Brindes Personalizados e Corporativos — Compare Fornecedores Verificados e Peça Cotação Grátis

Bríndice Comemora 15 anos de Parceria….

Há 15 anos no mercado, a Bríndice Publicações e Propaganda é uma empresa especializada na divulgação dos fabricantes de brindes, produtos promocionais, presentes corporativos e mídia extensiva em todo o território nacional.

Nossa principal publicação, o Catálogo Bríndice, com mais de cinco mil itens promocionais e uma tiragem de 30 mil exemplares, já está na 15ª edição. Nele apresentamos os melhores fornecedores do setor e fazemos com que eles cheguem de forma direta e eficiente ao consumidor final, já que 90% dos exemplares são distribuídos gratuitamente a grandes empresas instaladas por todos os estados do país.

A Bríndice é também a Editora dos Catálogos Bríndice Mais e Equipo Lojas. Enquanto este último reúne produtos e serviços para montagem e reforma de escritórios e instalações comerciais, o primeiro investe ainda no setor promocional, mas com um mailing diferenciado.

Uma vez em parceria com a Bríndice, o empresário conta ainda com um Bureau de fotolito e com a Bríndice Fair Eventos, promotora e organizadora da Feira Expobríndice, um grande evento que este ano ocorre de 23 a 27 de julho em São Paulo e reúne os mais diferenciados fabricantes de brindes.

A Indústria da Falsificação

Produtos pirateados e a invasão dos artigos importados atrapalham os negócios do segmento de brindes.

Apesar da crise econômica, a indústria da pirataria está a todo vapor. Ela representa cerca de 5% do Produto Interno Bruto (PIB), ou seja, algo em torno de R$ 50 bilhões ao ano.

Com números alarmantes, o mercado da falsificação está atingindo dimensões tão gigantescas que atraiu até a atenção do governo americano. Aqui no Brasil, cerca de 12 associações, representantes de segmentos diversos, criaram a campanha “Produto Pirata – A Vítima é Sempre Você”. Com essa iniciativa, as associações pretendem mostrar que o problema da pirataria não atinge apenas alguns setores da economia, que a situação é preocupante e que quem sofre as maiores conseqüências é o próprio consumidor.
Artigos como tênis, relógios, óculos de grifes famosas, CDs, cigarros, bebidas, ferramentas, fitas de vídeos, bolsas, mochilas, remédios, entre outros, são produzidos em grande quantidade em pequenas fábricas clandestinas ou cruzam a fronteira ilegalmente pelo Paraguai, importados principalmente de países como China, Cingapura, Coréia e Malásia.

Para os fabricantes nacionais de brindes, a grande dificuldade encontrada nessa concorrência desleal está no preço. Com qualidade inferior, os artigos pirateados são comercializados a um preço bem mais baixo. Com a retração do mercado, as empresas estão com as verbas reduzidas, porém precisam continuar com suas ações promocionais e, nessa hora, o preço menor fala mais alto. Com a verba enxuta, muitas acabam optando por um brinde de qualidade inferior, uma peça que chega a ser descartável, muitas vezes, sem garantia.

Em contrapartida, os fabricantes idôneos de brindes acabam tendo que aumentar a produção para compensar as perdas geradas por essa concorrência desleal. “Nós garantimos a qualidade do nosso produto. Isso é muito difícil, mas se por acaso ocorrer algum problema, algum defeito, a troca é feita na hora. Agora, com esse outro brinde você vai reclamar para quem?”, questiona o proprietário da Cotérmico, Lucimar Da Silva Porsi.

A empresa, que está no mercado há 45 anos, fabrica bolsas térmicas, bolsas, sacolas de praia e viagem. A bolsa térmica, que é o carro chefe da empresa, é o alvo mais fácil desses “produtos importados”. Segundo o empresário, se o cliente estiver com um prazo maior ele pode acabar optando por um contêiner asiático, o que sai mais barato mas, em compensação, o resultado final, aquele de fixar a imagem junto ao público-alvo, pode virar um pesadelo. “A marca dele vai nessa bolsa, então imagina se um cliente leva carne ou cerveja para a praia. Quando chega lá, percebe que está tudo descongelado, que estragou. Sem dúvida, esse cliente não utilizará mais nenhum brinde oferecido por esta empresa. Nesse caso, a estratégia de marketing vai por água abaixo”, argumenta Porsi.

Nessa briga pelo mercado, a produção da Cotérmico aumentou, porém o faturamento diminuiu, porque a empresa como muitas outras do setor teve que adaptar sua produção à verba do cliente. “Antes o cliente chegava com uma idéia e você podia sugerir a ação promocional, agora ele diz a verba que tem e pede para você adequar o produto a esse valor. Então, ele acaba comprando uma quantidade menor, ou escolhe um artigo de qualidade inferior, ou em último caso faz o orçamento mas acaba comprando esse outro produto, de procedência desconhecida”, aponta Porsi.

O Mercado está Pronto para o seu Produto?

Identificar a situação do mercado em relação ao produto ou serviço a ser lançado, com potenciais clientes, é algo fundamental nos dias de hoje. A era dos "Achismos" e "Testes", no estilo: “Vamos ver o que pode acontecer”, definitivamente chegou ao fim.

