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Coca-Cola cria latinhas que se dividem

Com o objetivo de dar a oportunidade a seus consumidores de compartilharem a única coisa que ainda não conseguiram – a latinha – a Coca-Cola resolveu criar a embalagem que se divide.

A ação de marketing promocional é da Ogilvy Paris em Cingapura e faz parte da campanha “Abra a Felicidade”.
Segundo a empresa, durante anos a marca tem incentivado as pessoas a compartilhar a felicidade e, para isso, ofereceu muitas maneiras do público compartilhar uma Coca-Cola.

Desta vez, a marca projetou sua latinha para duas pessoas. Mesmo que a embalagem fique com a metade do tamanho, a felicidade vinha em dobro quando a Coca-Cola era compartilhada, diz a marca.

Fonte: Promoview

Propaganda e Marketing: sinergia ou entropia?

Há uma estreita relação entre Marketing e Propaganda, embora sejam áreas muito específicas e o conhecimento e sucesso em uma delas, embora contribua, não implica sucesso da outra. Enquanto profissional de marketing você terá que estabelecer excelentes critérios e uma relação de qualidade com a agência ou agências que escolher para realizar os jobs necessários a seus objetivos e metas institucionais e comerciais. Esta relação quando construída sob critérios adequados, relacionamento de qualidade e muito bom senso proporciona resultados muito além dos previstos.

Acontece que várias ilusões extremamente comuns prejudicam a qualidade destes resultados. Critérios adequados, relacionamento de qualidade e bom senso não são tão espontâneos como parecem, precisam ser elaborados, construídos e administrados com carinho e proximidade. Vejamos algumas das inúmeras variáveis que devem ser levadas em conta na relação entre marketing e agências de propaganda.

Como escolher a agência:

A melhor agência não é a maior ou menor, é a que mais se compromete em entender a fundo o cliente e trabalhar duro para exceder suas expectativas. A palavra-chave é comprometimento!

Lembre-se que a relação entre agência e cliente é B2B, e salvo o caso raro e especial em que haja um vínculo pessoal muito forte entre seus representantes, o resultado que você pode esperar em termos de dedicação é diretamente proporcional à importância da conta que você está oferecendo. Por isso, se você não tem uma grande conta ou job para oferecer, muitas vezes, é melhor trabalhar com agências pequenas e médias, para quem você representa proporcionalmente mais, que optar pelo sonho de entregar suas solicitações a agências mais consagradas e premiadas, cujo tempo está comprometido com seus maiores clientes. É melhor ser um cliente "grande" em uma agência "pequena", mas competente, que um cliente "pequeno" em uma agência "grande"!

Cuidado com novos publicitários imediatistas que mais se parecem com agentes financeiros que publicitários; estes, em geral, estão iludidos pelo glamour que imaginam alcançar e, portanto, com a premissa e o foco equivocados. Opte pela agência mais dedicada a entendê-lo, suas reais necessidades e possibilidades para o momento e, ao mesmo tempo, disposta a dedicar-se a surpreendê-lo com a qualidade e adequação do seu trabalho. Podemos entender que Propagada é Comunicação + Arte + Business, nenhum destes vértices pode faltar!

Como ser um bom cliente:

Bons clientes, de fato, são tão difíceis de achar quanto boas agências. Estou cansado de ver agências apresentarem ideias geniais, conceitos extraordinários, que naufragam porque o "ego" do cliente resolveu fazer uns "pequenos ajustes". Nem todo profissional de marketing entende em profundidade de propaganda. Há gente que não é da área e entende muito e outros da área que entendem pouco. As duas melhores características de um bom cliente de uma agência de propaganda são: humildade e mente aberta para receber propostas diferentes das que havia imaginado, com as quais precisa namorar, entender e só então opinar…

O bom profissional de marketing tem a agência como parceira, não como competidora no campo de suas vaidades pessoais. Os "jogos de poder" entre cliente e agência são contra produtivos, um desperdício de tempo, dinheiro e trabalho. O cliente pode e deve orientar e reorientar a agência sobre os detalhes conceituais e institucionais que deseja ou não presentes nas peças e campanhas, mas precisa de muita humildade e bom senso para tentar "mexer" na criação, cuja linguagem não domina. Ser um bom cliente é saber que determinadas vezes vale a pena ampliar o budget frente a uma excelente ideia, na qual vale apostar e investir antes que um concorrente o faça! Grandes sacadas e oportunidades não ocorrem todo o dia, mas por incrível que pareça, às vezes ocorrem quase que simultaneamente a dois concorrentes observando o mesmo mercado! Fique atento.

