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Atendimento: um produto bom pode compensar um atendimento ruim?

Quem frequenta bares e restaurantes sabe que o atendimento é simplesmente fundamental para fidelizar clientes. Às vezes a comida servida não é das mais saborosas, mas tendo chopp gelado e um garçom amigo, aquele que faz de tudo pra nos sentirmos bem à vontade, vamos ficando. Mas quando acontece o contrário, a comida é ótima e o serviço é péssimo, a percepção do cliente continua sendo a mesma?

Existe um restaurante no Recife que me passa essa impressão. O local é bastante conhecido. Antes ele vendia só caldinho, mas agora tem um cardápio vasto. Ele evolui cada vez mais em estrutura e produtos, mas uma coisa continua do mesmo jeito desde quando comecei a frequentar o lugar: os garçons são chatos. São mal encarados, demoram pra te atender e um simples “obrigado” dá um imenso trabalho pra sair da boca deles. Fui atendido por vários garçons do estabelecimento e nenhum deles foi no mínimo simpático.

A comida de lá compensa o mal humor dos garçons, isso no meu caso. Tenho certeza que clientes ainda mais exigentes deixaram de ir lá por causa disso. Eu sou paciente e como geralmente vou lá para comer aquele delicioso pão de alho na brasa e outros petiscos, acabo desconsiderando o “fator garçom”. No entanto, fiquei pensativo: será que a administração do local não percebe que o seu serviço é ruim? Será que não leva isso em consideração?

A experiência do cliente é diferencial

Em meio a tantos outros restaurantes na mesma situação, apostar na experiência do cliente pode ser um belo diferencial. Sabe aquele lugar que para você parece perfeito? Você é bem recebido desde a entrada e inclusive na saída, sendo servido da melhor forma, com boa vontade e disponibilidade do garçom, degustando de uma comida impecável num ambiente muito agradável. Aquilo fica na sua memória, não é? Um local assim investiu em aprimorar a experiência do cliente ao máximo. Ele decidiu focar no conjunto das sensações e emoções que os clientes têm quando escolhem passar algumas horas no estabelecimento. Fazer isso não é difícil nem exige tanto treinamento. Observar bem o que acontece e se colocar no lugar do cliente já mostra o caminho de como a experiência do mesmo para com o local deve ser.

Voltando ao primeiro restaurante: para você o serviço é importante ou pode ser irrelevante, contanto que o que é servido seja de qualidade? Comente e vamos debater, pois isso pode dar pano pra manga pra outro post, talvez até alertando algum gestor de restaurante

fonte:www.pontomarketing.com

“Bola do Jogo” é a nova ação promo do Powerade ION4

Powerade ION4 vai dar ao brasileiro a chance de levar para casa bolas utilizadas nos jogos da Copa das Confederações da Fifa 2013.

A bebida esportiva da Coca-Cola Brasil lança essa semana a ação de marketing promocional “Bola do Jogo”, que sorteará 12 bolas que rolarem nos gramados da competição.

“Powerade será responsável pela hidratação dos jogadores durante a Copa das Confederações da Fifa 2013. E a promoção “Bola do Jogo” reforça a nossa parceria com a entidade. Ela foi desenhada para dar ao brasileiro a chance de ter uma recordação real do torneio. Vamos sortear as bolas que efetivamente serão utilizadas em campo. Cada uma terá uma história na Copa das Confederações”, explica Aliucha Ramos, diretora de Hidratação da Coca-Cola Brasil
Para participar da ação promocional, que começa essa semana e fica no ar até 28/06, o consumidor deverá comprar uma embalagem de Powerade ION4 e enviar o código de barras por SMS para o número 22043.

A pessoa receberá, por SMS, um cupom validando a participação no sorteio. Serão três datas de sorteio diferentes, quatro bolas distribuídas em cada um.
A promoção “Bola do Jogo” integra a campanha de Powerade ION4, ‘Todo jogo tem power’, para a Copa das Confederações.

