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O marketing 3.0: varejo digital

Estamos na era do valor. Tudo deve ter valor agregado, tudo deve estar ligado a algo que possua valor e que nos deixe conectados de alguma forma à aquilo que acreditamos.

As mídias sociais e a tecnologia deu força para essa nova forma de “marketear” e isso nos ajuda muito no comércio eletrônico. O consumidor comenta em um blog, twitter, segue o link e está lá em uma loja virtual que tem obrigação de “conversar” com aquilo que o consumidor lia anteriormente, vi casos em lojas virtuais fora do país que dependendo de onde vinha aquele consumidor o layout da loja era transformado para algo próximo do assunto que ele lia, muita tecnologia, tudo para agradar o consumidor e fazer com que ele não percebesse a diferença entre conteúdo e consumo.

Hoje o consumidor é colaborativo, gosta de fazer parte, gosta de ser ver e compartilhar e isso nos dá uma gama de ações para trazer esse consumidor para nós.

A Trendwatching, rede de pesquisas de tendências, diz que a motivação dos consumidores para cocriarem produtos é pessoal, alguns gostam de mostrar seu talento, outros de trazer o produto para sua vida de forma pessoal, outros ainda pensam em recompensas monetárias, alguns pensam que vão ganhar um emprego e por fim os que se divertem com isso, apenas.

Hoje o marketing está baseado no comportamento do consumidor, para tanto precisamos fazer uso da tecnologia que nos possibilita estar em contato constante com os mesmos. Aceito que hoje o conceito do marketing está baseado, segundo Kotler, nos 3 Is : identidade, integridade e imagem.

Não mais teremos o marketing de nenhuma empresa (principalmente virtual) como sinônimo de vendas ou ferramenta para gerar demanda, ele deve ser visto como fonte principal para ganhar a confiança do consumidor. A partir dessa confiança se vende mais e todas as ações serão fortalecidas.

Devemos ter em mente que os consumidores são os verdadeiros donos de uma marca e é para eles que trabalhamos. De nada adianta fazer uma marca boa, uma loja com excelente categorização, gateways seguros e rápidos e na entrega dar errado. A transportadora falhar ou ainda o SAC não funcionar. A sua marca estará sendo vista durante todo o período da experiência de compra e o dono dela (o consumidor) espera ser atendido da forma que ele deseja, temos o consumidor como centro da nossa estratégia.

Para dar entendimento ao nosso consumidor hoje que o marketing mudou e não se interessa apenas em impulsionar o consumo, mas sim entender como quer consumir devemos ter cuidado inclusive com as nossas parcerias, se temos como valor atendimento perfeito, não podemos ter parceiros que não pensem dessa forma, por exemplo uma transportadora que não entrega com excelência ou uma central de atendimento que não saiba passar seus reais valores quando acionada. O consumidor está conectado e sabe quem é quem, sabe para quem reclamar e quer colaborar para ajudar se você for bom o suficiente para isso e essa hoje também é uma nova função do marketing – estudar o consumo.

Essa visão deve ser compartilhada por todos da empresa, pois no mundo digital todos devem falar a mesma língua, seja o blog, a rede social, o sac, os seus colaboradores quando falarem da empresa, todos devem ter (na medida do possível) a mesma visão, só assim o novo consumidor vai acreditar que ele é mesmo o centro do negócio. Esse é o nosso desafio 3.0.

Fonte: Administardores

Propague Promo comemora resultado de eventos

A Propague Promo já considera 2013 como um de seus melhores anos, especialmente após o sucesso de seus dois mais recentes eventos. No dia 27/07, organizou a festa de aniversário de 11 anos da Eisenbahn, no bar que fica junto à cervejaria, em Blumenau.

Foram 12 horas de animação, regada a muito chopp e uma intensa programação, que começou com bandas alemãs e encerrou a noite com um animado pop rock. A Cervejaria Eisenbahn pertence à Brasil Kirim.
Ainda no dia 24/07, a Propague Promo e a Novocom promoveram uma coletiva de imprensa para o lançamento do primeiro Festival Marisol de Balonismo. O encontro aconteceu na ONE Store Marisol, junto à fábrica, em Jaraguá do Sul. Na véspera dos 137 anos da cidade, dois balões fizeram voos panorâmicos com alguns jornalistas a bordo.