ALGUMAS DICAS:

1) Cuidado com os excessos de solicitação e criação. Lembre-se do que dizia Picasso: "O segredo é saber o momento em que se deve parar; mais um traço estraga, mais uma pincelada e a obra se perde!"
2) Prefira agências com um atendimento muito dedicado e detalhista; afinal o briefing inicial é fundamental para a adequação da criação.
3) Prefira agências onde redator e diretor de criação trabalham em conjunto, pensando juntos (dupla de criação).
4) Reflita: "Estamos sempre mais ansiosos por sermos reconhecidos por um talento que não possuímos que valorizados pelos outros quinze que, de fato, possuímos" (Mark Twain).

Colabore com a agência, você tem a estratégia, ela descobrirá a melhor maneira de comunicá-la ao mundo! Bons negócios!

Fonte: Cidade Marketing

Marketing Promocional, promovendo sensações.

É preciso conquistar e tocar o coração do consumidor, não apenas a sua mente.

*Por Flávio Christo

“Não é suficiente apenas um bom recall da marca, é preciso que haja afinidade com as aspirações e desejos do consumidor”.

No mundo da comunicação, o marketing, esta palavrinha já 100% “aportuguesada” que ouvimos a todo o momento, é a execução de atividades que conduzem o fluxo de criação, planejamento, mercadorias e serviços do produtor aos consumidores finais, industriais e comerciais.

Sabemos que o significado de marketing na verdade é muito mais complexo do que isso. Só no Dicionário da Comunicação, existem 50 denominações, passando por marketing verde, cenográfico, de guerra, cultural, viral e, dentre vários outros o marketing promocional, cuja definição é promoção de vendas. E quem está envolvido neste setor, entende a real importância das ferramentas que está área nos oferece.

Só que o mundo mudou e junto com ele, as pessoas, as relações, as expectativas, o meio que nos cerca, tudo mudou! E com tudo mudando, muda o marketing promocional e sua forma de promover resultados que sejam realmente relevantes em ações de comunicação bem planejadas.

A cada dia percebo que o “atacado” toma conta das pessoas e de suas vidas. A individualização torna-se um termo fácil nos comportamentos de cada um, mas numa sociedade onde quase tudo é coletivo e plural, isso vem sendo cada vez mais raro. Onde quero chegar? Nas sensações individuais de cada ação. É importante saber que, apesar de todas as mudanças, a essência das pessoas não muda. Cada um sabe que, dentro de si, ainda mora uma pessoa que gosta de ser tratada à moda antiga, mas de forma moderna.

O zelo, a atenção, a personalização, a importância do indivíduo como elemento único, tudo isso cria um diferencial em uma promoção de um produto. Por isso acredito que hoje, o mais importante é trabalhar a sensação, a honestidade com que você toca o seu público e a forma como você realmente quer ser percebido.

Hoje, o marketing promocional comporta um sem número de ações estratégicas, estudos, estatísticas, possibilidades, probabilidades. Isso é importante e mensura, em muitos casos, formas de como agir e por onde caminhar. Mas nada substitui aquele “olho no olho”, aquela forma de perceber e solucionar as questões que realmente são vitais para uma ação bem sucedida. E isso não se compra em prateleiras abarrotadas de estudos, tabulações e pesquisas. Isso se compra com envolvimento e com paixão.

Não é suficiente apenas um bom recall da marca, é preciso que haja afinidade com as aspirações e desejos do consumidor. Ou seja, é preciso conquistar e tocar o coração do consumidor e não apenas sua mente.

A mensagem hoje tem que ser muito mais intimista. E nesse aspecto o marketing promocional é imbatível. Em um mundo onde os consumidores são inundados com centenas de anúncios e modos “default” de comunicação diariamente, destacar-se diante dessas mensagens é imperativo para a sobrevivência dos negócios. É importante mergulhar no comportamento, nas crenças do receptor. Entender seu mundo e seus anseios. E assim caminha a humanidade, por mais que ela não queira mais acreditar nisso.

Fonte: Ampro

Só vender não basta

Por Roni de Oliveira Franco

O pós-venda, em todos os setores de atividades, é fundamental para a fidelização do cliente, seja ele o comprador final de um produto ou serviço, no mercado consumidor, ou uma empresa, no universo B2B. A verdade é que a atenção, a responsabilidade e o compromisso com o que se fabrica, se vende e se promete ao comprador são os principais fatores que o influenciarão na decisão de compra na próxima vez que precisar adquirir novamente o mesmo item.

Essa questão ficou muito evidente na pesquisa que acaba de ser divulgada pelo Procon de São Paulo, sobre os produtos que causam mais problemas aos consumidores. Os campeões de reclamações foram os aparelhos telefônicos, fixos e celulares, seguidos pelos móveis e eletrodomésticos. No escopo da análise que estamos fazendo aqui, mais importante do que o ranking das queixas é entender os porquês.

