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Os três principais tipos de presença online que geram empatia para seu negócio

Os consumidores brasileiros raramente tomam decisões de compra sem antes fazer algumas pesquisas. Hoje, essas buscas geralmente começam online – o consumidor avalia todas as informações — e críticas — obtidas por meio de blogs, mídias sociais, websites, e publicidade para fazer sua avaliação final dos prós e contras da compra. Por isso que é tão importante que sua empresa ofereça um conteúdo online completo e tenha um plano de marketing eficaz para conquistar e manter sua credibilidade no mercado.

Saiba quais são os principais tipos de conteúdo que não podem faltar:

1. Blog informativo

Ao produzir um blog de conteúdo sobre o mercado em que sua empresa atua, ele se apresenta como uma fonte de informações, e não como um canal de vendas. Aproveite a oportunidade para a publicação de materiais de credibilidade com dados interessantes para todas as pessoas do setor, como pesquisas setoriais, infográficos, notícias e artigos. Ao produzir um blog de negócios, certifique-se de mantê-lo sempre atualizado com as últimas novidades e tendências e evite a divulgação de produtos.

Além disso, a manutenção de um blog é uma ótima maneira de alavancar a presença de sua empresa na web de negócios, aumentando a visibilidade via busca orgânica. Lembre-se de incluir links de acesso para os serviços, produtos e empresas que você mencionar, para que os leitores sintam que seu blog é uma fonte e assim, engajem-se mais. Aproveite e faça uso de palavras-chave interessantes para o seu negócio, compartilhe os posts nas mídias sociais onde está presente e mantenha uma assinatura com seus contatos no rodapé.

2. Posts nas mídias sociais

Outra forma valiosa de atrair consumidores é por meio da geração de conteúdo com engajamento social. Plataformas como Facebook, Pinterest, Google+, Twitter e YouTube são ótimas ferramentas para conectar sua marca com clientes em potencial e outros interessados em seu mercado.

Os consumidores adoram posts interessantes publicados nas mídias sociais, pois são uma forma de interação fácil e rápida. Ao fazer uso destes canais para a publicação de fotos, dicas úteis, ofertas especiais, vídeos e outros, você estará compartilhando o expertise de sua empresa. Por meio destas mídias, sua empresa constrói uma relação próxima que pode ser fonte de muitos negócios.

Dica extra: Publique posts que engajem e peça aos seus seguidores que compartilhem!

3. Resenhas e testemunhos dos clientes

Parceiros e clientes em potencial sempre gostam de ter acesso às avaliações de clientes que já foram atendidos por sua empresa. Isso pode ajudá-los a ter uma ideia real sobre como é fechar negócio com você.

Enquanto a opinião de amigos, familiares e colegas de trabalham continuam tendo um forte peso junto aos clientes indecisos, eles também gostam muito de encontrar testemunhos online – nos EUA, 90% dos consumidores são influenciados por esses reviews na hora da decisão da compra, aponta pesquisa da Dimensional Research. Por isso, é crucial fazer um bom gerenciamento de sua reputação online, monitorando o que as pessoas estão dizendo nos diretórios e sites de opinião e claro, buscar soluções para clientes insatisfeitos e respondê-los de forma educada e clara. Mas a gestão da reputação não é apenas gerenciar relatos negativos, é também importante pedir que clientes felizes deixem seus relatos.

Dica: Produza também vídeos de testemunho para publicação na sua página e nas redes sociais.

Ao criar e publicar conteúdo que seja útil e compartilhável, você maximiza a exposição do mercado em que atua e, consequentemente, de seu negócio. Desta forma, você forma opinião junto aos clientes em potencial e engaja os interessados por meio de conteúdo cativante ou que sirva de esclarecimento.

Você está usando estas três formas de presença online a seu favor? Pense nisso e comece já

Fonte: Administradores.com

3 coisas que você pode fazer para melhorar as vendas substancialmente

Como é triste entrar em um estabelecimento e ser recebido com mau humor, sem olhos nos olhos, sem um sorriso – mesmo que “amarelo” – por parte dos atendentes. Certamente você já participou dessa experiência e sentiu-se deslocado, chateado e muito decepcionado, principalmente quando essas situações estão diretamente ligadas a certas marcas que lhe são queridas. Afinal de contas, sabemos que comprar é muito mais do que simplesmente adquirir um produto, é satisfazer uma necessidade, seja ela “real ou não”.

Às vezes o mau atendimento nem está ligado a “cara feia” de quem nos atende, mas de uma atitude displicente, sem vontade, sem comprometimento. Aliás, infelizmente é o que mais vemos: falta de comprometimento por parte de quem atende.