O primeiro Festival Marisol de Balonismo será realizado entre os dias 13, 14 e 15/09 e terá a participação de nove pilotos de diversas partes do Brasil, convidados especialmente para o acontecimento.
Em paralelo a demonstração de voos de balões também acontecerá o Festival de Voo Livre, com modalidades variadas de parapente e paraglider, que reunirá mais de 30 amantes do esporte, com apresentações especiais para o público.

Durante o Festival estará aberto ao público o Concurso Fotográfico de Balonismo, que abrange as categorias profissional e amador. As trinta melhores fotos serão selecionadas para participar de uma exposição sobre o evento.

Fonte: Promoview

100% Eventos ambienta Cine Vista em São Paulo

A 100% Eventos, empresa especializada na locação de mobiliário de qualidade para eventos e reconhecida como lançadora de tendências é a responsável por toda a ambientação do Cine Vista, projeto de cinema ao ar livre de São Paulo idealizado pelo shopping JK e Emirates.

As sessões acontecem no Shopping JK Iguatemi até o dia 04/08. Serão mais de 240 espreguiçadeiras especialmente escolhidas para a ocasião para que todos os convidados possam assistir aos filmes com o maior conforto.
Lounges e áreas de convivência com drinques e comidinhas by Aninha Gonzalez também farão parte da atração.

O evento traz uma programação cinematográfica a céu aberto e resgata o conceito de cinema ao ar livre, que já teve edições como o Orange Cinema, em Genebra; o Rooftop Cinema, em Melbourne; e o Rooftop Films, em Nova York.

O evento acontece em sessões noturnas em um dos terraços do Shopping JK Iguatemi, onde é possível apreciar uma incrível vista da cidade iluminada. O espaço conta com um megatelão, almofadas, mantas e até lanternas.

A programação do Cine Vista conta com oito filmes clássicos em cinco dias de evento, todos dirigidos por grandes nomes do cinema mundial, como Woody Allen, Quentin Tarantino, Martin Scorsese e Francis Ford Coppola.

Na abertura, em 31/07, a Emirates realizou sessão para seus convidados com o filme Cinema Paradiso. Em 1º/08 aconteceu a aguardada pré-estreia de Bling Ring, de Sofia Copolla, um dos filmes mais esperados do ano.

A programação segue com A Vida é Bela e Pulp Fiction no dia 02/08; A Primeira Noite de Um Homem e Taxi Driver no dia 03/08; e Match Point e O Poderoso Chefão no dia 04/08.

Fonte: Promoview

Novas regras dos concursos culturais: 13 respostas

A Portaria 422/13, que estabelece novas regras para concursos culturais em redes sociais, está deixando muitas empresas cheias de dúvidas sobre o que é permitido e se caracteriza como concurso cultural, e o que é promoção comercial.

Para ajudar a esclarecer o que mudou, a Agência Contatto, especializada em gestão de redes sociais e assessoria de imprensa, conversou com a advogada especialista em marketing digital, Isabela Guimarães Del Monde.
Confira 13 perguntas e respostas sobre o assunto:

1) O que é promoção comercial e concurso cultural?

Isabela Guimarães Del Monde: A promoção comercial é a distribuição de prêmios a título de propaganda. Tem o intuito de publicidade da empresa com o seu produto, nome, logo, sempre evidenciando a marca.

Já o concurso cultural é a distribuição de prêmios com o objetivo de incentivar o desenvolvimento da cultura cumprindo sua função social como empresa. O concurso cultural não deve ter competição ou sorte e não deve conter fotos da empresa promotora ou menção ao logotipo da marca. A empresa entra apenas como organizadora do concurso.

2) Como e quando são caracterizadas promoção comercial e concurso cultural?

Isabela Guimarães Del Monde: O que descaracteriza um concurso cultural, ou seja, transforma-o em promoção comercial:

– Prêmios da promotora.

-Divulgação da marca e vinculação a datas comemorativas, direta ou indiretamente.

– Obrigatoriedade de preencher cadastro para uso de banco de dados da promotora.

– Realização da ação em redes sociais.

Nas redes sociais, como o Facebook, por exemplo, será permitido usar a fan page apenas para divulgar a ação cultural sem vincular foto ou marca da promotora.

O que caracteriza concurso cultural:

– Premiação ligada à arte e a cultura.