E é exatamente esse o objetivo da pesquisa, ou seja, mostrar as dificuldades que o consumidor continua enfrentando no pós-venda. Um aspecto negativo é a alegação dos fabricantes, ante o defeito de um produto, de que a causa é o mau uso, imputando culpa ao consumidor. Também se verificaram muitos problemas relacionados à entrega, com três variáveis: o produto simplesmente não foi entregue; ou o consumidor recebeu mercadoria diferente da que comprou; ou, em especial no tocante aos móveis, verifica-se a falta de peças e partes.

Há um "recado" muito claro no resultado dessa pesquisa do Procon de São Paulo: não importa o porte de sua empresa e a natureza do seu negócio. Seja lá qual for o produto que fabrique e/ou venda e os serviços que presta, é essencial continuar atendendo bem seus consumidores e seus clientes depois da venda e da entrega. Ninguém reclama sem motivo. Se há uma queixa, existe uma insatisfação correlata. É preciso dar toda a atenção ao reclamante, verificar se tem mesmo razão e, em qualquer circunstância, procurar uma solução que o agrade.

Por que não se faz sempre assim? Obviamente, não é por falta de boas intenções, pois todo mundo que está no mercado não pretende prestar maus serviços nem tratar mal o cliente ou negligenciar a atenção com ele e com o atendimento. O problema, a rigor, está na ausência ou na má gestão do pós-venda. Há empresas que se esmeram na produção ou na prestação do serviço, mas que se esquecem do consumidor/cliente após a venda. É nessa atitude que começa a perdê-lo.

Por isso, é preciso ajustar todos os fluxos internos de modo a possibilitar um pós-venda organizado e eficaz. Isso inclui a distribuição/entrega, fluxos corretos de cobrança (pois os equívocos nesse processo também causam imensa irritação) e canais eficientes para ouvir, entender e interagir com o cliente/consumidor. Organizar tais fluxos, de modo que funcionem adequadamente, não é o core business das empresas, mas é o foco principal dos clientes para se manterem fieis a elas. É sempre bom recorrer a serviços especializados, capacitados a orientar e contribuir para que a gestão dos processos contribua para encantar o consumidor antes, durante e depois da venda.

Fonte: Cliente SA

Skol lança novo filme ´A lenda da montanha´

"A vida manda quadrado, você devolve redondo", o que poderia ser interpretado como uma simples evolução do conceito de Skol ganha – cada vez mais – ares de uma verdadeira Revolução. A assinatura é uma evolução do conceito da marca e tem como objetivo inspirar as pessoas a viverem de forma mais leve e positiva.

Além do novo padrão estético anunciado com lançamento dos comercias "Baleia" e "Montanha", a Skol esta investindo em novos formatos, e começa a veicular hoje o filme "Viagem", uma produção com nada menos do que três minutos e trinta segundos de duração.

Maria Fernanda Albuquerque, gerente de marketing da Skol, diz que a ideia é transcender o universo da cerveja. "A Skol é muito mais do que uma cerveja, é uma marca que acompanha o consumidor em todos os momentos da vida. Na publicidade não é diferente. Queremos ampliar o universo, mostrar novas formas de comunicar, sempre utilizando elementos modernos e inovadores". Eduardo Lima, diretor de criação da F/Nazca Saatchi & Saatchi, completa: "o curta metragem não é apenas uma ampliação do roteiro que se viu no comercial de 60 segundos. É uma outra visão, com um novo personagem narrando a história."

E apesar do cenário desértico permanecer intocado, a história agora é narrada por um guru que descreve a maldição da montanha e explica porquê a geladeira de Skol caiu aos pés do quarteto.

A produção que deu, por assim dizer, origem ao comercial "Montanha" será veiculada na televisão a cabo, cinema e na internet.

E é lá na internet, no site Diário de Viagem, que mais de 11 milhões de fãs da marca entrarão em contato com posts dedicados exclusivamente aos personagens da campanha e o dia a dia deles a bordo do Motorhome,

Fabio Fernandes, diretor de criação e presidente da F/Nazca Saatchi & Saatchi, destaca que "Ao contrário do que se faz normalmente, nós não lançamos a campanha com formatos longos e depois fizemos reduções da peça para buscar frequência de mídia. Estamos fazendo o oposto: ampliando cada vez mais a história, trazendo mais história. Mais que isso, estamos contando-a por diferentes pontos de vista de forma a enriquecer o conteúdo e manter o consumidor atento às próximas versões. E tem mais por vir."

Fonte: Cidade Marketing