Então como minar esse cenário e plantar a semente de um atendimento excelente, focado na satisfação das pessoas, para colher fartamente a conquista de mais clientes, a fidelização dos atuais e, consequentemente o aumento nas vendas?

Procure implantar essas três dicas abaixo e veja rapidamente os promissores resultados.

Participe da experiência do cliente

O mínimo que um cliente deseja é ser bem atendido. É o começo do relacionamento. Para um bom atendimento, simpatia é fundamental, mas para a excelência no atendimento a empatia é crucial. Assim, não basta apenas sorrisos e gestos de cortesia. É preciso desenvolver a habilidade da empatia, pois um vendedor ou o responsável pelo atendimento somente consegue entender uma necessidade quando se coloca no lugar do cliente.

Escute seu cliente sem medo

Muitas vezes vemos empresas que parecem ter medo de escutar o cliente. Elas os ouvem, mas definitivamente, não os escutam. É preciso criar um processo e gerar a boa vontade de ouvi-lo com profundidade, ou seja, escutá-lo. Ouvir é um ato passivo, segundo especialistas em audição. Já escutar requer atitude; é ativa e demanda foco. Não adianta ter um moderno sistema de pós-vendas que preenche planilhas e traz um infinito índice de percentuais que medem a satisfação ou a insatisfação do cliente, se não há diálogo aberto. É necessário ir além de percentuais, para realmente ter a ciência de onde atuar, acertar os erros e potencializar os pontos fortes.

Fidelize seus vendedores e sua equipe de atendimento

Fidelizar o cliente é uma via de mão dupla. Em um relacionamento fiel, presume-se que há dedicação dos dois lados. Levando em conta de que há uma terceira variável que é o concorrente, essa dedicação tem que partir invariavelmente dos vendedores e do pessoal de atendimento. Mantendo acesa a chama da paixão, talvez a grama do vizinho não passe a ser tão atraente. Lembre-se sempre: a empresa também tem que manter essa chama acesa com sua equipe – é um processo de retroalimentação. Assim, essa equipe motivada tem um olhar diferenciado para seu cliente e o sucesso é garantido.

Não existe fórmula mágica. A “receita do bolo” é juntar a boa vontade, o comprometimento com a satisfação do cliente e a participação na experiência de compra. O importante é ter em mente que você até pode influenciar seu consumidor eventual, mas manter apaixonado e fiel um cliente exige conquista. E essa conquista tem que ser diária.

Fonte: Administradores.com

Crocs lança modelo com personagens do filme Universidade Monstros

Os monstros mais queridos do cinema mundial ganham uma versão divertida no novo calçado da Crocs. A marca entra no embalo do lançamento do filme "Universidade Monstros", da Disney-Pixar, e apresenta um modelo que vai fazer as crianças pularem de alegria.

O Creative Crocs Monsters Clog brilha no escuro e traz um design especial com os personagens Mike Wazowski e James P. Sullivan (Sulley). A história estreou no Brasil na sexta-feira (21) e conta como a dupla se conheceu antes de entrar para a Monstros S.A.

No Crocs, a alça no calcanhar dá segurança ao caminhar e serve também para inserir os acessórios Jibbitz. Eles são comercializados separadamente, têm o tema do filme e são ideais para personalizar e tornar o sapato ainda mais animado.

Moldado em solado externo que não marca o piso, o modelo oferece total amortecimento, conforto e leveza. O Crocs chega às lojas a partir de julho com o preço sugerido de R$ 99,90.

Fonte: Cidade Marketing

Tenha uma boa “crise”

Albert Einstein disse: “Não pretendemos que as coisas mudem se sempre fazemos o mesmo”. A ‘crise’ é a melhor benção que pode ocorrer com as pessoas e países, porque traz progressos. A criatividade nasce da angústia, como o dia nasce da noite escura. É na crise que nascem as invenções, os descobrimentos e as grandes estratégias. Quem supera a crise, supera a si mesmo sem ficar superado.

Há algum tempo a palavra “crise”, que ganhou curso na economia a partir do século XIX, povoa com bastante intensidade os noticiários e, consequentemente, o pensamento de todos nós. Tal situação é reflexo das dificuldades econômicas enfrentadas por diversos países, que têm modificado e afetado, de forma drástica, a vida de milhares de pessoas em todo o mundo.

Do grego “krísis,eos”, crise significa “ação ou faculdade de distinguir, decisão”, por extensão, “momento decisivo, difícil”. Trata-se de uma derivação do verbo grego krino, “separar, decidir, julgar”. Já em latim, o substantivo crise (crisis, is) significa “momento de decisão, de mudança súbita”. Esse vocábulo era e ainda é usado especificamente na medicina para definir a decisão frente a mudança na evolução de uma doença, constituindo o momento crucial para a cura ou para a morte. Se pesquisarmos um tanto mais, encontraremos, ainda, outras significações para essa palavra. Para os chineses, por exemplo, crise é definida como “oportunidade ou fim”.

