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Especialize-se no espetacular

A liga norte americana de futebol fez um estudo sobre a marcação de pontos e descobriu que nos últimos minutos do primeiro tempo e nos minutos finais do jogo, mais pontos são marcados do que em todo o restante do jogo. Há três razões por que isso acontece:

· Os times sabem que na maioria dos casos, precisam marcar pontos para continuar o jogo, para vencer ou para seguir na liderança.

· Eles treinam, praticam e ensaiam o movimento dois minutos mais a fundo do que em qualquer outra fase do jogo. Portanto estão carregados de uma reserva física, mental e emocional.

· Seus objetivos são claramente definidos. Sabem o que tem de fazer e, por estarem perfeitamente preparados, sua confiança em alcançar o objetivo é muito grande, ou seja, marcar ponto. Isto tem um resultado um final fantástico.

Na nossa profissão sempre teremos momentos que exigirão muito de nós. O desgaste será muito grande e nós temos que estar treinados, assim como os jogadores de futebol americano, para superar as dificuldades. Então:

· Aprenda a se manter tranquilo, pois a preocupação e ansiedade costumam bater à sua porta nestes momentos.

· Faça algum tipo de atividade física. Exercícios oxigenam melhor seu cérebro e com isso conseguimos pensar com mais clareza, além de liberar as cargas negativas que vamos acumulando durante o dia em nossas costas.

Essas são algumas das minhas dicas. Mas você, melhor do que ninguém sabe o que é importante na sua carreira, então desenvolva os hábitos que lhe serão essenciais para ser vencedor no jogo da vida.

Fonte: Administradores.com

Live marketing é o nome certo

Minha experiência em Cannes esse ano deixa duas certezas. Uma, a de que todas as minhas convicções a respeito da comunicação estavam certas.

A ideia ainda é o mais importante, estamos em meio a um momento de transição no qual a relação direta, a emoção e a interação, onde as marcas sejam coisas vivas, parte das vidas e momentos especiais das pessoas, e essa é a única forma correta de comunicá-las e vender seus produtos e serviços.
Não dá mais pra mentir com falácias de genialidade criativa. As mentiras caem rápido. Ou se faz parte da vida de gente ou não vai estar na casa, no corpo, nas mãos, muito menos na cabeça das pessoas.

A segunda, é que o mundo da comunicação caminha, também, para tudo acontecer ao vivo, em tempo real, imediato, de resultado rápido.

Para se conquistar consumidores é preciso ser oportuno, timely (na hora certa), e, quem sabe, para merecer um Grand Prix, timeless (atemporal, sem fim) – como disse o presidente do júri de P&A sobre o grande case da Ogilvy, os Fãs Imortais do Sport Club Recife, que nunca terá fim na vida de quem dela participar.
É incrível ver a tentativa dos festivais, mesmo Cannes, para encontrar o nome exato da categoria para englobar esses trabalhos. PR, Direct, P&A são alguns. Comunicação integrada, innovation, mídia não convencional, outros. E por aí vai.

Por isso não é nada raro que um único case ganhe em três, quatro, cinco categorias. A confusão não é de julgamento, é de percepção. Nem regulamentos, nem agências, nem jurados têm certeza do que está no lugar certo.

A busca é fruto do que acontece atualmente e foge ao espectro do conhecimento de publicitários convencionais e de acadêmicos estáticos que insistem em não admitir que não sabem exatamente o que está acontecendo, muito menos o que fazer, falar e fazer sobre o fato.

Já os profissionais não convencionais vivem o momento, e, como consumidores o sentem. Por isso, conseguem criar pra ele. Ser premiados com ele.

Porque assim como, no mundo de hoje, qualquer um que escreva e poste sua mensagem ou fato relevante nas redes sociais vira jornalista e faz notícia, qualquer criativo ou profissional de qualquer agência que prefira sentir-se na humana posição de um consumidor vai comunicar bem e fazer o que há de mais fantástico hoje: dar vida a marcas e torná-las parte da vida de gente. E esse é, em essência, uma profissionalmente comunicação e ponto.

