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Faber-Castell Internacional lança aplicativo para iPad ´Creative Kids´

Hoje as crianças têm acesso cada vez mais cedo a novas tecnologias, investir em ações lúdicas como desenhar e pintar são fundamentais para o desenvolvimento da criatividade dos pequenos. Sabendo disso, a Faber-Castell Internacional mesclou essas atividades que contribuem com a aprendizagem e conhecimento das crianças com aplicativo para iPad, lançando o "Creative Kids". O aplicativo gratuito oferece diversas opções para os pequenos artistas se aventurarem no universo da pintura. Com ele, as crianças a partir de seis anos podem soltar a imaginação, usando EcoLápis de Cor, papel e o iPad! E é muito fácil de brincar: o conteúdo é autoexplicativo e crianças de todas as culturas e partes do mundo podem usar o aplicativo, que atualmente está disponível em língua inglesa. Com o passo a passo, a criança (e também seus pais) consegue criar suas próprias animações e imagens em movimento. De forma lúdica, ela desenvolve a coordenação motora e autoexpressão ao mesmo tempo em que se diverte brincando.

Fonte: Cidade Marketing

Os ‘minions’ conquistam o céu americano

Os Estúdios Universal levaram a “cultura Minion” até o espaço sobrenatural, pois durante os meses que antecederam a estreia do filme Meu Malvado Favorito 2, voou com um dirigível desenhado como um minion gigante, que cruzou a União Americana de Costa a Costa.

Se trata de um Zeppelin de 165 metros de largura e 55 de altura que pode alcançar uma altitude de dez mil metros. Sua cabine permite acomodar até oito passageiros, e, durante sua viagem promocional, percorreu 32 mil quilômetros em seis meses por todo os Estados Unidos conforme relatado pelo cinemarketing.com.ar, local.
O dirigível chamado de “Derspicablimp” causou alguns transtornos nas estradas, pois muitos motoristas (com crianças a bordo), tentaram seguir o balão durante as suas viagens.

A marca cinematográfica também criou um site de onde se pode seguir a trajetória do Zeppelin desde Nova York até a Califórnia, e sua volta atravessando por vários Estados do Sul dos Estados Unidos. Na página também tem vídeos e fotos desta ação de marketing promocional.

Fonte: Promoview

10 hábitos comuns a empresas de sucesso

São Paulo – Elaborar uma receita universal que garanta o sucesso de qualquer empresa é uma tarefa impossível. Isso porque a diversidade de segmentos do mercado, de personalidade de gestores e colaboradores, de quantidade de recursos e de situações possíveis nos negócios é enorme. Porém, especialistas consultados por EXAME.com apontam hábitos e características que são comuns às empresas bem-sucedidas e que podem ser seguidos. Veja alguns deles:

1 Resiliência do empreendedor

Empresa alguma sai do lugar se o seu gestor não tiver a habilidade de persistir nos seus objetivos e contornar as situações que não saem como previsto, segundo o coordenador do Centro de Empreendedorismo do Ibmec, Marco Aurélio de Sá Ribeiro. “Num primeiro momento, sempre vão tentar dissuadi-lo. Ele precisa ter a capacidade de perseguir suas ideias”.

2 Vínculo firme com o cliente

Se uma companhia conhece bem quem compra seus produtos ou serviços, está no caminho certo para alcançar a eficiência. “Muitos fracassam porque imaginam um produto e acham que a sua tarefa é convencer as pessoas a comprar. Não é isso. A tarefa é identificar necessidades do cliente e, a partir daí, desenvolver um produto”, diz Ribeiro. “É o princípio daquela famosa frase ‘foco no foco do cliente’”, endossa a diretora de ação executiva da ESPM, Célia Marcondes Ferraz.

3 Pensamento a longo prazo

Entender que lucro e resultados não aparecem da noite para o dia também é fundamental para que uma empresa se destaque no mercado. Mas a rotina dos executivos às vezes pode ser um empecilho para cultivar o pensamento a longo prazo, diz o professor de estratégia e marketing da unidade de negócios (Programa da Empresa em Desenvolvimento – Proced) da FIA, Alexssandro Mello. “Eles (os executivos) tem que entregar resultados dentro do ano, mas às vezes é preciso abrir mão do lucro momentâneo, ou as demandas do dia a dia acabam comprometendo o futuro”, diz. “O imediatismo mata qualquer negócio. Há um tempo de maturação que precisa ser respeitado”, completa Ribeiro.

