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O sucesso precisa ser planejado

Quase sempre que atravessamos momentos turbulentos, somos lembrados de casos de sucesso, como forma de nos motivar. Naturalmente, admiramos os vencedores e muitas vezes gostaríamos de estar no lugar deles. Porém, quase nunca nos preocupamos em checar os passos que o vencedor deu para alcançar o topo.

Muitas vezes, acreditamos que para vencer basta ter muito talento. Afinal de contas é assim com os atletas, a exemplo de Neymar, Messi e cia, não é mesmo? É verdade que o talento tem um enorme peso na jornada para o sucesso, porém, sozinho ele não é o bastante. É necessário outros componentes, a exemplo do conhecimento e atitude. Mesmo os mais talentosos necessitam de muito treinamento para aprimorar suas habilidades.

O fato é que há muitas etapas e sub-etapas que se tem que colocar em ordem quando se deseja triunfar. A primeira atitude é se planejar com maestria para chegar onde se deseja. Pode acreditar que quase ninguém chega ao topo sem um cuidadoso planejamento.

Há aqueles que não preparam formalmente o plano, mas têm todos os passos da caminhada memorizados e todos os dias revisam as rotas e fazem os ajustes necessários. Nem sempre os vencedores costumam revelar aos outros o que mais desejam, mas eles sabem muito bem o que querem e como chegar lá.

No entanto, não basta ter um planejamento qualquer. Ele tem que ser baseado em visão cristalina do que você quer, pois sem essa visão você não terá como definir as metas. Sem meta você não sabe para onde ir e, consequentemente, não poderá avaliar seu desempenho. Daí, o resultado será muito esforço e pouco resultado positivo.

Portanto, antes de ter um planejamento é necessário ter um ardente desejo de conquistar algo importante. Pois, o desejo é o "querer", é o motor que alimenta e sustenta a motivação. É ilusão achar que somente com planejamento faremos de nossos sonhos realidade, pois isso não é verdade. Há muitas outras qualidades que precisam ser reunidas para garantir o sucesso, entre tantas citamos: a honestidade, caráter, fé, integridade, amor, persistência, conhecimento, habilidade, atitude, esperança, ambição, compaixão, visão e motivação.

Aquele que realmente deseja alcançar o topo e conquistar seus sonhos, deve desenvolver cada uma dessas qualidades. Porém, não se esqueça que tudo começa com um enorme desejo que se transforma em planejamento. Croft M. Pentz nos revelou: “Tenhas metas claras. A história da humanidade é cheia de vidas desperdiçadas. Amores que não geram relações enriquecedoras, talentos que não levam a carreiras de sucesso. Ter objetivos evita o desperdício de tempo, energia e dinheiro”.

Pense nisso e ótimo dia!

Fonte: administradores

Segmentação: 5 dicas para criar negócios únicos

Já parou para pensar no contexto em que, milênios atrás, um ancestral nosso começou a pintar cavernas? Penso que foi aí que nasceu o primeiro ser humano fora da curva. Afinal, o “normal” era caçar e não pintar. Podemos comparar o comportamento deste indivíduo com o de empreendedores capazes de cultivar a inovação e quebrar paradigmas.

A evolução permitiu ao ser humano o poder de empreender e buscar crescer em direções que antes eram impossíveis. O fato é que quanto mais ricos nos tornamos como espécie, menos “normais” acabamos sendo, pois temos oportunidade de fazermos mais e mais do que nos inspira.

Portanto, o processo de morte do “normal” é algo que vem acontecendo há muito tempo. Foi um longo caminho que percorremos entre a existência de um único modelo de automóvel até os dias de hoje, onde mais de cento e oitenta marcas de carros, cada uma com dezenas de modelos e cada modelo com dezenas de cores inundam o planeta. Temos cada vez mais escolhas personalizadas, e é por isso que vamos ao mercado e uma simples pasta de dente do mesmo fabricante pode ser encontrada em inúmeras versões.

Para colocar um pouquinho mais de tempero nesta história, a internet hoje é massivamente disseminada no mundo todo, em todas as classes sociais. Só no Brasil, são mais de 94 milhões de usuário ativos. O ritmo da falência do “normal” foi tremendamente acelerado pela rápida adoção do digital pelo consumidor.

Com a internet, cada um de nós pode dar vazão aos próprios gostos e preferências em termos de consumo e de comportamento com uma velocidade inesperadamente maior, e encontrar vários outros como nós mesmos mundo afora. O resultado disso é que temos cada vez mais coisas específicas para pequenos grupos de pessoas únicas. É a magia da segmentação.