– Foco em temas que fogem da atuação da empresa. Por exemplo, premiação a uma criança que canta. Ou, premiar com outros produtos (um serviço que não seja da promotora) sobre um determinado assunto, que não faça relação alguma com a empresa promotora.

3) Qual órgão irá regular esta nova portaria?

Isabela Guimarães Del Monde: O Ministério da Fazenda, por meio da Portaria 422/13. Para liberação das ações comerciais, é necessário autorização da Caixa Econômica Federal ou da Secretaria de Acompanhamento Econômico (Seae).

4) Como era a regra, o que foi alterado e como vai ser a partir de agora?

Isabela Guimarães Del Monde: A regra já existe desde 1971/Lei 5768, porém, muitas empresas realizaram concursos culturais de forma inadequada, o que na verdade é caracterizado como promoção comercial sob o risco de serem questionadas (sem a autorização). Por isso, o Ministério da Fazenda tornou as regras mais rígidas para concursos culturais.

Em vigor desde 22 de julho de 2013, menção a empresa promotora, assim como prêmios da mesma, é caracterizada como promoção comercial; sem menção e prêmios da promotora é caracterizado como concurso cultural.

5) A nova portaria restringe apenas as redes sociais, ou blogs e sites também estão inclusos?

Isabela Guimarães Del Monde: A regra do concurso cultural abrange apenas redes sociais. Portais, hotsites e mídias off-line seguem as mesmas regras da Portaria.

6) O concurso cultural pode ser divulgado na fan page da promotora?

Isabela Guimarães Del Monde: Sim. Pode ser usado como meio de divulgação da mecânica do concurso e do objetivo do mesmo, mas não com o nome da empresa ou como ferramenta do concurso, ou seja “curta e compartilhe para participar”.

7) Sobre os aplicativos gratuitos do Facebook que servem para criar sorteios e promoções. É errado continuar utilizando-os?

Isabela Guimarães Del Monde: Os aplicativos do Facebook podem continuar a ser utilizados em ações de distribuição de prêmios apenas para promoções comerciais autorizadas pela Caixa Econômica Federal ou Seae, ou demais ações que entreguem prêmios, mas nas quais não haja competição entre os participantes.

Sempre foi proibido utilizar qualquer ferramenta de sorteio, pois a sorte é monopólio do Estado e só pode ser usada por empresas privadas, por meio da autorização concedida para realização de promoção comercial.

8) O concurso cultural pode ser feito envolvendo nome da empresa?

Isabela Guimarães Del Monde: Não. Se isso acontecer, fica caracterizado como promoção cultural, ou seja, deixa de ser um concurso cultural.

9) Para as empresas, qual o prazo recomendado de planejamento para a criação de ações, que envolvam desde a ideia inicial até a aprovação do órgão regulador?

Isabela Guimarães Del Monde: O previsto é que o pedido de autorização seja protocolado nos órgãos competentes no mínimo 40 dias antes do seu início. O processo envolve a entrega de documentação (certidões e pagamento de taxas, que são equivalentes ao valor do prêmio, além de imposto de renda). A previsão total deve ser de 60 dias antes do início da ação ou mais.

10) Concursos culturais que façam menção a datas comemorativas estão proibidos. Neste caso, como a abordagem deve ser feita? Varejo e comércio terão alternativas?

Isabela Guimarães Del Monde: Isso é uma das grandes novidades da Portaria. Não se pode atrelar concursos culturais às datas comemorativas, ou mesmo promover ações indiretas, como “Mês das mães” ou “Mês das crianças”. São práticas que não caracterizam concursos culturais.

Para o varejo é um contratempo, já que diversas ações eram realizadas para garantir interação e engajamento com clientes. Agora, as empresas terão de ser ainda mais criativas na produção de conteúdo, como investir em ações que não sejam direcionadas a premiações, utilizar enquetes, perguntas e respostas, vídeos, fotos, “comprou ganhou”, que envolve todos os participantes, etc.

11) Promotoras que descumprirem as novas regras serão punidas? De que forma?

Isabela Guimarães Del Monde: Se for descaracterizado, a ação passa a ser enquadrada como promoção comercial e terá que se adequar dentro de todo o processo (desde custo, fiscalização, prazos e prestação de contas). A empresa promotora pode ser multada ainda em 100 % do valor dos prêmios e ficar proibida de realizar promoções comerciais autorizadas por dois anos.