4 Modelo de negócios estabelecido a partir da necessidade e não do tamanho dos recursos
Segundo Ribeiro, definir o capital que será investido em uma determinada companhia e depois adequá-la aos recursos disponíveis não é a maneira mais eficiente de começar um negócio. Ele defende a lógica inversa. “Uma empresa que começa precisa estabelecer o modelo de negócios no sonho e depois buscar recursos para realizá-lo. É preciso que ela seja criada do tamanho necessário e que busque investidores. Assim, ela oferece o produto na medida certa que o mercado precisa.”

5 Investimento em gestão de pessoas

“Montar um time eficiente é mais interessante do que contratar gente nova a toda hora”, defende Mello. Segundo ele, quando um gestor conhece a sua equipe e consegue combinar o seu estilo com o dos colaboradores, deixando claro o que é valorizado na empresa, os resultados vêm com maior facilidade. Célia compartilha a opinião: “basta ver os rankings. Muitas das maiores e melhores empresas são também as melhores para trabalhar. As pessoas são parte integrante da estratégia”, diz.

6 Reinvestimento dos resultados

Destinar uma parte dos lucros para investir na renovação e melhoria das empresas também é chave para a excelência, segundo especialistas. “Uma adaptação do portfólio de produtos e serviços é necessária. É preciso entender que o produto que você tem hoje, não garante o seu sucesso daqui a 5 anos”, defende Mello.

7 Visão de retorno sobre o investimento e não de lucros e prejuízos
Uma companhia que só pensa no que ganha e no que perde no presente e não olha para o que pode vir à frente, cria uma armadilha, de acordo com Célia. “O certo é pensar ‘o que eu tenho que fazer para continuar a ter lucros no futuro?”, diz.

8 Investimento na construção da marca

“As empresas de sucesso têm marcas sólidas e respeitadas. Tanto a corporativa, quanto a do produto”, afirma Célia.

9 Inovação

Nenhuma companhia sobrevive e dá resultados durante anos oferecendo exatamente o mesmo produto, o mesmo serviço e trabalhando da mesma forma. “É preciso entender a demanda que existe e propor soluções rápidas, inovadoras e práticas o tempo todo”, destaca Célia.

10 Responsabilidade social e civil

Empresas que pagam os impostos em dia e se preocupam em contribuir para a sustentabilidade — ou se esforçam para causar o menor impacto possível ao meio ambiente — são bem-vistas no mercado, segundo Célia. “As companhias de sucesso sabem a contribuição que podem dar para a sociedade e agem de maneira ética e responsável”.

Fonte: Exame

O cliente tem sempre razão?

Autora: Rosemeire Conceição

A máxima "o cliente sempre tem razão" vem sendo, definitivamente, questionada, em decorrência do crescimento expressivo das práticas de má-fé por parte de alguns consumidores, que se aproveitam dos canais de defesa do consumidor para tirar vantagem em determinadas situações. O fenômeno indica ainda outros problemas: a precariedade da relação entre fornecedor e consumidor e também o desvirtuamento das leis por parte dos consumidores.

Prova disso é a enxurrada de reclamações que são levadas ao Procon e aos juizados de pequenas causas, que poderiam ser evitadas se os fornecedores desenvolvessem maior habilidade em se relacionar com o consumidor para resolver possíveis problemas com os seus produtos. O procedimento tornaria mais fácil identificar a veracidade das reclamações. Ao contrário disso, muitos fornecedores preferem criar dificuldades para verificar se, de fato, há problema com seu produto e a partir daí apresentar solução sob a justificativa de evitar má-fé do comprador, o que prejudica o consumidor honesto e cria o ambiente favorável para os compradores de má-fé agirem.

Outro fator que facilita a ação daqueles que agem de má-fé é o fato de o Procon , órgão que recebe por mês mais de 60 mil queixas só em São Paulo, não contar com nenhuma política capaz de apurar fraudes, seja do lado do fornecedor ou do consumidor. De um lado há despreparo dos fornecedores e de outro, nos deparamos com a realidade de termos um Código de Defesa do Consumidor relativamente novo. Passaram-se quase 23 anos desde sua criação, mas apenas no ano passado abriu-se a discussão sobre quais outros temas deveriam ser abordados no CDC, principalmente relacionados às compras pela internet.

Um dos pontos do CDC que continua gerando controvérsia é a inversão do ônus da prova, que é justamente um dos reforços à crença de que o consumidor tem sempre a razão, já que, através desse instituto, que consiste na transferência da obrigação de trazer ao processo as provas de ausência de culpa ou dolo no ato que resultou nos fatos, o fornecedor pode ver-se obrigado a provar o contrário.