O velho e bom “one size fits all” (expressão que significa “um modelo serve para todos”) já era, pelo simples motivo que hoje não existe um consumidor que queira ser tratado igual a outro. Consumidores querem uma experiência personalizada, e o maior erro que se pode cometer no planejamento de um negócio é tentar agradar a todos.

Então, se você pensa em empreender ou se está reavaliando seu negócio, o que fazer na prática? Veja minhas cinco sugestões:

1 – Reposicione-se. Não caia na armadilha de “sendo mais genérico eu atendo um público maior (o dito consumidor normal)”. Sendo generalista, a tendência é você atender de forma mediana ou parcial uma fatia do público que ainda tolera isso. Lembre-se que o consumidor “normal” está em extinção.

2 – Pense nos aspectos comerciais. Assim como existe um grupo de consumidores que curtem determinados recursos de um produto, existem aqueles que compram pela forma como ele é vendido. O que quero dizer é que a diferenciação pode estar na oferta comercial e não apenas no produto.

3 – Segmente sua atuação. Se está claro que você não atende a todo o mundo, quem você atende? Muitas vezes se faz confusão aqui. Segmentar é muito mais do que escolher um ramo de atividade como público alvo. Entram em questão critérios geográficos, psicográficos e até comportamentais.

4 – Faça tudo ao mesmo tempo. O ideal é que todas as frentes (produto, praça, preço e promoção) sejam diferenciadas ao mesmo tempo. Um produto inovador, para um público específico, ofertado de uma forma única. É disso que estamos falando!

5 – Use o marketing a seu favor. Marketing de massa virou um erro em si mesmo – ao menos para as pequenas empresas com recursos limitados para investir em divulgação. Se cada consumidor é único, a massa não é mais assim tão massa, e certamente boa parte do investimento (ou todo ele) será desperdiçado. Em suma, segmentando fica muito mais fácil descobrir onde está o seu cliente e dirigir seus esforços de forma mais eficiente.

Se você pensa em empreender, acreditem em mim: o mundo não precisa de mais gente medíocre fazendo coisas medianas para pessoas “normais”. Considere morto o “normal” e aproveite as grandes oportunidades que esse novo universo pode abrir. Viva a individualidade!

Marcelo Lombardo é sócio fundador da NWG Tech, e criador do Omiexperience, software de gestão para micro e pequenas empresas.

Fonte: Administradores

Legislação sobre Concursos culturais sofre mudanças

Uma portaria do Ministério da Fazenda (422/13), em vigor desde sua publicação no dia 18/07, traz restrições aos concursos culturais promovidos pelas marcas no Brasil.

Ela regulamenta a Lei nº 5.768, de 1971, que dispõe sobre a distribuição gratuita de prêmios mediante sorteios, vale-brindes ou concursos a título de propaganda. O texto tem potencial para provocar mudanças de estratégias nos departamentos de marketing dos anunciantes brasileiros. Isso porque, ele pretende deixar claro quais as situações que podem ser consideradas como concursos culturais, e quais são definidas como promoções comerciais.
A portaria quer evitar formas mascaradas de se fazer publicidade da marca sob a forma de concursos culturais. O texto informa diversas situações que não poderão mais ser consideradas como concursos.

É importante ressaltar que essas iniciativas não estão proibidas: elas apenas deixam de ser consideradas como concursos culturais e assumem a figura jurídica de promoção comercial.

De acordo com o texto assinado pelo ministro Guido Mantega, não são mais permitidos, por exemplo, concursos culturais em redes sociais. Isso significa um golpe em estratégias como as que buscavam ampliar o número de “likes” no Facebook por meio de concursos.

Ações realizadas na televisão também terão restrições, já que não serão consideradas como concursos culturais as iniciativas que exijam algum tipo de pagamento por parte do consumidor.

Também está proibida a vinculação de qualquer concurso cultural a datas comemorativas, como Dia dos Pais (a próxima data comercial), Dia das Mães, Dia das Crianças, aniversários de cidades e Estados, e também a campeonatos esportivos.

Sabe-se que muitas estratégias para o Dia dos Pais já previstas estão sendo revistas pelas agências. Outras importantes mudanças que devem afetar as estratégias das marcas são proibição da divulgação do concurso em embalagens de produtos, seja do anunciante promotor ou de terceiro, e o fim das premiações que envolvam produtos ou serviços da própria marca promotora.

Confira o texto completo da portaria aqui.

