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Quer vender mais? Então atenda melhor

Como é triste entrar em um estabelecimento e ser recebido com mau humor, sem olhos nos olhos, sem um sorriso – mesmo que “amarelo” – por parte dos atendentes. Certamente você já participou dessa experiência e sentiu-se deslocado, chateado e muito decepcionado, principalmente quando essas situações estão diretamente ligadas a certas marcas que lhe são queridas. Afinal de contas, sabemos que comprar é muito mais do que simplesmente adquirir um produto, é satisfazer uma necessidade, seja ela “real ou não”.

Às vezes o mau atendimento nem está ligado a “cara feia” de quem nos atende, mas de uma atitude displicente, sem vontade, sem comprometimento. Aliás, infelizmente é o que mais vemos: falta de comprometimento por parte de quem atende.

Então como minar esse cenário e plantar a semente de um atendimento excelente, focado na satisfação das pessoas, para colher fartamente a conquista de mais clientes, a fidelização dos atuais e, consequentemente o aumento nas vendas?

Procure implantar essas três dicas abaixo e veja rapidamente os promissores resultados.

Participe da experiência do cliente:

O mínimo que um cliente deseja é ser bem atendido. É o começo do relacionamento. Para um bom atendimento, simpatia é fundamental, mas para a excelência no atendimento a empatia é crucial. Assim, não basta apenas sorrisos e gestos de cortesia. É preciso desenvolver a habilidade da empatia, pois um vendedor ou o responsável pelo atendimento somente consegue entender uma necessidade quando se coloca no lugar do cliente.

Escute seu cliente sem medo:

Muitas vezes vemos empresas que parecem ter medo de escutar o cliente. Elas os ouvem, mas definitivamente, não os escutam. É preciso criar um processo e gerar a boa vontade de ouvi-lo com profundidade, ou seja, ESCUTÁ-LO. Ouvir é um ato passivo, segundo especialistas em audição. Já escutar requer atitude; é ativa e demanda FOCO. Não adianta ter um moderno sistema de pós-vendas que preenche planilhas e traz um infinito índice de percentuais que medem a satisfação ou a insatisfação do cliente, se não há diálogo aberto. É necessário ir além de percentuais, para realmente ter a ciência de onde atuar, acertar os erros e potencializar os pontos fortes.

Fidelize seus vendedores e sua equipe de atendimento:

Fidelizar o cliente é uma via de mão dupla. Em um relacionamento fiel, presume-se que há dedicação dos dois lados. Levando em conta de que há uma terceira variável que é o concorrente, essa dedicação tem que partir invariavelmente dos vendedores e do pessoal de atendimento. Mantendo acesa a chama da paixão, talvez a grama do vizinho não passe a ser tão atraente. Lembre-se sempre: a empresa também tem que manter essa chama acesa com sua equipe – é um processo de retroalimentação. Assim, essa equipe motivada tem um olhar diferenciado para seu cliente e o sucesso é garantido.

Não existe fórmula mágica. A “receita do bolo” é juntar a boa vontade, o comprometimento com a satisfação do cliente e a participação na experiência de compra. O importante é ter em mente que você até pode influenciar seu consumidor eventual, mas manter apaixonado e fiel um cliente exige conquista. E essa conquista tem que ser diária.

Van Marchetti – Consultora, palestrante, facilitadora e instrutora de treinamentos corporativos. Diretora da Attitude Plan – Consultoria e Treinamento Empresarial, ministra treinamentos nas áreas de oratória, liderança, administração de conflitos, integração de equipes, técnicas de apresentação e comunicação e relacionamento em vendas.

Fonte: Administradores.com

Kibon patrocina bicicletas para o Parque Ecológico da Pampulha

Os apaixonados por bicicletas agora terão mais uma opção para pedalar no tradicional Parque Ecológico da Pampulha, em Belo Horizonte. A Kibon disponibilizará 60 bicicletas com cestinhas personalizadas e 40 capacetes no local. A marca será responsável pela manutenção das bicicletas nos próximos 14 meses.

"Pedalar em um parque como o da Pampulha é, sem dúvida, uma forma muito divertida de compartilhar felicidade. Estamos muito felizes com essa parceria", afirma Isabel Masagão, gerente de marketing da Kibon.

Os frequentadores do parque poderão usar as bicicletas independente das idades, pois, foram disponibilizados 20 equipamentos aro 26, 20 aro 20 e 20 aro 16. A ação foi realizada pela Cross Networking, contratada pela Kibon para a realização de ações da marca.