Todavia, esse, que deveria ser um instrumento utilizado com cautela pelos juízes, acabou por ser, muitas vezes, banalizado, tendo se tornado regra em diversas Comarcas do Brasil, em ações nas quais são objetos as variadas relações de consumo, sendo que muitas vezes a determinação de inversão sequer guarda esta relação com a questão de dolo ou culpa, mas com os fatos em si.

Outra situação curiosa é a facilidade com a qual os juízes têm concedido medidas acautelatórias em ações que envolvem relações de consumo. Recentemente vimos divulgados na imprensa uma situação absurda, na qual alguns consumidores aproveitam-se dessa facilidade trazida pela sua já presumida hipossuficência. Os aposentados, pensionistas e funcionários de algumas classes, após contratarem com instituições financeiras para obtenção de empréstimo através de crédito consignado, propunham ações alegando desconhecer tais negócios jurídicos e pleiteando a concessão de medida antecipatória de tutela para suspender os descontos em suas folhas de pagamento ou benefício previdenciário.

Em decorrência da presunção da verdade dos fatos alegados pelas partes aí consideradas frágeis, os juízes, antes mesmo de ouvirem os fornecedores, estavam concedendo a medida acautelatória e determinando a suspensão de tais descontos. A surpresa veio depois, quando se descobriu a existência de uma quadrilha que utiliza-se deste meio tão somente para conseguir a liberação da margem consignável das verbas destes "frágeis" consumidores para, na sequência, estes terem a liberdade de contratar com outras instituições que poderão vir a ser as suas próximas vítimas. Com tal articulação, os pensionistas/aposentados viam-se livres da dívida, já que o primeiro fornecedor contratado acabava por ser impossibilitada de voltar a consignar as parcelas, por ausência de limite, já que tais descontos, por força de lei, não podem superar 30% (trinta por cento) dos vencimentos mensais.

O que se nota é que, no país do "jeitinho", o CDC, que é visto em muitos países como modelo, têm sido utilizado de forma desvirtuada, beneficiando pessoas de má-fé e prejudicando fornecedores e consumidores de boa-fé. O pacote de medidas denominado Plano Nacional de Consumo e Cidadania, que visa criar mais mecanismos para garantir a melhoria da qualidade dos serviços e estimular o desenvolvimento das relações de consumo, pode colaborar com o progresso na solução dos problemas provenientes desse tipo de relação.

Todavia, a criação indiscriminada de leis não é suficiente para trazer a diminuição das demandas e, embora tal pacote possa colaborar com o avanço nas relações de consumo, já que uma das metas será a melhoria do pós-venda, que é um dos fatores que gera milhares de reclamações, esta medida sozinha não colaborará com a solução dos problemas. É fundamental que os fornecedores busquem resguardar-se da melhor forma possível, sempre mantendo registro das relações mantidas, de modo a ter provas que possam solucionar as questões de forma administrativa e, em última hipótese, judicial.

Gerar custos aos cofres públicos com reclamações legítimas não é um problema, é um direito. Mas criar um ambiente propício para que consumidores mal-intencionados tentem obter vantagens, atrapalhem a Justiça e ainda façam a sociedade pagar a conta é vergonhoso e injusto. Um meio que certamente seria eficaz neste combate é a aplicação de multa por litigância de má-fé para os casos nos quais seja constatado que o pedido do consumidor não esteja condizente com a realidade dos fatos, conforme permite o Código de Processo Civil. Isso porque, infelizmente, algumas pessoas só aprendem quando a penalidade vai além da simples repreensão moral e atinge o seu patrimônio.

Rosemeire Conceição é coordenadora da área de consumidor do Sevilha, Arruda Advogados.

Fonte: ClienteSA

McDonald’s Japão oferece “lanches de luxo”

Com o objetivo de valorizar seus sanduíches, o McDonald’s Japão criou uma embalagem minimalista para uma série de três hambúrgueres de edição especial e limitada chamada “Jewelry Series”.

Com a ideia de que a apresentação é vital para o sucesso de qualquer refeição, caixas brancas acompanhadas de sacolas, ambas com os icônicos arcos da marca em dourado, deram lugar às típicas embalagens de papel gordurosas.

Mas não foram somente os rótulos que ganharam atenção, os sanduíches contaram com ingredientes premium, tais como molho de trufas e pão especial, tudo para surpreender o cliente.

Fonte: Promoview