12) E os participantes, como ficam?

Isabela Guimarães Del Monde: Embora ainda não tenham registros de casos assim, se houver danos aos participantes ou se eles se sentirem lesados, podem recorrer ao Procon ou ao Judiciário solicitando indenização.

13) Toda empresa deve ter respaldo jurídico na criação de um concurso cultural? Quem deve orientar a empresa?

Isabela Guimarães Del Monde: Pode ser o departamento jurídico interno ou uma consultoria jurídica externa especializada.

Fonte: Promoview

Quatro pilares para o sucesso

“Cabeça é o que faz a diferença entre o campeão e os outros.”(Arthur Zanetti, ouro nas argolas na Olimpíada de 2012)

O Brasil derrotou a Espanha, de forma incontestável, na final da Copa das Confederações. Contudo, o resultado inverso também poderia ter ocorrido. Quais lições podemos extrair deste episódio em analogia com o mundo corporativo?

Seja no esporte ou em outros cenários, há quatro pilares fundamentais que norteiam a busca pelo almejado sucesso.

O primeiro pilar é o aspecto físico. Atletas precisam estar bem preparados fisicamente, o que demanda repouso adequado, alimentação funcional e condicionamento físico.

O segundo pilar é técnico, envolvendo desde a compreensão das regras do jogo até os constantes treinamentos para desenvolvimento de habilidades.

O terceiro pilar é tático e está relacionado à estratégia. Trata-se da maneira como um atleta planeja sua série pessoal, em um esporte individual, ou como um treinador organiza sua equipe, em um esporte coletivo, possibilitando, por exemplo, que um grupo com talentos individuais medianos suplante uma equipe formada por grandes craques.

Todavia, é o quarto e último pilar que faz toda a diferença: o aspecto psicológico. Foi ele que fez Diego Hypólito, bicampeão mundial de ginástica no solo, cair durante sua apresentação em duas Olimpíadas consecutivas. Foi ele que impulsionou a seleção canarinho ao som de mais de 70 mil pessoas, obscurecendo o entrosamento e o favoritismo dos espanhóis.

Esta semana, em um jogo pela Recopa Sul-Americana, o técnico do São Paulo Futebol Clube, Ney Franco, diante da derrota para a equipe do Corinthians, comentou: “Nosso posicionamento tático foi similar ao do adversário. Porém, cometemos muitos erros técnicos, em especial de passes e saídas de bola. Eu, enquanto treinador, não posso entrar em campo para dar um passe.” Ao dizer isso, ele transferiu a responsabilidade pela derrota do âmbito tático (atribuição do treinador) para o técnico (prerrogativa dos jogadores). Com isso, gerou um ambiente insustentável que levará certamente à sua demissão, pois psicologicamente não há mais clima emocional para a convivência harmoniosa entre comissão técnica e atletas.

No mundo empresarial, vale o mesmo princípio. A dimensão física é representada pelo ambiente corporativo, desde sua infraestrutura até a importante integração de um novo funcionário aos demais colaboradores quando de sua admissão. O fator técnico está simbolizado pela descrição do cargo e da função. O tático, pelo sistema de gestão adotado pela empresa. E o psicológico, pelas atitudes, tanto de líderes quanto de liderados. Líderes que, tal qual Felipão, sabem desenvolver empatia e estabelecer conexão emocional com sua equipe, exercendo autoridade, porém sem recorrer ao autoritarismo. Liderados que se envolvem, que se comprometem, que se entregam integralmente, de forma espontânea, autêntica e apaixonada.

Um último exemplo, dentro do contexto da segurança no trabalho, área na qual milito. O aspecto físico é dado pelo uso de EPIs e EPCs (equipamentos de proteção individual e coletivo). O técnico, pelas normas e procedimentos estabelecidos pela área de medicina, saúde e segurança no trabalho, algumas vezes em sintonia com o RH da empresa. O tático, pela gestão de saúde e segurança ocupacional. Mas, novamente, é o aspecto psicológico que faz toda a diferença. Por isso, a busca pelo índice de zero acidente em uma organização passa pela sensibilização de todos os funcionários de modo que uma vez paramentados, treinados e orientados, assumam uma atitude protagonista capaz de contribuir para a segurança individual e coletiva no ambiente de trabalho.

Fonte: Administradores