Fonte: Promoview

Moma Propaganda entra no mercado promocional

A Moma Propaganda, localizada em São Paulo, lança a unidade Moma Promo, direcionada ao mercado promocional.

Nesta empreitada, Fico Meirelles e Rodolfo Sampaio, donos da Moma, se associaram a Erico Angelis, ex Bros e Sístole. “Estávamos sentindo a necessidade de atender aos nossos clientes nas várias plataformas e queremos oferecer a eles os serviços na área de promo, trade e eventos”, diz Meirelles.
Segundo ele, a escolha de Angelis para a sociedade partiu de um relacionamento que a Moma já tinha estabelecido com o profissional na época em que atuava na Sístole.

A Moma Promo já nasce atendendo alguns dos principais clientes da agência-mãe, como Kia Mortos, Harley Davidson, Singenta e SC Johnson’s. Em 2012 a Moma lançou o braço Moma Health, para atender laboratórios de saúde, e também a Moma Digital.

Fonte: Promoview

O Marketing Promocional nos processos de fidelização e lealdade de marca

Num mundo de mudanças feéricas, inundado de novidades todos dias, uma tarefa difícil é conquistar a atenção de clientes e prospects. E, mais ainda, a tão desejada fidelidade a marcas, serviços ou produtos.

Todas as empresas sonham em repetir o exemplo da Apple, que consegue manter clientes fiéis, que agem como apaixonados advogados da marca. Realmente, não é simples. Mais do que apresentar produtos ou serviços de qualidade – condição necessária, mas não suficiente –, há muitas variáveis que influenciam as decisões de consumidores, assediados por novas opções todos os dias.

O Marketing Promocional tem um importante papel nesse processo. Para demonstrar boas atuações, valho-me de 3 cases exemplares, ganhadores de Grand Prix no Cannes Lions deste ano. O primeiro, Grand Prix em duas categorias (Promo&Activation e Direct), é uma fantástica iniciativa da Amex junto às pequenas e médias empresas americanas (small business), que resultou na criação de uma data promocional oficial nos EUA: Small Business Saturday. Graças à iniciativa da Amex, os pequenos negócios têm agora uma data de forte apelo promocional, um dia após a consagrada Black Friday, mega liquidação ansiosamente esperada pela população. Nesses momentos de negócios em baixa nos EUA, uma empresa se propõe a dar todo o suporte para que seu small business prospere. Não tenho nenhuma dúvida de que a Amex conquistou corações e mentes nesse importante segmento. E, logicamente, isso poderá resultar em maior fidelidade à marca.

O segundo caso é o da Chiplote, uma rede de restaurantes dos EUA. A promessa da empresa é só usar insumos de produtores que respeitam os fundamentos básicos da sustentabilidade, principalmente no trato dos animais. Ao invés de confinados em cubículos, os porcos usados nos pratos do restaurante são oriundos de fazendas que garantem bons tratos, que incluem a criação em amplos espaços, sem confinamento. Para demonstrar esse jeito respeitoso e responsável, a empresa realiza eventos para as comunidades onde atua. O Chiplote Food/ Ideas/ Music Festival, leva produtores, artistas, músicos e chefs alinhados com esse jeito Chipotle para receber clientes e público em geral, que percebe, ao vivo, a autenticidade do posicionamento da empresa. A atividade ganhou Grand Prix na categoria Branded Content & Entertainment e foi um poderoso instrumento de Marketing Promocional, em complemento ao belo comercial veiculado pela empresa, que ganhou Grand Prix em Film.

O terceiro e último case que separei é a Coca-Cola. A empresa ganhou um Grand Prix em Design com uma peça criada em Xangai. A “onda”, tão característica da logomarca da empresa recebeu a intervenção de duas mãos sendo apertadas. Um evidente sinal de amizade e cooperação. O case vencedor em Design é apenas uma peça no meio de tantas ações coerentes com o mote principal da icônica marca: felicidade, companheirismo e amizade. A ação “Share a Coke”, por exemplo, permitia que você enviasse uma lata de Coca-Cola para um amigo. Enfim, mais do que o sabor e a refrescância, a Coca-Cola fideliza seus clientes por intermédio de atributos extrínsecos, tão bem demonstrados em ações institucionais e a de ativação.

