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Fifa e COL realizam oficina de marketing

A cidade de Marrakech recebeu no dia 02/07 os parceiros institucionais da Fifa e a Toyota, parceiro apresentador da Copa do Mundo de Clubes da Fifa Marrocos 2013, por ocasião da primeira oficina de marketing organizada conjuntamente pela entidade máxima do futebol e pelo Comitê Organizador Local (COL) do torneio.

A Fifa e o COL apresentaram aos patrocinadores a estrutura da competição, o programa de marketing, o plano promocional e a estratégia comercial (bilheteria e hospitalidade) do evento.
Os patrocinadores também tiveram a oportunidade de fazer uma visita guiada às instalações dos estádios de Marrakech e Agadir, que abrigarão os oito jogos do Mundial de Clubes entre os dias 11 e 21/12 deste ano. Com isso, puderam conferir a oferta de visibilidade e as diversas vantagens das quais as respectivas marcas se beneficiarão no Marrocos 2013.

Uma segunda oficina, voltada aos apoiadores nacionais da Copa do Mundo de Clubes da Fifa, será organizada em paralelo ao sorteio da competição, previsto para o começo do mês de outubro.

Fonte: Promoview

O segredo do crescimento está na gestão de pessoas

Há seis anos, eu não hesitei em fundar uma companhia que fosse diferente no estilo de gestão. Com uma grande ideia e pessoas próximas que apoiaram e acreditaram que poderia dar tudo certo, fundamos uma empresa de tecnologia com a gestão voltada ao bem estar e satisfação dos colaboradores.

Na época, esse estilo de gestão, muito bem difundido em companhias norte-americanas, era algo bem inicial no Brasil. Eu sempre me perguntei o porquê de algo que funcionava tão bem em outros países não ter o mesmo incentivo no mercado brasileiro. Sempre quis saber qual a grande dificuldade por aqui. Depois de um tempo pesquisando e analisando fatos sobre o assunto, notei que um dos empecilhos era a própria cultura corporativa do brasileiro.

No Brasil, as companhias partem do pré-suposto que os funcionários são meros empregados, que são pagos mensalmente e possuem a obrigação de trabalharem bem e felizes, com o pouco que é oferecido. Já nos Estados Unidos, as empresas, principalmente as mais novas (criadas na última década) já nascem com um espírito de união e comprometimento diferentes. O capital humano é muito mais valorizado do que no Brasil. As pessoas são estimuladas a serem criativas, comprometidas e a se sentirem bem no ambiente do trabalho. Os empregadores sabem que essas são as verdadeiras características que um colaborador precisa ter ressaltadas e que, com certeza, fazem toda a diferença no dia a dia de trabalho.

Se analisarmos as empresas de internet do Vale do Silício enxergamos alguns pontos em comum: são companhias novas, fundadas há poucos anos, com o perfil de colaboradores jovens (uma média de idade de 25 a 30 anos), que apresentaram um crescimento acelerado e contínuo e uma gestão voltada ao bem-estar dos funcionários. Estas companhias apresentam características que vão desde horários flexíveis até ambiente físico que estimula o lazer e a descontração.

Há diversos exemplos de empresas bem sucedidas que apostaram nesse tipo de gestão. Nos EUA, podemos citar como exemplos o Google e a SalesForce. No Brasil, a Locaweb foi uma das primeiras a apresentar práticas diferenciadas e a se destacar no mercado pela atuação e na gestão.

Essas foram uma das minhas inspirações no início de carreira, quando queria ser presidente de uma companhia diferente. Hoje, após seis anos de fundação da Acesso Digital figuramos o segundo lugar no ranking das melhores empresas para se trabalhar de TI e Telecom do Brasil, perdendo apenas pela “musa” inspiradora Google.

Minha história e a trajetória da Acesso Digital é um exemplo de que não é preciso ter grandes investimentos para diferenciar no mercado e propor benefícios de qualidade de vida para os colaboradores. A minha aposta para o crescimento da companhia sempre foi e será o valor do capital humano. Pessoas estimuladas, motivadas e impactadas são os maiores diferenciais que uma empresa pode contar, além de garantir o crescimento em um mercado cada vez mais competitivo. As pessoas são o verdadeiro motor da companhia. Se as pessoas crescem, a empresa crescerá consequentemente.

Fonte: Administradores

Cooperação ou competição?

Apesar de vivermos em um mundo tão competitivo, quando a competição na empresa vira obsessão todos da equipe têm a perder, pois a cooperação e o trabalho em equipe são vitais para o sucesso de qualquer organização.

O equilíbrio entre cooperar e competir é fundamental. Quando os critérios de gestão são meritocráticos, claros e lógicos, o trabalho de equipe é valorizado, mas os melhores acabam se destacando já que o funil do crescimento profissional é muito estreito.

