e em 2012 deve variar entre 5% e 6%.

O executivo acredita que hoje esse mercado não seja tanto um termômetro da economia. As instabilidades que o mercado vive, diz ele, o setor também enfrenta. Para ele, outubro foi um mês bom, em novembro houve uma queda e no final do mês para início de dezembro, houve uma recuperação. Ele incentiva que as empresas não pensem somente no fator preço, na hora de encomendar um brinde. “Uma empresa jamais deve atrelar seu nome a algo que não seja de qualidade, para não estragar sua reputação. Pode até dar uma caneta de R$ 0,40, mas ela precisa escrever, porque a imagem da companhia também é dada no brinde. E claro que quanto mais caro, melhor a qualidade e a aparência, mas, caro ou barato, é importante que seja duradouro, porque garante maior tempo de circulação para a sua imagem”, alertou.

Salvador destaca que nesta época do ano as agendas e calendários continuam sendo os itens mais representativos (sendo que ao longo do ano lideram as canetas). “As agendas continuam sendo marcantes, ainda mais para quem tem mais idade e ainda tem o hábito do papel”, disse. Mas é uma tendência a aposta em produtos ecológicos e de tecnologia, como pendrives, aparelhos de mp3.
Nos brindes ecológicos, ele ressalta papéis reciclados, capas de alumínio, camisetas com fios produzidos em parte com garrafas pet, bolsas de tecidos de algodão. Já em relação aos maiores compradores de brindes, atualmente, destaca as empresas do setor financeiro, que incluem não apenas bancos, mas também administradoras de cartões de crédito.

Já Auli de Vitto, Forma Editora, compreende que quanto mais devagar esteja a situação da economia, mais aquecido fica o setor, por conta das ações promocionais com que as empresas buscam alavancar suas vendas e dar giro maior aos produtos no mercado. Suas previsões são bem mais otimistas para o mercado que as do diretor do Bríndice. Segundo Vitto, apesar dos buchichos, o mercado de brindes está aquecido e deve crescer em 2012 entre 10% e 12%. A demanda, defende, está mais equilibrada, por conta de ações promocionais de inverno, verão e datas de varejo. “Mesmo assim, os últimos três meses do ano são representativos; 70% das vendas são concentradas no segundo semestre”, avalia.

Nesta época do ano, há um aumento de 30% na contratação da mão-de-obra, com as vagas temporárias. No mercado nacional, especialmente para produções na área de confecção, como camisas, camisetas, bolas e sacolas.

O diretor da Forma diz que é extremamente importante os compradores entenderem o motivo do brinde. “Muitas vezes, ele é comprado aleatoriamente e existe até a expressão “dar um brindezinho”, mas o brinde tem papel importante porque prolonga o recall da marca para além de um evento ou ocasião”. Ele defende o produto como um gerador de retorno eficaz e uma das ferramentas de consolidação da marca.

Citando pesquisa da Associação de Marketing Promocional (Ampro), Auli de Vitto destaca a grande preocupação de muitas empresas em alguns vetores, como o ecológico. Elas querem, segundo ele, atender as expectativas socioambientais e oferecer produtos compatíveis com o novo contexto social. E a escolha dos brindes vai a reboque dessas ações. Alguns mesclam ecologia e tecnologia, como sementes com o nome da empresa gravado a laser (em que a primeira folha que nasce, garante ele, também aparece a marca), esponjas vegetais com formatos de animais, papel semente (material com mensagem que, depois de lida, se jogada na terra faz brotar um planta). Já na área de tecnologia, estão em alta produtos que têm algum tipo de serviço agregado, como cofres com contadores que vão somando a quantia economizada e porta-comprimidos com timer para avisar o dono sobre o horário de tomar o medicamento ou, ainda, um relógio movido a água (outro exemplo “eco-tecno”).

Players

Uma das principais empresas do mercado nacional de brindes, a The Marketing Store, que reivindica também a liderança global, produz mais de um bilhão de brindes anualmente. “A razão é muito simples: tratamos esta ferramenta com os mesmos cuidados que os nossos clientes tratam suas marcas e produtos”, define Genival Britto, vice-presidente de negócios.