Com a tipificação de promoção comercial, essas ações ficam sujeitas, como todas as outras promoções em troca de prêmios que já acontecem no Brasil, à aceitação do “pedido de autorização para a realização de distribuição gratuita de prêmios a título de propaganda”.

A Caixa e o Ministério da Fazenda, por meio de sua Secretaria de Acompanhamento Econômico, são os órgãos responsáveis pela autorização aos pedidos.

As empresas ficam sujeitas ainda ao pagamento de uma taxa que incide sobre esse pedido, imposto de renda e apresentação de uma série de comprovações tributárias da empresa (companhias que não pagaram impostos, por exemplo, não podem realizar promoções).

“Muitas empresas, até mesmo por mero desconhecimento legal, estavam realizando promoção comercial sem a devida autorização, apenas chamando a ação de concurso cultural”, explica Isabela Guimarães Del Monde, sócia do escritório Patrícia Peck Pinheiro Advogados.

Mas, na prática, muitos anunciantes usavam o artifício de concurso cultural para evitar o pagamento da taxa e para não precisar esperar o tempo gasto na aprovação do pedido para executar as promoções.

As novas regras para determinar o que é um concurso cultural já estão valendo, e, caso uma empresa promova irregularmente uma ação que envolva uma das situações descritas pela portaria, ela poderá ser punida em 100% do valor dos prêmios ou ficar proibida de fazer concursos por dois anos.

A Caixa e o Ministério da Fazenda avaliam que podem ocorrer questionamentos judiciais, já que o texto é uma portaria, e não uma lei.

Fonte: Promoview

Del Valle estreia nova campanha de marketing

Está no ar a nova campanha de marketing de Del Valle Kapo, linha de Bebidas de Frutas da Coca-Cola Brasil voltada para crianças. Criada pela agência W+K, a campanha conta com um comercial de 30′, produzido pela Paranoid, que gira em torno do imaginário infantil e das histórias que as mães contam para estimular os filhos a comer frutas. Para dar vida a esse universo, um filme de animação mostra as aventuras de uma uva náufraga contra um tubarão, feito de abacaxi, em alto mar.

Além da animação, realizada pela Banzai Studio, o filme conta com uma sequencia em live action,dirigida por Vera Egito, no Parque do Ibirapuera, em São Paulo. Nele, uma família desfruta de um piquenique ao ar livre. Embora sejam processos distintos, as duas etapas foram integradas para que a transição entre os mundos imaginário (animação) e real (live action) fosse natural. Para isso, os diretores buscaram objetos do piquenique que pudessem se transformar em outros elementos na animação. Assim, a garrafa térmica virou um farol; um conjunto de copos e um pote de plástico, um navio; a toalha do piquenique, a areia da praia; as carambolas, as estrelas do mar etc.

"O stop motion é uma técnica que basicamente consiste em tirar varias fotos de uma determinada situação e ir movendo minimamente os objetos a cada clique. Ao juntarmos as fotos em sequência, temos a ilusão do movimento contínuo dos objetos. Foram 15 fotos por segundo de animação, o que dá um resultado quase realista e gostamos justamente por isso. Gravamos com frutas de verdade", explica Luan Banzai, um dos diretores da Banzai Studio representados pela Paranoid. Gerente de Marketing de Sucos da Coca-Cola Brasil, Viviane Gonçalves explica que a ideia do filme foi brincar com os elementos do cotidiano das famílias. "Del Valle Kapo quer ser um aliado das mães, ajudando-as a proporcionar dietas equilibradas, nutritivas e, ao mesmo tempo, ricas em sabor para as crianças", completa.

NOVA FÓRMULA E IDENTIDADE VISUAL

Del Valle Kapo Bebida de Fruta tem 78 caloriaspor porção, não possui corantes ou conservantesadicionados e ainda é fonte de vitaminasA, B3, B6, B12, C, D e E. Na nova composição, lançada no ano passado, o valor energético foi reduzido em até 28% em relação à anterior e, para pigmentar a bebida, foram adicionados sucos de frutas e legumes como a cenoura e o mirtilo.

Del Valle Kapo foi desenvolvido no Laboratório de Pesquisa e Desenvolvimento da Coca-Cola Company, no Rio de Janeiro, um dos cinco existentes no mundo. Mães, nutricionistas e crianças foram envolvidos no processo para ajudar a Coca-Cola Brasil a chegar à receita. Pesquisas realizadas apontam 99% de aprovação do saborpelas crianças.

