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Cepacol lança a promo “De boca aberta”

A Sanofi-Aventis, detentora da marca Cepacol, produto para higiene bucal, está lançando uma ação de marketing promocional que irá presentear os consumidores com um notebook por semana, três automóveis da marca Uno, sendo um por mês, e kits de produtos.

A mecânica promocional é muito simples. Todos os clientes que efetuarem a compra de uma embalagem de Cepacol 600ml ou duas embalagens de Cepacol 300ml ou 250ml, e, ainda, uma embalagem de Cepacol 300ml e uma embalagem de Cepacol 250ml, até o dia 26/11, podem participar da promoção.

Após a compra dos produtos, basta acessar o site promocional, cadastrar os dados pessoais e os da nota fiscal referentes à aquisição. O cadastramento dará direito ao consumidor a uma participação, mediante a atribuição de dois números de ordem e série: um para concorrer aos sorteios semanais e outro para concorrer aos mensais.
Mais informações podem ser obtidas no site promocional.

Fonte: Promoview

Modelo nua ativa sabonete em praça pública

Em ações de marketing promocional, o que conta, para ser destaque, é irreverência e criatividade. Isso não faltou na campanha para promover a nova linha de sabonete líquido para banho Nutra.fruit. A Palmolive fez uso de uma ação de guerrilha em praça pública, na cidade de Moscou, na Rússia.

Uma sedutora mulher foi responsável por pela insólita performance, que consistiu em utilizar um convencional display de publicidade no centro da cidade, simulando que este era um chuveiro, onde ela fez a representação de estar no banho. Ao final da ação, a modelo sai do banho enrolada na toalha, naturalmente, caminhando em direção ao seu carro.

Fonte: Promoview

Ação inusitada da Chevrolet surpreende clientes

A campanha do Chevrolet Vectra 2011 mantém repercussão com uma nova ação de marketing promocional criativa. Em um segundo momento da campanha, clientes e prospects do Vectra recebem em suas casas um folder que apresenta as características do novo carro e uma reflexão em torno dos momentos únicos da vida.

A ação promocional, criada pela WMcCann, traz ainda um roteiro com uma sugestão de brincadeira com um tubinho de massa de modelar, para propor uma interação dos pais com seus filhos.

A ideia é estimular a imaginação a partir da criação de um boneco de massinha. É uma alusão à figura do pai como a que acontece no filme da campanha intitulado “Bonequinho”, veiculado na televisão no mês de agosto.

Esta ação de marketing promocional foi feita em parceria com a Sun/MRM que atuou na área de CRM, identificando o público-alvo e os prospects adequados, coordenando a iniciativa.

Fonte: Promoview

Sua empresa oferece algo verdadeiramente novo?

Para James Champy, uma empresa tem que vender produtos e serviços originais. Saiba como.

As mudanças no perfil de consumo e nas estratégias das empresas inverteram os papéis de ambos. Diante deste cenário, as empresas parecem perdidas sem saber exatamente como atingir o consumidor. Este, por sua vez, está cada vez mais informado e atento aos passos dados pelas companhias principalmente na internet, o que ameaça a eficiência das estratégias de Marketing.

Mesmo em 2010, com diversos exemplos de estratégias com base no comportamento do consumidor, ainda existem empresas que não estão perto de seus consumidores o bastante para entender seus desejos. Mas, felizmente há exceções. É o que acredita James Champy (foto), Presidente da consultora CSC Index (Boston) e autor de Reengineering Management, que destaca o diretor-presidente da Campbell, Doug Conant.

A inversão acontece também nos valores das companhias e seus produtos. Hoje, os itens de uma marca precisam seguir os valores da companhia. Caso isso não ocorra, é preciso um novo líder para reconhecer o poder da marca. Nesta fase, as empresas devem se preparar para oferecer cada vez mais com menos.

O sr. diz que o mercado está experimentando uma mudança sísmica, que a relação comprador-vendedor está se invertendo. Como é isso?
James Champy: Os compradores de hoje, em geral, acreditam que sabem mais sobre um produto ou serviço do que a pessoa que o vende. Isso tem sua origem na quantidade de informações disponíveis na internet e nas comunidades de consumidores que seguem de perto determinadas marcas. As organizações perderam o controle de sua imagem. As pessoas têm opiniões próprias sobre os produtos e serviços das empresas e fica mais difícil influenciar suas escolhas com uma simples campanha de Marketing.

Não acredito que a maioria das grandes empresas entenda essa mudança. Ou, se chegaram a compreendê-la, não sabem bem o que fazer. Parece-me que isso tem relação com o fato de seus executivos não estarem acostumados a ficar tão perto do consumidor. O número um da Campbell’s Soup, Doug Conant, é exceção. Ele procurou se aproximar do público para revitalizar a empresa. Infelizmente, parece que não há muitos indivíduos que abram um negócio com o desejo de criar produtos e serviços que as pessoas realmente queiram.

Por exemplo, é espantoso o pouco que as montadoras de Detroit, ao contrário de suas rivais japonesas, falam sobre fabricar automóveis que despertem paixão em seus clientes. Se a GM e a Chrysler inspirassem esse tipo de sentimento como os BMWs, seus Saabs ou seus Volvos, conseguiriam alguns resultados positivos. De outra forma, continuarão sendo os perdedores do mercado.