Porém, se não for houver bom senso, a competição acaba sendo prejudicial para o profissional e para todos que se relacionam com ele no ambiente de trabalho. Um exemplo prático ocorre quando vários colaboradores disputam entre si um novo cargo gerencial. Em uma empresa sem regras claras a disputa vira uma guerra e o vencedor acaba ficando sem clima para assumir o cargo e alcançar bons resultados. Em uma empresa meritocrática as pessoas continuam a trabalhar em equipe e vencerá quem apresentar os melhores resultados e, claro, se enquadrar melhor no perfil e nas habilidades que o cargo exige.

Para ser competitivo na medida certa, é preciso, antes de tudo, cooperar e saber produzir em equipe, mas ao mesmo tempo deixar claro para todos que você tem ambição de crescer na empresa e na carreira.

Ser melhor a cada dia, treinar, estudar, e se dedicar com afinco, só ofende aos medíocres. Ao alcançar grandes resultados agindo assim, você construirá a reputação de uma pessoa competitiva, mas ética.

Eduardo Ferraz é consultor em gestão de pessoas há 21 anos e especialista em treinamentos usando como base a neurociência comportamental.

Fonte: ClienteSA

Potencialize os pontos fortes

Talento é excelência. E não se atinge essa excelência forçando uma aptidão que não é natural, mas sim quando se treina e fortalece as características e pontos fortes já presentes em cada um de nós. Hoje em dia as organizações estão em busca da perfeição e se não a encontram, tentam transformar o bom em ótimo.

Para tentar estimular características não presentes nos profissionais, as empresas investem recursos e oferecem treinamentos em excesso que geram uma expectativa de resultados que nem sempre é alcançada, já que o profissional não tem aptidão nata para a função ou projeto. As empresas precisam perceber que é mais positivo potencializar os pontos fortes e não tentar melhorar os pontos fracos de seus funcionários e, assim, não gerar a cobrança de resultados pela tarefa pela qual eles não têm habilidade para exercer. O trabalho forçado e treinado à exaustão pode ficar bom, mas nunca será excelente, ou seja, não sem o talento.

Nos processos seletivos, as organizações que estão focadas apenas na conquista de resultados em curto prazo avaliam o perfil técnico e deixam de lado o perfil comportamental do candidato. Porém, às vezes, é melhor abrir mão da "pressa" e tentar encontrar um profissional que possa contribuir para a construção de um futuro mais concreto para a organização. É necessário avaliar se ele tem a ver com a cultura da empresa e se está dentro do perfil procurado. O aprimoramento técnico é facilmente moldado e aperfeiçoado enquanto o comportamental, características decorrentes da criação e formação de cada pessoa, dificilmente consegue-se mudar.

Uma dica importantíssima para a retenção destes talentos é o equilíbrio entre a vida pessoal e profissional. É fundamental enxergá-los como seres humanos e não apenas como números. De nada adianta o colaborador apresentar resultados excepcionais se isso lhe custar um problema de saúde, por exemplo. Nessa hora, o papel dos líderes é essencial para ajudar a equipe atingir o equilíbrio entre o profissional e o pessoal, já que não podemos separar esses dois lados do profissional.

No livro Quebre todas as regras, de Marcus Buckingham, há um trecho que afirma: "As pessoas não mudam tanto assim. Não perca tempo tentando colocar para dentro o que foi deixado para fora. Tente colocar para fora o que foi deixado dentro. Isto já é difícil o bastante." Ou seja, o que precisamos é identificar, reter e liderar os talentos pelos seus pontos fortes, para que esses profissionais consigam estar em constante desenvolvimento e superação dentro do ambiente de trabalho.

Daniela Ribeiro é gerente sênior das divisões de Engenharia e Marketing & Vendas da Robert Half.

Fonte: ClienteSA

Música clássica em forma de pílula no Japão

Para reconquistar o espaço que a música clássica perdeu para outros estilos no país, uma campanha, intitulada Japan Pill Harmonic, criada pela I&S BBDO Tóquio para a Orquestra Filarmônica do Japão, mostra como a música clássica pode ajudar a ter uma vida mais saudável.

A ação consistiu em prescrever composições famosas como parte de tratamento alternativo para insônia, constipação, falta de apetite, estresse, entre outros males que atualmente afligem grande parte da população global.

Os efeitos terapêuticos da música clássica são prescritos pelos próprios músicos da filarmônica.

Os “remédios” foram colocados em cartões de memória. Cada um deles contém uma composição que é indicada como tratamento para um determinado tipo de “problema de saúde”.

Veja algumas das prescrições:

Para uma pele bonita: As Quatro Estações – Primavera, de Vivaldi;
Para um sono tranquilo: Sinfonia N. 10, de Mahler;
Para melhorar o apetite: O Barbeiro de Sevilha, de Rossini;
Para tratamento de constipação: Brahms – Sinfonia N. 1 – Primeiro Movimento;
Para ajudar na dieta: Dança do Sabre, de Aram Khachaturian;
Para se apaixonar: Belle of the Ball, de Leroy Anderson.

A campanha surtiu efeito com 20 “tratamentos” diferentes, despertando o interesse das pessoas pela música clássica. E ainda faturou um Leão de Ouro em Cannes.

Fonte: Promoview