Brindes Personalizados e Corporativos — Compare Fornecedores Verificados e Peça Cotação Grátis

TaxiCast promove Magnum só no calor

Em parceria com a BrightMove Media, a Unilever vem testando uma novidade: o “TaxiCast” – anúncios em telas de LED colocados no teto dos veículos que só acendem se o calor, a umidade e a claridade estiverem de acordo com o desejado.

Para divulgar uma edição limitada do sorvete Magnum, a empresa instalou esses anúncios em 25 táxis de Londres, e a peça só aparece se fizer calor, ou melhor, calor londrino, entre 16 e 19 graus.

Conforme relata o Ad Age, o grande apelo dessa mídia é o público que a marca consegue atingir das 07h às 10h, também, em regiões menos acessíveis da cidade.

Fonte: Promoview

Sem clichês na venda

Artigo: Marcelo Ortega

Quem nunca foi às compras e se deparou com um vendedor insistente ou, até mesmo, desagradável? Talvez, alguns profissionais não saibam, mas uma frase mal colocada pode afetar diretamente a negociação. Sejam nas vendas corporativas ou no varejo, práticas como a "Empurroterapia", perguntas como "Não vai levar nada para sua namorada, sua avó, sua tia?" ou apelos do tipo "Dá uma força, por favor, preciso bater minha meta" podem fazer com que o consumidor se afaste sem comprar nada não apenas naquele dia, mas por um longo período.

Muito pouco preparados e mal instruídos, os vendedores, geralmente, preocupam-se apenas em concretizar logo a negociação e se esquecem de focar no que é mais importante: o que o cliente, de fato, necessita ou se interessa. Quase sempre pressionados por metas, eles costumam pôr em prática o que eu chamo de "Empurroterapia", ou a mania de pressionar o cliente a adquirir, a qualquer custo, o produto ou serviço.

Estimulados a fazerem pressão, os profissionais também costumam errar – e muito – no momento de perguntarem algo aos consumidores. Em determinadas situações, um bom questionamento pode gerar compras que não estavam previstas. No entanto, o contrário também se faz verdadeiro: a indagação errada pode provocar a troca imediata de loja ou de empresa, no caso dos negócios corporativos. Alguns exemplos disso, principalmente do varejo: "E para ela, não vai levar nada?", "É só isso mesmo?", "Leva mais coisa, consigo oferecer um desconto maior ou parcelar em mais vezes".

Esta última colocação nos leva a outro ponto fundamental na condução de um negócio. O oferecimento demasiado de descontos ou parcelamentos também pode não agradar quem está à procura de algo. Antes de pagar menos, o consumidor pretende ter o produto ou serviço adquirido por razões mais importantes naquele momento, como, por exemplo, o conforto da família para quem procura um carro – talvez, a pessoa aceita até pagar mais caro por um veículo maior, mas o vendedor mantém o foco apenas em oferecer boas condições para a compra do modelo solicitado num primeiro momento.

Vale ressaltar que a prática desses erros não é, exatamente, culpa de quem vende. Quase sempre, esses profissionais não recebem treinamento algum, são contratados em um dia e no outro já vão para a "linha de frente", sendo cobrados por chefes e clientes. Para que este cenário seja mudado, são necessários treinamento e o conhecimento de técnicas, com a capacitação partindo dos líderes da equipe, que, por sinal, muitas vezes também cometem os mesmos erros. Ou seja, um bom time de vendas só será concretizado quando os que o coordenam passarem por cursos especializados e se tornarem capazes de espalhar as "boas práticas" aos demais.

Marcelo Ortega é vendedor, treinador, consultor e palestrante internacional.

Fonte: ClienteSA

Por favor, entenda minhas necessidades!

Todos nós temos um jeito de abordarmos clientes. E, segundo nossa crença, funciona bem e assim vamos repetindo a fórmula dias e dias, anos e anos. Nem um robô faria melhor. Agindo assim, demonstramos total desrespeito às necessidades dos clientes, pois só pensamos na forma de alcançarmos nosso sucesso. Costumo ensinar vendedores inicialmente mostrando-lhes o "todo", pois assim sabem "como" e "por que".

O segredo todo está no P.A.R. – Problema, Ação e Recompensa. Dominando esta técnica os vendedores/negociadores terão mais resultados e ganharão mais dinheiro. Como fazer?