No contexto econômico atual, como as empresas fazem para ganhar a lealdade das pessoas?
James Champy: As organizações que inspiram seus clientes têm uma característica em comum: tudo o que fazem é guiado pela conexão entre os valores corporativos e os valores de seus clientes. Algumas ganham a lealdade deles insistindo nas questões ambientais, outras com a honestidade ou a paixão dos integrantes da empresa pelo produto ou serviço que oferecem.
Por exemplo, o pessoal da Honest Tea valoriza a saúde e acredita na relação honesta com fornecedores e clientes, como expõe no rótulo de seus produtos orgânicos. Seu negócio é coerente com suas convicções e seus valores. São autênticos. As empresas podem inspirar a lealdade dos clientes ligando-se a seus valores. Mas, é obvio, é fundamental que, ao fazê-lo, sejam autênticas e que realmente também possuam esses valores. Não terão sucesso se fingirem.

Não são os valores que seguem o produto, mas é o produto que segue os valores. É isso?
James Champy: Exato. O produto tem de ser fiel aos valores da empresa. Diga-se de passagem, esses valores nem sempre se relacionam com o propósito elevado que têm algumas organizações. O pessoal da Big Green Egg (empresa que vende churrasqueiras de cerâmica portáteis baseadas em um design japonês milenar) é apaixonado pela boa cozinha. E seu produto alcança esse objetivo. De novo, os valores nem sempre têm de ser elevados. Por exemplo, a Puma oferece um estilo moderno e valores básicos que são um apelo para muitas pessoas jovens e outras mais velhas que querem estar na moda. E essa também é uma legítima forma de venda apoiada em valores.

O sr. não crê que muitas empresas começam com esse tipo de paixão? Por exemplo, Herb Kelleher, da Southwest Airlines, queria que as viagens fossem acessíveis a todos e construiu sua empresa em torno desse objetivo…
James Champy: Sim, e acredito que a Southwest continua sendo fiel a esses valores, embora tenha sido maculada por temas relacionados à segurança. Esse é um bom exemplo de quanto é delicada uma proposta apoiada nos valores; se falhar, a companhia terá problemas. No caso da Campbell’s Soup, por outro lado, foi necessário um novo presidente-executivo para que a empresa retomasse o rumo perdido. Agora ela tem uma verdadeira estratégia apoiada na saúde, na conveniência e na qualidade. Isso acontece muitas vezes. Um novo líder deve reconhecer o poder da marca e ser forte e competente o bastante para que a empresa retome sua posição de superioridade.

A Smith & Wesson é outro exemplo. Foi a melhor e a maior fabricante de pistolas dos Estados Unidos; entretanto, perdeu sua posição dominante e durante anos não pôde recuperá-la. Esteve a ponto de desaparecer. Mas, chegou um presidente-executivo que conhecia a marca e sabia como agir. Com o tempo, os produtos e serviços das empresas que forem incapazes de inspirar a lealdade de seus clientes se converterão em commodities. E as organizações sentirão que as pessoas as compram por uma questão de preço, porque não distinguem o valor do que oferecem.

O mercado está difícil para as empresas que vendem serviços profissionais. Como elas sairão do sufoco?
James Champy: Em princípio, teriam de reconhecer que o mercado não é difícil só porque houve colapso financeiro. Isso piorou condições que já existiam. Um problema comum em muitos setores é o excesso de capacidade instalada, que se acentuou devido à facilidade de crédito. Por exemplo, agora tenho três lojas Home Depot a menos de 20 minutos de minha casa. Quem precisa de tantas Home Depots? Mas, era barato para financiar o estoque e esse foi o resultado. (Diga-se de passagem que isso é algo cíclico. Nos anos 1960, Jay Forrester o chamou de “dinâmica industrial” e Edward Roberts continuou estudando isso para predizer o excesso de capacidade).

O mundo inteiro está aprendendo a produzir mais com menos, quer por escolha, quer pela força da concorrência. Isso quer dizer que, se as montadoras de Detroit conseguirem sobreviver, não usarão tanta mão de obra como antes para fabricar seus veículos. Temos ajustado a eficiência durante um longo período e acredito que nos últimos dois anos foi dado outro salto significativo nesse sentido. Os consultores devem pressionar seus clientes para que consigam a maior eficiência possível.

No longo prazo, a concorrência vai exigir que nos tornemos todos fabricantes de baixo custo. Então será necessário criar valor sobre isso. Em suma, a receita é simples. Se atualmente estivéssemos projetando uma nova empresa de consultoria, ela teria de ser uma combinação de custo e valor. Como disse Tom Peters, não é possível “diminuir para alcançar a grandeza”. Será necessário fazer as duas coisas ao mesmo tempo: oferecer mais, mas aprender a fazê-lo com menos.

Por HSM Management

* Esta reportagem foi publicada pela Revista HSM Management (Julho/Agosto) e agora no Mundo do Marketing por meio de parceria que os dois veículos mantêm.

W+K sonda clientes no Brasil

Rumores sobre a possível entrada da Wieden+Kennedy ganharia força com o aval de empresas como P&G e Coca-Cola

A W+K estaria mesmo prestes a desembarcar no Brasil. Informações do mercado sobre a cada vez mais próxima entrada da agência no País tornaram-se mais fortes nos últimos dias com a indicação de que dois importantes clientes estariam chancelando a vinda da empresa por aqui.

São eles a P&G – para quem ganhou o GP de Film em Cannes para Old Spice – e a Coca-Cola, para quem desenvolve diversos projetos globais. Essa proximidade com a Coca, inclusive, reforça comentários de que o Rio de Janeiro poderia vir a sediar o escritório brasileiro da Wieden+Kennedy.

Com informações da coluna Em Pauta, edição 1429 do jornal Meio & Mensagen, com data de capa de 04 de outubro de 2010.

Fonte: Meio e Mensagem