Os brindes representam 63,4% do negócio total da empresa e os de Natal e Ano Novo especificamente, 8%. Os maiores clientes nesta época do ano são os shopping centers e redes de varejo. Para a empresa, o faturamento vem crescendo de 12% a 15% ao ano e a explicação do executivo são as demandas cada vez mais planejadas. “Os projetos de brinde mais relevantes estão sendo solicitados em média com seis meses de antecedência para viabilizar a produção e importação da China, onde conseguimos obter melhor custo-benefício”, diz.

Para o executivo, um brinde tem a responsabilidade de ser “um pedacinho do DNA da marca”, um construtor de valor em sua relação com os diferentes públicos. “A nossa recomendação é que o brinde seja avaliado com os mesmos cuidados de um filme, de um anúncio, pois ele só é bacana quando tem valor estratégico”, defende. No caso dos clientes da The Marketing Store, os brindes mais demandados são os que aliam design e funcionalidade. Ele destaca também o licenciamento como uma forma de agregar valor a um custo viável, se a escala de produção for grande: “As licenças associadas a designers, estilistas e celebridades estão ganhando muito espaço no mercado, pois trazem para o mercado promocional o aspiracional do varejo”.

Britto entende que nunca antes o custo-benefício foi tão bem avaliado. As empresas têm dinheiro para investir nessa ferramenta, mas para que ela se transforme em orçamento exigem da agência um trabalho mais minucioso de planejamento, consistência, inovação e proatividade. “Para a The Marketing Store, o brinde pode fazer a diferença no resultado de vendas de qualquer produto ou serviço, agregar valor na relação com formadores de opinião e tangibilizar diferenciais competitivos de produtos e serviços e posicionamento da marca”, conclui.

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Miolo tem privilegiado opções de personalização dos kits com bebidas da marca servidos como brindes Crédito: Divulgação

Representando o segmento de bebidas, que nesta época do ano também fortalece as vendas com kits especiais para o Natal e Ano Novo, a Miolo começa no mês de agosto a desenvolver os produtos destinados ao mercado promocional. “O ideal para esse foco é que tenha insumos para no máximo início de setembro, já a formatação de preço e outros detalhes, devem estar disponíveis em agosto”, explica Janaina Selau, supervisora de televendas e e-commerce do Miolo Wine Group.

O grupo ofereceu novidades este ano: duas opções de kits e uma de cartucho que podem ser personalizados com a logomarca do cliente. O cartucho é para uma garrafa e além dele, há kits de uma garrafa de vinho e duas taças e uma garrafa de espumante e duas taças. Pelo sistema de televendas a empresa atende pessoas e empresas que compram para presentear seus públicos diretos de interesse (e não para revender, como as redes de varejo).

Com a agência Zorzo, de Porto Alegre, o Miolo Wine Group tem dado atenção especial à personalização das embalagens, que têm arte mais clean, com hotstamping e deixam espaço destacado para a marca da empresa que oferece o brinde. Em fase piloto, um próximo passo para esse tipo de kits é disponibilizar versões com garrafas de vinhos e espumantes nos tamanhos respectivos de 375 ml e 250 ml.

Fonte: Meio e Mensagem

Concurso Cultural: Pia do Dia | Finish

Para participar do Concurso Cultural: Pia do Dia | Finish, os interessados deverão escrever uma resposta referente a pergunta feita através do aplicativo da promoção.

Prêmios da promoção:

30 (trinta) – máquinas Lava-Louças Brastemp + Kit Finish.

Promoção válida até: 25/12/2011

Participe no site do Concurso Cultural: Pia do Dia | Finish

Fonte: Guia de Premios

Concurso Cultural: Natal Fashion | Papo Feminino

Para participar do Concurso Cultural: Natal Fashion | Papo Feminino, complete a frase: Ser fashion no Natal é …, e aceitar os termos do regulamento apresentado.

Prêmios da promoção:

1º lugar – um banho de loja no valor de R$ 1 mil reais + um kit de cadernos Credeal;
2º ao 9º lugares – um kit de cadernos Credeal.

Promoção válida até: 04/01/2012

Fonte: Guia de Premios