Em março, Del Valle Kapo Bebida de Fruta ganhou nova identidade visual. A mudança da embalagem reflete a evolução do produto, transmitindo credenciais de nutrição de forma proprietária. Além da nova ilustração com frutas, Del Valle Kapo vem acompanhado de canudos coloridos – uma cor para cada sabor.
POLÍTICA DE MARKETING RESPONSÁVEL PARA CRIANÇAS

A Coca-Cola Brasil sempre levou a sério seu compromisso de adotar práticas de marketing responsável na divulgação de todos os seus produtos e marcas, nas mais diversas mídias, particularmente em contextos em que crianças menores de 12 anos possam estar presentes.

A política de marketing responsável da Coca-Cola é baseada em dois pilares principais: (1) Reconhecer que pais e responsáveis são os guardiões do que seus filhos consomem, sendo, portanto, o público-alvo de todas as campanhas de marketing realizadas pela empresa e (2) Não fazer marketing direcionado a crianças com menos de 12 anos de idade. Em 2008, a Coca-Cola Brasil formalizou um compromisso público junto à Organização Mundial de Saúde (OMS) com mais de 20 empresas filiadas à ABIA (Associação Brasileira da Indústria de Alimentação) e à ABA (Associação Brasileira de Anunciantes) para não fazer publicidade de alimentos e bebidas direcionada a crianças menores de 12 anos. Essa política é aplicada a todo o portfólio da empresa, independentemente das características do produto.

Fonte: Cidade MArketing

SEO ou SEM?

SEO: Uma visão geral

Search Engine Optimization, ou SEO, é uma estratégia que funciona para aumentar a probabilidade de um site ser encontrado por um usuário que está à procura de uma palavra-chave ou frase específica através de um motor de busca. Uma estratégia de SEO começa com a identificação e definição de uma lista de palavras-chave ou frases que pretende que os motores de busca associem com o site de sua marca. A otimização envolve a inserção de palavras-chave e frases para o conteúdo do site nas páginas apropriadas. Depois de atingir uma densidade de palavras-chave aceitável nas páginas, na última etapa do SEO, envolve marketing do site para a Internet em geral para mostrar aos motores de busca como “popular” o site é para os usuários. Em outras palavras, o site precisa ser mencionado, procurado, e usado pela equipe de marketing para aumentar a autoridade do domínio. SEO é o que chamamos de marketing “orgânico”. Sua posição e autoridade de domínio vai crescer naturalmente, sem qualquer intervenção (a menos que você deseje alterar as palavras-chave). É também uma estratégia mais a longo prazo. Assim como você não esperaria que o produto orgânico brotasse durante a noite, nem sua estratégia de SEO orgânico produz resultados imediatos. Por outro lado, o impacto positivo também é de longo prazo.

SEM: O que é isso?

SEM, ou Search Engine Marketing, envolve a colocação de links pagos para direcionar o tráfego para seu site. Você pode conseguir isto através de programas de motores de busca, como o Google AdWords, através da compra de espaço em sites de mídia social como o Facebook, ou através de parcerias com sites externos que estão relacionados ao seu campo. O valor que você paga em cada caso é completamente dependente da quantidade de cliques que seu link recebe. Assim como com o SEO, o SEM envolve a pesquisa de palavras-chave para determinar as melhores frases e palavras para usar quando ligando para o seu site. No entanto, em contraste com SEO, SEM tem um efeito muito mais imediato sobre o seu tráfego do site, o que é verdadeiramente o modelo de gratificação instantânea. Você também tem que continuar pagando os resultados que obtém ao infinito … o truque é encontrar a combinação certa de palavras-chave e cópia do anúncio de que a unidade de direito de tráfego para o seu site para impulsionar o ROI para a campanha.

Conclusão

Em última análise, um plano de publicidade online saudável envolverá essas duas estratégias. SEO e SEM, quando utilizados em conjunto, podem aumentar o seu tráfego, aumentar a sua autoridade de domínio, e conduzir o tipo certo de usuários para encontrar o seu site com facilidade. SEO, se você pode dar ao luxo de esperar, é uma forte estratégia de longo prazo para garantir que o seu domínio / negócio vai aparecer nos resultados de pesquisas por muitos meses que virão. O maior investimento em SEO é o homem-hora necessários para investir em uma campanha decente. Lembre-se que a pesquisa de palavras-chave tem de vir em primeiro lugar! Como é que você vai aumentar a sua classificação, quando você não tem ideia do que você quer para a classificação?

Via Social Media Today