Por mais que existam tantas formas de interpretá-la, concordo com a afirmação de Einstein: “crise” é a melhor benção que pode ocorrer em nossas vidas, pois obriga-nos a encontrar a criatividade intrínseca para superar, vencer e crescer. As próprias etimologias da palavra nos chamam atenção para a tomada de decisão diante de mudanças inesperadas, uma prova que nenhuma crise é necessariamente ruim, pois, superando-as, sairemos mais fortes.

Mesmo quando, em tempos nebulosos, perdemos algo, podemos nos fortalecer. Nenhuma perda é para sempre; o fim de algumas coisas faz parte da vida e muitas vezes algo precisa acabar para dar espaço a uma nova mudança. Quando entendemos o fim como um novo caminho, a vida toma um sentido promissor.

Podemos, então, efetivamente viver; não somente sobreviver. Geralmente o fim daquilo a que nos apegamos ou acomodamos nos tira da famosa “zona de conforto” e provoca, em cada um, questionamentos sobre a vida, sobre aquelas questões que adiamos a resolução. Lembra-nos que nada é para sempre e dá uma noção real de que o tempo anda, não pára e não espera. Ensina que tudo vale a pena e que nenhum sacrifício é em vão.

E por falar em sacrifício… esta é outra palavra injustiçada. Geralmente as pessoas a associam a algo “ruim”, pelo fato de vivermos numa sociedade que valoriza o fácil, estimula o comportamento hostil e preguiçoso. Todavia, esta palavra nasce da união dos termos “sacro” e “ofício”, ou seja, “trabalho sagrado”.

Pelo simples fato de sermos humanos, existem circunstâncias em que nada ou quase nada podemos fazer. Porém, independente da escolha que fazemos, a vida segue e certamente tempos melhores “se abrirão” no futuro, sentindo que nossos planos fluíram a contento.

Pense de forma sincera: na atual conjuntura social e econômica em que vivemos, quantas pessoas você conhece são capazes de realizar o sacrifício de modificar a si mesmas e transformar fracasso em sucesso, angústia em criatividade? Quem, desse vasto grupo, poderia conjugar os verbos que derivam da crise, ou seja, “superar” a si mesmo sem ser “superado” por ela?

Devemos meditar a respeito das coisas que interiormente nos bloqueiam e reagir, tendo em nós que, apesar de todas as dificuldades oferecidas durante nossa trajetória, nada poderá impedir nossa vitória: a não ser nós mesmos. Descobrir a importância dos sacrifícios é vencer. O ideal é passarmos a respeitar o “tempo certo do nosso interior” e perceber que é preciso bater mais do que uma vez na mesma porta (aquela que obstrui seus sonhos) até que ela se abra. Quando ela se abrir, permita-se também descobrir algo maior. Entenda que aquele sonho pode não ser só seu. Todo sacrifício e superação empenhados hão de inspirar outras pessoas e muitas outras portas podem ser abertas e, de maneira consequente, perdas serão superadas e vidas, transformadas.

Falar sem parar nas crises, dedicando grande parte do nosso precioso tempo a esse assunto, é promover o conformismo. Em vez de ajudar a propagar tantas desgraças, podemos agir diferente. Nós temos a capacidade de fazer valer a pena o sacrifício e insistir na força do nosso trabalho. Lembre-se de que a única crise verdadeiramente ameaçadora é a tragédia do homem que cruza os braços conformado e desiste de si mesmo. Todo resto pode ser superado; basta confiar, pois aquele que acredita em si mesmo é o único capaz de vencer.

Rodrigo Rocha é diretor de marketing da Amil, onde atua também na parte de Inovação. É cofundador da One Health, unidade de negócio do grupo Amil voltada ao segmento premium. Foi um dos primeiros executivos do Brasil a se integrar à Singularity University, no Vale do Silício, considerada a universidade que cria o futuro. Obteve o MBA em Finanças pelo IBMEC.

Fonte: Hsm.com.br

A arte de construir novos conceitos inspirando-se em velhas ideias

Em razão da rotina que levo, tenho a oportunidade de estar em contato diário com pessoas que me indicam “qualquer coisa” genial. Criações próprias ou de terceiros que merecem a atenção devida.

Na maioria das vezes, trata-se de ideias simples, quase “óbvias”, capazes, porém, de resolver problemas aparentemente complexos. O tipo de solução que nos leva ao questionamento inato, característico de situações como essa: “como não pensei nisso antes”?