Alguma dúvida de que o nome que melhor define esse momento é live marketing? Alguma dúvida de que qualquer grupo de profissionais, se pudessem, se apropriariam dele para representá-los?
De que é muito provável que, um dia, venha a ser o nome da categoria onde os cases que mais o emocionam e confundem jurados estejam presentes de forma pertinente e adequada? Hein? Não, Não tenha dúvida não. Isso é muito possível, diria provável. Nosso mundo nunca esteve tão vivo, tão ansioso por respostas imediatamente tangíveis.

É na hora, cara a cara, com forma e conteúdo, que queremos respostas e resultados. E parece que só os políticos é que ainda não entendem isso.

Fonte: Promoview

Do Micromarketing às Macrovendas

Comunicação é só o que há em economia. A grande fonte de vantagem na economia de redes não é tecnologia. É a imaginação.

Informação de valor é aquilo que chama a atenção da mente humana. É a pequena diferença que faz a grande diferença. No mundo empresarial, no marketing e nas vendas, a noção de informação agregada está intimamente ligada a questões de estratégia. No mercado moderno, digital e colaborativo, deverá vir também para a ponta do consumo e do relacionamento, transbordando as fronteiras corporativas.

A mente humana só confere valor ao que sai da mesmice e a surpreende de alguma maneira – surpresa, num claro sentido de descoberta. No consumo 2.0, o que conta é a experiência do cliente com o produto e não o produto em si. Experiência com amplo respaldo de informação de valor, de conhecimento.

Você é um diferenciador quando consegue estabelecer a percepção de que vale a pena pagar mais pelo que você oferta, isto é, você faz o cliente perceber que há algo diferente, único e valioso no que representa.

Em que vai se basear essa diferenciação? No apelo à imaginação, na competência para estimulá-la e gratificá-la. E o que será vendido, afinal, já que, via de regra, o produto não poderá mais ser o centro de nenhuma oferta? Resposta: a experiência, tanto no sentido de sensitivo de “experience”, como no sentido de acúmulo valioso de saberes.

As empresas, independentemente do setor que atuem, terão de ser boas em arquitetar experiências para engajar seus clientes, seja qual for o produto ou serviço.

Homens de negócios terão de ser especialistas no ser humano. Não é somente a tecnologia, repito, mas a imaginação, suportada por amplo conhecimento, que vai contar. Isso não é poesia, é consequência da lógica da informação democratizada pela Internet e seus devices. Todo mundo vai poder participar. Todo mundo que se interessar vai querer viver a experiência de sua oferta à sua maneira. A nova economia é a economia da experiência massiva individualizada.

Produtos e serviços, há tempos, já não são mais o ator principal das ofertas de marketing mais relevantes. Essa é uma das verdades mais simples e menos entendidas no mundo empresarial. O que conta é, cada vez mais é experiência de comer num restaurante e não apenas a boa comida em si, a experiência de dirigir um automóvel especial e não apenas a excelência técnica do veículo. É por essa combinação que o cliente paga… e aceita até pagar mais.

Produtos e serviços “estão” commodity. Isso quer dizer que, na média, não contêm diferenciais suficientes para surpreender. Com commodities não se consegue apelar para a imaginação e a disputa é sempre com base na “força bruta”, do preço X condições. Percebendo vantagem real, o cliente se engaja. Marketing moderno é sobre construir uma sólida base de clientes fãs, parceiros, inseridos na cadeia de valor e colaboração da empresa, reproduzindo as qualidades de sua oferta a outros clientes.

Marketing moderno também é sobre gente. Gente que quer opinar, colaborar, participar, influir, brilhar. Os contextos digitais permitem isso. A Web 2.0 é sobre isso. Criando palcos e canais virtuais para os consumidores, a informação trocada com valor atinge o centro do contexto de compra do indivíduo, o dilema racional-emocional. Em seu processo, ele compara, pondera, sente, experimenta, sente mais um pouco e decide. E o papel do profissional é dar-lhe instrumentos confiáveis para fazer isso herdando um sentimento de ganho e benefício.

O marketing do futuro, aplicado no presente, não só vai reconhecer a contribuição do cliente neste processo de transação, como será totalmente desenhado, a quatro mãos, segundo seu conhecimento e suas experiências. É o Micromarketing eficiente gerando Macrovendas.