Para concluir, eu afirmaria, sem medo de errar, que a conquista da fidelidade de clientes está mais na atitude da empresa do que nas ações formais de comunicação. E essa é uma praia que tem muito a ver com o Marketing Promocional.

Fonte: Ampro

Fieldmarketing, o que é isso?

Um conceito ainda novo no Brasil que vem para avançar as relações da indústria com o varejo.
O mercado de marketing no varejo é complexo. A cadeia que envolve este setor é enorme e adequar a demanda para suprir às necessidades que surgem diariamente neste campo, um grande desafio. O fieldmarketing vem com esta proposta, de inovar, revolucionar e oferecer ao mercado estratégia e operação de qualidade que agreguem resultados efetivamente positivos.

O fieldmarketing consiste em coordenar, gerenciar e operar as estratégias de venda, comunicação e marketing no varejo em diferentes canais, sempre com o objetivo de proporcionar a otimização de resultados. Em outras palavras, o conceito consiste em unir gestão à execução e mensuração de resultados. O grande diferencial deste conceito é o fato de ele trabalhar com uma visão sistêmica e não apenas com parte da informação.

Na África do Sul, há um case interessante que demonstra os benefícios da operação. Com a atuação de um projeto de fieldmarketing, a Coca-Cola implementou a solução, que atuou na armazenagem, distribuição, gestão, vendas e merchandising. O resultado do projeto foi um crescimento de 197% em volume de vendas.

No Brasil, o mercado de marketing no varejo é muito segmentado e por isso, em geral, as ações são pontuais. Devido a esta segmentação, a execução do plano estratégico traçado pelo marketing da indústria, nem sempre alcança o resultado efetivo e esperado.

O fieldmarketing, por trabalhar intrínseco ao DNA da empresa cliente, no que se refere aos objetivos traçados, desenvolve um projeto complexo e focado, não apenas na execução, mas no alinhamento de estratégia, alcance de metas e de resultados propostos.

Na Índia, há um case que traz números significativos de um projeto desenvolvido para uma marca de maquiagem. A operação em questão envolveu desde a positivação dos displays em lojas, contratação e treinamento de promotoras, updating de produtos e vendas, manutenção das ações de merchandising e gerenciamento de estoque, até a competitividade da marca no mercado. Com o projeto, foi possível reduzir em 14% o custo efetivo de operação, garantir 97% de crescimento em vendas e aumentar a presença de produto na gôndola de 50% para 80%, evitando a ruptura.

Na prática, o fieldmarketing responsabiliza-se pela aplicação da estratégia no ponto de venda, podendo mensurar e garantir a efetividade do negócio proposto, por meio da tecnologia e da qualificação de profissionais que atuam neste segmento.

A tecnologia está muito ligada ao resultado final de projetos de fieldmarketing. É por meio dela que as informações estratégicas são repassadas à diretoria e é possível enxergar todo o cenário da ação, o que beneficia a tomada de decisão rápida e assertiva.

A estratégia utilizada para compor as diferentes necessidades e metas do projeto é um dos principais diferenciais do conceito. Devido à estrutura organizada para operação, o fieldmarketing resulta em uma execução mais eficaz e no aumento da presença da marca no ponto de venda. A entrega de resultados é mais consistente e há mais valor agregado à marca.

Da indústria ao ponto de venda e do ponto de venda ao convencimento do shopper, o fieldmarketing opera para melhorar o desempenho do varejo e alavancar a venda de determinada marca ou produto.

O fieldmarketing, com absoluta certeza, vem para revolucionar as relações da indústria com o varejo e do varejo com o consumidor final. Por fazer parte de um conceito macro, mas que opera em cada etapa do processo, o fieldmarketing poderá oferecer uma nova perspectiva para os negócios e para o varejo no País.

Fonte: ClienteSA