Parcerias pelo Brasil
Além do acordo firmado pela marca com o no Parque Ecológico da Pampulha, a Kibon também desenvolveu ações de visibilidades nas cidades de Fortaleza, Salvador e Recife. Em Fortaleza, a Barraca Crocobeach recebeu 120 guarda-sóis Kibon e um toldo que ficarão na área da piscina. Já em Salvador, a parceria foi realizada com três principais barracas: Bar Aka do Francês, Barraca Doce Vida e Barraca Odoyá Iemanja. As duas primeiras receberam 100 guarda-sóis cada e a última 200 guarda-sóis. E em Recife, o acordo foi feito com sete barraqueiros, onde foram distribuídos 300 guarda-sóis personalizados da marca. Todas as parcerias irão até julho de 2014.

Fonte: Cidade MArketing

Estrutura organizacional e o processo de planejamento estratégico

Quando se pensa em planejamento estratégico, não basta apenas conceituá-lo, há que enxergá-lo como um conjunto de processos que compõem a estrutura organizacional da empresa.

É sabido que os outputs oriundos do planejamento estratégico, por envolverem toda a organização, também impactam no arranjo institucional, a fim de ajustá-lo aos objetivos estratégicos. Contudo, nada impede que o arranjo do macroprocesso de administração estratégica tenha uma modelagem distinta, visto que, segundo a Teoria do Desenho Organizacional de Mintzberg, o planejamento é uma atividade precípua (e não exclusiva) da tecnoestrutura, prestando suporte técnico à entidade em que atua. Dessa forma, como órgão de staff à alta administração, a administração estratégica pode constituir-se de uma departamentalização por processos capaz de assessorar o nível estratégico, assim como orientar os demais departamentos quanto à aderência de suas respectivas estratégias funcionais, com enfoque mais tático, à estratégia competitiva.

Isso posto, segue abaixo uma metodologia de implementação do macroprocesso de administração estratégica numa organização, seja ela de natureza pública ou privada, ressalvando que tal metodologia pode ser ajustada de acordo com o porte da organização e com os demais elementos estruturais de Mintzberg, quais sejam, vértice estratégico, linha hierárquica média, centro operacional, demais processos da tecnoestrutura, logística e ideologia:

A – Macroprocesso de administração estratégica – processos constituintes

1. Inteligência Competitiva;

2. Planejamento Estratégico;

3. Desempenho institucional.

B – Etapas de implementação e o Ciclo PDCA

Plan

1. Definição dos objetivos do macroprocesso;

2. Diagnóstico da situação organizacional atual (desempenho institucional, estratégia vigente, sistema de Inteligência Competitiva, estrutura, processos e cultura);

3. Plano de ação.

Do

4. Implementação das ações.

Check

5. Monitoramento e avaliação.

Action

6. Padronização e conclusão.

No caso da Administração Pública, a metodologia supracitada pode ser aplicada tanto a cada uma de suas entidades como por meio de ajustes no processo orçamentário público, consoante o disposto no art. 165 da Constituição Federal.

Ainda em relação à Administração Pública, e tendo em vista o que dispõe o inciso I do parágrafo único do artigo 48 da Lei de Responsabilidade Fiscal (Lei Complementar 101/2000), a modelagem do macroprocesso de administração estratégica, nos moldes sugeridos neste artigo, permite a estruturação do orçamento participativo, cada vez mais necessário à responsabilidade na gestão fiscal pela transparência das ações do Poder Público, na medida em que facilita a participação popular pela definição mais clara de atividades, papéis e responsabilidades de cada parte relacionada.

Por último, cabe ressaltar que não há uma estratégia universalmente bem-sucedida. Em vista disso, cabe a cada organização definir, observando seu propósito e a dinâmica do ambiente onde está inserida, a estratégia mais adequada, como resultado da conjugação do referencial teórico existente acerca da matéria com a prática de cada negócio. Em síntese: não basta conhecer estratégia, também é necessário vivenciá-la.

Fonte: Administradores.com

Centro Britânico divulga #FresnoViaja

Os fãs da banda de rock brasileira Fresno já podem se animar. O Centro Britânico Franquias, rede de escolas de idiomas, acaba de lançar uma ação de marketing promocional em que os vencedores participarão de um evento exclusivo com a banda e poderão tirar fotos, pegar autógrafos e fazer perguntas aos ídolos.

As cinco fotos mais criativas ganham um par de ingressos para o evento que será realizado na sede do Centro Britânico, em São Paulo, patrocinador oficial da primeira turnê oficial da banda Fresno, realizada nos EUA.
Os interessados em participar do concurso devem curtir a fan page do Centro Britânico e postar uma foto em que apareça uma das hashtags oficiais da campanha de forma legível como #InglêsÉNoCentroBritânico, por exemplo.

A ação promocional é valida até 15/08, e a escolha dos vencedores será divulgada no dia seguinte.
Os vencedores também vão concorrer a um kit especial da turnê Fresno que será sorteado no dia do evento pela banda.