Fonte: hsm.com.br

Pontos Fortes X Pontos Fracos: Como identificá-los e usá-los em benefício próprio?

Todas as pessoas sem exceção têm pontos fortes e fracos. Os pontos fortes convencionam os recursos – a habilidade de alguém para desempenhar com maestria determinadas atividades. A abordagem dos pontos fortes tornou-se um clichê. Seja em entrevistas de emprego ou em eventos sociais, temos como objetivo tentar ilustrar nossas melhores facetas no intuito de sermos legitimados pelas pessoas ao nosso entorno. Afinal, é o que nos torna mais atraentes e interessantes. Nem sempre a pergunta é direta – quais são seus pontos fortes? Mas, de um jeito ou de outro, todos procuram saber o que nos diferenciam das demais pessoas. Isso é fato.

Os pontos fracos caracterizam as dificuldades, pois fala da fragilidade que limita o desempenho do “melhor de si”. Culturalmente, desde que nascemos, somos levados a esconder nossos pontos fracos para nos tornarmos dignos das melhores avaliações. Tudo aquilo que compromete nossa “boa imagem”, acaba virando insumo de recalque. Furtamos-nos de reconhecer nossos pontos fracos e quanto mais investimos energia nesse processo, mais nos tornamos reféns desse padrão vicioso. É importante compreender que nossos pontos fracos, a despeito de não refletirem nossa melhor performance, podem indicar oportunidade de grande aprendizado e crescimento.

É preciso reconhecer que todos nós temos limitações e a perfeição não faz parte da condição humana. Somos por natureza seres imperfeitos em busca da excelência e quanto mais tentamos encobrir nossos pontos fracos mais os tornamos visíveis e, algumas pessoas, percebendo esse movimento, utilizam-se desse artifício como poder de manipulação para nos fazerem reféns. Por isso, reconhecer e aceitar que temos pontos a serem melhorados ajuda a nos posicionar melhor diante das situações.

A ideia é aprender a tirar o máximo de proveito dos pontos fortes e administrar as limitações para ter a percepção clara dos nossos talentos – aquilo que executamos com maestria e nos distancia de um lugar comum; o nosso diferencial. Como também, saber reconhecer nossos pontos fracos – aquilo que requer maior esforço e dedicação no plano de execução. Usar com maturidade o registro de nossas vivências aliado ao conhecimento de si mesmo para a partir daí construir estrategicamente as diretrizes que nos conduzirão ao pódio da realização pessoal.

Como potencializar nossos “pontos fortes”?

Os nossos pontos fortes demonstram nossa fortaleza – o fator único pelo qual somos diferenciados. Potencializá-los depende somente da determinação em aprimorá-los através de treino e sofisticação de técnicas relativas à habilidade ou atividade em questão. Como tudo é diretamente proporcional, quanto maior o esforço melhor será o resultado. No processo de autodesenvolvimento vale dizer que o investimento maior deve ser feito no sentido de implementar melhorias no que tange aos nossos pontos fortes, uma vez que desenvolver as aptidões para as quais já somos propensos é bem mais fácil e prazeroso. Assim, procure desenvolver hábitos dos quais possam mobilizar consistentemente seus talentos.

Como identificar “pontos fracos”, uma vez que é tão difícil reconhecer e aceitar nossas próprias limitações?

O processo de identificação requer uma percepção das nossas fragilidades e nos remete diretamente ao conceito do autoconhecimento. Essa é a premissa básica do reconhecimento legítimo de quem somos e de como devemos nos posicionar. A identificação dos pontos fracos não foge à regra. É essencial que cada um assuma a responsabilidade pessoal de fazer uma investigação honesta sobre si mesmo, registrando seus melhores recursos, como também suas limitações e resistências. Somente ao nos dedicarmos à descoberta das nossas características é que conseguimos perceber e compreender como de fato somos. Uma vez identificados os pontos fracos, é possível equilibrá-los e tirar proveito dos mesmos, utilizando-os estrategicamente a nosso favor.