Uma constatação unânime diz respeito à forma como os vendedores conduzem a apresentação de vendas, muito mais focada no produto/serviço que vendem do que na satisfação dos clientes. A taxa de sucesso pode ser melhorada, ouvindo as necessidades dos clientes e focando toda a conversa na solução destas necessidades.

Dessa forma, basta seguir a regrinha: há o problema; você sugere a ação e junto oferece a recompensa. Uau! Quer ver como funciona? Vamos analisar as boas campanhas publicitárias:

– Você está com sede? (problema); Tome uma Coca-Cola gelada! (ação); E um mundo de coisas novas aparecerá em sua vida! (recompensa).

– Está resfriado? (problema); Tome Doril (ação); E a dor sumiu! (quer recompensa maior?).

E você, no seu dia a dia de vendedor? Parece que a grande dificuldade está em oferecer recompensas, não é? E por quê? Porque você só pensa em você, na comissão, nas metas, no produto e procura "entubar" (enfiar goela abaixo) a venda no cliente!

Perceba que para oferecer recompensas que fazem sentido para o cliente, você precisa ouvir qual o problema dele para, então, recomendar a melhor alternativa (ação), que sempre deve ser seguida de uma recompensa.

Vejam os exemplos:

– Seu cliente liga apavorado dizendo que precisa "para ontem" determinado produto, senão a cabeça dele vai rolar. (qual o problema? Urgência!); você diz: já estou providenciando a entrega para dentro de uma hora (ação condizente com o problema, certo?), pois você sabe que aqui o cliente manda! (recompensa).

Comentários: Os maus vendedores começam a explicar o que não podem fazer, mostrando toda a burocracia para aprovar o pedido. Depois querem explicar que nos casos urgentes, há uma taxa extra e que pagamento não pode ser parcelado para 30/60 dias. Veja como ele só vende dificuldades e como o problema do cliente era outro?

Meu conselho: atenda prontamente o cliente e deixe que ele explique lá na empresa dele porque pagou mais caro e à vista. Uma certeza: o comprador vai justificar direitinho e melhor que você, pois ele sabe quem se esqueceu de programar a compra com antecedência.

– Em uma negociação, o cliente diz: preciso consultar meu sócio (problema); você responde: fechando o pedido agora (ação), você terá a garantia estendida por mais um ano (recompensa).

Comentários: o mau vendedor começa a falar das desvantagens em não comprar agora, incluindo ameaças de que o preço vai subir, não há garantias de estoque e que haverá perda da garantia.

Meu conselho: estimule a compra e deixe que ele explique para o sócio todas as vantagens do negócio feito, inclusive da garantia estendida. (cá entre nós, todo mundo gosta de contar que levou uma vantagenzinha, certo?).

Há atualmente um hábito salutar em discutir e decidir mudanças em conjunto com a equipe. Que tal reunir os colegas ou colaboradores e praticar o P.A.R. Funciona. É garantido!

Bons negócios e sucesso!

José Teófilo Neto é diretor da Comunicação Direta – Consultoria e Educação.

Fonte: ClienteSA

Vending machine libera café ao bocejar

A Douwe Egberts, marca holandesa fabricante de café, chás e outros alimentos, instalou no Aeroporto Internacional Oliver Tambo, na África do Sul, uma vending machine que distribuiu café grátis no momento em que as pessoas mais precisavam: quando estão com sono.

Para conseguir uma boa dose de cafeína, bastava parar na frente da máquina e bocejar. Um sistema de reconhecimento facial percebia o exato momento do bocejo. A ação de marketing promocional chamou a atenção de várias pessoas, que puderam consumir a bebida e começar de forma agradável o seu dia.

Fonte: Promoview

Adidas dá tênis a quem saltar feito jogador de NBA

Você é fã de basquete e quer comprar um tênis novo. O mais conveniente seria ir numa loja e adquirir o acessório. Mas, na ação de marketing promocional da Adidas não é o dinheiro que compra, e sim a habilidade.

Em Londres, a marca levou Derrick Rose para apresentar sua nova linha de tênis. Uma pop-up store foi aberta ao público, mas só existia uma maneira de conseguir levar o produto para casa: pulando tão alto quanto o jogador do Chicago Bulls.
Com prateleiras numa altura proibitiva para a maioria das pessoas, a D Rose Jump Store poderia servir também para controlar os compradores compulsivos.

Fonte: Promoview