Atualmente, avaliar a aceitação do mercado para a tecnologia e a inovação a ser utilizada na criação do seu produto, demonstrar as vantagens desta utilização e incorporá-las ao preço-alvo, tornou-se de grande relevância. Analisar a viabilidade de investimento para produção local do produto no mercado, também deixou de ser uma atividade para principiantes e alguns procedimentos foram criados e podem ser seguidos pelas empresas, independentemente do seu tamanho.
Destacamos alguns:
1. Identificar os principais usuários do seu produto ou serviço;
2. Realizar entrevistas com grupos de discussão para avaliação da proposta do seu produto, além do envio de malas-direta, ações de telemarketing e enquetes disponibilizadas no site da empresa;
3. Enviar e-mails aos clientes cadastrados;
4. Levantar a demanda e os custos de operação para produção, divulgação e venda do produto, o que exige conhecimento específico do mercado.
Exemplo:

Um dos maiores grupos mundiais no setor de embalagens especiais viu-se confrontado com a decisão de investir na instalação de uma unidade de produção em
um mercado emergente, sujeito às instabilidades inerentes de mercado. Entretanto, até que ponto estaria o mercado preparado para um produto diferenciado com atributos tais, como uma embalagem protetora capaz de evitar fraudes, e segurança infantil? Será que o mercado estaria disposto a pagar um valor superior por tais atributos? Será que haveria interesse suficiente para justificar o retorno de investimento nas instalações de uma fábrica com demanda a longo-prazo? Será que o mercado era suficientemente grande para se montar uma fábrica com capacidade produtiva acima da demanda do mercado local?

O compromisso foi identificar os fatores críticos de sucesso, mensurar a demanda e, ao mesmo tempo, apresentar ao mercado um produto com um diferencial de benefício tangível, porém ainda inexistente. A empresa realizou pesquisa quantitativa e qualitativa, através de entrevistas de grupo junto ao setor. Tais ferramentas foram apenas parte do projeto de viabilidade econômico-financeira, que serviu de base para a implantação bem sucedida de uma fábrica no interior de São Paulo. A empresa apresentou ao mercado uma embalagem inovadora e revolucionária. O glamour do lançamento do produto revelou, ao mercado, os seus atributos de maneira eficaz. Como complemento, foi dado prosseguimento à divulgação do produto através de diversas ações promocionais dirigidas.

Hoje, o produto está consolidado e ocupa destaque no mercado nacional. Mas tal situação só foi possível devido ao planejamento antecipado e à pesquisa cuidadosa junto ao mercado em potencial.

Sua empresa já realizou algum tipo de trabalho assim ?

Identificando seus Clientes, sua Empresa e Você !

Dificilmente conhecemos com precisão nossos clientes, ainda que alguns sejam nossos amigos.

Quantas pessoas com quem convivemos durante anos e, às vezes, até dividimos momentos de intimidade emocional, podemos dizer que realmente conhecemos?

Quantas vezes, acreditamos que a venda foi praticamente efetuada, imaginamos que nossa apresentação foi de “encher os olhos” do cliente, trocamos gentilezas, elogios e fomos embora na certeza do dever cumprido e mais um cliente atendido ?

Para nossa surpresa, no outro dia, ao contatarmos o “nosso cliente”, temos a impressão de que estamos falando com outra pessoa. Que não era aquele do dia anterior, solícito, amigo, “venda certa”.
Ledo engano. Erramos ao criarmos a certeza do “já sei com quem estou lidando, basta”, ao imaginarmos que todos são iguais e que todos nossos argumentos podem ser generalizados.
Diante de acontecimentos de grande impacto na vida pessoal, como o nascimento de um filho, a doença de um ente querido, uma tórrida paixão ou uma situação em que se escapa da morte, as pessoas tendem a mudar de perfil.

Quantas vezes você, na sua empresa, solicitou à sua equipe de vendas informações sobre estas situações ? Ou, quantas vezes dentro da sua empresa, você reparou tais acontecimentos com seus funcionários ?
Você já parou para analisar como é o processo de decisão de seus clientes, colegas, chefes e parceiros ? Há algum deles que você simplesmente não “entende” ?

Sabe quem é mais rápido, mais lento ? Mais emocional, mais racional ?
Você já analisou qual é o seu próprio perfil de comportamento ? Como você toma decisões no trabalho: é mais com a razão ou com a emoção?
Rapidamente ou de forma lenta ?

Você já perguntou a outras pessoas como elas identificam seu comportamento nesses aspectos ? Já procurou saber o quê o seu cliente pensa de você ?

Bons questionamentos e boas vendas !

Funcionários Satisfeitos Aumentam a Lucratividade

Uma pesquisa realizada recentemente mostrou que somente 50% dos funcionários da linha de frente das empresas consideram que seus empregadores merecem que eles lhes sejam leais. Essa situação vem fazendo com que esses trabalhadores, em milhares de empresas em todo o mundo, derrubem a fidelização de Clientes.

Não percebendo a real dimensão do problema, os empregadores classificam esse baixo índice de lealdade dos funcionários como normal e garantem que se trata de uma conseqüência da baixa lucratividade das próprias empresas.

A filosofia de lealdade – de clientes e de funcionários – como estratégia de negócios é a grande força propulsora que precede o crescimento, os lucros, o valor percebido e duradouro. É, enfim, a razão do sucesso financeiro da empresa. Assim, é inevitável lembrar que a falta de lealdade dos funcionários está diretamente ligada à redução dos lucros da empresa.

O comprometimento dos empregados em manter bom relacionamento com os clientes é o caminho seguro para uma empresa conseguir e manter clientes fiéis.

Outro detalhe importante apontado pela pesquisa indica que os funcionários não são leais a seus empregadores porque não acreditam que estes agirão de forma justa e honesta com eles.

Mas esse impasse precisa ser resolvido. As empresas não podem perder clientes por não se preocuparem em manter seus funcionários satisfeitos. Assim como é necessário conquistar e manter os clientes certos, também é necessário conquistar e manter os funcionários certos. Isso implica na conquista da lealdade, tanto de clientes quanto de funcionários.

E os funcionários de sua empresa, estão realmente satisfeitos? Aproveite o final de ano para fazer um balanço dos bens humanos que sua empresa possui: seus funcionários!