Somente o alinhamento das facetas fortes e fracas nos permite construir uma direção.

No processo de adequação dos pontos fortes e fracos é essencial ter consciência de que o modo como julgamos os acontecimentos ao nosso entorno influencia nosso humor e interfere na nossa qualidade de vida. Sem limitar-se à discriminação do que é “bom” ou “ruim” é crucial manter uma postura positiva e enfrentar as situações com leveza. O que às vezes nos parece um grande obstáculo pode, de fato, ser uma excelente oportunidade de aprendizado. Respirar e refletir sem ansiedade permite que o improvável nos brinde com boas soluções.

Se você é muito bom em determinada situação, usufrua dessa condição e procure, também, usar esse recurso em benefício de outras pessoas. Seus valores e qualidades expressam sua missão. Dessa forma, quando seus pontos fracos forem um impeditivo, você certamente poderá contar com apoio das pessoas a quem ajudou. A vida é uma via de mão dupla, seus pontos fortes, quando bem utilizados, valerão crédito quando seus pontos fracos ameaçarem suas conquistas. O sucesso da sua trajetória profissional é proporcional ao comprometimento das pessoas em fazerem coro aos seus propósitos.

Waleska Farias

Coaching, Gestão de Carreira e Imagem.

Fonte: hsm.com.br

Cinco erros a evitar em apresentações

Coach especializado em apresentações corporativas e a grandes públicos, Carmine Gallo, autor do livro “The Presentation Secrets of Steve Jobs”, explica que grande parte dos erros acontece devido à falta de prática dos apresentadores e dá algumas dicas para que eles consigam captar e manter a atenção do público de modo a garantir que todos compreendam a mensagem transmitida.

Seguem as cinco gafes mais constantes nas apresentações e as maneiras de evitá-las:

1. Falar muito: segundo estudos neurológicos, as pessoas tendem a se concentrar em um determinado assunto durante, aproximadamente, dez minutos. Com isso em mente, os executivos precisam criar apresentações curtas, de no máximo, vinte minutos.

Dica: Gallo aconselha que, se o assunto abordado exigir mais tempo de discussão, o apresentador deve dividir o conteúdo em partes separadas e intercalá-las com atividades que relaxem a mente do público, como vídeos e piadas.

2. Dividir o conteúdo em itens: a segmentação do assunto apresentado é importante, mas a técnica de mostrar todos os slides a partir de tópicos deixa o público entediado. É a partir daí, então, que se começa a ver grande parte da audiência checando e-mails e enviando mensagens via telefone celular.

Dica: não utilize o mesmo padrão estético em todos os slides e tente utilizar mais imagens do que palavras, uma vez que os dados ali dispostos são apenas para apoiar o apresentador.

3. Não ensaiar: de nada adianta fazer cursos para falar em público e mostrar um ótimo conteúdo se não tiver ensaiado o modo como irá se comportar no momento da apresentação. Pela prática é possível identificar quais informações devem cortadas ou aprofundadas, por exemplo.

Dica: ensaiar o discurso e filmá-lo ou mostrá-lo a outras pessoas antes da apresentação oficial trará segurança ao executivo e melhorará muito sua performance.

4. Ler dos slides: quando o apresentador começa a ler as informações dispostas, perde completamente o vínculo com seu espectador.

Dica: além de estar preparado e ter pleno conhecimento do conteúdo que será exposto, o executivo deve levá-lo ao público de modo informal, como se estivesse contando uma história.

5. Ignorar a linguagem corporal: cerca de 93% da impressão que a audiência leva do apresentar é efeito de sua habilidade de expressão, do modo como está vestido, da maneira como conduz o tempo. Isso significa que o conteúdo, em si, é responsável por apenas 7% da imagem que o executivo passará enquanto expõe o material.
Dica: Simular uma apresentação, gravá-la e assisti-la é uma ótima opção. Nesse momento, o apresentador deve prestar atenção a três quesitos: contato visual (olhar nos olhos das pessoas na plateia é essencial), postura (é importante manter-se confortável e não colocar as mãos nos bolsos) e entonação vocal (nunca se deve manter um único tom de voz o tempo todo).

Fonte: uol.com.br