Inquieto para saber a resposta da interrogativa acima, decidi realizar uma investigação pessoal, expandindo tal pesquisa ao nível das artes, da ciência e de acontecimentos relevantes que, de alguma forma, influenciaram a história da humanidade. Queria descobrir a matriz das ideias dos grandes personagens de todos os tempos, dedicando o meu tempo à tentativa de análise dessa origem.

Tal foi minha surpresa ao perceber que, de forma independente ao tempo que tais figuras viveram, a fonte de inspiração para os seus feitos geniais era sempre a mesma: o passado.

Parece loucura, mas todo o material que utilizei para fazer esse levantamento (livros, filmes, músicas, artigos científicos), de algum modo, foi inspirado em exemplares muito parecidos produzidos anteriormente.

A combinação de informações acima pode suscitar a seguinte indagação: então, todos os grandes gênios são meros reprodutores e, de certo modo, não mereciam o reconhecimento obtido?

Na minha opinião, não.

Observemos, como exemplo, a própria maneira de perpetuação da espécie humana, a chamada reprodução sexuada. Ao contrário da maneira vegetativa, células de dois indivíduos diferentes devem se combinar para gerar um novo ser. Esse tipo de reprodução é o mais importante sob o ponto de vista evolutivo, pois reúne, em um mesmo descendente (filho), fatores originários de dois indivíduos (pai e mãe). Se para a evolução do mundo a combinação genética de duas partes diferentes se faz necessária, no mundo das ideias, outro tipo de união se faz essencial. Nada surge “do nada”.

Criação requer influência. No intuito da realização do novo, baseamo-nos no que vimos, bem como nas nossas experiências. Tais referências responsabilizam-se pelas adaptações que, muitas vezes, resultam em ideias novas.

Steve Jobs, o grande gênio inventivo de nossa época, é um bom exemplo dessa corrente de pensamento. No passado, o futuro mestre da Apple tinha aulas de caligrafia no Reed College. E ele próprio afirmou: “Aprendi sobre como se faz uma boa tipografia. Dez anos mais tarde, quando criávamos o primeiro computador da Macintosh, colocamos tudo isso no Mac. É claro que era impossível conectar todos esses fatos olhando para frente naquela época. Você só consegue fazer isso quando olha para trás”.

Para enriquecer tal argumentação, tiro o foco do pensamento de uma única personalidade e o recoloco em um país inteiro. Embora a China tenha ganhado a fama (merecida) no passado de falsificar grandes marcas, entregando cópias baratas e sem qualidade de seus produtos, a realidade atual é bem diferente. Entre outros feitos, o grande país do continente asiático já é responsável pela construção do trem mais rápido do mundo, do computador mais veloz e mais avançado já fabricado e, quem diria, por uma das grifes de roupas mais desejadas (e caras) de todo o globo. O segredo para tais realizações? Eles esperam.

Eu explico.

A criação original tem o chamado custo de inovação. Em outras palavras, custa muito caro ser o primeiro. Deve-se investir milhões em pesquisas, desenvolvimento, protótipos e produção para se chegar a um produto inédito. Além dessa dificuldade, surge a realidade da cópia. O produto original , não raro, “sofre” para competir com o preço de um “similar”. Muitas vezes ser o primeiro não é bom. O segundo vai te copiar, melhorar o seu produto e, graças à tecnologia, fará isso por um preço bem inferior ao seu. Lembra da China?

Voltando à reflexão inicial, apesar da linha tênue que separa a estrutura dessas duas maneiras de se produzir ideias, enxergo uma diferenciação clara entre a cópia como instrumento de replicação e a combinação de modelos existentes sendo adaptados e melhorados no intuito de se chegar a um resultado inédito.

Com o fim das barreiras comunicacionais é inútil ignorar o que já foi feito. Ficará atrasado aquele que não se aproveitar da quantidade de “aprendizado” que pode ser obtida na pesquisa oferecida pela mera observação de ideias prontas.

No entanto, deve-se ter na consciência que copiar um produto, serviço ou uma ideia, sem fazer qualquer alteração estrutural, com o escopo de enriquecimento, é, na linguagem popular, piratear (ou seja, crime); basear-se, porém, no pré-existente, com o intuito de aprender, analisar, copiar e transformar é dar um passo em direção à evolução.

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Rodrigo Rocha é diretor de marketing da Amil, onde atua também na parte de Inovação. É cofundador da One Health, unidade de negócio do grupo Amil voltada ao segmento premium. Foi um dos primeiros executivos do Brasil a se integrar à Singularity University, no Vale do Silício, considerada a universidade que cria o futuro. Obteve o MBA em Finanças pelo IBMEC.

Fonte: HSM