Fonte: Promoview

Valor sendo agregado ao cliente

Autor: Antônio Carlos Cassarro

Agregar é adicionar. Devemos, no processo de atendimento ao cliente, ir além das expectativas que ele tenha a nosso respeito, o que ele espera dos nossos produtos e/ou serviços. Devemos prestar serviços não apenas de modo diferenciado, mas, principalmente, de maneira cativante. Fazendo assim, nossa loja, nossa empresa tenderá a ser algo "diferente", "encantador", "único" para o cliente.

Muito cuidado e atenção: atendimento de qualidade ou é filosofia da empresa – aceita e colocada em prática por todos (proprietários, diretores, gerentes, supervisores, vendedores, atendentes, enfim, toda a equipe) – ou não funciona! Não basta pretender atender bem o cliente quando da venda, se este depara, por exemplo, com o famigerado cartaz: "Não trocamos mercadorias aos sábados". Ora, como podemos ser tão ditadores ao ponto de impedir que ele, o cliente, proceda à troca de algo que comprou de nós e que, em última instância, não atendeu aos seus requisitos, no único tempo que ele dispõe para sair, fazer compras, trocar mercadorias?

Como resolver este problema? Simples: implante um balcão ou guichê específico com a finalidade de trocas. Com isso encantamos o cliente, não conturbamos o funcionamento adequado da loja e/ou da empresa e criamos excelentes oportunidades para novos negócios.

Agregar valor é adicionar valor. "Valor" é a importância que o cliente atribui ao nosso produto, ao nosso serviço, ao atendimento que prestamos a ele. Devemos aumentar continuamente o valor que o cliente atribui a nós, à nossa firma, aos nossos serviços e/ou produtos. Pense bem: o que fará com que o cliente retorne à nossa loja, à nossa empresa, preferindo-nos aos nossos concorrentes? E, ainda mais, nos recomende aos seus familiares e amigos? Claro que a atenção e respeito que lhe dedicamos através do atendimento! Atendimento de alto nível – eis a diferença!

Pequenas gentilezas que, isoladamente, praticamente nada custam, poderão fazer essa diferença, conquistar esse espaço para nós. Eis algumas:

– oferecer água ou chá gelado, em dias de muito calor, ou um chá quente, em dias de muito frio;

– instalar um pequeno "playground" para as crianças ficarem brincando enquanto as mães, os pais ou acompanhantes, com maior satisfação e comodidade, escolhem os produtos e efetuem as compras;

– oferecer para colocar possíveis outros pacotes que o cliente esteja carregando, em uma sacola plástica, com nosso logotipo, nome e endereço. Assim, por um lado agradamos ao cliente e, por outro, fazemos uma bela propaganda (econômica) de nossa loja;

– instalar bancos, confortáveis, para que o cliente possa sentar e descansar um pouco, criando novo alento, para novas e rendosas compras;

– colocar mais cabides nos provedores de roupas, para que ele tenha onde colocar as suas roupas enquanto prova as nossas – as que ele seguramente comprará! Ou, ainda, colocar dentro de cada provador uma banqueta, proporcionando ainda mais conforto ao cliente.

Nunca esqueça que não basta querer atender bem ao cliente apenas quando da venda. Antoine de Saint Exupery, foi muito feliz em sua obra: "O Pequeno Príncipe", quando afirmou: "Você se torna responsável pelo que cativas"- pena que muitas vezes não dedicamos maior parcela de tempo para analisar essa frase e aplicá-la em nossos negócios, em nossos relacionamentos.

Se cativamos os clientes; se os conquistamos, devemos dar-lhes o melhor de nós nos relacionamentos atuais e futuros! Os clientes devem adquirir confiança plena em nós, em nossos negócios, em nossas lojas.

Os procedimentos que utilizamos para agregar valor, atender de modo diferenciado aos nossos clientes, refletem a qualidade das pessoas com que contamos em nossas organizações, pois "apenas pessoas de qualidade conseguem prestar serviços de qualidade". A principal qualidade está nas pessoas, nunca no layout da loja, em suas instalações, produtos e/ou serviços.

Insistimos: o bom atendimento não está restrito à qualidade dos produtos, às nossas "ótimas" instalações, mas vai bem além – muito além. Está diretamente relacionado à qualidade das pessoas que compõem nossas organizações, nossas empresas, nossas lojas. É nosso dever, como empresários, valorizar, investir, confiar nas pessoas.

Façamos isso e, sem dúvida os resultados não se farão esperar.

Sucesso e bons negócios!

Antônio Carlos Cassarro é sócio-diretor da CTO – Consultoria e Treinamento Organizacional e professor da BandTec.

Fonte: ClienteSA